Por Yvna Sousa, Fernanda Vivas, Fernanda Calgaro e Alexandro Martello, TV Globo e G1 — Brasília

Confusão entre Paulo Guedes e deputados encerra audiência na CCJ

Confusão entre Paulo Guedes e deputados encerra audiência na CCJ

A animosidade entre o ministro da Economia, Paulo Guedes, e deputados da oposição levou ao encerramento, na noite desta quarta-feira (3), da audiência na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara destinada à apresentação para os parlamentares da reforma da Previdência.

A audiência foi encerrada após mais de seis horas de duração, depois de uma confusão que se formou quando o deputado Zeca Dirceu (PT-PR) afirmou que o ministro age como “tigrão” em relação a aposentados, idosos e pessoas com deficiência, mas como “tchutchuca” em relação à “turma mais privilegiada do nosso país”.

Imediatamente, deputados começaram a cobrar decoro por parte de Zeca Dirceu. O presidente da CCJ, Felipe Francischini (PSL-PR), pediu aos parlamentares respeito com o ministro.

Fora do microfone, Paulo Guedes se dirigiu a Zeca Dirceu e respondeu: “Você não falte com o respeito comigo. Tchutchuca é a mãe, tchutchuca é a vó”.

Antes de encerrar a sessão, Felipe Francischini pediu a Paulo Guedes e a Zeca Dirceu que retirassem as palavras.

Ainda fora do microfone, o ministro da Economia se dirigiu a Zeca Dirceu e afirmou, apontando o dedo indicador: “Eu respeito quem me respeita. Eu respeito quem me respeita, e você não me respeita. Se você não me respeita, você não merece respeito”, afirmou.

 “Infelizmente, tive de encerrar em função de alguns desencontros. No entanto, muitos oradores falaram, muitas perguntas foram feitas, o ministro respondeu a muitos questionamentos. Acredito que a reunião foi muito produtiva, mas infelizmente tive de encerrar um pouco mais cedo em virtude de algumas brigas internas ali”, afirmou Francischini.

Tumulto na saída do ministro Paulo Guedes de audiência na CCJ da Câmara

Tumulto na saída do ministro Paulo Guedes de audiência na CCJ da Câmara

“Oh! Look at Me Now” , Tommy Dorsey. Uma canção cheia de swing, de 1941, composta por Joe Bushkin, e letra de John DeVries. Fortemente associada com Frank Sinatra, quando da primeira gravação com a orquestra de Dorsey, em arranjo de Sy Oliver. Sinatra regravou a música , em 1957 , no álbum A Swingin’ Affair, com orquestra desta vez conduzida por Nelson Riddle. Frank Sinatra – com Tommy Dorsey, Connie Haines and The Pied Pipers, de January, de 1941, é o presente musical que Bahia em Pauta oferece aos seus ouvintes e leitores nesta quinta-feira de abil.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

Mick Jagger, o cantor, de 75 anos, se cuida mais que nunca. Pratica esporte, medita e não bebe, mas isso não evitou que tenha de ser operado por um problema cardíaco

Tem oito filhos, o último chegou há apenas 27 meses. Sua companheira, Melanie Hamrick, acaba de soprar 31 velas, ou seja, é 44 anos mais nova do que ele. Treina três horas por dia, cinco ou seis dias por semana, sob o comando de um fisioterapeuta norueguês chamado Torje Eike, que já trabalhou com atletas olímpicos. Percorre de 9 a 10 quilômetros durante as mais de duas horas que os shows de sua banda, The Rolling Stones, costumam durar. Até três dias atrás, Mick Jagger parecia invencível. Não é o único de sua geração que ainda está ativo, mas talvez seja o único – sem mencionar Iggy Pop, quatro anos mais jovem – que pode subir ao palco com uma energia quase igual à que transmitia há três ou quatro décadas e vestido com uma roupa de tamanho semelhante à que usava em 1969. Mas um problema cardíaco do cantor, que requer uma intervenção cirúrgica, levou os autores de Brown Sugar a cancelar a turnê norte-americana que planejavam realizar entre 20 de abril e 29 de junho.

Apenas 48 horas após a notícia, Jagger podia ser visto relaxando em uma praia de Miami com seu filho mais novo e uma de suas filhas, Georgia May, de 27 anos. Na mesma praia estava também Ronnie Wood, o guitarrista da banda, acompanhado da mulher e de suas gêmeas de dois anos. Jagger, como seus companheiros, tem se empenhado nos últimos anos em demonstrar que a era dos Rolling Stones ficou enterrada no passado, seja pela promoção de hábitos saudáveis ou engendrando bebês em série.

Quando nasceu seu filho Devenaux há menos de dois anos, The Sun publicou declarações de uma fonte próxima ao vocalista que confirmava que ele tinha até mesmo intensificado seu modo de se cuidar com o objetivo de ver seu recém-nascido crescer. “Ele está totalmente comprometido em criar o filho”, publicou o tabloide britânico.

No segundo trimestre de 2018, a banda estava se preparando para começar sua turnê europeia em Dublin. A principal novidade em relação àquele primeiro show foi dada pelo gerente de produção da turnê, Dale Skjerseth: não haveria álcool, nem antes nem durante nem sequer depois do show, para nenhum dos integrantes do grupo. Nem uma gota. “Tocar ao vivo é a sua arte e eles querem fazer isso bem. São muito profissionais”, disse Skjerseth, que já trabalhou com bandas como Guns n ‘Roses e AC/DC.

Uma semana depois do show na capital irlandesa, a rotina de treinamento do septuagenário Jagger veio a público: uma série de exercícios que pareciam destinados a lhe render várias medalhas nos Jogos Olímpicos. Às ordens do já mencionado Torje Eike, o vocalista inglês punha em forma corpo e alma. Uma dieta à base de sucos, massas, peixe e frango, complementados por vários suplementos, e não os que tomava nos anos 60 e 70, mas as vitaminas A, C, D e E, bem como um preparado com óleo de fígado de bacalhau e outro com ginseng se uniam à prática de corrida, ioga, ciclismo, kickboxing, balé e treinamentos específicos dedicados ao fortalecimento da resistência cardiovascular. “Eu treino seis dias por semana, mas não fico louco”, disse Jagger, confirmando que, desde a sua irrupção no cenário do rock, seu conceito do que significa ficar louco não tem muito a ver com o nosso, o resto dos mortais.

Mick Jagger, em um show dos Rolling Stones em Lisboa, em maio de 2014.
Mick Jagger, em um show dos Rolling Stones em Lisboa, em maio de 2014. JOSE SENA GOULAO EFE
 Nada em sua vida tem muito a ver com o resto dos mortais, como exemplifica um pequeno escândalo que aconteceu durante aqueles meses em Londres. O grupo tinha de participar de um evento e sua equipe pediu aos donos do local que retirassem dois obstáculos colocados na calçada em frente para evitar que algum carro estacionasse ali. Exato, Mick Jagger, o cara que corre nove quilômetros por show e treina como se fosse disputar dois triatlos em um mesmo dia, não era capaz de andar 100 metros até a porta de um restaurante. Nem mesmo o Daily Mail pôde resistir a fazer a piada na manchete da notícia.

“Não tivemos escolha”, lembrou em uma entrevista concedida a um órgão da imprensa irlandesa alguns dias antes do show sóbrio em Dublin que deu início à turnê No Filter, a mesma que agora tiveram de adiar nos EUA. “Nós éramos os garotos maus por acaso, jamais pensei que aquela vibração um tanto sebosa que nos marcava no início iria nos transformar em arquétipos de anti-herói. No começo, nos deixamos levar, depois colocamos um pouco mais de nós mesmos.”

Meio século depois, aqueles garotos maus não são mais garotos, nem tão maus. Eles se sentam para fazer castelos de areia na praia com seus rebentos e aguardam a hora da sala de cirurgia. Em breve os veremos novamente em um palco e, se os prognósticos se cumprirem, ouviremos também seu primeiro álbum com material novo desde 2005.

Duas vidas diferentes

Os motivos que levaram Keith Richards e Mick Jagger a cancelar shows da banda nas últimas décadas podem dar uma ideia de quão diferentes são agora a vida e a personalidade desta dupla. As duas ocasiões anteriores em que Jagger cancelou foram por uma laringite (Las Vegas, 2016) e pelo trágico suicídio de sua namorada, L’Wren Scott.

Quanto a Richards, as duas últimas vezes em que não pôde entrar no palco com a banda incluem uma queda de uma escada em casa em 1998 e a melhor desculpa que alguém já deu para cancelar uma turnê: cair de um coqueiro. Isso aconteceu em 2006 e já faz parte dos livros de história do rock.

No domingo passado, enquanto Wood e Jagger estavam na praia brincando com seus filhos, Richards os observava, cerveja na mão, do seu quarto de hotel.

abr
04
Posted on 04-04-2019
Filed Under (Artigos) by vitor on 04-04-2019

Do Jornal do Brasil

 

O Brasil gasta dez vezes mais com aposentadorias que com educação, disse hoje (3) o ministro da Economia, Paulo Guedes, ao iniciar sua fala na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. Em audiência para discutir a reforma da Previdência, ele disse que o sistema de repartição (onde os trabalhadores da ativa financiam os aposentados) está fadado ao fracasso.

Macaque in the trees
Paulo Guedes na audiência pública sobre a reforma da Previdência (Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados)

O ministro destacou que a maior despesa que pressiona o déficit das contas públicas tem sido a Previdência. “Ano passado gastamos R$ 700 bilhões com a Previdência, que é o nosso passado, e gastamos R$ 70 bilhões com educação, que é o futuro. Gastamos dez vezes mais com a Previdência que com o futuro, que é a educação. Antes de a população brasileira envelhecer, a Previdência está condenada”, declarou.

Segundo Guedes, os problemas fiscais decorrentes do crescimento dos gastos com a Previdência estão se impondo aos governos locais, independentemente do partido. “Tenha quem tiver, o partido que tiver, independentemente de quem esteja no governo, esse problema está se impondo”, advertiu.

O ministro participa, nesta tarde, de audiência na CCJ para explicar a proposta de emenda à Constituição que reforma a Previdência. Originalmente previsto para ocorrer semana passada, o encontro foi adiado para hoje porque Guedes tinha cancelado a ida enquanto a comissão não definia o relator da proposta.

Capitalização

O ministro voltou a defender que a reforma da Previdência resulte em economia mínima de R$ 1 trilhão nos próximos dez anos para financiar a transição para o sistema de capitalização (onde cada trabalhador contribui para a própria aposentadoria). Ele disse que o sistema atual tem um modelo de financiamento perverso ao se sustentar em tributos que incidem sobre a folha de pagamentos e aumentam os encargos trabalhistas para os empresários.

“Financiar a aposentadoria do trabalhador idoso desempregando trabalhadores é, na minha opinião, uma forma perversa de financiar o sistema. Cobrar encargos trabalhistas sobre a mão de obra é, do ponto de vista social, uma condenação. É um sistema perverso, onde 40 milhões de brasileiros estão excluídos do mercado formal”, declarou o ministro.

Segundo o ministro, eventuais problemas no sistema de capitalização podem ser corrigidos por meio do Imposto de Renda negativo. “Vamos supor que a menor aposentadoria corresponda a R$ 1 mil. Se a poupança do trabalhador for insuficiente e a aposentadoria ficar em R$ 750, o governo pode complementar os R$ 250 restantes por meio do Imposto de Renda negativo. Isso existe em vários países e se chama sistema nocional”, explicou. O ministro respondeu a um questionamento sobre o Chile, onde muitos trabalhadores se aposentam com apenas meio salário mínimo.

Confusão

Segundo Guedes, caso a reforma da Previdência não seja aprovada, o Brasil passará a ter problemas para pagar salários dos servidores, como Rio de Janeiro, Minas Gerais e Goiás. Nesse momento, houve bate-boca quando um parlamentar disse que a capitalização não deu certo no Chile, e Guedes fez um paralelo com a crise econômica e humanitária na Venezuela.

“Acho que a Venezuela está melhor [que o Chile]”, rebateu o ministro em tom de provocação. Nesse momento, deputados da oposição começaram a gritar. O ministro disse que não conseguia ouvir vários parlamentares falando ao mesmo tempo. O presidente da CCJ, deputado Felipe Francischini (PSL-PR), interveio e pediu calma e respeito ao ministro.

Ao retomar a palavra, Guedes disse que a confusão começou quando ele respondeu, fora de hora, a um questionamento da deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR) sobre como cobrir os custos de transição para o sistema de capitalização. O ministro explicou que o Chile conseguiu implementar políticas sociais nos últimos 30 anos porque passou a sobrar recursos depois que o país adotou o regime de capitalização, nos anos 1980. Ele lembrou que a renda per capita do país hoje é o dobro da brasileira.

abr
04
Posted on 04-04-2019
Filed Under (Artigos) by vitor on 04-04-2019

“É muito dura a vida quando você não anda em bando”, diz Guedes

Paulo Guedes rebateu acusações de petistas de que é um “rentista”. O ministro prefere ser chamado de empreendedor.

“Se me conhecesse um pouco mais, saberia que o banco foi uma das cinco, seis, sete, oito… dez instituições que criei. Existe MBA executivo no Brasil, fui eu que criei. A Abril Educação saiu de zero para 1 milhão de alunos com o melhor conteúdo educacional para ensino básico, em cinco, seis anos, eu fiz essa empresa.”

Guedes diz ainda que ajudou “várias empresas de ensino superior a irem para o mercado se capitalizar”. “Na hora em que houve uma desregulamentação e possibilitaram os investimentos, eu sabia que era uma forma melhor de contribuir para o pais do que apostar contra planos malfadados.”

O ministro diz que foi “com tudo” no setor educacional e que preferia ter sido professor. “Investi muito e acho que dei algumas contribuições. E, ultimamente, estava investindo em saúde, até vir para cá. Eu fui um empreendedor a vida toda. Preferia ter sido professor, mas a vida brasileira era tão ideologizada, que, quando cheguei de fora, fui carimbado. Ao mesmo tempo, não me identificava com o pessoal que era do outro lado. Eu era um professor independente.”

Guedes diz que não “era de patota nenhuma, nem tribo nenhuma”.

“É muito dura a vida quando você não anda em bando. Não tem turma pra te proteger, não tem grupo político, não tem nada.”

DO JORNAL DO BRASIL

 

Enquanto o ministro da Economia, Paulo Guedes, falava sobre a necessidade de reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, o presidente Jair Bolsonaro tuitou em defesa de outra Proposta de Emenda Constitucional (PEC) apoiada por Guedes, a do Novo Pacto Federativo.

O presidente lembrou que “o ministro Paulo Guedes se reuniu com membros da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Novo Pacto Federativo” na terça-feira, 2. Bolsonaro defendeu a PEC argumentando que “cada Estado e município é o maior conhecedor de sua necessidade”. Para Bolsonaro, a revisão no pacto federativo aproximará a população de governadores, prefeitos e deputados. “Todos ganham! Mais Brasil, menos Brasília!”, concluiu o presidente.

O debate em torno da PEC do pacto federativo foi lançado por Guedes em entrevista ao Grupo Estado no mês passado. O ministro defendeu que o Orçamento deve estar sob controle dos políticos. “É a desvinculação, a desindexação, a desobrigação e a descentralização dos recursos das receitas e das despesas”, disse Guedes na ocasião.

abr
04
Posted on 04-04-2019
Filed Under (Artigos) by vitor on 04-04-2019



 

Sinovaldo, no

 

abr
04

Paulo Guedes elogia Lula e o Bolsa Família

 

Na sessão da CCJ em que foi constantemente atacado pelos petistas, Paulo Guedes fez elogios ao Bolsa Família e disse que Lula “mereceu ganhar” duas eleições,.

“Vários governos que passaram gastaram R$ 300 bilhões, R$ 400 bilhões por ano pagando juros da dívida sem tomar nenhuma medida para corrigir. E o Lula chegou e pegou R$ 10 bilhões só, e atingiu 40 milhões de família favoravelmente com o Bolsa Família”, disse o ministro da Economia de Jair Bolsonaro.

“Isso é um impacto extraordinário. Mereceu ganhar uma eleição, duas eleições. Soube trabalhar. Com pouco dinheiro melhorou a vida de muitos de brasileiros”, acrescentou Guedes.

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