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Posted on 25-01-2019
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DO BLOG O ANTAGONISTA

Um ‘infiltrado’ na comitiva de Bolsonaro em Davos

 

Reportagem da Veja mostra que Tiago Pereira Gonçalves, assessor de imprensa da comitiva de Jair Bolsonaro em Davos, já trabalhou para o petista Vicente Cândido e fez campanha aberta contra Bolsonaro nas eleições.

Foi Gonçalves que, ontem, alegou que o presidente cancelou uma entrevista coletiva devido ao “comportamento antiprofissional” da imprensa.

Em suas redes sociais, nas quais se assina “Tiago Pegon”, o assessor já compartilhou mensagem chamando Bolsonaro de “extrema direita” e o novo governo de “neofascista”.

Também escreveu que apenas a “escória” apoiava o atual presidente, atacou Eduardo Bolsonaro e sugeriu a “interdição psíquica” de Janaina Paschoal.

Pelo visto, a “despetização” proposta por Onyx Lorenzoni não está funcionando muito bem.

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S. Salvador, no

 

Heloísa Mendonça
O parlamentar Jean Wyllys.
O parlamentar Jean Wyllys. Facebook

O deputado federal reeleito Jean Wyllys (PSOL-RJ) anunciou, nesta quinta-feira, que não irá assumir o novo mandato por ter recebido várias ameaças de morte nos últimos meses e que agora teme pela própria vida. Em sua conta no Twitter, Wyllys agradeceu o apoio dos eleitores e afirmou que preservar sua integridade também é uma forma de luta. “Fizemos muito pelo bem comum. E faremos muito mais quando chegar o novo tempo, não importa que façamos por outros meios! Obrigado a todas e todos vocês, de todo coração. Axé!”, escreveu.

O post foi publicado após a Folha de S. Paulo publicar uma entrevista em que o parlamentar revelou que deixaria o cargo público e o Brasil após sucessivas ameaças. Desde o assassinato da vereadora Marielle Franco, em março do ano passado, o parlamentar vive sob escolta policial.

Caso assumisse, esse seria seu terceiro mandato parlamentar consecutivo, em que se elegeu com pouco mais de 24.000 votos. Wyllys foi o primeiro parlamentar assumidamente gay a encampar a causa LGBT no Congresso. A vaga deixada por ele será assumida por David Miranda (PSOL-RJ), segundo o site da Câmara dos Deputados. Miranda também tem a pauta LGBTI+ como causa de atuação.

Em entrevista à Folha, Wyllys disse que pesou em sua decisão as informações que familiares de um ex-PM suspeito de chefiar a milícia investigada pela morte de Marielle trabalharam para o senador eleito Flávio Bolsonaro durante seu mandato como deputado estadual pelo Rio de Janeiro. “Me apavora saber que o filho do presidente contratou no seu gabinete a esposa e a mãe do sicário”, disse ao jornal. “O presidente que sempre me difamou, que sempre me insultou de maneira aberta, que sempre utilizou de homofobia contra mim. Esse ambiente não é seguro para mim”, acrescentou.

O parlamentar disse ainda que desde que Jair Bolsonaro foi eleito, o nível de violência contra ele e as minorias aumentou. Wyllys foi um dos maiores rivais de Bolsonaro na Câmara federal e o confrontou diretamente quando o agora presidente eleito homenageou o coronel Brilhante Ustra, torturador de Dilma Rousseff na ditadura, durante a votação do impeachment dela, em 2016. Após a fala de Bolsonaro, Wyllys cuspiu em direção a ele.

As ameaças sofridas nos últimos tempos por Wyllys fizeram com que a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) solicitasse ao Governo brasileiro que tomasse medidas para proteger a sua vida e investigasse as ameaças. “A decisão da CIDH é uma reação da comunidade internacional à inação do Estado brasileiro diante de uma situação que tem se prolongado no tempo e que, no último ano, agravou-se muito”, disse o parlamentar ao EL PAÍS em dezembro do ano passado.

A decisão de abrir mão do cargo foi respaldada pelo PSOL. Segundo Wyllys disse ao jornal, o partido reconheceu que ele se tornou um “alvo”. Seu correligionário Marcelo Freixo afirmou, no Twitter, que a escolha do parlamentar deixar o Brasil é sintoma “deste tempo sombrio em que o ódio tomou a política”. “Jean continuará a militância. E nós daremos continuidade a suas lutas no parlamento”, postou.

Dezenas de figuras públicas também publicaram mensagens de apoio ao parlamentar nas redes sociais. Marina Silva, ex-candidata à Presidência pela Rede, disse que independentemente de divergências políticas, a gravidade desse fato exige que a vida de quem é ameaçado seja protegida. “Chico Mendes sofreu deboche e foi assassinado. Marielle também. É lamentável que o deputado Jean Wyllys tenha que abrir mão do seu mandato por sofrer ameaça de morte”, escreveu no Twitter. O parlamentar pretende se dedicar à vida acadêmica, investindo em um mestrado, mas não revelou para onde pretende ir.

Logo após o anúncio de Wyllys nesta quinta-feira, o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), filho do presidente, escreveu no Twitter: “Vá com Deus e seja feliz!”.  Já Jair Bolsonaro, após dizer que estava voltando de Davos, na Suíça, publicou na rede social  “Grande dia!”. Muitos internautas interpretaram as mensagens como uma referência à decisão de Wyllys e repercutiram nas redes.

Os dois políticos então postaram novamente no Twitter mensagens que desmentiam tal interpretação. “Fake News! Referi-me à missão concluída, reuniões produtivas com Chefes de Estado, voltando ao país que amo, Bolsa batendo novo recorde na casa dos 97.000 e confiança no nosso país sendo restabelecida, isso faz de hoje um grande dia! “, escreveu o presidente. Já o filho Carlos publicou: “PSOL já teve político e ex-filiado cuspindo e dando facada em Bolsonaro, mas quando leem ‘Grande dia’ em seu Twitter já se consideram vítimas perseguidas. Entendemos!”.

Guaidó fala a seus partidários nesta quarta-feira em Caracas.

 Guaidó fala a seus partidários nesta quarta-feira em Caracas. FEDERICO PARRA AFP

O líder oposicionista venezuelano Juan Guaidó proclamou-se presidente do país nesta quarta-feira ao considerar ilegítimo o segundo mandato de Nicolás Maduro. “Juro assumir formalmente as competências do Executivo nacional como presidente encarregado (interino) da Venezuela para conseguir a cessação da usurpação”, disse em Caracas o presidente da Assembleia Nacional — o Parlamento de maioria oposicionista declarado “em desacato” pelo regime — durante um dia de mobilizações em massa. O Governo dos Estados Unidos o reconheceu oficialmente como “presidente interino”. Em seguida se juntaram Brasil, Colômbia, Peru, Equador, Costa Rica, Chile e Argentina, além do secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA).

Guaidó decidiu dar o passo que parte importante da sociedade venezuelana lhe estava pedindo e prestou juramento publicamente como presidente encarregado do país, apoiando-se na interpretação do artigo 233 da Constituição, que autoriza o Legislativo a exercer funções quando o cargo da presidência está vago. Seu objetivo é conseguir a formação de um “Governo de transição e eleições livres”.

Sua declaração transcendeu o simbolismo do gesto e gerou uma reação em cadeia da comunidade internacional diante de um Governo cada vez mais isolado. Começando pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que quase imediatamente deu seu apoio e reconhecimento ao líder oposicionista. A decisão aconteceu depois de uma série de anúncios que marcaram o aumento do envolvimento de sua Administração na situação do país latino-americano.

Em um comunicado, Trump encorajou outros Governos ocidentais a reconhecer Guaidó como presidente interino e disse que vai usar “todo o peso do poder econômico e diplomático dos EUA para pressionar pela restauração da democracia venezuelana”.

Alguns dos principais Governos da região se pronunciaram imediatamente. Os presidentes do Brasil, Colômbia, Argentina, Peru, Equador e Costa Rica anunciaram no fórum econômico de Davos que também reconhecem Guaidó. A eles se juntaram as felicitações de Luis Almagro, secretário-geral da OEA. O presidente brasileiro em exercício, Hamilton Mourão, disse contudo que o apoio a Gauidó deve ser apenas político. “O Brasil não participa de intervenção. Não é da nossa política externa intervir nos assuntos internos dos outros países”, disse Mourão, ao ser questionado por jornalistas. Segundo ele, o Brasil “vai protestar, mas não vai fazer mais nada além disso”.

Uma exceção significativa entre os gigantes da América Latina é representada pelo México. O porta-voz do governo de López Obrador disse a este jornal que “no momento não há mudança na postura do México” em relação à crise da Venezuela, por isso continua reconhecendo Nicolás Maduro como presidente do país caribenho, informa Javier Lafuente. O México se ampara na “não intervenção” para manter seu critério. A União Europeia também preferiu a cautela.

Depois de horas de silêncio e negociações com as capitais, a Alta Representante de Política Externa da UE, a socialista italiana Federica Mogherini, conseguiu emitir uma declaração em que a rejeição a Maduro foi mantida, mas sem apoiar claramente a autoproclamação de Guaidó. O texto cuidadoso e medido reflete as diferenças óbvias dentro da UE, onde os defensores do apoio descarado do presidente da Assembleia convivem com aqueles que preferem optar por uma transição que evite, entre outras coisas, um possível banho de sangue.

Manifestantes da oposição, nesta quarta-feira em Caracas.
Manifestantes da oposição, nesta quarta-feira em Caracas. FEDERICO PARRA AFP
 No dia 10 de janeiro Maduro culminou a deriva do regime com uma posse rejeitada pelas principais instâncias da comunidade internacional, de Washington a Bruxelas, e a maioria dos Governos da região. O sucessor de Hugo Chávez, que em maio venceu uma eleição realizada sem a participação da maioria das forças da oposição, exibiu, não obstante, o apoio de Rússia, China e Turquia. Na América, Maduro mantém o apoio expresso do presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, do regime autoritário do nicaraguense Daniel Ortega e do Executivo de Evo Morales, na Bolívia.

O novo chefe da oposição venezuelana chamou o país às ruas nesta quarta-feira, 23 de janeiro, data em que a democracia começou no país, sob o lema de não reconhecer o Governo chavista e pedir eleições limpas.

“Hoje a esperança renasce na Venezuela”, disse Guaidó. “Não vamos deixar nossa gente só. Enquanto Maduro não protege ninguém, vamos resgatar esta Constituição, os direitos humanos, e sim, hoje damos um passo mais. Que não haja dúvidas, o povo sairá no fim de semana para entregar a Lei da Anistia [prometida aos militares] e receber a primeira semana de ajuda humanitária. Espero que a família militar fique do lado do povo”.

Mensagem em vídeo de Pence

Sua estratégia consiste em obter apoio interno, embora principalmente o suporte externo. Na terça-feira, já havia conseguido o do vice-presidente dos EUA, Mike Pence. Em uma mensagem em vídeo ofereceu seu “apoio inquebrantável” aos protestos em massa na Venezuela contra o presidente Maduro realizados durante o dia, em uma explícita demonstração de apoio da Administração Trump à oposição venezuelana. “Enquanto o bom povo da Venezuela faz ouvir suas vozes amanhã [nesta quarta-feira], em nome do povo norte-americano dizemos: estamos com vocês. Nós nos levantamos com vocês e continuaremos com vocês até que a democracia seja restaurada e vocês reivindiquem seu direito natural à liberdade”, disse Pence na mensagem, com algumas expressões em espanhol.

“Nicolás Maduro é um ditador sem direito legítimo algum ao poder. Nunca ganhou a presidência em uma eleição livre e justa, e se agarrou ao poder prendendo qualquer um que ousar se opor a ele”, continua o vice-presidente no vídeo transmitido pelo Twitter. Pence assinou seu inequívoco apoio à oposição venezuelana com um artigo de opinião que publicou no The Wall Street Journal, no qual elogia repetidamente Guaidó, a quem se refere como “corajoso presidente” da “legislatura legítima da Venezuela”. Esse mesmo apoio à Assembleia Nacional como “o único órgão democrático legítimo do país”. Pence manifestou diretamente ao líder da oposição por telefone, segundo o The New York Times, em 15 de janeiro.

“Encorajamos o presidente [Trump] a seguir em frente”, disse o senador republicano Marco Rubio após se reunir com o presidente na Casa Branca. Trump convocou nesta quarta-feira uma reunião no Salão Oval, que contou com a presença do próprio Rubio, Pence e da equipe de segurança nacional. Nicolás Maduro não demorou a responder. Afirmou que ordenou “uma revisão total e absoluta da relação” da Venezuela com os Estados Unidos e deu 72 horas para que a equipe diplomática norte-americana deixe o país.

Ele está na The Harmony Illustrated Encyclopedia ok Jazz !!! Sonhe com um bom dia !!!

BOA QUINTA-FEIRA PARA OUVINTES E LEITORES!!!

(Gilson Nogueira)

Em entrevista à agência Bloomberg, presidente comenta as suspeitas sobre seu filho Flávio. “Se ele errou e ficar provado, eu lamento como pai, mas ele vai ter que pagar”

Fórum de Davos 2019

 Jair Bolsonaro durante entrevista para Bloomberg nesta quarta-feira Alan Santos PR

O presidente Jair Bolsonaro se manifestou nesta quarta-feira a respeito das suspeitas que recaem sobre as movimentações financeiras do senador eleito Flávio Bolsonaro, seu filho mais velho. “Se por acaso ele errou e isso for provado, eu lamento como pai, mas ele vai ter que pagar o preço por esses atos que não podemos aceitar”, disse o presidente em entrevista à agência de notícias norte-americana Bloomberg, em Davos, onde participa do Fórum Econômico Mundial. A investigação pode minar o discurso anticorrupção do militar reformado, uma agenda de campanha, e dividir sua base de apoio.

As suspeitas começaram em dezembro do ano passado, quando o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) identificou movimentação de 1,2 milhão de reais na conta de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, entre janeiro de 2016 e dezembro de 2017. Pouco depois de o senador eleito ter conseguido que o Supremo Tribunal Federal (STF) paralisasse as investigações sobre o caso, uma matéria do Jornal Nacional elevou a temperatura da crise. Novos trechos de relatório do Coaf mostraram que Flávio fez um pagamento de 1.016.839 de reais de um título bancário da Caixa Econômica Federal, além de ter recebido depósitos em dinheiro fracionado em sua conta. A suspeita do Ministério Público do Rio de Janeiro é de que funcionários da Alerj devolviam parte de seus salários ao então deputado.

Venezuela

Ainda em entrevista à Bloomberg, Bolsonaro prometeu medidas econômicas rápidas e abrangentes para afastar o que ele chamou de “risco” de que a maior nação da América Latina se transforme em um regime ao estilo da Venezuela. Os planos para vender um grande número de empresas estatais estão quase prontos, e uma proposta a ser enviada ao Congresso trará cortes “substanciais” nos gastos previdenciários e estabelecerá uma idade mínima para aposentadoria, disse o presidente. Ele também afirmou que o sistema de pensão militar só seria alterado em uma “segunda parte da reforma”.

Um dia depois de um enxuto discurso que frustrou as expectativas dos investidores presentes no Fórum pela falta de detalhes sobre medidas concretas que pretende adotar, Bolsonaro disse à agência que a aprovação da reforma previdenciária que os investidores estão aguardando está praticamente certa, uma vez que a situação financeira do Brasil lhe dá pouca escolha. E repetiu o tom ideológico adotado em seu discurso desta terça-feira: “O Brasil tem que dar certo. Se não, a esquerda vai voltar e não saberemos o destino do Brasil. Talvez se torne mais parecido com o regime que temos na Venezuela.”

jan
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Posted on 24-01-2019
Filed Under (Artigos) by vitor on 24-01-2019

Alguém explique a Gleisi como a democracia funciona

 

 

“O que dá direito ao presidente de outro país desconhecer o presidente eleito do país e dizer que o líder da oposição passa a ser o presidente? O que que dá esse direito?”, perguntou Gleisi Hoffmann ao repórter Daniel Adjuto, do SBT.

É simples, Gleisi: Juan Guaidó, o “líder da oposição”, foi legitimamente eleito. Nicolás Maduro, por sua vez, foi “eleito” num pleito sem oposicionistas, sem observadores internacionais independentes e sobas denúncias de fraude.

Além disso, Maduro esvaziou o poder do Parlamento chefiado por Guaidó assim que a oposição obteve maioria –para transferi-lo a uma “Assembleia Constituinte” composta apenas por seus apoiadores.

E essa é a presidente do partido que boicotou a posse de Jair Bolsonaro por considerar sua eleição “ilegítima”, mas foi ao país vizinho prestigiar o novo mandato do ditador.

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Posted on 24-01-2019
Filed Under (Artigos) by vitor on 24-01-2019

Jair M. Bolsonaro

? @jairbolsonaro

 

O Brasil reconheceu nesta quarta-feira (23) o líder do Parlamento venezuelano de maioria opositora, Juan Guaidó, como presidente interino do país, anunciou o ministério das Relações Exteriores, em Brasília, após decisões similares adotadas por Estados Unidos e a Organização dos Estados Americanos (OEA).

“O Brasil reconhece o senhor Juan Guaidó como Presidente Encarregado da Venezuela. O Brasil apoiará política e economicamente o processo de transição para que a democracia e a paz social voltem à Venezuela”, destacou o Itamaray em um comunicado.

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Posted on 24-01-2019
Filed Under (Artigos) by vitor on 24-01-2019

Do Jornal do Brasil

 

O governador de São Paulo, João Doria, foi apontado pelo presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Fazenda, Paulo Guedes, como o possível presidente da República no futuro. A indicação foi feita durante uma reunião com cerca de 50 investidores – a maioria deles estrangeiros – durante evento fechado à imprensa organizado pela comitiva brasileira durante o Fórum Econômico Mundial, de Davos, como descreveu um participante do encontro.

Doria foi citado quatro vezes durante o evento e se sentiu muito prestigiado, conforme apurou o Estadão/Broadcast. Ele já declarou várias vezes que apoiará o atual governo no processo de aprovação da reforma da Previdência no Congresso.

Macaque in the trees
Governador de São Paulo, João Doria. (Foto: Valter Campanato | Agência Brasil)

O governador também é um aliado no “combate à ideologia” que, segundo ele e Bolsonaro, existia nos governos petistas.

Estavam presentes, do Brasil, empresários e executivos de peso, como o das empresas Vale, Embraer e Itaú Unibanco. Dentre os internacionais, estavam a presidente executiva do Grupo Santander, Ana Botín, e representantes de instituições multilaterais.

João Doria foi para Davos para apresentar o plano de privatização e investimentos de São Paulo para os investidores internacionais e se encontrou com Guedes, que está hospedado no mesmo hotel.

Em entrevista ao Estadão/Broadcast, ele disse que a conversa foi focada na reforma da Previdência. “Tanto ele como eu entendemos que a reforma é primordial para o País. Se fizermos a reforma, muda o País de maneira rápida e concreta e abre as comportas para os investimentos internacionais. Aqui em Davos há uma expectativa em relação ao um conjunto de reformas, especificamente a da Previdência.”

jan
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Posted on 24-01-2019
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Sponholz , no

 

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