Ele está na The Harmony Illustrated Encyclopedia ok Jazz !!! Sonhe com um bom dia !!!

BOA QUINTA-FEIRA PARA OUVINTES E LEITORES!!!

(Gilson Nogueira)

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Comentários

Lucas Ribeiro on 24 Janeiro, 2019 at 6:39 #

Caro vitor , Gismonti não é mineiro . É de Carmo , no estado do Rio.


GILSON NOGUEIRA on 24 Janeiro, 2019 at 10:42 #

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Egberto Gismonti

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Egberto Gismonti

Egberto Gismonti

Informação geral

Nome completo Egberto Amin Gismonti
Nascimento 5 de dezembro de 1947 (71 anos)
Local de nascimento Carmo, Rio de Janeiro
Brasil
Nacionalidade brasileiro
Ocupação(ões) Músico
Gravadora(s) ECM

Egberto Gismonti Amin (Carmo, 5 de dezembro de 1947) é um compositor, multi-instrumentista,[1] cantor e arranjador brasileiro de música instrumental.

Índice [esconder]
1 Biografia
2 Discografia 2.1 Tributos de Outro(s) Artista(s) a Egberto Gismonti

3 Referências
4 Ligações externas

Biografia[editar | editar código-fonte]

Egberto Gismonti nasceu em uma família de músicos em Carmo, pequena cidade do interior do estado do Rio de Janeiro em 5 de dezembro de 1947, filho de pai libanês, Camilo Amim, e mãe italiana, Ruth Gismonti Amim[2]. Começou a estudar piano aos cinco anos. Ainda na infância e adolescência, seus estudos no Conservatório Brasileiro de Música já incluíam flauta, clarinete, violão e piano. Interessou-se pela pesquisa da música popular e folclórica brasileira, chegando a passar uma temporada vivendo com os índios no Xingu.

Em 1968, participou de um festival da TV Globo com a canção “O Sonho”, defendida pelos Três Morais. Partiu nesse mesmo ano para a França, onde estudou música dodecafônica com Jean Barraqué e análise musical com Nadia Boulanger. Em 1969, lançou seu primeiro disco, Egberto Gismonti.

Nos anos 1970, Gismonti se dedicaria a pesquisas musicais e voltaria-se quase exclusivamente para a música instrumental. No V Festival Internacional da Canção, em 1970, concorreu com “Mercador de serpentes”. A hesitação das gravadoras brasileiras com o seu estilo o levou a procurar refúgio em selos europeus, pelos quais lançou vários álbuns nas décadas seguintes.

O choro o levou a estudar o violão de oito cordas e a flauta, a curiosidade com a tecnologia e a influência da Europa o levaram aos sintetizadores, a curiosidade com o folclore e as raízes do Brasil o levaram a estudar a música indígena do Brasil, tendo mesmo morado por um breve período com índios Iaualapitis, do Alto Xingu.

Entre os músicos com os quais colaborou ou colaboraram com ele, estão Naná Vasconcelos (“Dança das Cabeças”, de 1976), Marlui Miranda, Charlie Haden, Jan Garbarek, André Geraissati, Jaques Morelenbaum, Hermeto Paschoal, Airto Moreira e Flora Purim.

Gravou quinze discos entre 1977 e 1993 para o selo alemão ECM, dez dos quais lançados no Brasil pela BMG em 1995. Por meio de seu selo Carmo, recomprou seu repertório inicial e é um dos raros compositores brasileiros donos de seu próprio acervo.

Recentemente,[quando?] sua obra passou a ser gravada por outros instrumentistas como Pedro Aznar, Delia Fischer, Esperanza Spalding, Hamilton de Holanda e André Mehmari.

Casou-se com a atriz Rejane Medeiros, com quem teve dois filhos, Alexandre Gismonti e Bianca Gismonti, ambos músicos.[3]

Discografia[editar | editar código-fonte]
Egberto Gismonti (1969)
Sonho’70 (1970)
Janela de Ouro (1970)
Computador (1970)
Orfeu Novo (1971)
Água & Vinho (1972)
Egberto Gismonti – Arvore (1973)
Academia de Danças (1974)
Corações Futuristas (1976)
‘ Altura do Sol – Egberto Gismonti & Paulo Horn (1976)
Dança das Cabeças (1977), com o percussionista Naná Vasconcelos
Carmo (1977)
Sol do Meio-Dia (1978), com Jan Garbarek, Collin Walcott e Ralph Towner
Nó Caipira (1978)
Solo (1979)
E. Gismonti, N. Vasconcelos e W. Smetak (1979)
Magico (1979), com Charlie Haden e Jan Garbarek
Folk Songs (1979), com Charlie Haden e Jan Garbarek
Antologia Poética de João Cabral de Melo Neto (1979)
Antologia Poética de Ferreira Gullar (1979)
Antologia Poética de Jorge Amado (1980)
A Viagem do Vaporzinho Tereré, con Dulce Bressante (1980)
O Pais das Aguas Luminosas (1980)
O Dirigivel Tereré, com Francis Hime (1980)
Sanfona (1980)
Circense (1980)
Em Família (1981)
Fantasia (1982)
Guitar From ECM (1982)
Sonhos de Castro Alves (1982)
Cidade Coração (1983)
Egberto Gismonti & Hermeto Paschoal (1983)
Works (1984)
Egberto Gismonti (1984)
Duas Vozes (1984), con Nana Vasconcelos
Trem Caipira (1985), versões de Villa-Lobos
Alma (1986)
Egberto Gismonti-Live (1986)
Feixe de Luz (1988)
O Pagador de Promessas (1988) trilha sonora da minissérie (TV Globo)
Dança dos Escravos (1989)
Kuarup (1989), trilha sonora do filme
Duo Gismonti / Vasconcelos (1989)
Infância (1991) com Nando Carneiro, Zeca Assumpção e Jaques Morelenbaum
Amazônia (1991), trilha sonora da novela (TV Manchete)
El Viaje (1992), trilha sonora do filme
Casa das Andorinhas (1992)
Música de Sobrevivência (1993) com Nando Carneiro, Zeca Assumpção e Jaques Morelenbaum
Egberto Gismonti – ao vivo no Festival in Freiburg Proscenium (1993)
Egberto Gismonti – ao vivo em São Paulo (1993)
Zig Zag (1996)
Meeting Point (1997)
In Montreal (2001)
Saudações (2009)
Mágico – Carta de Amor (2012), com Charlie Haden e Jan Garbarek


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