jan
18
Posted on 18-01-2019
Filed Under (Artigos) by vitor on 18-01-2019
Resultado de imagem para Sid charge da Lavagem do Bonfim
Sid, no portal de humor A Charge Online

jan
18
Posted on 18-01-2019
Filed Under (Artigos) by vitor on 18-01-2019

 Do  Jornal do Brasil

 

A visita de uma comitiva de deputados do PSL à China para conhecer um sistema de reconhecimento facial desenvolvido no País foi alvo de críticas do filósofo da direita Olavo de Carvalho, conhecido como um dos pensadores ligados ao governo de Jair Bolsonaro.

“Tem uma turma que fica dizendo aí que eu sou o guru do governo Bolsonaro. Se eu fosse, a primeira coisa que não estaria acontecendo é esta viagem de meia dúzia de senadores e deputados do PSL à China para negociar a instalação do sistema de reconhecimento facial nos aeroportos”, disse Carvalho em um vídeo publicado em seu perfil no Youtube. “O que vocês sabem do sistema chinês? Vocês estão fazendo uma loucura, entregando o Brasil à China.”

Olavo nega ter influência sobre o novo governo, mas estaria por trás de duas indicações à Esplanada dos Ministérios, Ernesto Araujo (Relações Exteriores) e Ricardo Vélez (Educação). O filósofo é bastante popular entre o eleitorado de direita que constitui o núcleo da popularidade bolsonarista e é frequentemente citado pelos filhos do presidente em comentários nas redes sociais.

O filósofo comentou que a empresa que estaria por trás do convite aos deputados é a Huawei, uma gigante de tecnologia que teve representantes presos recentemente na Polônia e Canadá, este último a pedido dos Estados Unidos.

“O problema do Brasil é a ignorância, o analfabetismo funcional, a presunção dos semianalfabetos”, esbravejou o pensador, que fez questão de ler os nomes dos parlamentares eleitos um a um. “Bando de caipira. Inclusive você, Carla Zambelli (PSL-SP). Já te ajudei muito, se você não sair desse negócio, eu não te ajudo mais.” Ele foi além: “E eu sou guru dessa porcaria? Eu não sou guru de merda nenhuma!”

Zambelli, que tem origem no movimento Vem Pra Rua e se elegeu deputada por São Paulo no ano passado, respondeu em um vídeo publicado nas redes sociais. “Eu sou muito mais brasileira que muita gente aí. Aliás, eu moro no Brasil”, disse a deputada – Olavo mora nos Estados Unidos desde 2005.

“San Francisco”, Scott McKenzie: preciosidade musical das antigas jornadas de paz e amor para amenizar os temporais violentos que voltam a soprar no mundo e que, ontem, no dia pacífico da Lavagem do Bonfim, Bahia, causaram terror e fizeram vitimas na Colômbia. Que lástima.

BOM DIA, APESAR DE TUDO.

(Vitor Hugo Soares) 

jan
18

Bolsonaro escolhe ex-ministro da Defesa para Itaipu

 

Jair Bolsonaro escolheu o general Joaquim Silva e Luna, ministro da Defesa do governo Michel Temer, para ser o diretor-geral de Itaipu Binacional, informa a Folha.

A hidrelétrica pertence ao Brasil e ao Paraguai e responde por 15% de toda a energia consumida pelos brasileiros.

Segundo assessores do presidente, o general aceitou. Silva e Luna terá, segundo eles, a missão de fazer uma “faxina” nas indicações de cunho político que perduram na companhia desde a gestão de Lula.

Do Jornal do Brasil

 

Nove pessoas morreram e 54 ficaram feridas nesta quinta-feira na explosão de um carro-bomba em uma academia de polícia no sul de Bogotá, informaram autoridades locais, que descreveram um ato de “terrorismo”.

O ministério da Defesa confirmou que se tratou de um “ato terrorista”, um dos mais graves já cometidos na capital colombiana desde a desescalada do conflito armado em razão do pacto de paz selado com a ex-guerrilha das FARC no final de 2016.

Macaque in the trees
Atentado com carro-bomba na Colômbia. (Foto: Juan Barreto | AFP)

O ataque foi dirigido contra a Escola de Oficiais General Francisco de Paula Santander, e “até agora deixou 8 pessoas mortas e 10 feridas”, informou o organismo em um comunicado.

A Secretaria de Saúde de Bogotá informou, por sua vez, que 54 pessoas ficaram feridas e estão sendo atendidas em quatro estabelecimentos médicos. Não há, neste momento, informações sobre o número de militares afetados pelo ataque.

Após o atentado, o presidente Iván Duque cancelou um conselho de segurança em Quibdó, no noroeste do país, e retornou à capital para se reunir com a cúpula militar.

“Todos nós, colombianos, rejeitamos o terrorismo e estamos unidos para enfrentá-lo. A COLÔMBIA está triste, mas não se curvará ante à violência”, escreveu o presidente no Twitter.

Duque, que assumiu o cargo em agosto de 2018, tem endurecido a política de combate às drogas no país, maior produtor de cocaína do mundo, e estabeleceu condições para reavivar as negociações de paz com o Exército de Libertação Nacional (ELN), última guerrilheira ativa no país.

A explosão ocorreu após uma cerimônia de promoção de oficiais.

As primeiras imagens da televisão local mostraram o movimento de ambulâncias em torno da área do suposto ataque, e o que pareciam ser os restos de um veículo em chamas.

Uma funcionária da saúde das Forças Armadas disse à imprensa que o veículo invadiu “abruptamente” a sede da polícia.

“Ele entrou abruptamente, quase atropelando os policiais e depois explodiu”, comentou Fanny Contreras.

Segundo seu testemunho, “houve outra pequena explosão”, ainda que, neste momento, as autoridades da capital tenham evocado uma única explosão.

Rosalba Jiménez, de 62 anos e vizinha do local, estava abrindo o seu ateliê de costura quando os vidros das janelas explodiram

“Estávamos abrindo quando sentimos a explosão. Pensamos que tinha sido a bomba do posto de gasolina ao lado”, relatou à AFP.

Mas “quando voltamos a olhar, o céu sobre a escola estava cinza de fumaça. Pessoas corriam, foi horrível. Parecia o fim do mundo”, acrescentou.

As forças de segurança bloquearam o acesso do local à imprensa e um forte esquema de vigilância foi montado no sul da capital, segundo jornalistas da AFP.

“Eu dei ordens à Força Pública para determinar os autores desse ataque e levá-los à Justiça”, acrescentou Duque.

Por enquanto, nenhum grupo reivindicou a autoria do ataque.

Com cerca de oito milhões de habitantes, Bogotá foi abalada por atos esporádicos de terror em 2017.

Em fevereiro daquele ano, o ELN assumiu a responsabilidade por um ataque a uma patrulha policial que matou um soldado e feriu gravemente vários outros no bairro de Macarena, em Bogotá.

Nesse mesmo ano, um ataque em um centro comercial de Bogotá deixou três mortos e vários feridos.

As autoridades acusaram o Movimento Revolucionário do Povo (MRP), um grupo de esquerda.

jan
18
Técnicos trabalham para reparar torre de energia danificada supostamente pelas facções.

 Técnicos trabalham para reparar torre de energia danificada supostamente pelas facções. PAULO WHITAKER REUTERS

Há uma guerra virtual dentro da guerra travada entre facções criminosas e o Governo estadual nas ruas do Ceará. Os criminosos se multiplicam em mensagens no WhatsApp e Facebook e amplificam a onda de pavor na qual Fortaleza e outras 50 cidades estão mergulhadas há duas semanas, quando atentados começaram a acontecer. Em contrapartida, o Estado tenta lançar mão de uma artilharia digital pesada para tentar rebater as ameaças. Passou inclusive a oferecer recompensa de até 30.000 reais por informações após uma denúncia feita por aplicativo levar a Secretaria Estadual da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) a um depósito clandestino com mais de cinco toneladas de explosivos.

Em vídeos, áudios e textos, os bandidos mostram como agem e mandam recados audaciosos à população e à alta cúpula da Polícia Militar cearense. “Agora a bagunça vai começar, é de com força”, debocha o membro de uma das facções enquanto filma um ônibus em chamas. “Uns toca fogo na prefeitura, uns toca fogo nos coisa lá dos policial, tá ligado?”, desafia outro, em reprodução das mensagens que mantém as incorreções ortográficas originais.

A ousadia é tamanha que até um canal no YouTube os criminosos criaram. O Facções News tem vídeo com quase 145 mil visualizações. “Logo que os ataques começaram [dia 2 de janeiro], a gente recebia mensagem direto. Eu lembro que uma das primeiras que chegaram para mim era dizendo que um avião tinha sido derrubado na BR. E muita gente acreditou porque o estrondo foi forte. O chão tremeu e tudo. Depois foi que a gente soube que tinham explodido uma bomba pra derrubar um viaduto”, relata a dona de casa Célia Souza, moradora do Metrópole, bairro de Caucaia, segunda maior cidade do Ceará, que fica na Região Metropolitana de Fortaleza.

Em grupos fechados do Facebook, sobretudo os formados por moradores de bairros da periferia da capital, as postagens com ataques são constantes. Praticamente monopolizam a timeline. Muitas delas são falsas, de casos ocorridos em outros Estados e de anos atrás, mas em segundos ganham visibilidade e aumentam a sensação de insegurança nas cidades. “Tem hora que a gente não sabe no que acreditar. O tempo todo o pessoal fala que teve ataque, que ônibus foi incendiado, que uma bomba explodiu, que invadiram lugar tal, que não tem transporte… Enquanto isso não acabar, a gente vai viver com medo”, acredita o motorista Marcos Silva, de 46 anos.

O fenômeno sinaliza que a disseminação indiscriminada de fake news na Internet não é capaz de influenciar apenas campanhas eleitorais. As notícias falsas e o poder de alcance imediato do WhatsApp e do Facebook praticamente criam um universo paralelo e batem de frente com o serviço de investigação estatal para o combate ao crime organizado.

Há pouco mais de um mês em operação, o Centro Integrado de Inteligência de Segurança do Nordeste, cuja sede funciona em Fortaleza, tem sido apontado pelo governador Camilo Santana (PT) como peça fundamental para a prisão – até agora – de 375 pessoas supostamente ligadas aos ataques, que começaram após a virada do ano . Ele garante que “o Estado não cederá ao crime”, mesmo com as ações estando cada vez mais cinematográficas e monopolizando conversas e postagens diante da atuação dos mais de 400 homens da Força Nacional.

Mensagem atribuída as facções que circulam no WhatsApp.
Mensagem atribuída as facções que circulam no WhatsApp.
 Em duas semanas, o Ceará soma 220 atentados em 51 cidades. A onda começou logo após o novo secretário estadual de Administração Penitenciária, Mauro Albuquerque, afirmar que não reconhecia a existência de facções criminosas no Estado, anunciando a transferência de líderes. Mensagens atribuídas aos grupos anunciaram, então, espécie de trégua tática para lutar contra o inimigo comum: Albuquerque, de quem exigem a renúncia.

Para além da disseminação do terror nas redes, os ataques são filmados também como forma de os autores comprovarem o ato às facções e receberem pagamento por isso. Por outro lado, o Governo promove campanhas digitais pedindo que a população não dissemine notícias de procedência duvidosa. Prefeituras e o Ministério Público do Estado do Ceará (MP/CE) endossam a mobilização, que enaltece ainda a importância de denúncias serem feitas, mesmo que anonimamente, aos órgãos de segurança.

Desde que abriu canais para a recepção de informações sobre os atentados, o Governo cearense tem intensificado as ações digitais. Amplia a cada vez mais a presença em diferentes plataformas e utiliza-se até da imagem do próprio chefe do Executivo para demonstrar robustez, reforçar o discurso de que não vai recuar e tentar reduzir a margem de alcance dos criminosos. É pelo Facebook que Camilo Santana anuncia quase todas as medidas de repressão e tenta tranquilizar uma população já exausta de tanta incerteza.

Foi desta forma que ele tornou pública no último domingo (13) a sanção de um pacote de medidas aprovado na noite anterior, em caráter extraordinário, pelos deputados estaduais para, conforme classificou, o “enfrentamento à violência e ao crime organizado”. Além de pagar recompensas a quem tiver informações privilegiadas, o Governo está, dentre outras medidas, convocando policiais e bombeiros da reserva para reforçar as tropas de segurança e estendendo as horas extras que podem ser pagas a esses agentes (de 48 para 84 mensais). “Todos unidos por um Ceará cada vez mais seguro. A luta contra a violência é de todos nós”, alega o governador.

Por dia, o Governo recebe em média 275 denúncias sobre atentados. Boa parte delas por Whatsapp ((85) 9.8969.0182). As demais pelas centrais telefônicas 190 e 181, o que significa até o momento quase 4.000 registros. Os mais recentes deram conta de uma bomba que explodiu numa concessionária numa das principais avenidas de Fortaleza e a derrubada de uma torre de comunicação em Maracanaú, cidade da Região Metropolitana da capital.

  • Arquivos

  • Janeiro 2019
    S T Q Q S S D
    « dez   fev »
     123456
    78910111213
    14151617181920
    21222324252627
    28293031