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Posted on 17-01-2019
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 Resultado de imagem para Maria Aparecida Torneros no Bahia em Pauta

ARTIGO:  RIO-BAHIA

Martha Rocha Carioca na mira dos milicianos?

Cida Torneros

 
Voto nela há duas eleições.  Gosto da sua atuação como delegada pioneira e como Deputada estadual correta. Admiro sua luta num mundo antes tão masculino e sua coragem de enfrentar preconceitos e abrir trincheiras em defesa das mulheres. Gosto de saber que minha auxiliar de faxina costuma encontrá- la no supermercado do bairro fazendo suas próprias compras ou nas missas de domingo na igreja de São Francisco. Ela é uma mulher que nasceu no subúrbio da Penha, filha de imigrantes portugueses, estudiosa, vencedora de concursos públicos , ingressou na polícia,  galgou postos importantes na corporação,  criou as primeiras delegacias da mulher em nosso Estado. Deve ter incomodado muita gente preconceituosa. Deve causar insegurança naqueles que preferem Marthas Rochas bonitas, dos anos 50, misses Brasil, símbolos do comércio da beleza feminina de corpos e sorrisos que encantaram o mundo como a famosa homônima baiana que o Brasil tanto admirou.
Mas à Martha carioca é outra história e corre riscos de atentados pois incomoda os grupos identificados como milícias organizada que dominam facetas de comandos em áreas das comunidades à sua mercê de arrocho e monitoração.
No último domingo,  a Martha acompanhada da mãe de 88 anos que ela fora buscar para irem à missa, escapou da tentativa de assalto. Martha devota de Nossa Senhora passou por momentos difíceis mas demonstrou calma e sensatez ao descrever o ocorrido. Levanto a hipótese de tentativa de roubo mas as evidências mostram perseguição e disparos de execução.  O motorista se feriu no tornozelo.  Martha e a mãe escaparam. Quem quer eliminá-la? Alguns ou muitos.

Como sua eleitora e acompanhante da sua vida legislativa,  sigo rezando por ela. Estamos na era infeliz dos femicidios.

Martha representa a luta de mulheres corajosas. É forte, embora de voz mansa e gestos muito femininos, não se enganem com sua determinação de contribuir nesse momento tão conturbado para o Rio de Janeiro.
Vamos,  Martha, tenha força . Estamos com você ! Nossa Senhora também!  Nós,  mulheres, precisamos da sua luta. Continue a nos representar .

Cida Torneros, jornalista e escritora, mora no Rio de Janeiro , onde edita o blog da Maria Aparecida Torneros. É colaboradora da primeira hora do Bahia em Pauta.

“Lavagem do Bonfim”, Gal Costa: primorosa crônica musical sobre a grande celebração de hoje na Cidade da Bahia.Sensacional e única interpretação de Gal. Vale a pena ouvir de novo. E sempre a cada nova Lavagem.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

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Mauricio Macri e Jair Bolsonaro
Os presidentes Mauricio Macri e Jair Bolsonaro, em encontro na manhã desta quarta em Brasília. EVARISTO SA AFP
Brasília

A primeira aparição do presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, com uma autoridade estrangeira em uma visita oficial a Brasília, o argentino Mauricio Macri, mostrou um anfitrião com um discurso notavelmente simples diante de um convidado muito mais contundente, especialmente ao abordar a crise da Venezuela. “(Nicolás) Maduro é um ditador que só procura se perpetuar no poder”, disse Macri no Palácio do Planalto, antes de reiterar: “Reconhecemos a Assembleia Nacional como a única instituição legítima”. Ambos se declararam a favor do fortalecimento do Mercosul e da aceleração das negociações com a União Europeia. Embora também neste tema, o argentino foi mais entusiasta que o brasileiro.

A proximidade, a tradição e o fato de que Bolsonaro e Macri estarem do lado direito do espectro político, embora tenham uma distância notável, não impediram que o relacionamento começasse de maneira tempestuosa. Foi a primeira reunião cara a cara entre os dois porque o argentino não compareceu à posse de seu colega no dia 1º de janeiro, irritado. A razão: o brasileiro escolheu sua viagem inaugural como presidente para o Chile, país que o inspira politicamente muito mais que a Argentina, o destino tradicional dos mandatários brasileiros. Ao invés de vir a Brasília, ele passava férias na Patagônia. “Essa viagem é o começo para dar um salto em direção ao Mercosul, em direção à confiança”, disse Macri antes do almoço na sede do Ministério das Relações Exteriores.

O ultradireitista enfatizou, na aparição conjunta em que não aceitou uma única pergunta dos jornalistas, que considera que o consenso em relação à Venezuela é o exemplo mais claro da “convergência de posições ideológicas” com a Argentina. Bolsonaro tem sido muito mais contido em limitar-se a apontar que é necessário recuperar o curso da democracia, da liberdade e da segurança na Venezuela. Ambos os governos participam do grupo regional que promove a restauração da democracia na Venezuela e considera o mandato de Maduro ilegítimo. Apenas o México, que agora quer mediar a Venezuela, se distanciou do chamado Grupo de Lima.

Foi uma reunião de apresentação entre os presidentes e seus ministros, segundo fontes da diplomacia argentina. Como salientou Macri, “quando se está bem, um ajuda o outro. Precisamos de nós dois para fazermos bem”. E para isso parecem concordar em reforçar o Mercosul. “Confiamos na modernização do Mercosul, tanto em seu aperfeiçoamento interno quanto na expansão de suas relações com o mundo”, disse Bolsonaro no Ministério das Relações Exteriores. Ambos se comprometeram a dar novo ímpeto às negociações entre o bloco que integra o Uruguai e o Paraguai com a União Europeia. O Brasil é o primeiro parceiro comercial do vizinho. E a Argentina é o terceiro no Brasil.

O Mercosul também foi fonte de atritos entre o Brasil e a Argentina após a vitória de Bolsonaro, que culminou na virada à direita da América do Sul, iniciada com a vitória de Macri quatro anos atrás. Faíscas surgiram quando o ministro da economia, Paulo Guedes, disse que o Mercosul não seria mais uma prioridade para o Brasil, que lhe deu considerável autonomia para definir a política econômica. O grande modelo para Guedes ultraliberal é o Chile, onde trabalhou durante a ditadura de Pinochet.

Algumas conversas telefônicas suavizaram o início abrupto do relacionamento bilateral. Sinal da importância que Macri dá ao gigante sul-americano, foi ao Palácio do Planalto acompanhado por dez ministros. Eles abordaram questões como a luta contra o crime organizado, a defesa e a energia elétrica. Os acordos assinados estão sendo preparados desde dezembro de 2017, quando o presidente argentino fez uma visita oficial ao então presidente Michel Temer (MDB).

Um desses acordos trata da extradição de condenados judiciais dos dois países. Segundo o ministro da Justiça brasileiro, Sérgio Moro, é uma espécie de atualização da legislação. “Já existe um tratado de extradição, um pouco antigo, feito em outra época. As formas de comunicação são diferentes e há a percepção de que é preciso sempre acelerar esses mecanismos de cooperação”. A ideia é evitar que questões políticas e ideológicas interfiram nas prisões, como aconteceu no caso do italiano Cesare Battisti, que na semana passada foi extraditado da Bolívia para a Itália após viver anos no Brasil, embora tenha sido condenado à prisão perpétua em seu país nos anos 1970.

Os dois mandatários estiveram juntos em dois momentos. Primeiro em uma reunião de trabalho na sede da presidência brasileira na qual foi assinado um termo bilateral de extradição. Esse foi o único acordo firmado durante a visita. Depois em um almoço no Itamaraty, a sede do Ministério das Relações Exteriores. Nessa segunda reunião, ao receber Macri, Bolsonaro fez seu característico sinal de arma com a mão. Esperava que o argentino o imitasse, o que não ocorreu. Ao invés disso, ganhou um sorriso e um abraço. No dia anterior, o presidente brasileiro havia assinado um decreto que flexibiliza a posse de armas de fogo.

Bolsonaro e Macri, no Itamaraty.
Bolsonaro e Macri, no Itamaraty. Eraldo Peres AP

Do  Jornal do Brasil

 

Os presidentes do Brasil e da Argentina, Jair Bolsonaro e Mauricio Macri, respectivamente, condenaram com veemência “a ditadura de Nicolás Maduro” na Venezuela, enquanto se comprometeram a reformar o Mercosul e a agilizar as negociações comerciais “em curso”, especialmente com a União Europeia (UE).

“Reafirmamos nossa condenação à ditadura de Nicolás Maduro. Não aceitamos esse deboche com a democracia”, afirmou Macri em um comunicado conjunto após se reunir com Bolsonaro no Palácio do Planalto.

Macaque in the trees
O presidente Jair Bolsonaro recebe o presidente da Argentina, Mauricio Macri, para almoço no Palácio do Itamaraty. (Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil)

“A comunidade internacional já percebeu: Maduro é um ditador que busca se perpetuar no poder por meio de eleições fictícias, aprisionando oponentes e levando os venezuelanos a uma situação desesperadora”, acrescentou.

Macri já havia feito comentários similares na quinta-feira passada, dia em que Maduro assumiu um novo mandato, e nesta quarta foi muito mais enfático em suas críticas ao governo da Venezuela que Bolsonaro, a quem o presidente venezuelano chamou na véspera de “Hitler dos tempos modernos”.

O presidente de extrema direita, que costuma ser especialmente crítico com as “ditaduras” de Venezuela, Cuba e Nicarágua, e que deu uma guinada diplomática radical no Brasil, se limitou a dizer que a cooperação entre Brasil e Argentina com relação à situação na Venezuela é “o exemplo mais claro da convergência de posições” entre os dois países, sem mencionar Maduro diretamente.

Macri lembrou que Brasil e Argentina, no contexto do Grupo de Lima, consideram ilegítimo o novo mandato de Maduro e reconhecem em seu lugar a Assembleia Nacional como a “única instituição legítima” no país caribenho.

Na terça-feira, o Parlamento venezuelano, único poder controlado pela oposição, prometeu anistiar os militares que não reconhecem o “usurpador” Maduro, cada vez mais isolado internacionalmente.

Seu novo mandato também não é reconhecido pelos Estados Unidos, pela UE e por vários países da América Latina, alegando que é resultado de eleições fraudulentas.

O outro grande tema da reunião foi o Mercosul, bloco também composto por Paraguai e Uruguai, que está na corda bamba desde que Bolsonaro ameaçou deixar o grupo se este não for modernizado.

“O Mercosul precisa valorizar sua tradição original. Abertura comercial, redução de barreiras, eliminação de burocracias. O propósito é construir um Mercosul enxuto, que continue a fazer sentido e ter relevância”, afirmou Bolsonaro.

“É preciso concluir rapidamente as negociações mais promissoras e iniciar novas negociações, com criatividade e flexibilidade para recuperarmos o tempo perdido”, continuou o presidente, que somou o Brasil à onda antiglobalizadora que se espalha pelo planeta, em países como Estados Unidos, Itália e Hungria.

Macri, que ostenta a presidência de turno do bloco, ressaltou que a negociação para alcançar um acordo de livre-comércio com a União Europeia “necessitou de muito esforço e avançou como nunca antes”.

“Com a sua (Bolsonaro) chegada, temos a oportunidade de renovar o compromisso político do Mercosul e das os passos até um acordo que beneficie os dois blocos”, concluiu.

As negociações, iniciadas há mais de 20 anos e retomadas recentemente, ainda não superaram as resistências de setores sensíveis em temas como a proteção das leis e denominações de origem, acesso ao mercado europeu e o ritmo de liberalização do setor de sul-americano de autopeças.

Em declarações à imprensa, o chanceler argentino, Jorge Faurie, indicou que a prioridade do bloco sul-americano será acelerar as negociações, que já “estão muito prontas”, como as da UE, dos países do EFTA (Suíça, Islândia, Noruega e Liechtenstein) e Canadá.

Faurie assinalou que o Mercosul “é um espaço terrivelmente fechado, vinculado somente com 10% do PIB mundial”, e se algumas negociações “em curso” forem concluídas, alcançariam uma relação com 25% do PIB mundial.

Os presidentes, em seu primeiro encontro desde que Bolsonaro assumiu o cargo, assinaram um novo tratado de extradição entre os dois países e se comprometeram a aprofundar a relação estratégica das duas principais economias da América do Sul.

“Não há tabus na relação bilateral”, destacou Bolsonaro, que elogiou a gestão de Macri para “reerguer a economia da Argentina”, que fechou em 2018 com uma inflação de 47,6%, a segunda mais alta da América Latina, atrás da Venezuela.

“As reformas econômicas que o Brasil e a Argentina estão levando adiante são fundamentais para o crescimento sustentado e para revigorar o intercâmbio comercial”, assinalou Bolsonaro, que impulsiona um ambicioso plano de ajuste com o qual pretende reativar a economia do país.

Kate Moss em um desfile em Nova York, em setembro de 2018.
Kate Moss em um desfile em Nova York, em setembro de 2018. Jared Siskin Getty Images for Longchamp
Londres

Em 2007, quando o Victoria & Albert Museum, em Londres, dedicou uma exposição à era dourada da alta costura, Kate Moss chegou à inauguração com um vestido Christian Dior vintage de cetim cor champanhe. Até aí, nada demais. No entanto, logo após entrar no museu, a cantora Courtney Love pisou por acidente na cauda do vestido, provocando um pequeno rasgão que nas horas seguintes se transformou numa cratera.

Qualquer um teria ido embora para casa. Ou, pelo menos, tentado mudar de roupa. Mas Kate Moss preferiu cortar a parte de baixo da peça, deu um nó na altura da cintura com o que restava do pano e, com o vestido transformado em minissaia, fez jus à sua fama de party animal até altas horas da madrugada. Essa história poderia ser lida como uma metáfora da maneira como a supermodelo, que nesta quarta-feira completa 45 anos, sempre se conduziu na vida: nem em seus piores momentos (quando apareceu cheirando cocaína na capa do jornal Daily Mirror, em 2005) ela se mostrou disposta a abandonar a festa.

Kate Moss e seu vestido de Dior em uma festa da Vitória & Albert Museum celebrada em Londres em 2007.
Kate Moss e seu vestido de Dior em uma festa da Vitória & Albert Museum celebrada em Londres em 2007. CORDON PRESS
 

Após conseguir tudo como modelo, a mulher que foi símbolo da estética heroin chic dos anos noventa não desacelera. Já não desfila (a última vez que apareceu sobre uma passarela foi ao lado do amigo Kim Jones em sua despedida da Louis Vuitton, há um ano), mas continua estrelando campanhas de alto perfil, como a da recente colaboração entre a estilista Vivienne Westwood e a Burberry, assim como a coleção primavera/verão 2019 de Stella McCartney, que compartilha com Kaia Gerber, filha de Cindy Crawford. Ela é a imagem e a diretora de criação da empresa de cosméticos japonesa Decorté. E às suas mais de 300 capas, este mês acrescenta a nova edição da revista Love. Além disso, como foi publicado em outubro, Moss desbancou Cara Delevingne como a modelo britânica mais bem paga.

Em setembro de 2016, Moss lançou sua própria agência de talentos, que representa figuras tão versáteis quanto a cantora Rita Ora e a atriz Gwendoline Christie (Game of Thrones), assim como sua própria filha, Lila. Para uma jovem aspirante a modelo, será difícil encontrar na indústria alguém de quem possa receber melhores conselhos. Moss, que foi descoberta no aeroporto JFK de Nova York aos 14 anos e saltou à fama aos 16 num editorial de moda da fotógrafa britânica Corinne Day para The Face, pretende velar pelo bem-estar de seus representados e evitar que passem pelas experiências ruins que ela teve. Em 2012, em entrevista à Vanity Fair, Moss recordava assim suas fotos em topless feitas por Corinne Day: “Agora vejo uma menina de 16 anos, e pedir a ela que tire a roupa seria muito estranho. Mas me disseram: ‘Se você não fizer, não vamos mais te contratar’. Então me tranquei no banheiro para chorar, depois saí e fiz.”

Johnny Depp e Kate Moss, em 1995.
Johnny Depp e Kate Moss, em 1995. REUTERS
 

Seu currículo sentimental, amplamente documentado, também é extenso (numa entrevista à revista i-D em 1998, a jovem Kate confessou que estar solteira era “trágico” para ela). Seu companheiro atual parece ser o fotógrafo Nikolai Von Bismarck, 14 anos mais jovem. E entre seus ex-namorados, incluem-se o também fotógrafo Mario Sorrenti, que a retratou na icônica campanha do perfume Obsession da Calvin Klein; o editor Jefferson Hack, pai de sua filha Lila; o músico Jamie Hince, com quem se casou em 2011 diante de 300 convidados (a união durou apenas cinco anos); e, claro, Johnny Depp. Juntos, além de tomar banho com champanhe, segundo reza a lenda, Moss e Depp formaram um dos casais mais inesquecíveis dos anos noventa.

Mas foi sua relação com Pete Doherty que despertou a obsessão dos tabloides, que dedicaram páginas e mais páginas aos seus escândalos, excessos e bebedeiras. Nessa época, que chegaria ao ápice com a mencionada capa do Mirror em que a chamaram de Cocaine Kate, a modelo chegou ao fundo do poço e perdeu alguns contratos. Mas quem decretou o fim de sua carreira errou feio. De fato, quando a top model reapareceu após fazer reabilitação, seu cachê tinha aumentado. A menina que o The Guardian definira como “o turbilhão ao redor do qual giram todas as festas de Londres” ainda não queria sair de cena.

Durante muitos anos, uma Moss sempre na defensiva se impôs a lei do silêncio, mas ultimamente fala mais com a imprensa. Por causa da sua relação profissional com a firma Decorté, muitas entrevistas focam em sua rotina de beleza, mas às vezes ela deixa entrever, a conta-gotas, algo mais de si mesma. Por exemplo, que continua ficando nervosa quando chega a um set (segundo a Love). Que odeia fazer exercício (Vogue). E que se arrepende de seu velho mantra “nothing tastes as good as skinny feels” – algo assim como “nada é tão saboroso quanto se sentir magra” (NBC). E que jamais publicará algo pessoal nas redes sociais. “Nunca gostei dessa coisa de ‘olhem pra mim!’, disse ao The Guardian. E ainda assim, aos 45 anos, a “menina mais perfeitamente imperfeita” (Marc Jobs dixit) não perdeu esse algo que faz com que o mundo não se canse de olhar para ela.

jan
17
Posted on 17-01-2019
Filed Under (Artigos) by vitor on 17-01-2019


 

Brum , na

 

Renan nos bastidores: “Ele tem uma habilidade que é invisível aos olhos de todo mundo”, diz senadora

Por Diego Amorim


Rose de Freitas, do Podemos do Espírito Santo, disse a O Antagonista que o único pré-candidato confirmado à presidência do Senado é Davi Alcolumbre — que, como noticiamos, tem usado o nome de Onyx Lorenzoni e se apresentado aos pares como “o candidato do governo”.único que falou abertamente que é candidato até agora foi o Davi.”

Sobre a movimentação de Renan Calheiros para tentar comandar a Casa pela quinta vez, ela — que fez parte do MDB até abril do ano passado — comentou:

“Já tive mais certeza de que ele será candidato. Mas a gente sabe do trânsito que ele tem, do nome, da experiência. Pessoas como o Renan, que são talhadas para efetivamente trabalhar nos bastidores, não se mostram com facilidade. Ele tem uma habilidade que é invisível aos olhos de todo mundo, aos meus e aos seus. Ninguém sabe se ele vai ser candidato.”

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