Einstein processa José de Abreu por tuíte sobre Bolsonaro

 

O Albert Einstein vai processar o ator José de Abreu por causa de um tuíte em que ele acusa o hospital de ter apoiado o atentado contra Jair Bolsonaro.

Em nota, o hospital afirma que a acusação é “grave, insultuosa e infundada”. E diz ainda que vai tomar medidas judiciais contra José de Abreu para “zelar por seu compromisso com a sociedade brasileira”.

No dia da posse de Bolsonaro, o ator lulista publicou em seu Twitter o seguinte:

“Teremos um governo repressor, cuja eleição foi decidida numa facada elaborada pelo Mossad, com apoio do hospital Albert Einstein, comprovada pela vinda do PM israelense, o fascista matador e corruptor Bibi. A união entre a igreja evangélica e o governo israelense vai dar m*.

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Jornal de charges – O melhor do humor gráfico brasileiro na Internet – ano XXII – Sábado 12/01/2019

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Jorge Braga, hoje no O Popular (GO)

Resultado de imagem para Ciro Gomes no El Pais ataca Bolsonaro e Lula mas se omite sobre o Ceará
Ciro Gomes na entrevista ao El Pais: duro, mordaz e omisso…
Resultado de imagem para Ceará incendiado pelo crime organizado
…no Ceará sob ataque do crime organizado.

ARTIGO DA SEMANA

Ciro de volta: Mordaz  com Bolsonaro, duro com Lula (PT), omisso com o Ceará

Vitor Hugo Soares

Pavio um pouco mais comprido separando-o da dinamite que carrega aonde vai e em qualquer lugar onde esteja; língua mais contida, mas polêmico sempre: Ciro Gomes, – o sumido candidato derrotado do PDT e de parte “das esquerdas sem pai nem mãe”, no primeiro turno das eleições presidenciais passadas,-  voltou.  Com faca nos dentes, menos de uma semana depois  da posse do novo presidente da República, o ex-ministro trombador de Lula, ex-governador do Ceará (estado envolto em chamas, tensão, insegurança e caos tocados pelo crime organizado em desafio flagrante, que dá ao ministro da Justiça e Segurança, Sérgio Moro, possibilidade de fazer a diferença no novo governo), escolheu o jornal  El Pais para marcar seu retorno ao cenário maior do debate nacional. 

Em Fortaleza, instalado seguro e confortavelmente no amplo apartamento, com vista majestosa para o mar da praia de Iracema – onde reside e recebe o repórter Florestan Fernandes Jr –, o político faz o de sempre: conversa, esbraveja, atiça e atira em várias direções. Transmite nítida impressão de que tem pressa e necessidade de preencher espaços políticos e de poder que ele imagina vazios. Demonstra, de forma mais patente – anota o próprio diário espanhol – que tentará preencher o lugar principal de líder da oposição. “O PT já foi. Agora eles encontraram alguém que tem coragem de encará-los. Eu sou pós PT”, diz Ciro, com habitual fanfarronice, a certa altura da conversa.

O irmão de Cid – o sincero demolidor da campanha petista de Fernando Haddad, no segundo turno – faz cobranças ácidas e críticas que beiram ao insulto a Bolsonaro e seu governo recém empossado. Ataca, sem trava retórica, o ex-chefe, Luis Inácio Lula da Silva (PT) , (na cadeia em Curitiba): “Preso comum. Se fosse um preso político não tinha que recorrer aos tribunais . Lula  não é condenado pelo Sérgio Moro, que eu sempre critiquei. É condenado por unanimidade pelo TRF 4”, avança, mirando a jugular do preso.

Mas quando o assunto é a desordem e o caos sem tamanho no seu Ceará, que saiu do controle no fim do ano passado e se mantém, ainda nestes primeiros 10  dias de 2019, comandados de dentro dos presídios, o incendiário político, aliado fundamental na eleição do atual governador petista de seu estado, vira bombeiro. Pia fino, para dizer o mínimo, no linguajar típico do entrevistado. 

El Pais informa, na apresentação, que a entrevista foi feita no dia 2 de janeiro. Dois dias depois a assessoria de Ciro Gomes foi procurada para que falasse “sobre a crise de segurança no Ceará, governado pelo seu aliado Camilo Santana (PT). Ciro informou que preferia aguardar alguns dias “para ter mais informações e poder emitir sua opinião”. Na quarta-feira, 9, parece ter caído em si sobre tão estranha e insólita omissão. Deu entrevista na Rádio Assunção, de Fortaleza, para dizer que “a lei brasileira é fraca diante dessa novidade que é o crime organizado, mas o governo do Ceará vai partir para cima”.

Um irônico  francês, de passagem pela Praia do Futuro, jóia turística da capital cearense,às moscas, seguramente diria:“Amaldiçoado seja aquele que pensar mal destas coisas”.  
Nada a acrescentar. Só seguir observando para tentar entender e ver onde tudo isso vai dar.

Vitor Hugo Soares é jornalista, editor do site blog Bahia em Pauta. E-mail: vitor_soares1@terra.com.br

A imortal Nara Leão e o mestre de sempre Roberto Menescal, no mar da Bossa nossa de todos os que amam o Brasil! Com ou sem vontade de ir embora!

BOM DIA!!!

(Gilson Nogueira)

 
Opinião
 
Gleisi Hoffmann vai à posse de Nicolás Maduro
Entrevista coletiva de Gleisi Hoffmann, em outubro. Rovena Rosa Agência Brasil

O ex-presidente Lula, da prisão, e Gleisi Hoffmann, como presidenta do Partido dos Trabalhadores, deram um grande presente a Bolsonaro e à extrema direita brasileira, que acaba de chegar ao poder em boa parte porque milhões de eleitores não queriam que a esquerda voltasse a governar. Nada, de fato, deixará o Governo de Bolsonaro tão feliz como a ida de Gleisi à posse de Nicolás Maduro, que foi abandonado pela grande maioria dos Governos do continente, os quais se negaram a ir festejar o que um editorial deste jornal chamou de “a farsa de Maduro”.

O EL PAÍS, que sempre foi prudente antes de considerar o regime da Venezuela como ditadura, desta vez foi taxativo ao afirmar que o Governo venezuelano submeteu à tortura o seu povo, o qual “se consome em uma tragédia que deveria ser intolerável no século XXI”. A decisão do PT de Lula, que é quem continua mandando no partido, e sem cuja bênção Gleisi não se atreveria a ir prestar homenagem a Maduro, já considerado como ditador por todas as maiores democracias, representa uma triste e trágica tolerância por parte de um partido como o PT.

Trata-se de um partido que sempre foi considerado moderado e democrático na esquerda da América Latina. É verdade que o PT se colocou ao lado do regime venezuelano mesmo quando já soavam os alarmes de que este estaria traindo todos os direitos humanos e pisoteando as liberdades democráticas. Hoje, entretanto, frente ao grito quase unânime inclusive de Governos progressistas que discordam da tragédia venezuelana que está causando fome, exílio e morte, o PT deveria ter aproveitado a ocasião para fazer um exame de consciência e se colocar ao lado dos Governos democráticos que disseram “basta!” à loucura ditatorial de Maduro.

Isso, ainda por cima, num momento em que o PT está sendo apontado pelo novo Governo direitista de Bolsonaro como a causa dos males econômicos e de outras índoles que assolam o Brasil, e por outros como o responsável por ter permitido que a ultradireita chegasse ao poder. O PT, que foi outrora um agente de esperança renovadora com forte sentido social na esquerda democrática da América Latina, encontra-se hoje no papel de fazer oposição a um Governo que já anunciou seu desejo de aniquilá-lo. Sua decisão de novamente dar apoio a Maduro e ao grotesco das últimas eleições venezuelanas é o pior presságio para quem pretende ser o fulcro da oposição à onda autoritária de Bolsonaro. Foi um gol contra que pelo qual poderá acabar pagando caro.

No editorial do EL PAIS se diz que Nicolás Maduro deveria “olhar hoje ao seu redor e sentir a solidão e o isolamento em relação à América Latina e às potências democráticas do mundo”, assim como deveria “agir de acordo com isso, pondo fim à tortura a que tem submetido o seu povo”. A ida de Gleisi a Caracas, representando ao PT, abre as portas para quem defende que essa é uma esquerda que ficou atada aos velhos clichês do passado e inclusive isolada no continente. Seria até mesmo corresponsável pelas atrocidades que estão sendo perpetradas num país martirizado por uma ditadura que não sabe chorar por suas vítimas. Que continua encastelada numa ideologia que causou tantas ou mais atrocidades que a direita no mundo.

A dor das vítimas inocentes não tem cor política. Há momentos em que não é possível não tomar partido, porque fechar os olhos significaria ser cúmplice da morte e dos rios de sofrimento de milhões de inocentes. Gente que acaba sendo sacrificada por ideais que, se um dia foram vistos como libertadores, hoje, na Venezuela, aparecem como verdugos dos mais fracos.

Cid Gomes lidera blocão que quebra hegemonia do MDB e isola PSL e PT no Senado

 

Por Diego Amorim

Eleito senador pelo Ceará, Cid Gomes, irmão de Ciro, tenta formar um grande bloco de siglas que pode mudar a atual composição de forças no Senado Federal.

Segundo ele, a aliança entre seu partido, o PDT (com 4 senadores), Rede (5), PSB (2) e PPS (2) — além de Jorge Kajuru (PRB) e Reguffe (sem partido) — está “90% encaminhada”. Nesse grupo, são 15 parlamentares.

Além disso, acrescentou, os integrantes de outras sete legendas já demonstraram sintonia com os objetivos do grupo. Seriam eles: PSDB (8), PSD (7), DEM (6), PP (6), PTB (3), PRP (1) e PSC (1). Somariam-se, então, em se confirmando as expectativas de Cid, 47 senadores, o suficiente para ter maioria no Senado, composto por 81.

“A ideia é compor um arco de forças que não seja nem situação automática, nem oposição sistemática. Acho que esse sentimento de Senado independente, com papel relevante de moderação para o futuro do país, é dominante na Casa. Esse é o princípio, essa é a filosofia”, disse o pedetista a O Antagonista.

Perguntamos sobre MDB (12), PT (6) e PSL (4).

“O PSL, a nosso juízo, é situação automática. O PT, oposição sistemática. E o MDB tem dificuldade de interlocução”, respondeu ele.

Do  Jornal do Brasil

O presidente Jair Bolsonaro voltou ao Twitter nesta sexta-feira, 11, para ironizar a cobertura da imprensa em relação à nomeação de Victor Nagem para a Gerência Executiva de Inteligência e Segurança Corporativa da Petrobras.

“Peço desculpas à grande parte da imprensa por não estar indicando inimigos para postos em meu governo!”, escreveu o presidente, que anunciou na quinta-feira, 10, Nagem para o cargo.

Em 2016, Bolsonaro gravou um vídeo em que pede votos para Nagem, então candidato a vereador em Curitiba, e o classificou como “amigo particular”: “É um homem, um cidadão que conheço há quase 30 anos. Um homem de respeito, que vai estar à disposição de vocês na Câmara lutando pelos valores familiares. E quem sabe no futuro tendo mais uma opção para nos acompanhar até Brasília”, afirmou o atual presidente na ocasião.

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Jair Bolsonaro e Carlos Nagem, conhecido como Capitão Victor (Foto: Reprodução Facebook)

Na quinta-feira, Bolsonaro chegou a apagar o primeiro tuíte em que anunciava Nagem para, em seguida, publicar, cerca de 40 minutos depois, um outro que excluía o seguinte trecho: “A era do indicado sem capacitação técnica acabou”.

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Posted on 12-01-2019
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Jorge Braga, no jornal goiano

 

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Do Jornal do Brasil

 

O Ministério Público Federal (MPF) pediu à Justiça Federal a condenação do ex-deputado federal e ex-assessor da Presidência da República Rodrigo da Rocha Loures. Ele é réu em processo por corrupção envolvendo a JBS. Segundo a Procuradoria da República no Distrito Federal, ele teria recebido dinheiro como intermediário do ex-presidente Michel Temer para beneficiar o grupo em medidas no âmbito do Executivo Federal.

A posição do MPF foi apresentada no documento de alegações finais. Segundo a denúncia, o ex-parlamentar teria recebido propina da JBS para operar vantagens ao grupo. Investigação da Polícia Federal a partir da denúncia apontou que Rocha Loures teria recebido uma mala com R$ 500 mil do grupo.

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Polícia Federal apreende malotes no gabinete do deputado Rocha Loures. (Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil)

Um vídeo registrou o momento da entrega da valise em um restaurante em São Paulo. Além dos valores, o esquema envolveria outros pagamentos de valor semelhante ou superior. A propina, diz o procurador federal Carlos Henrique Martins Lima, autor da peça, “constituiu o pagamento pelas intervenções do réu junto a organizações ligadas ao Estado e representou parte de um montante que poderia atingir o patamar de R$ 38 milhões”.

O dinheiro seria destinado ao presidente Michel Temer, que nega envolvimento no caso. O repasse teria como finalidade garantir ao conglomerado benefícios em uma questão com a Petrobras envolvendo preços de gás. Nas alegações finais, o procurador destaca que Rocha Loures atuou em cargos próximos ao ex-presidente, como na chefia da assessoria parlamentar da Vice-Presidência da República quando Temer ocupava o cargo.

Segundo o MPF, a relação de Temer com Joesley Batista, dirigente da JBS, vem “de longa data”. Os dois interagiam diretamente, mas após a chegada de Temer à Presidência, Rocha Loures teria assumido a condição de intermediário.

“A indicação de Rodrigo Loures ocorreu por interesse de Joesley Batista e sob o aval de Michel Temer, atendendo à necessidade de manutenção de canal de comunicação direto e confidencial, capaz de projetar a autoridade da Presidência para a intervenção não republicana em organizações da estrutura estatal, aos interesses escusos de Joesley Batista”, escreveu o procurador.

Na avaliação dos procuradores, embora Rocha Loures tenha argumentado que não sabia do que se tratava e que os valores eram propina, seu comportamento no episódio do repasse da valise indicou prévio conhecimento. Loures “em nenhum momento esboça estranhamento ou questiona aquilo que poderia ser um mal entendido. Ao contrário, observa-se que os diálogos fluem normalmente com a participação do réu, que aparenta entrosamento e domínio do assunto”, registra o MPF.

Prisão

 Loures chegou a ser preso. Depois, ganhou o direito a prisão domiciliar. Em novembro do ano passado, a Justiça determinou a retirada da tornozeleira eletrônica .

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