DO PORTAL DE NOTÍCIAS TERRA BRASIL
Ricardo Galhardo
 

A Justiça Federal do Paraná rejeitou pedido do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso pela Lava Jato, para ir ao velório do advogado e ex-deputado pelo PT Sigmaringa Seixas, que morreu nesta terça-feira, 25.

No pedido, os advogados de Lula alegam que Sigmaringa era “íntimo” do ex-presidente, foi colega de Lula na Câmara dos deputados durante a Assembleia Nacional Constituinte e chegou a atuar na defesa do petista.

Lula no Rio de Janeiro 16/1/2018 REUTERS/Ricardo Moraes
Lula no Rio de Janeiro 16/1/2018 REUTERS/Ricardo Moraes

Foto: Reuters

Ao recusar o pedido, o juiz plantonista Vicente de Paula Ataíde Júnior argumentou que a lei permite que presos condenados a cumprir pena regime fechado somente podem sair da cadeia em caso de morte ou doença grave de “cônjuge, companheira, ascendente, descendente ou irmão”.

A Justiça Federal já havia negado nesta semana permissão para que Lula recebesse uma refeição especial enviada pela família na noite de Natal. O cardápio de Lula foi o mesmo de todos os dias na cadeia: arroz, feijão, salada e um tipo de carne.

Aliados do ex-presidente lembraram em que em 1980, quando foi preso pela ditadura militar por liderar as greves de metalúrgicos no ABC, o então superintendente da Polícia Federal Romeu Tuma liberou Lula para ir ao velório da mãe, Eurídice Ferreira de Melo, a dona Lindu.

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