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Bolsonaro, com Rosa Weber, na Diplomação no TSE…
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…Pedro Simon em Salvador: entrevista vib rante na Tribuna da Bahia

 

ARTIGO DA SEMANA

As faces de Bolsonaro na diplomação e Pedro Simon na Bahia

Vitor Hugo Soares

A cerimônia de diplomação do presidente eleito para comandar a República, nos próximos quatro anos (pelo menos), mostrou as múltiplas faces do Jair Messias Bolsonaro que o País terá pela frente, a partir do primeiro dia de janeiro de 2019.

A começar pelo tipo emotivo, a ponto de derramar lágrimas em vários momentos, e de pedir permissão (com jeito de colegial no primeiro dia de aula, diante da professora) para beijar a face da presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Rosa Weber, em renovada autocrítica  e mais um pedido de desculpas, pelas suspeitas que levantou contra a segurança e inviolabilidade das urnas eletrônicas. 

Conciliador, ao dizer que governará para todos, “sem distinção de origem social, sexo e cor”.  Impulsivo e temerário (principalmente quanto aos partidos e seus parlamentares no Congresso), ao anunciar que pensa governar mantendo relação direta da administração publica com as pessoas e a sociedade, graças aos avanços da tecnologia e do alcance das redes sociais em geral. Em particular, ao conhecimento da velocidade do Twitter e do poder incalculável de comunicação do WhatsApp, cujo domínio aprendeu com o filho Carlos, durante a campanha eleitoral.
Afirmativo e direto ao proclamar: “Não mais a corrupção, a violência, as mentiras”…

Em resumo, são algumas das mais significativas e intrigantes, entre tantas e contraditórias “personas” reveladas  na diplomação. Eis o cara, o político, o capitão da reserva do Exército, o homem que governará o Brasil. Convenhamos: aproxima-se – mesmo para os mais céticos – uma mudança e tanto.  A partir do Ano Novo que bate às portas.

Aos 88 anos, vibrante como sempre, depois de 32 anos de atividade parlamentar e uma vida inteira  de luta em defesa da democracia e da moralidade pública, no seu Rio Grande no Sul e do Brasil, o ex-senador Pedro Simon faz visita honrada e honrosa a Salvador. Enquanto Bolsonaro desempenha com surpreendente desenvoltura seu multifacetado papel, no palco do TSE – onde a  discreta, em geral, ministra Rosa Weber decide chamar também para si, e para o poder que ela representa, uma parte do protagonismo.

E o faz em longo discurso em defesa das liberdades individuais, a propósito de celebrar (na diplomação do presidente eleito com quase 60 milhões de votos), os 70 anos da Declaração dos Direito do Homem, das Nações Unidas. Com o auditório ocupado em grande parte por uma fauna renovada de parlamentares, militares de diferentes forças, amigos, parentes e convidados para o ato de diplomação do futuro presidente, e de seu vice, general Hamilton Mourão. Compreensível o mal estar (mal contido) provocado pela fala da ministra.

O experiente bom gaúcho, Pedro Simon, viu tudo na capital baiana, e não se abalou nem se mostrou impressionado, nos encontros dos quais participou, nos discursos que fez e nas entrevistas que deu. A mais importante, de página inteira, na Tribuna da Bahia, ao editor de Política, Osvaldo Lyra. Entusiasta da Lava Jato, Simon se mostra empolgado com a formação do ministério do futuro governo. “O fim do famoso toma-lá-dá-cá” que imperava… “Vamos seguir no combate à corrupção, vamos dar força ao Moro”, pede na entrevista. Diz mais, muito mais, sobre o futuro de seu MDB, sobre Bolsonaro, sobre os militares, sobre os destinos e querelas do Brasil. Notável Pedro Simon, mas fica para outro artigo.

Vitor Hugo Soares é jornalista, editor do site blog Bahia em Pauta. E-mail: vitor_soares1@terra.com.br    

“Copacabana de Sempre”, Os Cariocas: “Eu me confesso pequeno, face ao seu corpo moreno, face ao Atlântico Sul, Copacabana!!! Salve!!!

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

dez
15
Posted on 15-12-2018
Filed Under (Artigos) by vitor on 15-12-2018

Do Jornal do Brasil

 

O empresário francês do luxo Bernard Arnault, que já possuiu as marcas Veuve Clicquot, Moët & Chandon, Fendi, dentre outras, adquiriu controle acionário da rede Belmond, proprietária de hotéis 5 estrelas em todo o mundo, a exemplo do Copacabana Palace, no Rio, e o Cipriani de Veneza, na Itália.

Segundo informações, a compra custou 3,2 bilhões de dólares.

Em 2017, a rede Belmond teve um lucro de US$ 500 milhões.

Macaque in the trees
Copacabana Palace (Foto: Creative Commons)

dez
15
Posted on 15-12-2018
Filed Under (Artigos) by vitor on 15-12-2018

Ninguém controlava Battisti

 

Cesare Battisti foi visto pela última vez em Cananeia no comecinho de novembro, imediatamente depois da vitória de Jair Bolsonaro.

A PF diz que ele estava na cidade alguns dias atrás, mas os jornalistas italianos afirmam que isso é mentira.

Desde que ele tirou a tornozeleira eletrônica, ninguém o controlava.

dez
15
Posted on 15-12-2018
Filed Under (Artigos) by vitor on 15-12-2018



 

Sponholz, no

 

dez
15
Posted on 15-12-2018
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Do Jornal do Brasil

A Justiça de Goiás decretou a prisão preventiva do médium João de Deus nesta sexta-feira (14). Ele é acusado de praticar abusos sexuais em diversas mulheres que frequentaram seu centro espírita, a Casa Dom Inácio de Loyola, em Abadiânia, na região central de Goiás. 

Na última quarta-feira (12), o Ministério Público de Goiás havia protocolado na Justiça o pedido de prisão preventiva. O pedido foi protocolado no fórum de Abadiânia, onde o médium reside. 

Passados cinco dias após as primeiras denúncias, mais de três centenas de mulheres procuraram o Ministério Público para fazer relatos semelhantes. Pelo menos quatro inquéritos já foram abertos. O MP fundamentou o pedido de prisão preventiva com dois argumentos. Para a Promotoria, em liberdade, João de Deus poderia coagir as testemunhas e, caso mantivesse os atendimentos, fazer novas vítimas.

Macaque in the trees
médium João de Deus (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Classificando o pedido como descabido na quinta-feira, 13, o advogado de defesa de João de Deus, Alberto Zacharias Toron, em audiência com o juiz que acompanha o caso, solicitou que o médium permanecesse em liberdade. Sugeriu ainda que os atendimentos pudessem ser feitos de forma assistida – com a presença de policiais ou monitorado por câmeras.

Toron argumentou que João de Deus tem residência fixa e já se mostrou disposto a colaborar com a Justiça. Na quarta-feira, 12, num rápido aparecimento que fez na Casa Dom Inácio de Loyola, o líder espiritual disse ser inocente e que estava nas mãos da Justiça. “João de Deus está vivo”, disse ele, para um público reduzido de fiéis.

Desde que as primeiras denúncias de abuso vieram à tona, o movimento na Casa Dom Inácio de Loyola caiu. Pelos cálculos de funcionários, o local recebeu nesta quinta-feira cerca de um terço do número costumeiro de visitantes. A estimativa é de que o médium atraia mensalmente cerca de 10 mil pessoas, das quais 40% são estrangeiras.

As denúncias de abuso sexual surgiram na semana passada, quando o programa “Conversa com Bial”, da TV Globo, mostrou depoimento de mulheres que teriam sido vítimas de João de Deus. Depois da divulgação, começaram a surgir novos depoimentos.

A cidade aguarda dividida os desdobramentos. Com 17 mil habitantes, boa parte da economia do município gira em torno das atividades de João de Deus. O prefeito da cidade, José Aparecido Alves Diniz, calcula que a casa gere direta ou indiretamente 1 300 postos de trabalho. “Não há como negar que vai ser um baque para o município”, disse.

Fiéis, por sua vez, estão divididos. Apegados à fé, muitos afirmam ser necessária a distinção entre o que faz o homem e a entidade. Outros não acreditam nas denúncias. “Mas é claro que as investigações têm de ser feitas. Não devemos julgar apressadamente nem contra ou a favor”, disse a paulista Elizabeth Cozza. Mesmo diante das denúncias, ela decidiu vir para Abadiânia em busca de tratamento.

Em entrevista, Luciano Miranda Meireles, coordenador do Centro de Apoio Operacional Criminal, disse estar impressionado com o relato das vítimas e afirmou não ter dúvida de que, uma vez formalizadas as denúncias, o caso João de Deus tem potencial para superar o do ex-médico Roger Abdelmassih, condenado por abusar sexualmente de suas pacientes.

Meireles ponderou que o número de casos é maior – pois não se restringe a uma pequena parcela de pacientes.”Fora o tempo. Há relatos de abusos cometidos há 20 anos.”

Com Agência Estado

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