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O publicitário Fernando Barros, que nestas eleições comandou duas candidaturas estaduais vitoriosas — no Paraná e em Pernambuco — e foi derrotado na campanha de Cesar Maia (DEM) ao Senado Foto: Marcelo Regua / Agência O Globo
Fernando Barros: o vendedor  de candidatos, segundo a Época desmonta balelas e preconceitos
sobre o marketing político da campanha bolsonarista…
Resultado de imagem para ACM e Fernando Barros na campanha de 1994
…ACM e FHC em ato da campanha
de 1994.

 

ARTIGO DA SEMANA

 

 Fernando Barros na revista: balelas sobre o marketing de Bolsonaro

Vitor Hugo Soares

Celebrados ambientes do marketing político, no Brasil,  ainda estão atônitos com a vitória de Jair Bolsonaro (PSL). Desde a semana passada, o foco  deste bafafá é a reportagem com o publicitário Fernando Barros, da Propeg, na revista Época, onde o rodado profissional  dá a cara à tapa e à polêmica ao demolir construções montadas sobre alicerces frágeis e movediços de meias verdades ou invencionices.  Uma delas, a de que a campanha vencedora não teve marketing profissional. O sucesso seria resultado de fatores imprevistos, tipo o anti petismo; a facada no comício em Juiz de Fora; o fenômeno WhatSapp e a sorte.
 

Apresentado no texto de Miguel Caballero, como “precursor da dinastia baiana no marketing político brasileiro”,  Barros (que abomina a expressão “marqueteiro”) não só contesta balelas,  “chutes” e preconceitos, sem base em fatos, como afirma: ”o marketing bolsonarista foi um negócio sofisticado”. 
A reportagem segue motivando polêmicas no país,  e grande furdunço nos terreiros da Cidade da Bahia. Terra de origem, nas últimas décadas, da maioria das estrelas de primeira grandeza da propaganda política e eleitoral, desde a vitória de Antonio Carlos Magalhães, nas urnas, cinco anos depois do fim da ditadura militar. 
O dono da Propeg provoca: “Eles (os marqueteiros políticos) estão até hoje tentando entender. Cada dia  acordam e falam uma coisa . “Foi a facada”. “Não, foi o Whatsapp, botaram milhões de minions espalhando coisas nas redes, foi isso, foi aquilo. Ainda estão perdidos. Eu mesmo só fui acreditar na vitória dele a uma semana da eleição. Estava na  Dr. Scholl, no Recife, e perguntei  à moça que estava fazendo meu pé. Ela respondeu: “Bolsonaro, claro!”.

Em  Salvador, comparações históricas tentam explicar o fenômeno. Uma delas recorda a campanha de ACM, quando encarou o desafio de voltar a mandar na Bahia, desta vez pelo voto popular. Os ataques mais criativos e devastadores vinham do publicitário Geraldo Walter, o Geraldão que, aos 33 anos, tocava a campanha do empresário Pedro Irujo. Inspirado no filme de Chaplin, “O Grande Ditador”, que satirizava Adolf Hitler,  Geraldão bolou uma peça na qual o papel do fuhrer era encarnado por um sósia de ACM.

Em vez de negar a fama de direitista e autoritário de Antonio Carlos, sua campanha preferiu mostrá-lo como figura humana e política de múltiplas facetas. Nos terreiros de Candomblé, onde ele gozava de forte prestígio, o marketing, comandado por Fernando Barros, produziu uma peça em que ACM era chamado de “negro de pele branca”, e comparado a Oxumaré  – orixá multifacetado, ao mesmo tempo homem e mulher, calmo e explosivo, rico e generoso.

 ACM venceu no primeiro turno e a campanha virou referencial do marketing político no País. Quatro anos mais tarde, em 1994, Barros e Geraldo Walter (já falecido) juntaram seus talentos na campanha  de Fernando Henrique Cardoso. Nascia aí o domínio marqueteiro baiano, em xeque com o Mensalão, a Lava Jato e, agora com a vitória de Bolsonaro.

O perfil na revista demonstra que Fernando Barros não é mero sobrevivente, mas segue atuante,  antenado e polêmico. Importa o que ele diz na revista semanal, concorde-se ou não. Espera-se que algo tão positivo, para discussão sobre o momento crucial do marketing político, não se transforme em mais uma irrelevante guerra de egos em volta da fogueira de vaidades.

Vitor Hugo Soares é jornalista, editor do site blog Bahia em Pauta. E-mail: vitor_soares1@terra.com.br

“I`ll Be Seeing You”, Billie Holiday e Frank Sinatra: a mesma extraordináriacanção que marcou o ano de 1944 e dois estilos quase diametralmente opostos, mas igualmente marcantes. Difícil escolher o mais completo e empolgante. Assim, porque hoje é sábado, o Bahia em auta oferece as duas versões aos seus ouvintes e leitores.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DO JORNAL DO BRASIL

Bolsonaro, sobre Previdência: ‘Não podemos salvar o Brasil matando idoso’

 O presidente eleito, Jair Bolsonaro, voltou a demonstrar contrariedade com a reforma da Previdência apresentada pelo presidente Michel Temer.

Ao dar entrevista a jornalistas em Cachoeira Paulista (SP), Bolsonaro disse que é preciso “tomar cuidado” com a medida apresentada pelo presidente Michel Temer. “Ela não está justa, no meu entender. Não podemos querer salvar o Brasil matando o idoso.”

O presidente eleito não quis detalhar qual proposta apresentará, mas reafirmou a intenção de enviar uma reforma da Previdência ao Congresso no primeiro ano de mandato.

Macaque in the trees
Jair Bolsonaro (Foto: Rogério Marques/AE)

Do Jornal do Brasil

 

Em carta, Lula diz que Moro ‘saiu do armário’ ao aceitar convite para ministério

Em sua primeira manifestação pública após as eleições presidenciais, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva atacou o ex-juiz Sérgio Moro e sua relação com o presidente Jair Bolsonaro. Preso e condenado no âmbito da Operação Lava Jato, Lula enviou uma carta a ser lida em reunião da Direção Nacional do PT, que acontece nesta sexta-feira, 30, em Brasília. No documento, o ex-presidente petista diz que Sérgio Moro “saiu do armário”.

“Se alguém tinha dúvidas sobre o engajamento político de Sergio Moro contra mim e contra nosso partido, ele as dissipou ao aceitar ser ministro da Justiça de um governo que ajudou a eleger com sua atuação parcial. Moro não se transformou no político que dizia não ser. Simplesmente saiu do armário em que escondia sua verdadeira natureza”, disse.

Lula também afirmou que, com Sérgio Moro no Ministério da Justiça, a “perseguição ao PT” vai continuar. “Eu não tenho dúvida de que a máquina do Ministério da Justiça vai aprofundar a perseguição ao PT e aos movimentos sociais, valendo-se dos métodos arbitrários e ilegais da Lava Jato. Até porque Jair Bolsonaro tem um único propósito em mente, que é continuar atacando o PT. Ele não desceu do palanque e não pretende descer. Temos de nos preparar para novos ataques, que já começaram, como vimos nas novas ações, operações e denúncias arranjadas que vieram neste primeiro mês depois das eleições”.

Em outra passagem da carta, o ex-presidente também acusou Moro e a Lava Jato de premiar os “corruptos” da Petrobras. “Sergio Moro e a Lava Jato premiaram os corruptos e corruptores da Petrobras. A maioria está solta ou em prisão domiciliar, gozando as fortunas que roubaram”, complementou.

Em seguida, no documento, Lula analisa a eleição de Bolsonaro. Segundo o petista, o presidente eleito chegou ao Palácio do Planalto com a ajuda do “Departamento de Estado norte-americano e pelo governo Trump”, além de ter sido apoiado “pelo que há de mais atrasado no Congresso Nacional”.

“Jair Bolsonaro se apresentou ao país como um candidato antissistema, mas na verdade ele é o pior representante desse sistema. Foi apoiado pelos banqueiros, pelos donos da fortuna; foi protegido pela Rede Globo e pela mídia, foi patrocinado pelos latifundiários, foi bancado pelo Departamento de Estado norte-americano e pelo governo Trump, foi apoiado pelo que há de mais atrasado no Congresso Nacional, foi favorecido pelo que há de mais reacionário no sistema judicial e no Ministério Público, foi o verdadeiro candidato do governo Temer”, disse em texto.

Macaque in the trees
Ex-presidente Lula (Foto: Ricardo Stuckert)

Ainda assim, o ex-presidente usou a questão do que Bolsonaro representa para fazer uma autocrítica em relação ao próprio PT. Disse que o partido que ajudou a fundar precisa “voltar às ruas, às fábricas, aos bairros e favelas, falar a linguagem do povo, nos reconectar com as bases”, em referência direta ao rapper Mano Brown, que criticou a sigla em ato do próprio PT antes do segundo turno.

“As mesmas pessoas que elegeram Bolsonaro vão julgá-lo todos os dias, pelas promessas que não vai cumprir e pelo que vai acontecer em nosso país. Temos de estar preparados para continuar construindo, junto com o povo, as verdadeiras soluções para o Brasil. O PT nasceu na oposição, para defender a democracia e os direitos do povo, em tempos ainda mais difíceis que os de hoje. É isso que temos de voltar a fazer agora, com o respaldo dos nossos 47 milhões de votos”, afirmou no documento. “Temos de voltar às ruas, às fábricas, aos bairros e favelas, falar a linguagem do povo, nos reconectar com as bases, como disse o Mano Brown”.

Leia abaixo a íntegra da carta:

“Do fundo do meu coração, agradeço por tudo o que fizeram neste processo eleitoral tão difícil que vivemos, absolutamente fora da normalidade democrática. Quero que levem meu abraço e minha gratidão a cada militante do nosso partido, pela generosidade e coragem diante da mais sórdida campanha que já se fez contra um partido político neste país.

Agradeço à companheira Gleisi Hoffmann e a toda a nossa direção nacional, por terem mantido o PT unido em tempos tão difíceis; por terem sustentado minha candidatura até as últimas consequências e por terem se engajado totalmente, com muita força, na candidatura do companheiro Fernando Haddad.

Agradeço ao companheiro Fernando Haddad por ter se entregado de corpo e alma à missão que lhe confiamos. Ele enfrentou com dignidade as mentiras, a violência e o preconceito. Saiu das eleições como um líder brasileiro reconhecido internacionalmente.

Agradeço à companheira Manuela D’Ávila e aos partidos que nos acompanharam com muita lealdade nessa jornada.

Saúdo os quatro governadores que elegemos, em especial a companheira Fátima Bezerra, e também os que não conseguiram a reeleição mas não desistiram da luta nem dos nossos ideais. Saúdo os senadores e deputados eleitos e todos os que, generosamente, se lançaram candidatos, fortalecendo a votação em nossa legenda.

A luta extraordinária de vocês nos levou a alcançar 47 milhões de votos no segundo turno. Apesar de toda perseguição, de todas as tramoias que fizeram contra nós, o PT continua sendo o maior e mais importante partido popular deste país. E isso nos coloca diante de imensas responsabilidades.

O povo brasileiro nos deu a missão de manter acesa a chama da esperança, o que significa a defesa da democracia, do patrimônio nacional, dos direitos dos trabalhadores e do povo que mais precisa. Tudo isso está ameaçado pelo futuro governo, que tem como objetivo aprofundar os retrocessos implantados por Michel Temer a partir do golpe que derrubou a companheira Dilma Rousseff em 2016.

Esta não foi uma eleição normal. O povo brasileiro foi proibido de votar em quem desejava, de acordo com todas as pesquisas. Fui condenado e preso, numa farsa judicial que escandalizou juristas do mundo inteiro, para me afastar do processo eleitoral. O Tribunal Superior Eleitoral rasgou a lei e desobedeceu uma determinação da ONU, reconhecida soberanamente em tratado internacional, para impedir minha candidatura às vésperas da eleição.

Nosso adversário criou uma indústria de mentiras no submundo da internet, orientada por agentes dos Estados Unidos e financiada por um caixa dois de dimensões desconhecidas, mas certamente gigantescas. É simplesmente vergonhoso para o país e para a Justiça Eleitoral que suas contas de campanha tenham sido aprovadas diante de tantas evidências de fraude e corrupção. É mais uma prova da seletividade de um sistema judicial que persegue o PT.

Se alguém tinha dúvidas sobre o engajamento político de Sergio Moro contra mim e contra nosso partido, ele as dissipou ao aceitar ser ministro da Justiça de um governo que ajudou a eleger com sua atuação parcial. Moro não se transformou no político que dizia não ser. Simplesmente saiu do armário em que escondia sua verdadeira natureza.

Eu não tenho dúvida de que a máquina do Ministério da Justiça vai aprofundar a perseguição ao PT e aos movimentos sociais, valendo-se dos métodos arbitrários e ilegais da Lava Jato. Até porque Jair Bolsonaro tem um único propósito em mente, que é continuar atacando o PT. Ele não desceu do palanque e não pretende descer. Temos de nos preparar para novos ataques, que já começaram, como vimos nas novas ações, operações e denúncias arranjadas que vieram neste primeiro mês depois das eleições.

Jair Bolsonaro se apresentou ao país como um candidato antissistema, mas na verdade ele é o pior representante desse sistema. Foi apoiado pelos banqueiros, pelos donos da fortuna; foi protegido pela Rede Globo e pela mídia, foi patrocinado pelos latifundiários, foi bancado pelo Departamento de Estado norte-americano e pelo governo Trump, foi apoiado pelo que há de mais atrasado no Congresso Nacional, foi favorecido pelo que há de mais reacionário no sistema judicial e no Ministério Público, foi o verdadeiro candidato do governo Temer.

Não teve coragem de participar de debates no segundo turno, de confrontar conosco suas ideias para a economia, o desenvolvimento, a geração de empregos, as políticas sociais, a política externa. E vai executar um programa ultraliberal, de entreguismo e privatização, que não foi apresentado aos eleitores e muito menos aprovado nas urnas.

Ele explorou o desespero das pessoas com a violência; a indignação com a corrupção e a decepção com os políticos. Mas não tem respostas concretas para nenhum desses desafios. Primeiro porque a proposta dele para segurança é armar as pessoas, o que só vai aumentar a violência. Segundo, porque Sergio Moro e a Lava Jato premiaram os corruptos e corruptores da Petrobras. A maioria está solta ou em prisão domiciliar, gozando as fortunas que roubaram. E por fim, Bolsonaro é, de fato, o representante do sistema político tradicional, que controla a economia e as instituições no país.

As mesmas pessoas que elegeram Bolsonaro vão julgá-lo todos os dias, pelas promessas que não vai cumprir e pelo que vai acontecer em nosso país. Temos de estar preparados para continuar construindo, junto com o povo, as verdadeiras soluções para o Brasil, pois acredito que, por mais que queiram, não vão conseguir destruir nosso país.

O PT nasceu na oposição, para defender a democracia e os direitos do povo, em tempos ainda mais difíceis que os de hoje. É isso que temos de voltar a fazer agora, com o respaldo dos nossos 47 milhões de votos, com a responsabilidade de sermos o maior partido político do país.

E como diz a companheira Gleisi, não temos de pedir desculpas por sermos grandes, se foi o eleitor que assim decidiu. Queremos e devemos atuar em conjunto com todas as forças da esquerda, da centro-esquerda e do campo democrático, num exercício cotidiano de resistência.

Temos de voltar às ruas, às fábricas, aos bairros e favelas, falar a linguagem do povo, nos reconectar com as bases, como disse o Mano Brown. Não podemos ter medo do futuro porque aprendemos que o impossível não existe.

Lula: Bolsonaro é o “pior representante” do sistema político tradicional

 

Na carta dirigida aos petistas, Lula diz que, apesar de se apresentar como o candidato antissistema, Jair Bolsonaro é o “pior representante” dele.

“Foi apoiado pelos banqueiros, pelos donos da fortuna; foi protegido pela Rede Globo e pela mídia, foi patrocinado pelos latifundiários, foi bancado pelo Departamento de Estado norte-americano e pelo governo Trump, foi apoiado pelo que há de mais atrasado no Congresso Nacional, foi favorecido pelo que há de mais reacionário no sistema judicial e no Ministério Público, foi o verdadeiro candidato do governo Temer”.

dez
01
Posted on 01-12-2018
Filed Under (Artigos) by vitor on 01-12-2018



 

Alecrim, no portal de humor

 

dez
01
Posted on 01-12-2018
Filed Under (Artigos) by vitor on 01-12-2018

O presidente eleito Jair Bolsonaro prometeu colocar um ponto final na intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro, que desde o início causou um mal estar nos bastidores do Exército. Após participar da cerimônia de formatura de sargentos da Escola de Especialistas de Aeronáutica nesta sexta-feira em Guarantinguetá, interior de São Paulo, o capitão disse que não prorrogará o prazo do decreto que levou tropas das Forças Armadas para a cidade em fevereiro de 2018, e colocou o general Braga Neto no cargo de interventor federal. No entanto, Bolsonaro deixou aberta a possibilidade de manter o decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO): “Se quiserem falar em GLO, eu vou depender do Parlamento para assinar a GLO”.

Jair Bolsonaro durante formatura de sagentos.
Jair Bolsonaro durante formatura de sagentos. PAULO WHITAKER REUTERS

ito do Rio, que já havia afirmado que irá pedir a Bolsonaro a extensão da GLO por mais dez meses –a medida foi implementada no final de 2017. A GLO também prevê a presença das forças armadas, mas de maneira pontual, e sem um interventor nominado para cuidar da segurança. A decisão de Bolsonaro de colocar um fim à intervenção federal no Estado também tem relação com a governabilidade do próximo mandatário. Com ela em vigor o Congresso não pode discutir mudanças na Constituição como as propostas de emendas constitucionais. A equipe do presidente eleito aposta neste dispositivo para dar andamento a algumas de suas propostas mais importantes, como a reforma da Previdência, por exemplo.

O capitão também defendeu novamente uma “retaguarda jurídica” para policiais e soldados que matem durante operações. “Eu não posso permitir que o integrante das Forças Armadas, da Polícia Militar, da Polícia Federal, após o cumprimento da missão, responda a um processo”, disse Bolsonaro. Segundo ele, como presidente “não serei irresponsável de botar nossos homens e mulheres na rua para, após o cumprimento da missão, serem processados”. Essa é mais uma das propostas polêmicas do futuro presidente, que já defendeu o excludente de ilicitude para quem matar até “ladrão de estepe de carro”.

A intervenção federal no Rio foi marcada por uma série de suspeitas de crimes cometidos pelas Forças Armadas durante operações nas favelas fluminenses. A Defensoria Pública, por exemplo, obteve relatos que meninas teriam sido estupradas por militares durante operações. Além disso houve o caso que ficou conhecido como a chacina do Salgueiro, no qual uma ação envolvendo policiais e militares terminou com sete pessoas mortas. Até hoje não foram apontados os culpados pelo massacre. Por fim, as forças armadas foram acusadas de focar seus esforços apenas nas comunidades controladas por traficantes, deixando de lado os grupos milicianos que dominam boa parte do território fluminense.

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