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Posted on 14-11-2018
Filed Under (Artigos) by vitor on 14-11-2018
 

Muros foram sempre um símbolo do medo. Atualmente os muros invisíveis são ainda mais graves, porque nos separam espiritualmente

Um eleitor de Fernando Haddad oferece uma flor a um eleitor de Jair Bolsonaro
Eleitor de Haddad oferece flor a eleitor de Bolsonaro, no dia do segundo turno. NACHO DOCE REUTERS
 
Numa noite de 9 de novembro, há 29 anos, o mundo despertou com a alegre notícia de que o Muro de Berlim, de 130 quilômetros, conhecido como “muro da vergonha”, tinha começado a ser derrubado, permitindo que as duas metades da cidade dividida voltassem a se abraçar. Se as muralhas de pedra, da chinesa até as de hoje, passando pela romana de Adriano, foram sempre um símbolo do medo em relação ao inimigo, atualmente os muros invisíveis são ainda mais graves, porque também nos separam ritualmente.

Os muros de pedra e cimento que continuam sendo erguidos no mundo revelam a incapacidade de saber viver fisicamente em liberdade, enquanto os muros invisíveis das ideologias que nos separam, às vezes até mesmo entre amigos e familiares, são construídos com a incapacidade de dialogar e de aceitar quem é diferente.

Se os muros físicos simbolizam a incapacidade de resolver as diferenças usando os instrumentos das democracias modernas, os muros invisíveis que erguemos por não saber ler a angústia e as razões do outro podem nos conduzir a rupturas mais profundas e mais difíceis de consertar.

Hoje, mais perigosos do que os muros físicos são os muros invisíveis que dividem as classes sociais, que separam os privilegiados do asfalto das periferias dos excluídos, os que possuem tudo daqueles que não têm um mínimo para viver com dignidade. São também os muros invisíveis que se tentam levantar, por exemplo, nas escolas e universidades entre alunos e professores. Já não se trata da antiga luta de classes que separava os trabalhadores dos patrões, e sim da que divide uma sociedade onde estão desaparecendo os limites entre liberdade e barbárie, entre grosseria e cultura, entre quem não abre mão de pensar e quem preferiria nos impor um pensamento único.

Não há muro pior do que o levantado entre o saber e a ignorância, que separa os satisfeitos dos desesperados, os que se sentem donos da verdade daqueles que a buscam aos tropeções, conscientes de que ela não existe em estado puro. Existem só fragmentos dela, que o pensamento e o coração de cada um vão montando para desenhar seus sonhos. E querem que lhes deixem fazer isso livremente, sem dogmas ideológicos ou religiosos.

Derrubado o Muro de Berlim naquele 9 de novembro de 1989, enquanto a liberdade corria pelas ruas e praças da cidade, centenas de artistas anônimos se juntaram para criar, nos pedaços do muro ainda em pé, a maior tela de pintura do mundo como expressão da grande festa da liberdade.

Não era fácil ultrapassar aquele muro de cimento nem mesmo com permissões oficiais. Consegui atravessá-lo seis meses antes que fosse derrubado. Lembro-me da incômoda liturgia a que fui submetido antes de poder passar de carro para o outro lado. Pude ver de perto o horror daquelas cercas eletrificadas e as mandíbulas ferozes dos cães policiais. Mais tarde eu soube, com dor, que aqueles animais adestrados para matar, testemunhas dia e noite de tantos medos, desapareceram sem que se soubesse seu paradeiro. Tudo ali, enquanto existia o muro, estava coberto pelo luto da segregação. Aberta a primeira brecha de liberdade, centenas de artistas voluntários chegaram para revestir os pedaços do muro com as cores da felicidade.

Quando os espaços para que possamos nos expressar são fechados, está sendo morto o que o Homo sapiens tem de mais nobre, sua capacidade de criar e inventar. É bom lembrar disso nestes tempos de ansiedade e perplexidade que sacodem o Brasil, que se esforça para não perder valores e liberdades que custaria tanto recuperar.

“Noite de Verão”, Edu Lobo: tudo é superlativo nesta canção mais que perfeita composta por Edu e Chico Buarque de Holanda. A letra, a melodia, a interpretação nesta gravação soberba no disco Cambaio. O arranjo musical – com um toque de piano de arrepiar em vários momentos – é um esplendor à parte. Vai como presente dedicado a todos os leitores e ouvintes do Bahia em Pauta.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

Bolsonaro durante evento no TST, em Brasília.

 
Bolsonaro durante evento no TST, em Brasília. SERGIO LIMA AFP
Brasília

Um militar político com trânsito em todos os Poderes e que costuma dialogar com vários partidos. Assim é definido dentro das Forças Armadas e entre especialistas o futuro ministro da Defesa de Jair Bolsonaro (PSL), o general Fernando Azevedo e Silva. Aos 66 anos, o general Fernando, como é chamado, ocupou funções políticas em ao menos três governos federais. Na gestão Fernando Collor de Mello (1990-1992) foi ajudante de ordens do presidente. Em parte do Governo Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010) esteve na assessoria parlamentar da força, um órgão em contato direto com o Congresso Nacional. E nos anos de Dilma Rousseff (2011-2016) chefiou a Autoridade Pública Olímpica. Ainda foi o número dois do Exército, já quando o comando era do atual chefe, o general Eduardo Villas Bôas. Atualmente era assessor especial do presidente do Supremo Tribunal Federal, Antonio Dias Toffoli.

Para além do currículo político, o que pesou para Bolsonaro decidir por ele foi a proximidade com o general Augusto Heleno, ambos trabalharam nas operações de paz no Haiti, e a indicação do atual comandante do Exército, o general Eduardo Villas Bôas. O futuro ministro também é amigo do vice-presidente eleito, o general Hamilton Mourão. Durante a campanha, ele ofereceu um almoço ao então candidato. Fernando é o terceiro militar a ser indicado para o primeiro escalão de Bolsonaro. Os outros foram o estratégico Heleno, para o Gabinete de Segurança Institucional, e Marcos Pontes, que é tenente-coronel da Aeronáutica e chefiará o Ministério de Ciência e Tecnologia.

Ainda que não se fale publicamente, outro fator que interferiu na escolha por Fernando foi a proximidade dele com o presidente do STF, num momento que não faltam indicações de que a principal corte do país pode ser uma barreira para alguns dos planos de Bolsonaro. Desde a redemocratização do país, na década de 1980, o Supremo jamais teve um militar como assessor de um presidente do Supremo. Foi Toffoli quem trouxe o general para os holofotes em setembro, quando o nomeou assessor especial. “Bolsonaro procurou alguém com um perfil político. E, certamente, houve essa conversa de cúpula com o comando do Exército e do Supremo”, afirmou o cientista político, Eurico de Lima Figueiredo, diretor do Instituto de Estudos Estratégicos da Universidade Federal Fluminense (UFF).

Quando questionado quem indicou Fernando para o cargo, Bolsonaro disse: “Não foi sugestão do ministro Toffoli. Foi uma questão entre nós. E eu ouço muito o general Heleno para bater o martelo nessas questões.” Heleno chegou a ser anunciado pelo presidente eleito para a Defesa. Mas depois foi “promovido” para o Gabinete de Segurança Institucional (GSI), pasta que fica mais próxima do presidente e que passou a ter papel centralizador da segurança desde a criação da força-tarefa de Inteligência, criada o mês passado pela gestão Michel Temer.

Com a vacância da Defesa, uma disputa se abriu entre os militares. O Exército queria manter o ministério, hoje ocupado pelo general Joaquim Silva e Luna. A Aeronáutica corria por fora. E a Marinha era a favorita com o almirante Eduardo Leal Ferreira, atual comandante da Força. Com a escolha pelo general Fernando, a única sem representação no primeiro escalão do futuro governo de extrema direita é a Marinha, por enquanto. “Até onde eu sei, o atual ministro tem desempenhado muito bem, inclusive na composição dos interesses das três forças. O general Fernando vai tentar seguir esses passos, de apaziguar, conciliar e estabelecer um consenso entre todos os militares”, avaliou o professor Figueiredo, da UFF.

Não será um ministro qualquer. O Governo Temer já deu protagonismo sem precedentes aos militares desde 1988. Foi o atual presidente que convocou os militares para atuar na intervenção federal do Rio – tema sobre o qual a nova gestão terá de deliberar até o fim de dezembro, quando expira o mandato legal da medida. Foi também Temer que rompeu a tradição estabelecida pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso de nomear um civil para a pasta da Defesa. Agora, com a escolha de um general para o posto, Bolsonaro ignora o conselho de general Villas Bôas, que à Folha de S. Paulo havia dito que preferia alguém de fora da caserna. Na mesma entrevista, ele foi explícito sobre o temor de partidarização nos quartéis com o novo Governo.

Nesta terça, ao saber da nomeação, o atual comandante do Exército elogiou a escolha, mas voltou a reforçar a mensagem de que a chegada de Bolsonaro ao poder –algo que não acontecia a um militar pela via eleitoral desde 1945– não deve implicar um maior envolvimento dos militares no Governo. “Embora muitos militares estejam sendo chamados a participar do Governo, isso não significa que o Exército, como instituição, esteja fazendo isso. O Exército continua no seu papel de instituição de Estado, apolítica e apartidária”, frisou.

Corrida nas Forças

A substituição nos comandos das forças deve ser uma das primeiras pautas a serem tratadas pelo general Fernando. A depender do grupo que hoje orbita o presidente, os atuais comandantes da Aeronáutica, Nivaldo Rossato, e da Marinha, Leal Ferreira, devem ser mantidos. No Exército a troca é dada como certa, pois o general Villas Bôas sofre de uma doença degenerativa.

Entre a força terrestre a tradição prevê que o general mais antigo assuma o comando. A maioria dos presidentes costuma seguir essa regra informal, nos últimos anos –apenas Dilma Rousseff (PT) a quebrou.

Os três generais da ativa mais antigos no topo da hierarquia militar foram colegas de Bolsonaro nos anos em que frequentou a escola de formação de oficiais, a Academia Militar dos Agulhas Negras (Aman). Pela ordem de antiguidade: Edson Leal Pujol, chefe de do Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército, Paulo Humberto César de Oliveira, chefe do Estado Maior (o número dois da corporação), e Mauro César Lourena Cid, chefe do departamento de Educação e Cultura do Exército. Três fontes relataram ao EL PAÍS que o favorito para a função é o general Paulo Humberto porque teria maior proximidade com o presidente eleito. Pujol e Cid correriam por fora.

 Bolsonaro diz que quer cortar “no mínimo” 30% dos cargos comissionados


Jair Bolsonaro afirmou nesta terça-feira que planeja cortar “no mínimo” 30% dos cargos comissionados no governo federal.

Para o presidente eleito, há um “exagero” no número atual, de 23 mil.

“Não posso falar percentual, no mínimo 30% tem que cortar. Eu fui deputado e vereador, 30 anos, com comissionados do meu lado, eles são importantes, mas concordo que há um exagero no número de comissionados .”

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Do Jornal do Brasil

De acordo com pesquisa feita por questionário online e divulgada pelo Instituto Paraná Pesquisas nesta terça-feira (13), 89,4% dos brasileiros consideraram injusto o reajuste salarial concedido aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Apenas 8,1% dos que responderam ao questionário acham que o aumento foi justo. 2,5% não sabem ou não responderam. Para 89%, o Brasil não tem momento para arcar com o aumento. Já 7,8% responderam que sim, o País tem condições; 3,1% não sabem ou não opinaram.

Macaque in the trees
O reajuste para o STF foi aprovado por 41 votos a 16, com uma abstenção (Foto: Agência Brasil)

O Instituto Paraná Pesquisas entrevistou 2.008 pessoas via questionário online, em 170 municípios de 26 Estados. A pesquisa foi feita entre 9 e 11 de novembro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais.

O Senado aprovou na última quarta-feira (7) projetos de lei que concedem aumento aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e ao procurador-geral da República. O reajuste altera o subsídio dos 11 integrantes do STF e da atual chefe do Ministério Público Federal, Raquel Dodge, de R$ 33,7 mil para R$ 39 mil e provoca um efeito cascata sobre os funcionários do Judiciário, abrindo caminho também para um possível aumento dos vencimentos dos parlamentares e do presidente da República.

Responsabilidade fiscal

Relator do projeto na CAE que havia emitido um parecer contrário ao texto, Ricardo Ferraço (PSDB-ES) disse que a matéria viola a Lei de Responsabilidade Fiscal e a Constituição, já que não há dotação orçamentária suficiente para o aumento.

“O cálculo feito pela Consultoria do Senado dá conta de que esta matéria impacta as contas nacionais em torno de R$ 6 bilhões. E aí vale perguntar: como fará o estado quebrado e falido do Rio de Janeiro? Como fará o estado quebrado e falido do Rio Grande do Sul e até o de Minas Gerais? Porque existe o efeito cascata. Esse impacto trará aos nossos estados

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Posted on 14-11-2018
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Sinfrônio, no (CE)

 

 
Imagem de satélite mostra o incêndio Camp Fire, no norte da Califórnia, ainda no início, na quinta-feira. — Foto: Nasa/Cortesia à Reuters Imagem de satélite mostra o incêndio Camp Fire, no norte da Califórnia, ainda no início, na quinta-feira. — Foto: Nasa/Cortesia à Reuters

Imagem de satélite mostra o incêndio Camp Fire, no norte da Califórnia, ainda no início, na quinta-feira. — Foto: Nasa/Cortesia à Reuters

O número de mortos nos incêndios florestais no norte e no sul da Califórnia, nos Estados Unidos, chegou a 44 nesta terça-feira (13). Desse total, 42 morreram na tragédia que recebeu o nome de Camp Fire, na parte norte do estado norte-americano. É o maior incêndio da história da Califórnia, afirmam as autoridades locais.Bombeiro descansa em meio a floresta queimada no incêndio Camp Fire, na California — Foto: John Locher/AP Photo Bombeiro descansa em meio a floresta queimada no incêndio Camp Fire, na California — Foto: John Locher/AP Photo

Bombeiro descansa em meio a floresta queimada no incêndio Camp Fire, na California — Foto: John Locher/AP Photo

Equipes de resgate procuram por restos mortais em uma residência queimada em Paradise, Califórnia — Foto: Josh Edelson / AFP Photo

Equipes de resgate procuram por restos mortais em uma residência queimada em Paradise, Califórnia — Foto: Josh Edelson / AFP Photo

Veja os números do incêndio:

  • 505,86 km² – É a extensão da área queimada pelo Camp Fire, segundo a Nasa. O número equivale a cerca de um terço do município de São Paulo ou pouco mais de toda a área de Porto Alegre. Até esta terça-feira, só 30% foi controlado.
  • 7,6 mil – Número de construções destruídas pelo incêndio, o que torna o Camp Fire o mais destrutivo da história da Califórnia, segundo o “New York Times”. Desse total, 6.453 eram casas de família.
  • 42 mortos – Número de mortos apenas no Camp Fire. Com o incêndio no sul da Califórnia, perto de Malibu, o total de pessoas que morreram nas queimadas no estado chegou a 44;
  • 228 desaparecidos – Alto número de desaparecidos deve elevar o número de mortos nos incêndios;
  • 27 mil habitantes – Viviam em Paradise, cidade no norte da Califórnia completamente destruída pelo incêndio.
 
Califórnia tem apenas um terço dos focos de incêndio controlados

Califórnia tem apenas um terço dos focos de incêndio controlados

O Camp Fire afeta uma ampla região do condado de Butte, na cordilheira Sierra Nevada. O local atingido fica ao norte da capital do estado, Sacramento.

 
Sobe para 44 o número de mortos nos incêndios da Califórnia

Sobe para 44 o número de mortos nos incêndios da Califórnia

Até então, o incêndio que atingiu o Griffith Park (Los Angeles), em 1933, tinha deixado 29 mortos era considerado o mais letal da história da Califórnia, de acordo com o Departamento de Bombeiros da Califórnia (Cal Fire).

O tempo seco e os fortes ventos contribuíram para a propagação das chamas dos últimos dias. As causas dos incêndios são investigadas.

Homem procura por vítimas de incêndio Camp Fire, que destruiu cidade no norte da Califórnia — Foto: John Locher/AP Photo

Homem procura por vítimas de incêndio Camp Fire, que destruiu cidade no norte da Califórnia — Foto: John Locher/AP Photo

Ponte Golden Gate, em São Francisco, encoberta por fumaça do incêndio florestal na Califórnia na segunda-feira — Foto: Eric Risberg/AP Photo

Ponte Golden Gate, em São Francisco, encoberta por fumaça do incêndio florestal na Califórnia na segunda-feira — Foto: Eric Risberg/AP Photo

Focos de incêndio pontuais estavam nas colinas acima da Universidade Pepperdine, na região de Malibu, na Califórnia, na segunda-feira (13) — Foto: Robyn Beck / AFP

Focos de incêndio pontuais estavam nas colinas acima da Universidade Pepperdine, na região de Malibu, na Califórnia, na segunda-feira (13) — Foto: Robyn Beck / AFP

Outros incêndios ativos

O incêndio Woolsey, no sul do estado, destruiu 37 hectares nos condados de Ventura, destruindo 435 imóveis. Duas pessoas morreram. Cerca de 30% foi contido.

Na região fica a cidade de Malibu, residência de várias estrelas de Hollywood – e de Los Angeles, ao sul do estado. No sábado (10), famosos como Lady Gaga, Kim Kardashian e Guillermo del Toro tiveram que abandonar suas casas.

O ator Gerard Butler postou que sua casa em Malibu ficou completamente destruída pelas chamas.

O Hills Fire atingiu um pouco mais de 1,6 hectares. Ele permanece ativo, mas os bombeiros conseguiram controla 85% dele.

 

 — Foto: Juliane Monteiro/G1  

— Foto: Juliane Monteiro/G1

Trump

Na segunda-feira, o presidente americano, Donald Trump, aprovou a solicitação da Califórnia para declarar os incêndios um “desastre de especial gravidade”. Assim, o governo federal oferecerá aos afetados ajuda financeira para alojamento, desemprego, despesas legais e tratamento psicológico.

“Acabo de aprovar a solicitação de Desastre de Especial Gravidade para o estado da Califórnia. Queria responder rápido para aliviar um pouco esse incrível sofrimento. Estou com vocês. Deus abençoe todas as vítimas e famílias afetadas”, escreveu o governante na sua conta do Twitter.

 Bombeiros chegam ao entardecer de segunda-feira (12) ao Point Dume em Malibu, na Califórnia — Foto: Robyn Beck / AFP

Bombeiros chegam ao entardecer de segunda-feira (12) ao Point Dume em Malibu, na Califórnia — Foto: Robyn Beck / AFP

Anteriormente, Trump acusou as autoridades locais de má gestão florestal. “Não há motivos para estes incêndios grandes e mortais na Califórnia, exceto que a gestão florestal é muito ruim”, escreveu Trump no Twitter no sábado.

“Bilhões de dólares são dados a cada ano, com tantas vidas perdidas, tudo por causa da má administração das florestas. Consertem agora ou não acontecerão mais pagamentos do Fed”, disse Trump.

Brian Rice, diretor dos Bombeiros Profissionais da Califórnia, classificou os comentários de “desinformados, inoportunos e humilhantes para aqueles que estão sofrendo”. Também disse que as afirmações do presidente sobre má gestão florestal “são perigosamente equivocadas”.

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