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Luciano Hang, da Havan, promove “enterro” do PT em Brusque(SC)…

 

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…Gabrielli, em carta aberta a Lula na cadeia, convoca “resistência”.

 

ARTIGO DA SEMANA

 

Dois Brasis: de Santa Catarina, de Hang da Havan, à Bahia, de Gabrielli

 

Vitor Hugo Soares
 

Mesmo depois do convite do presidente eleito, Jair Bolsonaro, e da aceitação, pelo juiz federal Sérgio Moro, para assumir o superministério da Justiça e da Segurança – fato relevante e de ressonância internacional – não se pode dizer, exatamente, que temos um novo País (como pensam e falam alguns partidários dos vencedores ou analistas). Creio, porém, diante das primeiras reações dos derrotados (entre estas a Carta Aberta do ex-presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli à Lula, preso em Curitiba, e as declarações do advogado Kakay), que algo se move do lado de baixo da linha do Equador, depois das urnas apuradas. 

Ouso dizer isso, após viajar entre duas pontas do território brasileiro, uma semana antes da votação no segundo turno: da nordestina Salvador/Bahia, dos petistas Jaques Wagner, Rui Costa e Gabrielli, condutores da campanha de Fernando Haddad – por determinação do ex-presidente preso – à sulista Blumenau/Santa Catarina (estado referencial do bolsonarismo nascente: do comandante Carlos Moisés, eleito governador pelo PSL, com 71,09% dos votos válidos).

E do empresário Luciano Hang, militante das forças econômicas liberais de direita, vitoriosas nas urnas de 28 de outubro. Dono de florescente império de lojas de departamento, nacional, apontado em polêmica reportagem, da Folha de S. Paulo, como um dos principais financiadores da surpreendente campanha do capitão nas redes sociais. “Homem de bem, sério e do trabalho 24 horas por dia, marca dos catarinenses em geral, mas que este filho de Brusque encarna como poucos”, disse o dono da pousada, em Blumenau, onde fui comemorar nova idade, na Oktoberfest. De volta, acompanhei feérica queima de fogos (16 minutos) que Hang patrocinou, em sua cidade, e seu discurso gravado em vídeo, que incendiou as redes sociais.

 Digo isso, também, depois de contados os milhões de votos, das não menos polêmicas urnas eletrônicas de uma das maiores repúblicas democráticas do planeta, das quais o capitão da reserva do Exército, Jair Messias Bolsonaro – ferido a peixeira “na boca do estômago”, como dizem os nordestinos – foi eleito o 38º  presidente do Brasil, com mais de 55 milhões de votos. Nada disto bastou para superar a agressiva retórica, o esquerdismo infantil, as tensões flutuantes, apesar da vontade popular expressa nas urnas. Na manhã do dia seguinte à eleição, o ex-presidente da Petrobras – estatal pilhada por corruptos e corruptores nos governos Lula e Dilma – José Sérgio Gabrielli, em trecho simbólico na Carta Aberta à Lula, açula os companheiros petistas a insistirem empunhando a bandeira do “nós e eles”, dos “Dois Brasis” em choque.

“Não teremos tempo para curar as feridas. Mesmo feridos, a luta continua. Lideranças no Senado emergirão e Jaques Wagner surge como um grande quadro. Bem relacionado com os governadores do Nordeste… Ele será um líder nacional importante. O povo nordestino, sob a liderança de seus governadores, foi um gigante. Os estados do Nordeste, bastiões da democracia, honrando sua história de lutas, foram resistentes e deram uma grande vitória a Haddad/Manuela”.

Em resumo 😮 partido acima de tudo e de todos; nenhuma autocrítica pelo fracasso político e eleitoral. De novo os interesses personalistas colocados acima da vontade da Nação, expressa nas urnas democráticas. O que esperar? Responda quem souber.

Vitor Hugo Soares é jornalista, editor do site blog Bahia em Pauta. E-mail: vitor_soares1@terra.com.br 

“Marambaia”, Elis Regina: “Eu tenho uma cazinha lá na Marambaia, fica na beira da praia, só vendo que beleza”. Maravilha de samba que vem de longe e Elis ajuda a eternizar com sua insuperável interpretação.

BOM DIA!!!

( Vitor Hugo Soares)

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, se recusou a responder às perguntas da reportagem ao embarcar, em Itacuruçá, para um passeio de barco com a família pela Restinga de Marambaia, uma área de reserva da Marinha, em Mangaratiba, município do litoral sul do Rio.

Ele estava acompanhado da mulher, Michelle, da filha mais nova e do filho Carlos Bolsonaro, entre outros familiares, amigos e seguranças da Polícia Federal. Foi recebido por oficiais da Marinha, que possui um restaurante de acesso restrito na Reserva. Posou para fotos com eleitores e autorizou o embarque de um cinegrafista de TV em um barco de apoio.

Desde a manhã de hoje, Bolsonaro e sua equipe dão sinais de que vão restringir os contatos com a imprensa. Logo cedo, pelo Twitter, o presidente disse “desautorizar” declarações de qualquer grupo intitulado “equipe do Bolsonaro”. Citou diretamente os temas de previdência e CPMF, que já foram objeto de divergência entre membros da equipe econômica e seus assessores mais próximo da área política. Ao embarcar, o presidente, que ficou cerca de 5 minutos interagindo com dezenas de pessoas que correram para o deck, ignorou todas as perguntas.

Macaque in the trees
Bolsonaro tira medidas para terno da posse na manhã desta sexta-feira (2) (Foto: reprodução redes sociais)

Mais cedo, ao sair de uma reunião na casa de Bolsonaro, o futuro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, se recusou a responder à maior parte das perguntas. Ele informou apenas que havia aprovado os nomes da equipe de transição e confirmou a agenda do novo presidente em Brasília essa semana. Segundo ele, Bolsonaro só voltará a falar na quarta-feira, em Brasília, após encontro com o presidente Michel Temer.

Perguntado se havia sido baixada uma lei do silêncio, Onyx negou, mas avisou que os contatos com jornalistas serão mais restritos.

A reportagem perguntou à futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro, se eles pretendem retornar hoje da restinga. Ela não respondeu, mas policiais do Batalhão de Choque que fazem a escolta do presidente eleito informaram que foram orientados a permanecer em Itacuruçá.

Feriado na base naval 

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) passará o feriado na base naval de Restinga de Marambaia, no Rio de Janeiro. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa da Marinha, de acordo com o site G1. 

O local recebe presidentes para períodos de descanso na parte oeste da Restinga da Marambaia, onde fica o Centro de Avaliação da Ilha da Marambaia. O presidente Michel Temer passou o feriado de carnaval no local.

Felipe Betim
Felipe Betim Jornalista | Periodista – El País
São Paulo

Poucos dias após a eleição de Jair Bolsonaro para presidente da República, a oposição ao ultradireitista já começa a discutir que rumos tomar já a partir de agora. Publicamente todos demonstram intenção em formar uma frente ampla suprapartidária a favor da democracia, com a adesão dos mais diversos grupos e correntes ideológicas. Mas a realidade é um pouco mais difícil. Enquanto o Partido dos Trabalhadores (PT) ainda digere a derrota de Fernando Haddad no último domingo, parlamentares de três partidos, PSB, PCdoB e PDT, se reuniram para articular uma atuação em bloco na Câmara. Paralelamente, Ciro Gomes, que ficou em terceiro lugar na disputa, vem fazendo fortes críticas a estratégia do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que impôs sua candidatura e passou o bastão a Fernando Haddad no último minuto, ao mesmo tempo que inviabilizava outras alternativas. Também admitiu que articula uma frente opositora de centro-esquerda no Congresso. Até aqui, a oposição parece se mover de modo a evitar protagonismo e hegemonismo do PT.

Ciro Gomes discursa em evento na favela da Rocinha, nas vésperas do primeiro turno.
Ciro Gomes discursa em evento na favela da Rocinha, nas vésperas do primeiro turno. Leo Canabarro Fotos Públicas

Sobre a formação de um possível bloco entre PDT, PSB e PCdoB, o deputado Orlando Silva, líder do último partido na Câmara, questiona: “Por que o PT tem necessariamente que estar dentro? O PT faz parte do mesmo campo político, mas isso não quer dizer que nossa ação parlamentar seja o tempo todo juntos”. Ele explica ainda que a formação do bloco não é uma aliança ideológica, mas “apenas uma articulação parlamentar de bancadas que possuem afinidades” com o objetivo de “qualificar a oposição, influenciar a formação da mesa da Câmara e apresentar uma pauta para o legislativo”. O atual momento, acrescenta, “exige uma construção mais ampla, sem hegemonismo de ninguém”.

Logo após a derrota, a presidenta do PT, a senadora Gleisi Hoffmann, declarou em entrevista que Haddad, por causa dos 47 milhões de votos que teve no segundo turno, se habilitava a liderar a oposição em torno dele. O PT foi também o partido que elegeu a maior bancada de deputados, 56, o que em tese lhe confere poder para liderar o bloco opositor. Mas a estratégia hegemonista adotada pelo PT até aqui parece ter gerado mais insatisfação do que adesão no campo progressista. Silva garante, porém, que a articulação “não tem o objetivo de isolar ninguém”, e que muitas pontes ainda serão feitas. “Outras forças podem vir. Mas por que obrigatoriamente tem que começar com o PT? Ele nem se colocou para participar, por que tem que participar?”, questiona. “Pode haver diferentes polos de oposição, e este é apenas um dos polos”.

Um movimento oposicionista alternativo ao PT também está sendo endossado por Ciro Gomes, que ficou em terceiro lugar na disputa pela presidência. A ideia, segundo disse a Folha de S. Paulo, é que parlamentares do PSB, PSDB, PPS e até o DEM formem parte desse bloco —não ficou claro se o PCdoB de Orlando Silva e de Manuela d’Ávila, candidata a vice de Haddad, formaria parte dessa frente. “O objetivo é ampliar a centro-esquerda. Eu imagino que o PSDB não vai querer se associar ao PT e, pelo menos a parte mais sadia da sigla, não vai querer se associar ao Bolsonaro. E por antipetismo vamos ficar longe deles?”, afirmou. Ele não rejeita por completo a participação de petistas, mas acredita que uma frente articulada pelo partido seria uma “mentira da burocracia petista”. “Não excluo o PT. Apenas não podemos permitir que o PT venha exercitar a sua fraude em cima desse momento tão crítico do país”, disse.

Em entrevista ao mesmo jornal, afirmou ter sido “miseravelmente traído por Lula” e seus “asseclas”, e que nunca mais faria campanha junto com o PT. Ciro se referia sobretudo ao fato de Lula ter esticado sua candidatura ao mesmo tempo que negociava a neutralidade do PSB de modo a esvaziar o palanque do PDT. O ex-candidato negou que já esteja se lançando a presidência em 2022 e se disse favorável a renovação. O EL PAÍS tentou entrar em contato com o candidato, mas até o momento não obteve resposta.

Diante das notícias, a candidata a vice de Haddad, a deputada estadual Manuela d’Ávila, tuitou que o PCdoB já pregava desde o início da campanha a confluência de forças progressistas. “Para mim, este foi o erro original e mais importante frente ao qual todos os outros são menores”, explicou. “Esse momento, mesmo não tendo sido suficiente para vencer, deu o recado e o caminho para todos nós: unidade generosa, sem hegemonismo, sem estrelismo, todo mundo junto e igual”, acrescentou. Em clara referência as declarações de Ciro Gomes, d’Ávila afirmou ainda que “buscar responsabilizar agora qualquer ator ou força política, isoladamente, por nossa derrota é não compreender quem são nossos adversários e os gigantescos interesses contra os quais disputamos a eleição”. O EL PAÍS também tentou entrar em contato com a deputada, mas não obteve retorno.

Para o deputado federal Paulo Pimenta, líder do PT na Câmara, os trabalhos da oposição já começaram nesta semana de modo a evitar que “o consórcio Temer-Bolsonaro” já tente aprovar pautas que vão contra “o interesse comum”. Ele diz ainda que uma oposição de verdade não pode ser construída sem o PT e PSOL, nem que “três pessoas sentadas numa mesa vão decidir que são eles a oposição”. Lembrou ainda que alguns candidatos a governador pelo PDT apoiaram Bolsonaro no segundo turno e mostrou desconfiança com relação às intenções do partido. “Eles vão ter que decidir que papel vão cumprir, se vão querer ser uma linha auxiliar, uma oposição propositiva. Que medidas pode ser apoiadas? Como alguém vai apoiar o neofascimo?”, disse ao EL PAÍS.

Entretanto, minimizou a reunião dos parlamentares do PDT, PSB e PCdoB e afirmou que ela não significava um posicionamento das direções nacionais desses partidos. Também garantiu que o PT não busca hegemonia neste momento. “Acho que temos que reunir todos os setores que lutaram em defesa de Haddad. Ele deve ter um papel fundamental, mas não temos que falar em liderar, temos que trabalhar num conceito mais horizontal”, disse. O esforço, opina ele, deve ser centrado na construção de uma frente ampla democrática que possa incluir inclusive a centro-direita que se opõe a Bolsonaro. “Quem está querendo discutir candidaturas não entendeu nada”, afirmou.

O papel do PSOL

Fora de toda essa articulação política está o PSOL, que dobrou sua bancada, de cinco para dez parlamentares. “Para nós essa articulação não causa estranhamento, porque sempre fizemos uma oposição mais firme. E esse bloco quer fazer uma oposição mais moderada. Eles mesmos estão falando isso”, afirmou o deputado federal Ivan Valente. “Os interesses não estão tão claros ainda, mas nós entendemos que é preciso tomar cuidado ao mostrar um tipo de divergência que não cabe agora. O importante é criar uma frente em cima de uma plataforma antibolsonarista”, acrescentou. Para ele, a articulação recente sinaliza que uma tentativa de deixar o PT de fora, “o que é incorreto, uma vez que mostra divisão política na oposição”.

Ao mesmo tempo, se mostra confiante de que uma frente ampla “se dê na prática”, independente dos blocos ou polos de oposição. “Ela é natural, porque existe convergência na oposição a uma agenda ultraliberal e na área de segurança pública. Isso tudo é provisório, porque vai vir a vida real, vai vir a pauta radicalizada, vai ter muita coisa. Pode acontecer disputa por hegemonia, mas para disputar precisa ter condições”.

nov
03

Do  Jornal do Brasil

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, anunciou nesta quinta-feira (1º) que a Polícia Federal (PF) vai investigar a existência de um grupo criminoso articulado para atrapalhar e impedir as investigações do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e de seu motorista, Anderson Gomes, em março. O ministro solicitou a instauração de inquérito policial para apurar o envolvimento de agentes públicos, milicianos e contraventores que estariam atuando em conjunto.

O pedido de atuação da PF foi feito no mesmo dia pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, com base em depoimentos de duas pessoas que estariam ligadas ao crime. “As denúncias são extremamente graves, precisam ser investigadas”, afirmou Jungmann. O ministro, no entanto, não quis dar informações sobre quem seriam essas pessoas e qual o grau de confiabilidade dos testemunhos. Ele disse apenas que os depoimentos foram dados há um mês a procuradores federais.

Macaque in the trees
Marielle Franco (Foto: Reprodução Facebook)

Reportagem do jornal O Globo desta quinta-feira mostra que um dos depoimentos foi dado pelo ex-policial militar Orlando de Oliveira Araújo, o Orlando de Curicica. Ele está preso na Penitenciária Federal de Mossoró (RN). Em entrevista concedida por escrito ao jornal, Curicica negou ter participado do duplo assassinato, mas afirmou que a Polícia Civil do Rio não tem interesse em elucidar o caso e que haveria pagamento de dinheiro a agentes públicos.

Ele acusou até o chefe do órgão, o delegado Rivaldo Barbosa, de ter montado uma intrincada rede de proteção aos chefes da contravenção envolvidos em assassinatos. De acordo com O Globo, a informação consta do depoimento de Curicica dado à PGR. Segundo apurou o Broadcast/Estadão, o segundo depoimento também foi tomado pelo Ministério Público em um presídio do Rio Grande do Norte.

Não há previsão de federalização da investigação da morte de Marielle e Anderson. O caso continuará com a Polícia Civil, com a ajuda do Ministério Público Estadual do Rio. Por considerar graves as informações dos depoimentos, Raquel Dodge pediu que a PF garanta segurança aos depoentes e a seus familiares.

Em agosto, Jungmann chegou a oferecer publicamente ajuda da Polícia Federal, mas autoridades do Rio a cargo da investigação recusaram. O ministro esclareceu que o novo inquérito pode, eventualmente, vir a ajudar a elucidar os assassinatos, mas destacou que as duas investigações têm objetivos diferentes.

“O que se está fazendo é criar um outro eixo que investigará aqueles ou aquelas que estejam dentro da máquina pública – portanto, agentes públicos -, ligados ao crime organizado ou a interesses políticos e que estão tentando impedir que seja elucidado esse crime. Então, em certo sentido, não deixa de ser uma investigação da investigação que está sendo feita”, disse.

Questionado se os depoimentos foram acompanhados de provas materiais, o ministro afirmou que não poderia dar detalhes porque o caso está sob sigilo. “São depoimentos em vídeo devidamente gravados por procuradores da República com fatos, nomes e valores que têm de ser devidamente investigados. Pode ser que não seja isso, mas também evidentemente pode ser que tenha fundamento.”

O chefe da Polícia Civil, delegado Rivaldo Barbosa, afirmou por meio de nota oficial que a investigação do caso Marielle está muito próxima do fim. Disse ainda que “repudia a tentativa de um miliciano altamente perigoso, que responde a 12 homicídios, de colocar em risco uma investigação que está sendo conduzida com dedicação e seriedade”. “Ao acusado (Curicica) foram dadas amplas oportunidades pela Polícia Civil para que pudesse colaborar com as investigações de duplo homicídio dentro do estrito cumprimento da lei.”

Curicica estava preso no Complexo Penitenciário de Gericinó, no Rio, mas, depois da morte da vereadora, foi transferido para a penitenciária federal. Na ocasião, por meio de seu advogado, ele contou que estava sendo pressionado pela polícia para confessar participação no crime e, como havia se negado a assumir a culpa, teria sido transferido.

“Não causaram surpresa as ilações feitas pelo preso, tendo em vista que, historicamente, chefes de organização criminosa, notadamente milícias, se utilizam desse artifício para desmoralizar e desacreditar instituições idôneas e seus membros”, continua a nota oficial. “Nenhum esforço está sendo poupado, cabendo ressaltar que todas as técnicas e os recursos disponíveis têm sido empregados no trabalho de investigação. Dentro desse propósito, o chefe de Polícia Civil garante: o caso está muito próximo de sua elucidação.”

nov
03
Posted on 03-11-2018
Filed Under (Artigos) by vitor on 03-11-2018


 

Claudio, no jornal

 

DO BLOG O ANTAGONISTA

Alto comando pressiona Heleno a trocar Defesa por cargo no Palácio do Planalto

Integrantes do Alto Comando do Exército querem convencer o general Augusto Heleno a trocar o Ministério da Defesa por um cargo de conselheiro de Jair Bolsonaro no Palácio do Planalto.

Dizem que, ao lado do presidente, Heleno – com seu perfil apaziguador – poderia atuar como um ‘algodão entre cristais’, baixando a tensão entre Paulo Guedes e Onyx Lorenzoni.

Coitado do Heleno.

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