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S. Salvador, no jornal

 

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A República de Ipanema e Leblon está muito louca

 

Fernanda Torres diz, na Folha, que se Messias for eleito, ocorrerá “lavagem cerebral. A Revolução Cultural de Mao aplicada ao livre mercado” e que ela “também não queria o PT” e acredita na responsabilidade fiscal, “mas qualquer coisa é melhor do que a teocracia armada”.

Mais: “A temporada de caça está aberta. Para andar em segurança, o sujeito vai ter que levar uma blusa do Ustra na mochila e fazer sinal de arminha com a mão, cada vez que o pelotão dos bons costumes passar”.

A atriz esclarece que não trabalha há dez anos com a Lei Rouanet. Ou seja, o conteúdo da sua coluna é pura convicção mesmo.

A República de Ipanema e Leblon está muito louca.

Do  Jornal do Brasil

 

O Datafolha divulgou nesta quinta-feira (25) pesquisa do segundo turno da eleição presidencial. Jair Bolsonaro (PSL) lidera com 56% dos votos válidos. O petista Fernando Haddad tem 44%. Com relação ao último levantamento, o petista tirou seis pontos percentuais de diferença para o adversário.

Para calcular votos válidos, são excluídos da amostra votos em branco, nulos e eleitores indecisos. A Justiça Eleitoral adota o mesmo procedimento para calcular o resultado da eleição.

Primeiro turno

No primeiro turno das eleições 2018, Bolsonaro teve 46,03% dos votos válidos. Fernando Haddad ficou em segundo na corrida, com 29,28%.

Se levada em conta intenção de voto total, Jair Bolsonaro tem 48%. Já Fernando Haddad soma 38%. Os votos brancos e nulos somam 8%. E um percentual de 6% dos entrevistados não respondeu.

O Datafolha entrevistou 9.173 mil pessoas, nos dias 24 e 25, em 341 municípios. A pesquisa foi registrada no TSE sob o número BR-05743/2018. O nível de confiança da pesquisa, encomendada por TV Globo e Folha de S. Paulo, é de 95%. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Rejeição

Além de perguntar aos entrevistados quem é seu candidato preferido, o Datafolha procurou medir o potencial de voto de cada um dos concorrentes. Após citar o nome de cada um dos candidatos, os entrevistadores perguntaram aos eleitores se votariam em cada um com certeza, se poderiam votar ou se não votariam de jeito nenhum.

Bolsonaro é o que tem mais simpatizantes convictos: 46% votariam nele com certeza, enquanto 44% não votariam no candidato do PSL. Haddad ainda é o que tem a maior rejeição: 52% não o escolheriam em nenhuma hipótese, e 37% manifestam certeza na escolha.

Certeza de voto

O Datafolha também perguntou o quão certos os eleitores estão em seus votos para presidente. Dos eleitores de Bolsonaro, 94% dos entrevistados estão decididos com relação ao voto. Já 91% dos que responderam que votarão em Haddad tem certeza do voto no candidato do PT.

“I Want To Break Free”, Queen: a portentosa interpretação de Mercury para matar a saudade de um inimitável artista do rock.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

Do Jornal do Brasil

 

‘Com Ciro (Gomes) a virada será mais fácil’, diz Haddad no Recife

O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, afirmou nesta quinta-feira, 25, no Recife, que “com Ciro (Gomes) a virada será mais fácil”. Em mais um aceno ao pedetista, o ex-prefeito de São Paulo disse que é hora de esquecer as arestas.

A expectativa é de que Ciro chegue ao Brasil na sexta-feira, 26, mas o pedetista não fez qualquer aceno a Haddad no segundo turno, frustrando as expectativas do PT.

“Até minha mulher está com ciúme do Ciro de tanto aceno que eu faço para ele. Eu vou continuar fazendo aceno porque eu gosto do Brasil acima de tudo. Não é com arrogância que nós vamos enfrentar o desafio que está posto. Vamos fazer um governo amplo, de unidade nacional, democrático e policial”, disse Haddad, em entrevista coletiva pouco antes de um ato político no Recife.

Macaque in the trees
Fernando Haddad e Ciro Gomes (Foto: Arte/ Jornal do Brasil)

A três dias do segundo turno das eleições, o petista iniciou a última viagem pelo Nordeste. Do Recife, Haddad deve ir à Paraíba e à Bahia antes de encerrar a campanha em São Paulo. O petista disse estar confiante na vitória. Segundo ele, há uma tendência de virada que começou pelo Sudeste.

O Datafolha divulgou nesta quinta-feira, 25, sua pesquisa de intenção de voto para a Presidência da República nas eleições 2018. O candidato Jair Bolsonaro (PSL) tem 56% das intenções de voto, enquanto seu adversário, Fernando Haddad (PT), aparece com 44%. Na comparação com o último Datafolha, a diferença entre os candidatos diminuiu de 18 pontos porcentuais para 12 pontos em uma semana.

Freddie Mercury, em um show no final dos anos 80
Freddie Mercury, em um show no final dos anos 80
Londres

 

Há algo enganador e difícil de capturar em Bohemian Rhapsody, a canção da banda britânica Queen composta por Freddie Mercury para o álbum A Night in the Opera (EMI, 1975). Milhões de pessoas sabem de cor as suas mudanças de tom e ritmo, seus extravagantes coros e falsetes e o contagiante riff da guitarra de Brian May. E, no entanto, qualquer um que tentar se exibir com ela em uma noite de álcool e karaokê inevitavelmente enfrentará o fracasso.

Algo parecido aconteceu com a maioria dos críticos de cinema em Londres depois de ver a estreia da cinebiografia de mesmo nome (no Brasil, o filme estreia no dia 1º de novembro). A categoria de lenda do Queen, e especialmente de Freddie Mercury, causou um duplo engano na espera ansiosa por um filme de filmagens turbulentas e que levou dez anos para ver a luz. As realizações musicais do grupo são indiscutíveis. A personalidade carismática de Mercury, com seu trágico final vítima da AIDS, também.

Os ingredientes eram perfeitos para uma história épica. A estreia deixou um gosto insosso e dispensável. “Se a intenção desse filme era que a gente saísse do cinema e começasse a repetir a incrível música desta banda (e é isso que este crítico fez), conseguiu. Mas se esperavam mais do que uma versão tingida de rosa do que poderia ter sido uma das biopics mais interessantes e comoventes de todos os tempos, tenham cuidado: eu gostei, mas isto não é vida real, está mais para fantasia”, escreveu o crítico James East no jornal The Sun, parafraseando em suas últimas palavras um dos trechos mais famosos da canção que dá título ao filme.

Freddie Mercury, em um show histórico nos anos 80 ampliar foto
Freddie Mercury, em um show histórico nos anos 80 Peter Still Getty
 

Só se salva da sensação generalizada de mediocridade o ator de ascendência egípcia Rami Malek, que consegue personificar, se não o magnetismo de Freddie Mercury, pelo menos sua explosão no palco e sua imagem inigualável. Não acontece o mesmo com a voz. Foi necessário fazer arranjos no estúdio de gravação para transmitir uma intensidade similar.

O primeiro ator escolhido foi o comediante Sacha Baron Cohen – quem nunca pensou em sua incrível semelhança com Mercury? –, mas discordâncias com os componentes ainda vivos do Queen fizeram com que ele abandonasse o projeto. O mesmo aconteceu com Ben Wishaw, a segunda opção. Houve também mudança de diretor. E todas essas vicissitudes levam à conclusão de que o filme nunca acabou tendo uma ideia clara do que se queria contar.

Bohemian Rhapsody expõe a solidão, os excessos e as incertezas de Mercury. E seu noivado, primeiro, e amor platônico depois, com Mary Austin, interpretada pela atriz Lucy Bointon. A ênfase naquele amor, que era real e se manteve até o fim (Austin herdou a mansão e a fortuna do cantor), agitou as redes sociais: muitos quiseram ver uma tentativa de camuflar a homossexualidade de Mercury. O filme não esconde, no entanto, nenhuma de suas paixões, mas deixa uma sensação para a maioria dos críticos de objetivo não cumprido. Poderiam ter extraído algo mais daquele provocador que chegou a dizer: “Sou capaz de dormir com qualquer coisa, homem, mulher ou gato”.

Mas se tratava mais de obter novas receitas de um sucesso que continua se prolongando por décadas. Um filme “perfeitamente adequado”, escreveu o crítico da BBC. E perfeitamente dispensável, de acordo com o consenso dos demais especialistas.

Rami Malek: de garoto robô a estrela do ‘rock’

Aos 37 anos, o currículo de Rami Malek não é tão extenso quanto meteórico. Nascido em Los Angeles (Califórnia) de pais egípcios, começou a carreira com um papel coadjuvante em séries como Gilmore Girls (que foi ao ar nos EUA de 2000 a 2007) e Medium (2005 a 2009), e curiosamente o seu primeiro personagem no cinema foi como faraó em Noite no Museu (2006). Sua grande chance veio em 2015, quando ganhou o papel principal da série célebre Mr. Robot, na qual interpreta um hacker, personagem que lhe rendeu um Emmy e cuja quarta e última temporada estreia em 2019. A sua transformação no grande Mercury é um momento crucial em sua carreira. Um personagem com o qual se identifica, como explicou em uma entrevista à revista ICON: “Sei que nossas famílias eram diferentes, mas como filho de família de imigrantes posso entender um jovem nascido em Zanzibar [Mercury], criado desde os dois anos em internatos em Mumbai e forçado a emigrar para Londres [na verdade, Mercury se muda para Londres aos oito anos]. Sei o que é falar uma língua diferente e comer outra comida dentro de casa. Eu sei o que significa ser diferente “.

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Posted on 26-10-2018
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Sinovaldo, no

 

“A gente não tem acesso à apuração dos votos”, diz sócio de empresa contratada pelo TSE

 

Por Claudio Dantas

Christian Limp, sócio e diretor comercial da CPD Informática, contratada pelo TSE para apoiar a divulgação dos resultados da votação de domingo, falou com O Antagonista.

“Viramos alvo de fake news de um dia para o outro. Falaram até que temos acesso às urnas eletrônicas. Isso não é verdade. A gente não tem acesso à apuração dos votos, não tem ingerência sobre o conteúdo gerado pelo TSE.”

Segundo ele, a CPD apenas vai ampliar a capacidade de acesso ao site do TSE em que são divulgados os resultados das urnas.

“O TSE não tem estrutura para sustentar tantos acessos no dia da eleição, por isso precisa terceirizar. São centenas de milhares de acessos simultâneos no Brasil e no exterior.”

Limp aproveita a oportunidade para dizer que não é o “Christian Azevedo” do Facebook, nem tem perfil na rede. Luciana Limp Sabino, sua irmã, também não é a “Luciana Sabino”, do PT de Minas, que aparece beijando Lula numa foto que circula no WhatsApp.

 
Rodolfo Borges

 

A fotografia circulou a partir das redes sociais de Jair Bolsonaro (PSL-RJ). Uma dezena de senhores que reivindica representar 32% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional posa ao lado do líder das pesquisas de intenção de voto à Presidência da República. A imagem sugere entendimento, mas não traduz com exatidão os cerca de 30 minutos de reunião na última segunda-feira na casa de Bolsonaro, no Rio de Janeiro. Assim como fez durante toda sua campanha, o candidato foi breve ao falar sobre seus planos. “O fundamental é que ele disse que não quer atrapalhar”, conta Fernando Figueiredo, presidente-executivo da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), um dos participantes da reunião, que notou que o presidenciável nem sequer segurava um papel para anotar os comentários dos industriais.

Os representantes de grupos como a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) foram apresentar seus pleitos por uma abertura comercial “com desenvolvimento econômico” e com defesa antidumping. Pediram ênfase em benefícios para investimento na construção civil e cobraram conteúdo local para a exploração do petróleo do pré-sal, uma demanda específica da indústria de máquinas. Mas saíram de lá apenas com a promessa de que, caso Bolsonaro seja eleito no próximo domingo, sentarão para conversar na semana seguinte com o economista liberal Paulo Guedes, apontado como futuro ministro da Economia e fiador de Bolsonaro no mercado financeiro.

A reunião da segunda-feira foi organizada por José Augusto de Castro, presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil. Ele conta que os representantes da indústria foram almoçar com o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), apontado por Bolsonaro como seu futuro ministro-chefe da Casa Civil, que os levou à casa do candidato. “Ele [Bolsonaro] disse que eventualmente poderíamos participar de fase de transição [de Governo] para discutir o que pode acontecer. Foi informal, quase coloquial, pró-forma”, diz Castro sobre a reunião, acrescentando que o grupo de executivos enfatizou o receio sobre uma redução tarifária unilateral no país para o comércio exterior. “Ele não deu nenhuma posição, nem a favor, nem contra. Se reduzirmos unilateralmente [a tarifa], para que fazer acordos?”, questiona Castro, que diz ter trabalhado com Guedes por seis anos. “Ele é muito competente. Muito falante, mas pé no chão”.

Os industriais aguardavam um aceno como esse desde o início do segundo turno. “A equipe de Jair Bolsonaro procura mais o mercado financeiro do que o setor produtivo”, queixou-se, logo após o primeiro turno das eleições brasileiras, o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale — o vice-presidente da associação estava no encontro desta segunda-feira. A declaração era a face pública do mal-estar entre as lideranças dos industriais mais poderosos da América Latina. Apesar de preferirem o candidato de extrema direita à volta do esquerdista PT ao poder, líderes dos setores produtivos não compartilham a mesma euforia dos investidores do mercado financeiro com a perspectiva da eleição de Bolsonaro.

Nesta segunda-feira, os responsáveis por 30 milhões de empregos diretos e indiretos assinaram um documento no qual dizem se colocar “a favor do diálogo” com Bolsonaro para a retomada da economia. Fernando Figueiredo, presidente-executivo da Abiquim, destaca, contudo, que o que ocorreu não foi uma reunião de apoio, mas de trabalho, já que os líderes setoriais não têm procuração para se posicionar politicamente. Apesar de não terem saído com qualquer garantia da reunião, os industriais podem celebrar a abertura de um canal de comunicação. Em uma campanha na qual as propostas acabaram suplantadas pelas paixões anti e a favor do PT, acirradas depois do atentado contra Bolsonaro, cada sinalização serve como sinal de porto seguro.

“De repente, começou uma discussão de se arma é importante ou não, mas o que isso significa para o país? Zero. Se a gente resolver o problema da educação e der emprego para os pais de família, arma é questão secundária”, dizia Figueiredo dias antes de se reunir com Bolsonaro. A associação contratou a consultoria Deloitte para montar uma agenda para o setor químico que auxiliasse os candidatos à Presidência. “O que está no programa político deles não me preocupa muito, o papel aceita tudo. Mas quem assumir o Governo vai ter de cair na realidade. Vai verificar que o país tem enormes desafios, alguns deles urgentes e outros estruturais”, diz o executivo.

Ressalvas

Incomodam ao setor produtivo brasileiro em particular as contradições na cúpula da campanha de Bolsonaro. Enquanto o frágil plano de Governo proposto pelo militar reformado fala diretamente em privatização, o candidato já demonstrou mais de uma vez seu receio de vender empresas de setores que ele considera estratégicos, como o de energia. O presidente Michel Temer acenou este ano, por exemplo, para a privatização da Eletrobras, que controla a geração e transmissão de energia do país. Mas Bolsonaro já se mostrou avesso à ideia. “Há instrumentos de mercado, como o golden share [participação acionista que confere poder especial ao Estado], que resolvem isso”, diz Venilton Tadini, presidente executivo Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib), citando os casos da fabricante de aeronaves Embraer e da mineradora Vale. “Se o regulador e fiscalizador é o Estado, é isso que importa. Na Inglaterra, todo o grid [sistema de distribuição e transmissão de energia] é privatizado, e com o Estado como regulador e fiscalizador”, completa. O plano de governo de Bolsonaro faz menção às golden shares como instrumentos para contornar “algumas dificuldades políticas que poderiam surgir durante o processo de privatizações”.

Outro presente à reunião com Bolsonaro, o presidente-executivo da Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), José Velloso, vem chamando a atenção para a perda de protagonismo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no financiamento ao longo do Governo Michel Temer. “Durante a gestão do [Henrique] Meirelles no Ministério da Fazenda, o BNDES diminuiu bastante de tamanho. Ocorreu um encarecimento das linhas de financiamento. Não defendemos juros subsidiados, mas os spreads [diferença entre quanto o banco paga ao investidor e quanto cobra quando empresta o dinheiro] estão muito altos”, reclama.

Segundo Velloso, a taxa de juro média para a compra de uma máquina no BNDES está entre 12% e 14% ao ano. “É mais caro do que o retorno do investimento. Assim, não tem investimento”, diz, cobrando reformas que tragam a volta da confiança. O banco de investimento público é mencionado apenas uma vez no programa de Bolsonaro, e no contexto das privatizações. Outra proposta de Bolsonaro que causa incômodo é a de ampliar o número de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) de 11 para 21, que não está em seu programa de Governo, mas que, segundo o candidato, vinha sendo estudada por sua equipe. Ele teria recuado da proposta, mas a dúvida ficou no ar. “Isso seria uma reação ao aparelhamento que o ex-presidente Lula fez no Supremo, mas é muito perigoso e preocupante”, diz Fernando Figueiredo, da Abiquim, que também critica a pretensão de tirar o Brasil do Acordo de Paris, tratado sobre a mudança climática, que em sua avaliação é bom para o Brasil. “Nossas reservas de gás natural e nossas matérias-primas para energia renovável nos dão vantagens no mundo com menos carbono”.

Imagem, Quarteto em Cy e o Tamba Trio! Obrigado, Deus!

BOM DIA!!!

(Gilson Nogueira)

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AVISO AOS OUVINTES E LEITORES: o Bahia em Pauta segue enfrentando problemas tecnicos, mas espera supera-los ainda hoje. Esta  musica nos fortalece mais. Obrigado, Gilson!!!

(Vitor Hugo Soares)

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