Do  Jornal do Brasil

 

O Datafolha divulgou nesta quinta-feira (25) pesquisa do segundo turno da eleição presidencial. Jair Bolsonaro (PSL) lidera com 56% dos votos válidos. O petista Fernando Haddad tem 44%. Com relação ao último levantamento, o petista tirou seis pontos percentuais de diferença para o adversário.

Para calcular votos válidos, são excluídos da amostra votos em branco, nulos e eleitores indecisos. A Justiça Eleitoral adota o mesmo procedimento para calcular o resultado da eleição.

Primeiro turno

No primeiro turno das eleições 2018, Bolsonaro teve 46,03% dos votos válidos. Fernando Haddad ficou em segundo na corrida, com 29,28%.

Se levada em conta intenção de voto total, Jair Bolsonaro tem 48%. Já Fernando Haddad soma 38%. Os votos brancos e nulos somam 8%. E um percentual de 6% dos entrevistados não respondeu.

O Datafolha entrevistou 9.173 mil pessoas, nos dias 24 e 25, em 341 municípios. A pesquisa foi registrada no TSE sob o número BR-05743/2018. O nível de confiança da pesquisa, encomendada por TV Globo e Folha de S. Paulo, é de 95%. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Rejeição

Além de perguntar aos entrevistados quem é seu candidato preferido, o Datafolha procurou medir o potencial de voto de cada um dos concorrentes. Após citar o nome de cada um dos candidatos, os entrevistadores perguntaram aos eleitores se votariam em cada um com certeza, se poderiam votar ou se não votariam de jeito nenhum.

Bolsonaro é o que tem mais simpatizantes convictos: 46% votariam nele com certeza, enquanto 44% não votariam no candidato do PSL. Haddad ainda é o que tem a maior rejeição: 52% não o escolheriam em nenhuma hipótese, e 37% manifestam certeza na escolha.

Certeza de voto

O Datafolha também perguntou o quão certos os eleitores estão em seus votos para presidente. Dos eleitores de Bolsonaro, 94% dos entrevistados estão decididos com relação ao voto. Já 91% dos que responderam que votarão em Haddad tem certeza do voto no candidato do PT.

“I Want To Break Free”, Queen: a portentosa interpretação de Mercury para matar a saudade de um inimitável artista do rock.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

Do Jornal do Brasil

 

‘Com Ciro (Gomes) a virada será mais fácil’, diz Haddad no Recife

O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, afirmou nesta quinta-feira, 25, no Recife, que “com Ciro (Gomes) a virada será mais fácil”. Em mais um aceno ao pedetista, o ex-prefeito de São Paulo disse que é hora de esquecer as arestas.

A expectativa é de que Ciro chegue ao Brasil na sexta-feira, 26, mas o pedetista não fez qualquer aceno a Haddad no segundo turno, frustrando as expectativas do PT.

“Até minha mulher está com ciúme do Ciro de tanto aceno que eu faço para ele. Eu vou continuar fazendo aceno porque eu gosto do Brasil acima de tudo. Não é com arrogância que nós vamos enfrentar o desafio que está posto. Vamos fazer um governo amplo, de unidade nacional, democrático e policial”, disse Haddad, em entrevista coletiva pouco antes de um ato político no Recife.

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Fernando Haddad e Ciro Gomes (Foto: Arte/ Jornal do Brasil)

A três dias do segundo turno das eleições, o petista iniciou a última viagem pelo Nordeste. Do Recife, Haddad deve ir à Paraíba e à Bahia antes de encerrar a campanha em São Paulo. O petista disse estar confiante na vitória. Segundo ele, há uma tendência de virada que começou pelo Sudeste.

O Datafolha divulgou nesta quinta-feira, 25, sua pesquisa de intenção de voto para a Presidência da República nas eleições 2018. O candidato Jair Bolsonaro (PSL) tem 56% das intenções de voto, enquanto seu adversário, Fernando Haddad (PT), aparece com 44%. Na comparação com o último Datafolha, a diferença entre os candidatos diminuiu de 18 pontos porcentuais para 12 pontos em uma semana.

Freddie Mercury, em um show no final dos anos 80
Freddie Mercury, em um show no final dos anos 80
Londres

 

Há algo enganador e difícil de capturar em Bohemian Rhapsody, a canção da banda britânica Queen composta por Freddie Mercury para o álbum A Night in the Opera (EMI, 1975). Milhões de pessoas sabem de cor as suas mudanças de tom e ritmo, seus extravagantes coros e falsetes e o contagiante riff da guitarra de Brian May. E, no entanto, qualquer um que tentar se exibir com ela em uma noite de álcool e karaokê inevitavelmente enfrentará o fracasso.

Algo parecido aconteceu com a maioria dos críticos de cinema em Londres depois de ver a estreia da cinebiografia de mesmo nome (no Brasil, o filme estreia no dia 1º de novembro). A categoria de lenda do Queen, e especialmente de Freddie Mercury, causou um duplo engano na espera ansiosa por um filme de filmagens turbulentas e que levou dez anos para ver a luz. As realizações musicais do grupo são indiscutíveis. A personalidade carismática de Mercury, com seu trágico final vítima da AIDS, também.

Os ingredientes eram perfeitos para uma história épica. A estreia deixou um gosto insosso e dispensável. “Se a intenção desse filme era que a gente saísse do cinema e começasse a repetir a incrível música desta banda (e é isso que este crítico fez), conseguiu. Mas se esperavam mais do que uma versão tingida de rosa do que poderia ter sido uma das biopics mais interessantes e comoventes de todos os tempos, tenham cuidado: eu gostei, mas isto não é vida real, está mais para fantasia”, escreveu o crítico James East no jornal The Sun, parafraseando em suas últimas palavras um dos trechos mais famosos da canção que dá título ao filme.

Freddie Mercury, em um show histórico nos anos 80 ampliar foto
Freddie Mercury, em um show histórico nos anos 80 Peter Still Getty
 

Só se salva da sensação generalizada de mediocridade o ator de ascendência egípcia Rami Malek, que consegue personificar, se não o magnetismo de Freddie Mercury, pelo menos sua explosão no palco e sua imagem inigualável. Não acontece o mesmo com a voz. Foi necessário fazer arranjos no estúdio de gravação para transmitir uma intensidade similar.

O primeiro ator escolhido foi o comediante Sacha Baron Cohen – quem nunca pensou em sua incrível semelhança com Mercury? –, mas discordâncias com os componentes ainda vivos do Queen fizeram com que ele abandonasse o projeto. O mesmo aconteceu com Ben Wishaw, a segunda opção. Houve também mudança de diretor. E todas essas vicissitudes levam à conclusão de que o filme nunca acabou tendo uma ideia clara do que se queria contar.

Bohemian Rhapsody expõe a solidão, os excessos e as incertezas de Mercury. E seu noivado, primeiro, e amor platônico depois, com Mary Austin, interpretada pela atriz Lucy Bointon. A ênfase naquele amor, que era real e se manteve até o fim (Austin herdou a mansão e a fortuna do cantor), agitou as redes sociais: muitos quiseram ver uma tentativa de camuflar a homossexualidade de Mercury. O filme não esconde, no entanto, nenhuma de suas paixões, mas deixa uma sensação para a maioria dos críticos de objetivo não cumprido. Poderiam ter extraído algo mais daquele provocador que chegou a dizer: “Sou capaz de dormir com qualquer coisa, homem, mulher ou gato”.

Mas se tratava mais de obter novas receitas de um sucesso que continua se prolongando por décadas. Um filme “perfeitamente adequado”, escreveu o crítico da BBC. E perfeitamente dispensável, de acordo com o consenso dos demais especialistas.

Rami Malek: de garoto robô a estrela do ‘rock’

Aos 37 anos, o currículo de Rami Malek não é tão extenso quanto meteórico. Nascido em Los Angeles (Califórnia) de pais egípcios, começou a carreira com um papel coadjuvante em séries como Gilmore Girls (que foi ao ar nos EUA de 2000 a 2007) e Medium (2005 a 2009), e curiosamente o seu primeiro personagem no cinema foi como faraó em Noite no Museu (2006). Sua grande chance veio em 2015, quando ganhou o papel principal da série célebre Mr. Robot, na qual interpreta um hacker, personagem que lhe rendeu um Emmy e cuja quarta e última temporada estreia em 2019. A sua transformação no grande Mercury é um momento crucial em sua carreira. Um personagem com o qual se identifica, como explicou em uma entrevista à revista ICON: “Sei que nossas famílias eram diferentes, mas como filho de família de imigrantes posso entender um jovem nascido em Zanzibar [Mercury], criado desde os dois anos em internatos em Mumbai e forçado a emigrar para Londres [na verdade, Mercury se muda para Londres aos oito anos]. Sei o que é falar uma língua diferente e comer outra comida dentro de casa. Eu sei o que significa ser diferente “.

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Posted on 26-10-2018
Filed Under (Artigos) by vitor on 26-10-2018



Sinovaldo, no

 

“A gente não tem acesso à apuração dos votos”, diz sócio de empresa contratada pelo TSE

 

Por Claudio Dantas

Christian Limp, sócio e diretor comercial da CPD Informática, contratada pelo TSE para apoiar a divulgação dos resultados da votação de domingo, falou com O Antagonista.

“Viramos alvo de fake news de um dia para o outro. Falaram até que temos acesso às urnas eletrônicas. Isso não é verdade. A gente não tem acesso à apuração dos votos, não tem ingerência sobre o conteúdo gerado pelo TSE.”

Segundo ele, a CPD apenas vai ampliar a capacidade de acesso ao site do TSE em que são divulgados os resultados das urnas.

“O TSE não tem estrutura para sustentar tantos acessos no dia da eleição, por isso precisa terceirizar. São centenas de milhares de acessos simultâneos no Brasil e no exterior.”

Limp aproveita a oportunidade para dizer que não é o “Christian Azevedo” do Facebook, nem tem perfil na rede. Luciana Limp Sabino, sua irmã, também não é a “Luciana Sabino”, do PT de Minas, que aparece beijando Lula numa foto que circula no WhatsApp.

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