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Postado em 20-09-2018
Arquivado em (Artigos) por vitor em 20-09-2018 00:29

Do Jornal do Brasil

 

O economista Paulo Guedes, que foi anunciado pelo presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) como seu ministro da Fazenda, caso vença as eleições 2018, propôs a criação de um tributo semelhante à extinta CPMF, caso o capitão da reserva assuma o Planalto. As declarações do economista a um grupo pequeno de investidores foram rebatidas por Bolsonaro pelo Twitter: “Chega de impostos é o nosso lema!”, afirmou.

Guedes defendeu ainda uma alíquota única de Imposto de Renda de 20% para pessoas físicas e jurídicas. A taxa também incidiria sobre a distribuição de lucros e dividendos.

O anúncio de sua provável reforma tributária, que ainda prevê a eliminação da contribuição patronal para a Previdência, foi feito em evento fechado e organizado pela GPS Investimentos, empresa de aconselhamento e gestão de fortunas familiares.

A informação foi publicadas na última terça-feira (19), pelo jornal Folha de S.Paulo, e confirmada pelo jornal O Estado de S. Paulo. Em Bauru, no interior de São Paulo, o general Mourão, vice de Bolsonaro, disse que é contra uma eventual CPMF e que falar em criação de imposto é dar um tiro no pé, mas acrescentou que isso deve ser decidido entre o candidato e economista.

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Candidato do PSL segue internado no Hospital Albert Einstein após ser vítima de uma facada no início de setembro, em MG (Foto: reprodução redes sociais)

A “nova CPMF” seria usada, segundo a reportagem, para financiar o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

A volta da contribuição chegou a ser cogitada no final do governo da presidente cassada Dilma Rousseff (PT) como uma solução para cobrir o rombo no Orçamento, mas a proposta acabou sendo abandonada devido à falta de apoio no Congresso.

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Comentários

Daniel on 20 setembro, 2018 at 10:06 #

Ele não reagiu a coisa alguma. Paulo Guedes se referiu à criação de um imposto destinado a unificar outros, não sobre a criação de mais um imposto.

A campanha tem clara disposição de diminuir a já elevada carga tributária.

Aliás, nem faria sentido um economista liberal defender aumento de impostos.


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