” Tudo se Transformou”, Paulinho da Viola:o canto e a poesia da nobreza popular do Rio de Janeiro ( a expressão é de Caetano) para começar lindamente ´no Bahia em Pauta o último sábado de agosto.

BOM DIA!!!

 

(Vitor Hugo Soares)

 

Resultado de imagem para Sergio Moro em Salvador abre simposio de combate à corrupção
Em Salvador, juiz Sergio Moro recebe Medalha Tiradentes na abertura
do simpósio de combate à corrupção…
Resultado de imagem para Haddad visita com Rui Costa a Senzala do Barro Preto em Salvador
… e Haddad, com Rui Costa, faz caminhada no Curuzu.

ARTIGO DA SEMANA

 

Haddad e Moro no Nordeste: estepe de Lula e juiz da Lava Jato em Salvador

Vitor Hugo Soares

Mandado ao Nordeste pelo ex-presidente Lula – ora preso na sede da PF em Curitiba, cumprindo pena por corrupção passiva e lavagem de dinheiro – o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad madrugou em Salvador na segunda-feira (20) . O candidato a vice na chapa do PT  à Presidência da República, (cabeça no caso provável do chefe e líder das pesquisas, ser impedido, pela Justiça Eleitoral, de disputar as eleições) chegou em missão de reconhecimento de terreno político e marketing eleitoral.

O emissário de Lula apareceu no meio do fogo três dias antes de também aportar na cidade o juiz condutor da Lava Jato, Sérgio Moro, para participar, da abertura e debates do III Simpósio Nacional de Combate à Corrupção, promovido pela secção baiana da Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal. Mas vamos por parte, para não perder o rumo nem me desguiar.

Horas depois, na capital administrada pelo prefeito ACM Neto (DEM), presidente nacional de seu partido e um dos coordenadores da campanha do tucano Geraldo Alckmin, o enviado de Lula começou a cumprir a tarefa recebida no Paraná. Primeiro em reunião fechada (em hotel de luxo, no bairro Itaigara ) , com a cúpula petista que manda na Bahia, atualmente, a começar pelo governador Rui Costa, candidato à reeleição, e Jaques Wagner, antes apontado como Plano B , mas que concorre, (com quase certeza de vitória, segundo pesquisas) a uma das duas vagas do estado ao Senado.

Depois foi à caminhada no bairro popular da Liberdade, encerrada com visita à Senzala do Barro Preto, no Curuzu. Terreiro da falecida Mãe Hilda, berço e sede do Ylê Ayiê, ponto de partida, na Bahia, da campanha nacional vencedora de Lula, em 2002.  Haddad esteve sempre sob olhos vigilantes e desconfiados dos companheiros de partido e aliados locais, mas sob as asas do governador Rui Costa. Este, sorrindo à toa e navegando em céu de brigadeiro. Na pesquisa Ibope/Globo/TV Bahia (da família ACM ) ele dispara com 50% dos votos  na preferência do eleitorado baiano. Em segundo lugar aparece o candidato do DEM, José Ronaldo, ex-prefeito de Feira de Santana, que patina na pesquisa com míseros 8% do maior colégio eleitoral nordestino.< /span>

Cercado de propagandistas do petismo estadual, o escolhido de Lula, cumpriu no “bairro negro”, ao lado de Rui Costa (que nasceu ali), o mais tradicional roteiro marqueteiro local – visita, caminhada e comício no histórico reduto popular e termômetro político soteropolitano. Preso, Lula começa assim a testar, no Nordeste, a partir da Bahia, estrategicamente, a sua cartada mais difícil e arriscada: tentar transferir os votos, que as pesquisas mais recentes lhe atribuem de sobra, para o estepe Haddad.

Quase não sobrou espaço para falar do reboliço da passagem do juiz Sérgio Moro por Salvador, a convite dos delegados da PF, que o homenagearam com a entrega da Medalha Tiradentes, na abertura do III Simpósio Nacional de Combate à Corrupção. Sem citar nomes, condenou soluções autoritárias para punir corruptos e corruptores. “Os que pedem intervenção militar no país, são resultado da desilusão da sociedade com a política”, disse o juiz do Paraná. Efusivamente aplaudido pelos participantes do simpósio e público com idade que lotou a sala de cinema no shopping onde Moro falou na Bahia. Incluindo o prefeito da capital, ACM Neto, presente e batendo palmas.  

Vitor Hugo Soares, jornalista, é editor do site blog Bahia em Pauta.E-mail: vitor_soares1@terra.com.br   

 

ago
25
 

Há uma forte indignação com os grandes partidos e demanda por renovação, mas a oferta de candidaturas e os recursos de que disporão os candidatos não favorece a ruptura com a política tradicional

 Yan de Souza Carreirão
Montagem dos candidatos durante o último debate.
Montagem dos candidatos durante o último debate. PAULO WHITAKER REUTERS

Em eleições presidenciais há certos temas que são objeto de controvérsia e dividem o eleitorado, entre eles a maior ou menor intervenção do Estado na economia e o combate à criminalidade com políticas sociais ou com aumento da repressão, por exemplo. Quando os eleitores os analisam, tendem a votar em quem tem propostas mais próximas de suas opiniões. Mas há outros temas em que a quase totalidade dos cidadãos tem as mesmas preferências: maior crescimento da economia (e da renda), baixas taxas de desemprego, inflação e corrupção. Nesses casos, o eleitor escolhe o candidato ou partido que ele avalia que, caso eleito, conseguirá se aproximar mais desses resultados. Para esse julgamento, avaliar o desempenho passado de governos e candidatos é uma informação mais segura do que as promessas feitas durante a eleição. Os votantes avaliam características como experiência e competência administrativa, honestidade (não roubar) e sinceridade (cumprir as promessas de campanha) e isso se torna muito importante em sua decisão de voto.

É preciso levar em consideração, entretanto, que as escolhas dos eleitores são feitas sob restrições e considerando o contexto político em que se dá a disputa. Temos que escolher entre os candidatos ofertados pelos partidos e coligações. Além disso, em certos contextos determinadas características dos candidatos podem ser mais valorizadas do que em outros.

O período entre 1994 e 2014  foi um dos mais estáveis na história econômica e política do país (embora operassem, pelo menos em parte desse período, mecanismos de corrupção cuja extensão era inimaginável então). Nas seis eleições presidenciais ocorridas nestes 20 anos, PT e PSDB, partidos com projetos políticos mais bem estruturados, conseguiram montar coligações —a partir de negociações que envolveram também as eleições para os Governos estaduais e para o Legislativo— o que dificultou aos demais partidos lançarem candidatos competitivos. Em todas essas seis eleições a disputa se deu entre os nomes destas duas siglas; em algumas, um(a) terceiro(a) candidato(a) teve algum peso, mas não chegou ao segundo turno. A avaliação de desempenho de Governos foi central na escolha de um destes partidos, em cada uma dessas eleições. E um elemento dos mais relevantes na avaliação de governos tem sido o desempenho da economia. Candidatos que representam a continuidade de um Governo sob o qual a economia foi mal têm pouca chance de ser eleitos. De outro lado, o peso da avaliação relativa à corrupção não parece ter sido muito relevante nas eleições presidenciais anteriores.

Aquela estabilidade, porém, ficou para trás após o terremoto político dos últimos anos. As acusações de corrupção em relação aos governos petistas, a grave crise econômica legada pelo governo Dilma e a paralisia decisória ao longo do primeiro ano do seu segundo mandato levaram a um processo de polarização política e ao impeachment da ex-mandatária. Os desdobramentos da Lava Jato e de outras denúncias de corrupção atingiram os principais partidos brasileiros, especialmente PT, MDB, PSDB e PP; as graves denúncias que pesam sobre o presidente Temer e alguns dos principais integrantes de seu Governo; a percepção de falta de legitimidade de seu Governo por parcela significativa da população; e o fato de que a recuperação da economia não tenha se dado no ritmo esperado: tudo isso contribui para que a mais grave crise no período pós-redemocratização ainda perdure, ainda que menos intensa do que dois ou três anos atrás.

Considerando essa enorme mudança no cenário político, quais as principais mudanças podemos esperar nos fatores que influenciarão a decisão de voto na eleição presidencial de 2018, comparativamente às eleições anteriores?

Em primeiro lugar, esta vai ser uma eleição peculiar em relação a como a avaliação da economia impactará a escolha dos eleitores. Enquanto nas eleições presidenciais entre 1989 e 2014 havia razoável clareza quanto a quem atribuir o (bom ou mau) desempenho da economia, na atual eleição haverá uma disputa para jogar no colo do adversário a responsabilidade pela crise. Enquanto MDB e PSDB dirão que a crise foi produzida pelos governos petistas, especialmente o de Dilma Rousseff, o PT tentará convencer o eleitorado que a a situação poderia ter sido revertida por Dilma e que o Governo Temer e seus aliados são os responsáveis pela situação atual. Outros candidatos afirmarão que a responsabilidade é tanto dos governos petistas quanto dos partidos que sustentam o governo Temer. A campanha eleitoral pode influenciar parte do eleitorado a aderir a uma ou outra dessas interpretações.

Outro elemento importante é que, nesta eleição, dadas as dimensões que o fenômeno da corrupção assumiu, parece provável que essa passe a ser uma variável mais importante no processo de decisão de voto do que tem sido até aqui. De toda maneira, a real dimensão e a forma como vai se dar essa influência não são tão óbvias. Parte dos eleitores percebe diferenças entre os candidatos e pode votar em algum que julgue não estar envolvido em corrupção. Uma percepção de que a corrupção é generalizada, porém, pode levar a outros comportamentos dos eleitores: não ir votar, votar em branco ou anular o voto, ou escolher candidatos a partir de outros quesitos, já que a corrupção não serviria para diferenciar os candidatos.

Dada a enorme insatisfação de grande parte do eleitorado com os principais partidos e com as lideranças tradicionais, havia uma expectativa de que fossem lançadas candidaturas competitivas de outsiders com um perfil mais ético. A dinâmica do sistema político, porém, não favorece as chances de candidatos com esse perfil. Depois de alguns ensaios (Luciano Huck e Joaquim Barbosa, para ficar nos mais notórios), ao final poucos serão os candidatos que podem ser considerados como novidade nessas eleições. Pesquisas realizadas pelo instituto Ipsos indicam que entre dezembro de 2017 e a primeira quinzena de julho deste ano a preferência por “um nome novo na política” caiu de 52% para 44% do eleitorado, enquanto a busca por “alguém que é político há muitos anos” subiu de 39% para 50%. Da mesma forma, entre um presidente “experiente” ou um “íntegro e ético”, a opção pela experiência subiu de 31% para 41%, enquanto houve queda de 65% para 56% no quesito integridade, naquele mesmo período. Essa tendência pode indicar que está ocorrendo uma adaptação dos eleitores à medida que percebem a escassa oferta de novidades.

O cenário de um novo confronto entre PT e PSDB passa a ter probabilidade maior do que imaginávamos algum tempo atrás, especialmente quando consideramos o papel das coligações e das campanhas eleitorais. Na avaliação que eleitores fazem de governos, partidos e candidatos, as campanhas têm muita importância, já que boa parte do eleitorado tem pouca informação e é nnelas que vai prestar mais atenção para tomar sua decisão de voto. Assim, quem tem mais recursos —especialmente dinheiro e tempo no Horário Gratuito de Propaganda Eleitoral (HGPE), mas também apoios políticos nos Estados —pode ter mais chance de convencer o eleitorado, especialmente os eleitores indecisos ou cuja opção hoje ainda não é sólida. Com exceção de Alckmin, Haddad (provável candidato efetivo do PT) e Meirelles —justamente os candidatos apoiados pelos partidos mais envolvidos nos escândalos de corrupção—, os demais candidatos terão pouco tempo de HGPE e relativamente pouco dinheiro do Fundo Especial de Financiamento de Campanha.

De outro lado, porém, o fato de que nos cenários sem Lula como candidato os três primeiros colocados nas pesquisas eleitorais sejam Bolsonaro, Marina e Ciro indica a vontade de parcela significativa do eleitorado, pelo menos até aqui, de escolher um candidato não vinculado aos partidos mais atingidos pelas denúncias de corrupção.

Neste encontro entre as preferências dos eleitores, a oferta de candidaturas e a dinâmica futura das campanhas, persistem várias incógnitas importantes, entre as quais: o quanto as mídias sociais pesarão nesta eleição, já que disso depende a capacidade de candidatos com pouco tempo de HGPE (como Bolsonaro, Marina e Ciro)? Em que medida Lula conseguirá transferir votos para Haddad, estando preso e considerando que na campanha as denúncias de corrupção nos governos petistas serão pesadas e que seus dois postes foram rejeitados pelo eleitorado recentemente (Dilma saiu com baixíssima popularidade e Haddad foi derrotado em 1º turno, em 2016)? Algum candidato mais ao centro (centro-direita ou centro-esquerda) conseguirá crescer, evitando uma dinâmica de polarização entre o candidato petista e Bolsonaro (até aqui o campeão do antipetismo)? Que peso terão as denúncias envolvendo o PSDB sobre o voto em Alckmin e em que medida o candidato conseguirá convencer os eleitores de que está dissociado do governo Temer? Candidatos como Bolsonaro e Ciro resistirão a seus próprias comportamentos e declarações ao longo da campanha? Das respostas a essas questões dependerá, em boa medida, o resultado do primeiro turno da eleição.

Yan de Souza Carreirão é cientista político, professor do Departamento de Sociologia e Ciência Política da Universidade Federal de Santa Catarina

ago
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Posted on 25-08-2018
Filed Under (Artigos) by vitor on 25-08-2018

Do  Jornal do Brasil

PSL oficializou nome de Jair Bolsonaro neste domingo

 

 

O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) diz que vai usar seu tempo na televisão para “falar um pouquinho” de sua vida e que não pretende gastá-lo fazendo ataques a outros candidatos. “Em 15 segundos, vou conseguir falar um pouquinho de mim, e está bom demais”, afirma.

Segundo o candidato, a campanha também teve uma ideia de chamar os eleitores para “lives” (transmissões ao vivo na internet) durante as inserções na televisão. Assim, eles tentariam aumentar o contato com o público, fora do horário regulamentar, pelas redes sociais.

“Há uma ideia de que, segunda, quarta e sexta, quando há propaganda para presidente, quando começar, sempre nesse horário da noite, a gente fazer uma live e chamar o eleitor (pela televisão)”, explicou.

O presidente do partido, Gustavo Bebianno, explica que a produção será feita “por um rapaz que a gente contratou na Paraíba, que é baratinho”. Ele admite que o contrato com “o rapaz baratinho” será feito com a empresa 9Ideia Comunicação, de João Pessoa, na Paraíba.

“Vamos ter que gastar um pouquinho com produção de vídeo, mas é tudo muito simples. Nosso dinheiro é curto. Vamos gastar R$ 1 milhão no máximo com a campanha toda. A gente come cachorro-quente, dorme no chão muitas vezes em um quarto com oito pessoas”, diz.

O contato com a empresa 9Ideia teria sido feito por meio de Julian Lemos, vice-presidente do partido, que é da Paraíba. Nos perfis da empresa nas redes sociais (Instagram e Facebook), é possível ver fotos de Julian em comemorações de aniversário da 9Ideia e um vídeo em que ele toca no violão o jingle da campanha

Julian recusou-se a dar entrevista à reportagem, alegando que a mídia “distorce informações”.

O candidato a vice-presidente da chapa de Bolsonaro, general Hamilton Mourão, explica que, em princípio, não deverá aparecer nas peças publicitárias “porque não é o candidato”.

“O candidato é ele (Bolsonaro). Ninguém vota no vice, vota é no presidente. Nosso tempo é tão pequeno que não dá”, justifica.

As redes sociais tem sido centrais na estratégia do candidato na corrida presidencial. Bolsonaro é o candidato com o maior engajamento de seguidores na internet. Em julho, levantamento do jornal O Estado de S. Paulo encontrou 83 páginas de seguidores do capitão que fazem campanha e beneficiam o candidato do PSL. Essas páginas quadruplicam sua relevância na rede, em relação ao alcance da página oficial de Bolsonaro.

ago
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Posted on 25-08-2018
Filed Under (Artigos) by vitor on 25-08-2018

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

‘Ciro paz e amor’ faz Kátia assumir ataques a Bolsonaro

 

A candidata a vice na chapa de Ciro Gomes, Kátia Abreu, decidiu assumir uma postura de enfrentamento contra Jair Bolsonaro, relata a Folha.

A ideia é que ela repita a estratégia adotada por Marina Silva no debate da Rede TV, na semana passada, e ao mesmo tempo poupe Ciro, que tenta amenizar a fama de pavio curto.

Hoje, a senadora e ruralista publicou mensagem nas redes sociais chamando de “hipocrisia” o apoio de empresários a Bolsonaro.

“Faço esse desafio a todos os grandes empresários que apoiam o capitão que nunca administrou nada na sua vida, mas estão querendo colocar para gerir o Brasil. Coloquem ele como o principal executivo de suas grandes empresas”, escreveu.

ago
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Posted on 25-08-2018
Filed Under (Artigos) by vitor on 25-08-2018


 

 

 Sinfrônio , no (CE)

 

 Resultado de imagem para Isaquias ganha medalha em Portugal

 

DO JORNAL DO BRASIL

Campeão  olímpico nos Jogos do Rio-2016 e maior nome da canoagem velocidade do Brasil, o baiano Isaquias Queiroz conquistou nesta sexta-feira o tricampeonato mundial da prova C1 500m, repetindo o feito obtido em 2013 e 2014. Na final disputada na cidade de Montemor-o-Velho, em Portugal, o brasileiro superou os seus maiores rivais, o alemão Sebastian Brendel e o checo Martin Fuksa, que ficaram com a prata e o bronze, respectivamente.

Em uma disputa muito equilibrada, principalmente nos metros finais, Isaquias ganhou a prova com o tempo de 1min49s203 – quase 1s5 mais rápido que a sua marca nas eliminatórias de quinta-feira, quando ficou com o quinto melhor tempo e avançou direto à final sem precisar disputar a semifinal. Brendel cruzou a linha de chegada em segundo com 1min49s496 e Fuksa foi o terceiro com 1min50s143.

“Estou muito feliz de ter ganhado do Brendel, ter ganhado do Fuksa, meu terceiro Mundial do C1 500m, e agora é descansar para ganhar desses monstros no C1 1000m”, comentou Isaquias, logo após sair da água, muito feliz com o resultado em Portugal.

Na prova, Isaquias teve um bom controle de tudo e fez a tática correta. Largou atrás de Fuksa e de Brendel e ao passar da marca de 250 metros, pegou a liderança e não mais a largou. O alemão até tentou fazer um sprint final nos últimos metros, mas não teve forças para tirar o ouro e o tricampeonato mundial para o baiano da cidade de Ubaitaba.

O brasileiro fez questão de enaltecer e agradecer o trabalho feito pelo técnico, o espanhol Jesus Morlan, em sua carreira. “(Ouro) Foi 100% por causa do técnico. O treinamento dele é essencial. Senti um cansaço no finalzinho, mas tive forças para vencer. Sensacional ser o melhor. Não tem preço”, afirmou Isaquias, em entrevista ao SporTV, que neste sábado lutará pelo ouro no C1 1000m.

A prova do C1 500m não é olímpica. Além dos três ouros nesta distância, o brasileiro foi campeão mundial do C2 1000m em Milão-2015 e bronze no C1 1000m em Racice-2017, que são provas olímpicas. Isaquias Queiroz também tem um bronze no C2 200m e outro no C1 200m nos Mundiais em Moscou-2014 e Milão-2015, respectivamente. Fora isso, levou duas pratas nos Jogos Rio-2016 no C1 1000m e no C2 1000m e um bronze no C1 200m.

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