Elmo Hope Trio! No Cantinho da Música do BP!

BOA NOITE!!!

(Gilson Nogueira)

“Tempo Presente”: Esplêndida composição da parceria Edu Lobo – Joyce. Um primor de letra, música e interpretação. Confira.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)gina on 23 julho, 2018 at 16:07 #

Muito bom!!!

Vitor Hugo,
Aproveito a deixa da música e, principalmente, de quem ela provém, para agregar aqui, com sua licença, meu abraço solidário ao grande amigo Luiz Fontana, que completou mais um aniversário o próximo mês passado, 28 de Junho.

 

Regina Soares

 

Lembrando Fontana

Regina Soares

 

Junho 28, encontrava-me em Roma, de frente à maravilhosa obra de arte/arquitetura/engenharia situada no distrito de Trevi da cidade eterna por tudo que representa em história, cultura e beleza: A Fontana de Trevi!!
Coincidentemente, era o dia em que um dos nossos amigos, meu querido amigo em particular, celebra aniversário, o poeta Luiz Alfredo Motta Fontana, fiz o contato através do WhatsApp e transmiti à ele meu abraço e carinho desde um ponto tão simbólico e representativo para ambos: ele, italiano de origem e Fontana no nome e no berço, eu, apenas uma admiradora de ambos que se desmanchava em lágrimas, como sempre acontece em momentos assim, carregados de emoção!!!
Foi um ano duríssimo para você, eu sei, mas você venceu!!! Um dia de cada vez e a gente chega lá…
Nada melhor do que focar nos teus poemas que te traduz e nos inspira… Grande Abraço!!!

Fim de julho

(luiz alfredo motta fontana)

Na varanda
domingo escoa

Na janela
 preguiça espreita

Na sala
nua sobre o tapete
tua ausência anoitece

Na alma
agosto acena

Lá fora
um gato esgueira
sem luar
farejando o vento

O segredo

(luiz alfredo motta fontana)

Porque andas tão leve?
Teu caminho, pelo que sei, foi árduo…
Porque esse sorriso com ares de novo?
Qual teu segredo?

As perguntas brotavam sem pausas
do que se dizia “velho amigo”

sem pausas
sem vírgulas
sem pudores…

A curiosidade explícita

Porque?
Simples!
dissera em resposta
O caminho foi árduo, mas único
O segredo é singelo
Caminhe…
ao mesmo tempo dispa as mágoas
E nunca…
nunca mesmo
vista o “achamos isto ou aquilo”
dos meros circunstantes
estes, são péssimos alfaiates

Respondendo
entre um gole e outro
admirando a cor do malte
no mesmo copo baixo
límpido cristal
sem máculas do passado
mesmo que maturado entre histórias e encantos

“Folha de Papel”, Sergio Ricardo. Vai dedicada ao poeta de Marília (SP) , Luiz Fontana, com atraso pelo seu aniversário, mas com o afeto e admiração em dia. Sem mais palavras, além da mensagem de Regina (acima) e dos versos de Sérgio Ricardo, um grande de Marília, como Fontana. E uma pitadinha de Vinícius de Moraes: “o fundamental é que a amizade sobreviva”. Tim Tim!!!

(Vitor Hugo Soares) 

Joselia Aguiar Flip 2018
Joselia Aguiar, durante a Flip do ano passado Walter Craveiro
São Paulo

 

No ano passado, a curadoria de Joselia Aguiar para a Festa Literária Internacional de Paraty, a Flip, foi marcada por uma programação que colocou no mapa a literatura que estava fora dos radares convencionais. A diversidade de autores convidados foi o atestado disso. Seja por essa novidade, seja pelo momento histórico brasileiro, o evento acabou ganhando fortes ares políticos. Agora, a curadora diz que se no ano passado a Flip olhou para fora, desta vez deve mirar para dentro, para questões da existência humana. Não à toa, a homenageada deste ano é a poeta Hilda Hilst, bem diferente do combativo Lima Barreto, lembrado na edição anterior. Em entrevista ao EL PAÍS, Aguiar fala sobre as escolhas da festa literária que começa na próxima quarta-feira, 25, que mantém a diversidade na programação, mas promete ser mais intimista.

Pergunta. É impressão ou a Flip deste ano, ao contrário da do ano passado, deve passar um pouco mais ao largo de questões políticas?

Resposta. A Flip do ano passado, por homenagear Lima Barreto, autor cujo projeto literário lidou diretamente com temas políticos e sociais do tempo dele, acabou tendo mesas que refletiam essas questões na atualidade. Ao falar do autor carioca, era impossível não ter o debate sobre racismo na programação, o que aconteceu, por exemplo, em uma mesa com a presença de Lázaro Ramos e Joana Gorjão Henriques. Nesse sentido, a Flip de 2018 é bem diferente. Quer dizer, a preocupação com a pluralidade dos convidados continua, mas os temas são mais intimistas, mais da existência humana: amor, morte, desejo, Deus, transcendência. Há também a intenção de que seja uma Flip mais artística com uma programação que tem nomes ligados à fotografia, música e teatro. A homenageada Hilda Hilst tem uma presença forte no teatro, por isso essa linguagem também vai aparecer, não à toa, temos Fernanda Montenegro e Iara Jamra nas mesas. Em 2017 tivemos um Flip voltada para fora, esta será mais voltada para o mundo de dentro.

P. Você mencionou a pluralidade da programação e este foi um dos aspectos mais ressaltados da sua curadoria no ano passado. Acha que isso será encarado de forma mais natural agora?

R. Sim, não queremos mais falar de percentual, porque fizemos um balanço e concluímos que acabou nem sendo tão bacana ressaltar isso. Depois que a programação saiu no ano passado, ficou um papo constante sobre porcentagens e cotas para autores, mas o fato é que eu queria ter mais diversidade sem, contudo, estabelecer números. Mas é claro que eu controlo esse aspecto de perto, porque nesse processo de enviar convites para autores e esperar respostas é possível perder a mão da diversidade. Se formos contar, neste ano há mais mulheres do que homens convidados e o percentual de cerca de 30% de autores negros se manteve. Outra coisa, que acabou surgindo meio espontaneamente, é a grande presença de autores com origem africana, talvez a maior na história da Flip, como a Leila Slimani, a Isabela Figueiredo e o Alain Mabanckou.

P. E por que a escolha de Hilda Hilst, autora tão diferente do último homenageado, Lima Barreto?

R. Quando terminou a última Flip e eu fui convidada para voltar a ser curadora, eu disse que para mim só faria sentido se a homenageada fosse uma mulher. Eu tinha dois ou três nomes em vista e um deles era a Hilda. No caso do Lima Barreto, ele era visto como um pré-modernista, sendo que, na verdade, ele era um moderno antes do modernismo. No caso da Hilda, ela não se vincula a essa corrente. Tudo que ela começou a fazer não se relacionava com nenhum sistema existente naquele momento no Brasil. Ela fazia as mais variadas leituras de autores de todo o mundo. Ela tinha uma pesquisa, por exemplo, com filosofia e física. Ela construiu uma obra única e é uma autora que fica de fora desse cânone por não se encaixar em uma linhagem por quem lia ou por quem estudava esses autores. É, enfim, uma autora que vem alargar nosso horizonte de leituras.

Hilda construiu uma obra única e é uma autora que fica de fora do cânone por não se encaixar nele. É uma autora que vem alargar nosso horizonte de leituras

P. E ela sempre foi tachada como uma escritora hermética também.

R. É verdade, só que a sensação é de que os leitores de hoje estão também cada vez mais abertos ao texto dela. É uma obra completa que tem esse frescor e que nos leva a debater outras questões importantes também neste momento. Eu lembro que quando a Hilda Hilst foi anunciada como homenageada, estava acontecendo aquele momento de debate sobre a exposição Queermuseu. De imediato, as pessoas lembraram de O Caderno Rosa de Lori Lamby [um dos últimos livros da autora que, em forma de diário, conta a história de uma menina que, com apenas oito anos e incentivada por sua mãe, passa a se prostituir] e ficaram pensando na repercussão que a escolha da Hilda traria num ambiente como esse. Isso porque a literatura dela causa incômodos, faz você refletir e não se enquadra em certas expectativas do que deve e do que não deve ser retratado na arte. A Hilda bagunçava um poucos as expectativas.

P. Outra marca da edição passada foi a presença de pequenas e médias editoras seja na programação oficial, seja em eventos paralelos. E a sensação para quem acompanha o mercado editorial é de que no último ano houve um crescimento dessas editoras. Acha que foi um efeito da Flip?

R. Talvez isso seja resultado do efeito da Flip, talvez do efeito do momento político. A verdade é que apareceram muito mais eventos relacionados a pequenas editoras. Teria que quantificar melhor, mas eu tenho essa impressão de que aumentou muito. A presença de mais de vinte casas parceiras da Flip que vão oferecer uma programação paralela neste ano é um indicativo disso para mim. Também acredito que o sucesso delas é dado pelo nicho em que elas estão. Quer dizer, o editor e a editora que mais estiverem conectados com o leitor que eles querem atender vai ser mais bem sucedido. As pequenas e médias precisam ter certa criatividade de onde vender e como vender. Além de usar bastante a internet para divulgar e fazer um trabalho de encontrar veículos que estejam abertos a resenhar os livros.

Outra coisa, que acabou surgindo meio espontaneamente, é a grande presença de autores com origem africana, talvez a maior na história da Flip

P. Há muitos autores convidados que nasceram em um país, mas fizeram sua carreira e foram publicados em outros. É só uma coincidência?

R. Mais ou menos, porque os autores acabam tendo que fazer este caminho: os livros deles fazem sucesso depois de terem sido publicados por uma editora americana ou europeia. Assim, quando eu vou procurar esses escritores, eles já estão vivendo fora de seus países de origem. No caso da literatura de língua portuguesa, por exemplo, isso fica muito claro. Os escritores de São Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique, acabam sendo editados em Portugal primeiro.

P. E o que você gostaria de corrigir e o que gostaria que se repetisse nesta edição da Flip?

R. Primeiro pelo que vamos corrigir. No ano passado foram 46 autores e este ano serão 33, além disso, teremos menos quatro mesas. Para a curadoria, claro, é ruim ter menos escritores, mas, ao mesmo tempo, acho que para a programação principal acabou sendo melhor, assim há mais respiro. O que eu gostaria que se repetisse é essa vibração que teve no ano passado. Você tinha a sensação de que alguma coisa diferente e importante estava acontecendo. Eu queria muito que isso acontecesse de novo e acho que vai acontecer, mas de outra maneira. A Hilda era uma autora muito interessante, muito surpreendente e acho que esse clima hilstiano já está no ar.

DO PORTAL TERRA BRASIL

 Paulo Beraldo

a República do deputado federal Jair Bolsonaro (PSL), reafirmou nesta segunda-feira, 23, que precisa de mais tempo para decidir se aceita o convite para formalizar a parceria e disputar as eleições 2018.

Janaína, que ficou conhecida nacionalmente por ser uma das autoras do pedido de impeachment contra a então presidente Dilma Rousseff, disse que discorda da frase de Josué Gomes, filho do ex-vice-presidente José de Alencar e cotado como vice do presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB), de que um vice “não manda nada”.

“Definitivamente, não concordo com Josué de Alencar quando diz que vice não manda nada e ajuda quando não atrapalha”, disse a jurista ao Estado. No domingo, 22, ela participou da convenção nacional do PSL, que oficializou a candidatura de Bolsonaro à Presidência. Segundo ela, ficou a impressão de que Bolsonaro parece “ser uma pessoa muito bem intencionada”.

Janaína pediu moderação e tolerância em seu discurso, criticou o que chamou de pensamento único e defendeu a necessidade de pensar na governabilidade. “Não se ganha a eleição com pensamento único. E não se governa uma nação com pensamento único”, disse Janaína na convenção.

Em sua fala, também afirmou que não era preciso sair “falando para as pessoas acreditar em Deus”, o que teria irritado pastores evangélicos apoiadores do militar. Mais tarde, na coletiva de imprensa, Jair Bolsonaro minimizou qualquer atrito com a jurista. “Tem que ter a liberdade de se expressar. Ela tem a opinião dela. Não dá para afinar 100% o discurso”, afirmou.

Janaína é o terceiro nome cotado para assumir a vice na chapa. Antes, Bolsonaro tentou o senador Magno Malta (PR-ES), que optou por dedicar-se à reeleição ao Senado, e o general da reserva Augusto Heleno, que foi vetado pelo PRP.

jul
24
Posted on 24-07-2018
Filed Under (Artigos) by vitor on 24-07-2018



 

Paixão, na (PR)

 

jul
24

Do Blog O Antagonista

Ciro Gomes aceita ‘o balé’

 

Ciro Gomes disse hoje à TV Record, sobre as alianças para a corrida presidencial:

“Vamos ver o que escapa para mim desse balé, é muito cedo ainda. Embora esteja na cara do gol, os partidos todos praticamente decidiram que vão tomar suas deliberações no último dia.”

O candidato do PDT acrescentou que não quer se eleito “ditador do Brasil” e, por isso, topa conversar com diferentes partidos.

“Eu tenho que aceitar esse balé. Às vezes a população não entende, tem muita razão para isso. Quem quiser conversar, eu converso, porque estou olhando a eleição, mas eu tenho que olhar o dia seguinte.”

Uneb em Salvador (Foto: Henrique Mendes / G1 Bahia) Uneb em Salvador (Foto: Henrique Mendes / G1 Bahia)

Uneb em Salvador (Foto: Henrique Mendes / G1 Bahia)

Universidade Estadual da Bahia (Uneb) terá sistema de cotas para transexuais, travestis, transgêneros, quilombolas, ciganos e portadores de deficiência, transtorno do espectro autista e altas habilidades.

De acordo com as informações divulgadas pela instituição nesta segunda-feira (23), a decisão foi tomada pelo Conselho Universitário (Consu) e começa a valer a partir de 2019, em todos os processos de graduação e de pós-graduação da universidade.

Segundo a Uneb, serão oferecidos 5% de vagas adicionais para cada um dos grupos, além das que já são ofertadas para os demais. Dessa forma, as novas cotas não devem alterar o percentual ofertado aos não cotistas.

Atualmente, a instituição oferece 40% das oportunidades para negros e 5% para indígenas, além das vagas de ampla concorrência, para quem não integra o sistema de cotas, que, segundo a instituição, corresponde a 60%.

Ainda conforme a Uneb, para concorrer às cotas, assim como nos demais grupos, os candidatos das novas cotas devem ter cursado todo o segundo ciclo do ensino fundamental e o ensino médio exclusivamente em escola pública, além de terem renda familiar mensal de até quatro salários mínimos.

 Concurso na Uneb (Foto: Cindi Rios/ Uneb)

Concurso na Uneb (Foto: Cindi Rios/ Uneb)

Fundada em 1983, a Uneb é mantida pelo Governo do Estado por intermédio da Secretaria da Educação (SEC). A instituição possui 29 departamentos instalados em 24 campi: um sediado em Salvador, onde se localiza a administração central, e os demais distribuídos em 23 importantes municípios baianos de porte médio e grande, como Feira de Santana, Juazeiro, Vitória da Conquista e Barreiras.

Atualmente, segundo o site da instituição, mais de 150 opções de cursos e habilitações nas modalidades presencial e de educação a distância (EaD) são ofertados pela universidade, nos níveis de graduação e pós-graduação.

Além dos campi, a Uneb está presente na quase totalidade dos 417 municípios do estado, por intermédio de programas e ações extensionistas em convênio com organizações públicas e privadas, que beneficiam milhões de cidadãos baianos, a maioria pertencente a segmentos social e economicamente desfavorecidos e excluídos. Entre eles, a alfabetização e capacitação de jovens e adultos em situação de risco social; educação em assentamentos da reforma agrária e em comunidades indígenas e quilombolas; projetos de inclusão e valorização voltados para pessoas com deficiência, da terceira idade, LGBT.

A Uneb desenvolve também importantes pesquisas em todas as regiões em que atua. Alguns projetos trazem a marca da vanguarda acadêmica, a exemplo dos trabalhos nas áreas de robótica e de jogos eletrônicos pedagógicos. O corpo discente da instituição é estimulado a participar das pesquisas por meio de programas de iniciação científica e de concessão de bolsas de monitoria.

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