Que o sérvio Pet (de coração dividido),  herói do Vitória no Barradão – e do Flu e do Fla no Maracanã -, tenha paciência e nos perdoe. Mas hoje é dia do Bahia em Pauta torcer por Tite e o nosso escrete, como dizia Saldanha. Com o Frevo do Tri, de Jackson do Pandeiro, a torcida fica ainda mais alegre e animada.Vamos lá, Brasil!!! Som na Caixa, como diz Olívia!!!

(Vitor Hugo Soares)

 DO PORTAL TERRA BRASIL

 

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu por maioria, nesta terça-feira (26), mandar soltar o ex-ministro José Dirceu, preso da Operação Lava Jato. Ele foi levado para cumprir pena em 18 de maio, após esgotados os recursos no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), que confirmou sua condenação a 30 anos e 9 meses.

José Dirceu começou a cumprir pena em 18 de maio, após esgotados os recursos no TRF-4
José Dirceu começou a cumprir pena em 18 de maio, após esgotados os recursos no TRF-4

Foto: Fátima Meira/Futura Press / Futura Press

A iniciativa foi do relator do caso, Dias Toffoli, acompanhado por Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski. Ficou vencido o ministro relator da Lava Jato, Edson Fachin. O decano Celso de Mello não estava presente na sessão.

Após o voto do ministro Toffoli, que entendeu que havia problemas na dosimetria da pena de Dirceu, o ministro Edson Fachin pediu vista (mais tempo de análise). Com isso, Toffoli sugeriu que a turma votasse um habeas corpus de “ofício” ao ex-ministro, visto que esta é a última semana de atividades do judiciário antes do recesso.

Toffoli foi acompanhado por Lewandowski e Gilmar para que Dirceu fique solto até que Fachin devolva a vista do processo.

No julgamento, Fachin criticou a decisão de Toffoli, afirmando que ela vai contra entendimento do plenário da Corte. Segundo Toffoli, a liberdade de Dirceu não diz respeito a sua posição sobre prisão em segunda instância, frisando que não estaria contrariando o entendimento do STF, que permite prisão após condenação em segundo grau.

Toffoli afirmou que sua decisão foi tomada a partir da argumentação da defesa em torno de questões de prescrição e dosimetria da pena no processo do ex-ministro.

Segunda Turma ‘não vai deixar pedra sobre pedra’, diz Carlos Fernando

 

Carlos Fernando dos Santos Lima criticou, no Facebook, a série de decisões tomadas pela Segunda Turma do STF hoje, desde a soltura de José Dirceu até o trancamento da ação contra Fernando Capez.

“A maioria da Segunda Turma está trabalhando com afinco hoje. Não vão deixar pedra sobre pedra”, escreveu o procurador, decano da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba.

“Como a história das grandes operações no Brasil mostra, as investigações acabam em julgamentos das cortes superiores, na maior parte das vezes mutilado da análise aprofundada das provas”, acrescentou.

jun
27
Posted on 27-06-2018
Filed Under (Artigos) by vitor on 27-06-2018


Charge atualizada direto no site pelo próprio autor, ontem às 00:19 h

 

Amarildo, no jornal (ES)

 

jun
27

 

DO PORTAL TERRA BRASIL

O ex-jogador Diego Maradona, 57 anos, passou mal durante a vitória da Argentina sobre a Nigéria e precisou receber atendimento médico no camarote em que assistia ao jogo, em São Petersburgo.

De acordo com o diário Olé, o ídolo argentino teve um pico de pressão e foi medicado no intervalo do jogo. Pouco antes, as câmeras de TV o mostraram com os olhos fechados, como se estivesse cochilando.

Diego Maradona torceu efusivamente pela Argentina em São Petersburgo (Foto: OLGA MALTSEVA / AFP)
 
Diego Maradona torceu efusivamente pela Argentina em São Petersburgo (Foto: OLGA MALTSEVA / AFP)

Foto: LANCE!

O Olé informa que Maradona não quis deixar o estádio antes do fim do jogo. Recuperado, ele sofreu até o fim com a seleção argentina e comemorou o gol salvador de Marcos Rojo mostrando os dedos médios na tribuna. Agora, está no hotel.

Nas redes sociais, há vídeos que mostram o eterno camisa 10 passando mal.

DO BLOG DO NOBLAT-VEJA

Em mensagem postada ontem à noite no twitter, Cid Gomes, ex-governador do Ceará, coordenador da campanha do seu irmão Ciro Gomes (PDT) à presidência da República, avisou a quem interessar possa:

“Para ser claro para o investidor estrangeiro sempre, eu e Ciro estamos anunciando e nos repetindo: todos os campos de petróleo brasileiros que foram vendidos no exterior após o golpe e após a revogação da Lei de Partilha serão expropriados – com a devida compensação!”

O chamado “mercado”, que já não simpatiza com a candidatura de Ciro, começa a achá-la cada vez mais uma ameaça à condução ortodoxa da economia em caso de vitória. O que Ciro disse e o irmão repete é mais uma tentativa dos dois de atrair votos à esquerda.

Ciro Gomes já disse e repetiu mais de uma vez que “todos os campos de petróleo brasileiros que foram vendidos no exterior após o golpe e após a revogação da Lei de Partilha serão expropriados – com a devida compensação”. E Cid Gomes, seu irmão, concorda com ele. Mas o post transcrito acima não saiu no endereço oficial de Cid no twitter. Saiu em um endereço falso, atribuído a Cid.

 

A alma do futebol Argentino em tango: um documento raro, ao vivo, de Diego Armando Maradona cantando na TV e a interpretação plena de Enrique Campos. Um tangaço à altura do decisivo jogo Argentina x Nigéria na tarde desta terça-feira junina na Rússia. Grande tango para um grande jogo .

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares) 

jun
26

 

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao lado da presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann (esq.), e da ex-presidente Dilma Rousseff, durante ato em São Bernardo no último dia 7 de abril (Foto: Rovena Rosa / Agência Brasil) O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao lado da presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann (esq.), e da ex-presidente Dilma Rousseff, durante ato em São Bernardo no último dia 7 de abril (Foto: Rovena Rosa / Agência Brasil)

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao lado da presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann (esq.), e da ex-presidente Dilma Rousseff, durante ato em São Bernardo no último dia 7 de abril (Foto: Rovena Rosa / Agência Brasil)

O ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta segunda-feira (25) levar para julgamento no plenário da Suprema Corte recurso no qual a defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva insiste no julgamento de novo pedido de liberdade.

A defesa de Lula recorreu na tarde desta segunda contra decisão do ministro Fachin que arquivou, na última sexta, pedido de liberdade dele. Nesse pedido, os advogados pediram suspensão dos efeitos da condenação de Lula, ou seja, da prisão e inelegibilidade, até que os tribunais superiores julguem recursos contra a condenação.

“Anoto, por fim, que a remessa ao Plenário pelo Relator, constitui atribuição autorizada nos termos dos artigos 21, I, e 22, ambos do Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal (RISTF), cujo exercício discricionário foi reconhecido no HC 143.333/PR, de minha relatoria, julgado em 12.4.2018 pelo Tribunal Pleno, Diante do exposto, mantenho a decisão agravada e submeto o julgamento do presente agravo regimental à deliberação do Plenário”, diz na decisão.

Na decisão de três páginas, o ministro Fachin deu prazo de 15 dias para a Procuradoria Geral da República se manifestar, o que só permitirá julgamento do caso em agosto, depois do recesso do Judiciário, que terá início nesta terça (26).

Somente quando a Procuradoria se manifestar em relação ao tema, o ministro liberará o processo e pedirá data para julgamento – o que depende do presidente da Corte, Cármen Lúcia.

Fachin afirmou que enviou o caso inicialmente à Segunda Turma por considerar que se tratava de pedido de efeito suspensivo antes de remessa de juízo sobre cabimento do recurso pelo TRF-4.

Mas que, como a admissão do recurso foi negado pelo TRF-4, o quadro mudou. E que o novo cenário exige análise do plenário uma vez que trata de requisito constitucional para cabimento de recurso.

“Em verdade, esse novo cenário, derivado da interposição na origem do agravo em recurso extraordinário, e aqui no STF de agravo regimental, se, em juízo colegiado for reformada a decisão que proferi sobre a prejudicialidade, pode desafiar a aferição, mesmo que em cognição sumária própria da tutela cautelar, dos requisitos constitucionais e legais de admissibilidade do recurso extraordinário, notadamente da caracterização das hipóteses de repercussão geral, competência que, em última análise, é exercitada pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal”, afirma a decisão.

Pedido

O ex-presidente foi condenado em segunda instância, pelo TRF-4, a 12 anos e 1 mês de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Os desembargadores consideraram o ex-presidente culpado no caso do triplex do Guarujá, investigado na Lava Jato.

O argumento da defesa é de que Lula foi condenado mediante cerceamento de defesa e ofensa ao princípio do juiz natural. Ou seja, para a defesa, o processo não deveria estar com o juiz Sérgio Moro já que os fatos investigados não se referem a crimes cometidos na Petrobras.

Fachin considerou que o pedido ficou prejudicado porque o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) negou enviar um recurso de Lula contra condenação ao STF. Cabe ao tribunal regional fazer admissibilidade do recurso aos tribunais superiores – no caso de Lula, só houve remessa de recurso ao Superior Tribunal de Justiça.

Ao recorrer contra a decisão de Fachin, que arquivou o pedido de liberdade, a defesa afirmou que o fato de o recurso ao Supremo ter sido rejeitado pelo TRF-4 não impede o STF de analisar o pedido para suspender os efeitos da condenação.

Conforme a defesa, o recurso contra a condenação necessariamente terá que ser remetido pelo TRF-4 ao Supremo em algum momento. Portanto, a defesa afirma que não há necessidade de se aguardar a chegada do recurso antes de a Coete analisar o efeito suspensivo da condenação.

 

Isso porque se o TRF-4 mantiver a decisão de não enviar ao Supremo, as regras exigem que o próprio STF avalie o cabimento do recurso contra a condenação.

jun
26
Posted on 26-06-2018
Filed Under (Artigos) by vitor on 26-06-2018


 

Jorge Braga, no jornal (GO)

 

jun
26
Posted on 26-06-2018
Filed Under (Artigos) by vitor on 26-06-2018

Datena numa ‘encruzilhada desgraçada’

 

José Luiz Datena disse em seu programa dominical que está “numa encruzilhada desgraçada” sobre concorrer ou não nas eleições deste ano, registra o Estadão.

“Eu já tinha desistido completamente da política e tô numa encruzilhada desgraçada. Talvez seja esse o último programa que eu faço nessa fase na Rede Bandeirantes”, declarou o apresentador.

“Se domingo que vem eu estiver apresentando esse programa, é porque eu não entrei na política”, acrescentou. “Peço a Deus, Nosso Senhor Jesus Cristo, que me ilumine, porque, se eu entrar nessa parada, não vai ser para brincar, não”.

Recém-filiado ao DEM, Datena cogita concorrer a uma vaga no Senado, talvez na chapa de João Doria para o governo do estado.

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