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Sid , em

 

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 DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Gleisi esperneia contra Raquel Dodge

Gleisi Hoffmann foi hoje à tribuna do Senado para dizer que entrará com uma representação no Conselho Nacional do Ministério Público contra Raquel Dodge, relata O Globo.

O motivo, claro, é a denúncia apresentada pela PGR ontem contra Lula, Antonio Palocci, a presidente do PT e seu marido, Paulo Bernardo.

Lançando mão de seu rico vocabulário, Gleisi chamou a peça de Dodge de “irresponsável”, “inepta”, “mentirosa” , “sem provas”, “infantil” , “falsa” e de “má-fé”.

A senadora, conta a repórter Maria Lima, também saiu em defesa de Lula e Paulo Bernardo. Mas ignorou Palocci.

Chama ardente do canto espanhol para louvar a chegada do Real Madri a mais uma final da liga dos campeões, da qual o time merengue é o maior vencedor.E sem gol de R7,

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

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 O Congresso Nacional, em Brasília.
O Congresso Nacional, em Brasília. Joédson Alves EFE

Há 50 anos, em um mês de maio como este, enquanto o Brasil estava aprisionado pela ditadura, na França irrompia a maior revolta estudantil do século, uma explosão em favor da liberdade, chamada também de “a revolução da alegria”. Desde aquele maio chegou-se a escrever que depois dele nada mais foi igual em boa parte do mundo. O poder mudou de domicílio e foi entregue à imaginação.

O Brasil já na democracia chega ao aniversário de meio século do maio francês confuso e alarmado, enquanto tocam os sinos de alerta ante a presença de nostalgias autoritárias e belicosas tanto por parte da direita como da esquerda. Seria preciso se perguntar se o Brasil de hoje que derrotou a ditadura militar deveria se espelhar naquele maio francês que despertou a sociedade conservadora, classista e tediosa, com o desafio da “imaginação no poder” e o lema “destruam as engrenagens”, dois dos grafites dos muros de Paris que percorreram o mundo com o “sejam realistas, peçam o impossível”.

As testemunhas e protagonistas ainda vivos daquele maio francês que lançou as bases da defesa dos direitos humanos e das liberdades de expressão, da revolução sexual, da luta contra o machismo e do reconhecimento da dignidade da mulher, discutem ainda hoje se foi uma revolução política ou cultural.

Nesses 50 anos foram publicados centenas de livros que pretendem explicar aquele incendiário maio francês. Vão desde os detratores daquela revolta que deixou um mês em suspenso a França de Sartre e de Voltaire, aos que a consideram a mais criativa das explosões juvenis conhecidas até hoje. Desde os que a viram como o ressurgimento dos valores do liberalismo que livrasse o poder das amarras do conservadorismo e estatismo aos que a consideram fracassada porque “não propôs a luta de classes”.

Nem a propôs nem podia, já que à revolta dos jovens, filhos da burguesia, se uniu o proletariado das fábricas, os sindicatos e o Partido Comunista, que, juntos, paralisaram o país durante um mês. Não foi um embate violento, apesar das centenas de feridos no enfrentamento com a polícia, mas uma explosão de liberdade, como um dos grafites demonstra: “Façam o amor, e não a guerra”. Aqueles estudantes eram lúdicos, queriam romper as correntes em que a sociedade conservadora, que definiam como uma “flor carnívora”, os havia amarrado, desde a proibição de sonhar à de poder usar a sexualidade em liberdade.

Se o Brasil de hoje quisesse se espelhar naquele maio francês libertador poderia fazer isso tornando seus alguns dos lemas que os jovens da época usaram, como o da “imaginação no poder”. Ou não é verdade que no poder que hoje domina a sociedade brasileira falta imaginação e sobra conformismo? Basta dar uma volta pelas instituições para observar a pobreza imaginativa que as aflige. Ou consideram imaginativos boa parte dos senhores deputados e senadores de hoje ou os magistrados do STF, que parecem petrificados em um tempo que já não existe, no qual falam para si mesmos, com as janelas fechadas para a rua da qual no maio francês diziam que “nela residia a poesia e o poder”? Existe por acaso imaginação no Governo, em seus ministros opacos e na maioria dos candidatos à presidência? Existe imaginação nos partidos nos quais há políticos que já militaram em oito diferentes? Serão imaginativos os Temer, os Renan, os Aécios, os Bolsonaros, os Maias, os Alckmin, as Gleisi ou os Lindenberg? O que diriam os jovens do protesto de Paris a personagens da alta magistratura como Gilmar Mendes, Lewandowski ou Toffoli, esses jovens que gritavam: “a imaginação e a arte morreram, não comam seu cadáver”?

Para que o Brasil deixe voar em liberdade a imaginação que possa se apropriar do poder, precisaria tornar seu também o outro slogan do maio francês: “Destruam as engrenagens”. A imaginação e a criatividade não chegarão às instituições do poder sem se romper antes as correntes que as condenam à imobilidade. É preciso romper o “mecanismo”, idealizado pelo cineasta Padilha, no qual se veem enredados os três poderes. Essa trágica cumplicidade da impunidade na corrupção que lhes permite se perpetuarem no poder e que impede a oxigenação e renovação de seus líderes, bloqueio para as novas gerações.

Só destruindo essas engrenagens será possível ao Brasil avançar nas reformas políticas e sociais que há 20 anos nenhum dos governos teve a coragem de enfrentar por medo da impopularidade que põe em perigo sua permanência no poder. O que hoje parece um beco sem saída para o Brasil aprisionado no labirinto de uma teia de aranha de interesses pessoais e de partido poderia amanhã ser um desses sonhos em que se acreditou no maio francês, quando cunhou: “sejam realistas, peçam o impossível”. O impossível pode tornar-se possível graças à fé de uma sociedade que, unida e não em guerra, decida mudar.

Na França, naquele maio da reviravolta libertadora a esperança no novo se tornou possível. Não a tiros e com ódios, mas com a força da convicção de uma sociedade unida. Com os jovens universitários e o ancião filósofo existencialista Jean-Paul Sartre, autor de O Ser e o Nada, gritando juntos nas barricadas que os sonhos nem sempre são impossíveis. Aquele Sartre que dizia que “quando os ricos fazem a guerra, quem morre são sempre os pobres”.

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Posted on 02-05-2018
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Jogadores do Real Madrid celebram a classificação.
Jogadores do Real Madrid celebram a classificação. KAI PFAFFENBACH REUTERS
São Paulo

O Real Madrid chega pela terceira vez consecutiva e pela 16ª em sua história à final do maior campeonato de clubes do mundo. Mesmo longe da excelência que marcou sua última campanha vitoriosa na Champions League, o time espanhol conseguiu segurar o ímpeto do Bayern de Munique pela segunda semana consecutiva. Após vencer o jogo de ida, na Alemanha, por 2×1, os madrilenhos empataram em 2×2 dentro de casa, graças a dois gols do questionado Karim Benzema.

Assim como tinha ocorrido no primeiro jogo, o Bayern de Munique comandou boa parte do jogo, levando muito perigo ao gol de Keylor Navas. O gol não demorou a sair: logo aos 3 minutos, Kimmich, que já havia aberto o placar no primeiro jogo, arrematou bola mal afastada por Sérgio Ramos. A pressão alemã seguiu até os 11 minutos, quando Benzema completou para as redes ótimo cruzamento de Marcelo. O francês voltaria a marcar no primeiro minuto do segundo tempo, após falha clamorosa da dupla Tolisso e Ulreich. O meia atrasou bola difícil para o goleiro, que, sem saber o que fazer, deixou o gol livre para o atacante do Real Madrid. O Bayern ainda conseguiu o empate aos 18 minutos do segundo tempo, com James Rodríguez, mas toda a intensidade de seu ataque não foi o bastante para vazar mais uma vez gol do decisivo Keylor Navas, que fez pelo menos duas defesas fantásticas.

São Paulo
Largo do Paissandu
Bombeiros trabalham nos escombros do prédio que desabou no centro de São Paulo na madrugada desta terça-feira PAULO WHITAKER REUTERS

O edifício Wilton Paes de Almeida, que desabou no centro de São Paulo, nesta terça, foi construído em 1961, e acolheu uma empresa de vidros. Depois, foi entregue à União por causa de dívidas. Virou sede da Polícia Federal, até ser desocupado em 2001 de suas funções comerciais. Abandonado, tornou-se alvo de famílias carentes, e de ações de reintegração de posse. É com esse histórico que a prefeitura e Ministério Público de São Paulo buscam as causas e responsabilidades pelo desabamento do edifício nesta terça. O prédio chegou a ser cedido à prefeitura paulistana, que depois veio a devolvê-lo à União, e depois retornou novamente à prefeitura. Atualmente, seu status era “cedido temporariamente” à prefeitura, que buscava há um ano, junto com o Governo federal, uma solução conjunta para retirar as famílias que moravam ali, explicou o prefeito Bruno Covas em coletiva de imprensa. Mas não deu tempo. Haviam 372 pessoas vivendo ali. Dessas, 328 confirmaram que saíram com vida.  Ao menos um, que estava sendo resgatado pelos bombeiros por uma corda, caiu junto com o prédio. Há 44 cujo paradeiro é desconhecido. Não se sabe se estavam no interior do edifício. 

A tragédia desta madrugada já havia sido anunciada não apenas por moradores e vizinhos do prédio que desabou após um incêndio. O próprio Corpo de Bombeiros já havia relatado oficialmente, em 2015, inúmeras irregularidades que poderiam provocar ou dificultar o combate a incêndios no edifício. De acordo com o porta-voz da Corporação, Marcos Palumbo, um laudo sobre a situação de risco foi encaminhado ao Ministério Público, que seria responsável por tomar providências de prevenção. “A gente verificou que haviam rotas de fuga obstruídas, com lixo e material altamente inflamável, problemas com botijões de gás. Poderiam ser problemas que causassem incêndios e as chamas se espalhassem de maneira muito rápida […] Nosso papel foi encaminhado ao Ministério Público para que ele promovesse as ações necessárias”, afirmou Palumbo em coletiva de imprensa no local do  incêndio.

O Ministério Público de São Paulo informou que o prédio já havia suscitado a abertura de um inquérito civil para apurar possíveis riscos já em 2015, e que de fato não havia um laudo favorável dos bombeiros, conhecido como Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB). Mas que àquela altura, os órgãos da prefeitura não viam motivos para interdição. Depois de “dois anos e sete meses de investigação, os órgãos públicos incumbidos de fiscalizar o imóvel, em especial a Defesa Civil de São Paulo e a Secretaria Especial de Licenciamentos, informaram que, a despeito do AVCB estar vencido, não havia risco concreto que demandasse interdição”, diz nota do MP de São Paulo.

Ainda segundo o MP, a retirada das famílias do imóvel já era objeto de ação específica de reintegração de posse desde 2014. Mas que diante da informação de que as famílias já estavam sendo retiradas em ação conjunta entre a União e a prefeitura, o inquérito acabou sendo arquivado em 16 de  março deste ano. “Os gravíssimos fatos ocorridos na data de hoje determinarão a reabertura das investigações para verificação das causas do acidente e também da veracidade dos relatórios técnicos encaminhados ao Ministério Público pelos órgãos públicos responsáveis pela manutenção e fiscalização da edificação, nos termos do que já havia indicado o relator do caso no Conselho Superior do Ministério Público”, informa o MP.

Questionado sobre o assunto, o prefeito Bruno Covas disse que a prefeitura espera ter informações sobre os questionamentos feitos pelo MP a partir desta quarta. Mas lembrou que a ação de retirada das famílias já vinha sendo negociada e havia esperança de um desfecho no curto prazo. “Neste ano foram seis reuniões feitas pela Secretaria de Habitação e pessoas que moravam lá. Estávamos fazendo cadastro das famílias [150 já estavam cadastradas], com a prefeitura e o governo federal, para que as pessoas desocupassem o espaço, pois sabíamos que não era um local adequado e uma eventualidade poderia acontecer”, disse Covas.

Segundo o secretário de Habitação, Fernando Chucre, o questionamento inicial do MP só se referia ao risco estrutural da edificação, risco este que daria aval à Defesa Civil para interditar o imóvel, por exemplo. Ou seja, se a estrutura do prédio estivesse comprometida, isso já seria um sinal de que ele poderia ir abaixo, e justificaria uma retirada de emergência das pessoas que viviam ali. Mas, a priori, esse risco não existia. “Como essa ação só falava dos risco estruturais, o MP optou por arquivar o processo”, explicou ele. O fogo, porém, modificou esse esqueleto do prédio. “Vamos lembrar do World Trade Center. Houve o impacto lá em cima [com o choque dos aviões] e houve o incêndio. O que derrubou não foi o impacto, foi o incêndio”, comparou.

Chucre admitiu que não havia o aval dos bombeiros para o prédio, assim como outros edifícios antigos no centro da cidade não o tem, por dificuldade de se adequar à lei de prevenção de incêndio. No caso específico do prédio que desabou, o quadro teria sido agravado, ainda, pelo fato de as famílias utilizarem estruturas de madeira para marcar as divisões de moradias no prédio, bem como ele ser ocupado por catadores que acumulavam papelão ali. “Por isso fazíamos o esforço de retirar de lá as famílias, independente do inquérito policial [do MP]”, afirmou.

O titular da Superintendência do Patrimônio da União (SPU), Robson Tuma, chegou a se emocionar durante a coletiva concedida junto com o prefeito.“Não havia aptidão para habitação naquele imóvel. Mas tínhamos consciência de que uma nova disputa por reintegração de posse não era salutar”, afirmou. A falta de uma solução clara para esse imóvel, como outros ocupados por moradores carentes, estendeu o limbo que culminou no desabamento nesta terça. A SPU era um dos órgãos federais que atuavam em parceria com a prefeitura.

Mais cedo, em entrevista à Rede Globo, o pastor da igreja luterana, Frederico Carlos, criticou as más condições do local. “Sempre se falou do risco que esse prédio corria, e precisou acontecer uma desgraça”, disse ele, que mantinha uma convivência com os moradores. Carlos relatou problemas que vão desde fiações expostas a esgoto aberto, que davam a sensação de vulnerabilidade do local.O prédio de mais de 20 andares abrigava cerca de 150 famílias de um movimento de moradia e quase todas foram retiradas logo após o incêndio. Um homem, que era resgatado quando o prédio desabou, está desaparecido. Ainda não foram confirmadas outras vítimas. Outros cinco prédios próximos ao edifício Wilson Paes de Almeida foram interditados por terem sido impactados com a queda. O prefeito Covas informou que a Defesa Civil fará um mapeamento de outros edifícios ocupados irregularmente no centro da cidade que estejam em situação limite.

A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, encerrou o ato em Curitiba, que contou com cerca de cinco mil pessoas de acordo com a Polícia Militar, lendo uma carta escrita pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na cadeia.

O ex-presidente diz sentir tristeza porque a “nossa democracia está incompleta” e compara o desempenho do governo Michel Temer na economia com os tempos de bonança de seus dois governos. “A mesa já não é farta, e até para cozinhar o pouco que tem muitas famílias catam lenha porque não podem mais pagar o bujão de gás”, diz Lula.

Ato em Curitiba reuniu, de acordo com a Polícia Militar, cerca de cinco mil pessoas

“Vocês se lembram da prosperidade do Brasil naqueles tempos (de seus governos)”, continua o petista para, na sequência, lembrar que era criticado na imprensa pela condução econômica “quando o Brasil ia bem”. Segundo ele, hoje os mesmos críticos falam em “retomada da economia”.

Ao final, em tom eleitoral, Lula promete a volta dos bons tempos. “Sabemos que esse Brasil é possível. Mais do que isso, já vivemos nesse Brasil há muito pouco tempo atrás”. Depois de ler a carta, Gleisi voltou a afastar os rumores sobre o plano “B”, os quais atribuiu à “grande mídia”. “Se alguém falar em plano ‘B’ para vocês, não acreditem. Lula vai ser o nosso candidato”, disse a senadora.

Vaias

Mais cedo, Aldo Rebelo, pré-candidato pelo SDD, foi vaiado enquanto discursava contra a intolerância. “Se nós não somos capazes de manter a tolerância num ato como este, não temos autoridade para pedir unidade em defesa da democracia. Que eles (adversários) alimentem este clima, compreendo. Só não compreendo quem se declara democrata não ter capacidade de tolerar”, reagiu Aldo, sob vaias.

O evento teve ainda a participação dos pré-candidatos Manuela D’Ávila (PCdoB) e Guilherme Boulos (PSOL).

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Posted on 02-05-2018
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 Moro quer provas de palestras de Lula

Sérgio Moro determinou à defesa de Lula que demonstre a origem lícita dos cerca de R$ 9 milhões que estão bloqueados em fundos de previdência.

Essa é a condição para que o juiz libere os recursos, como querem os advogados. O dinheiro aplicado seria parte dos ganhos do ex-presidente com palestras.

Entraram na conta da LILS Palestras cerca de R$ 27 milhões. Desse total, R$ 9,5 milhões foram repassados pelas grandes empreiteiras do petrolão: Odebrecht (R$ 3 milhões), Andrade Gutierrez (R$ 2,1 milhões), Camargo Corrêa (R$ 2 milhões), Queiroz Galvão (R$ 1,2 milhão) e OAS (R$ 1,1 milhão).

Temer estava na sua residência em São Paulo. Ao dar entrevistas aos jornalistas, foi chamado de “golpistas” por populares.

Segundo Temer, como estava em São Paulo, ele não poderia deixar de vir ao local. “Não poderia deixar de vir, sem embargo dessas manifestações, afinal estava em São Paulo e ficaria muito mal não comparecer”, disse Temer, sob gritos dos presentes. 

Ele confirmou que o prédio que desabou é da União. O presidente ressaltou que o governo federal dará suporte às vítimas.

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