Do Jornal do Brasil

 

Dos 14 sindicatos ligados à Federação Única dos Petroleiros (FUP) estão realizando assembleias ao longo do dia para receber as últimas orientações em relação à greve de advertência que será iniciada amanhã e termina em 72 horas. Se as reivindicações não forem atendidas, a FUP pretende realizar uma greve por tempo indeterminado com parada de produção, que será decidida em 12 de junho.

Como adiantou a coluna da jornalista Sonia Racy, do jornal O Estado de S. Paulo, petroleiros do litoral paulista aprovaram greve por tempo indeterminado, na manhã desta terça-feira.

Petroleiros deverão anunciar paralisação por tempo indeterminado

De acordo como diretor da FUP Simão Zanardi, a expectativa é de grande adesão à greve e a carta enviada pelo presidente da Petrobras, Pedro Parente, não deve surtir nenhum efeito nos empregados. “A credibilidade dele (Parente) está muito em baixa, tanto entre os empregados como no mercado. Se ele desvincular os preços do mercado internacional quebra um acordo com o mercado”, observou.

>> CUT e mais cinco centrais sindicais anunciam apoio aos petroleiros

A greve tem como principais reivindicações o fim da venda de ativos da Petrobras; o aumento do volume processado pelas refinarias da estatal; e o fim da política atual de preços.

“Hoje estamos refinando 1,2 milhão de barris por dia (b/d) e podiam ser 2 milhões, a capacidade das refinarias da Petrobras”, explicou o diretor ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado. “Com isso o Brasil passou de 40 empresas importadoras de combustível para 300. Se aumentar o refino aqui não precisa vender as refinarias”, afirmou.

Rodolfo BorgesFrentista enche o tanque de carro em posto de combustível em Brasília. Frentista enche o tanque de carro em posto de combustível em Brasília. UESLEI MARCELINO REUTERS

Nem todos os caminhoneiros voltaram ao trabalho após uma semana de paralisações pelo país, mas os prejuízos causados pelos bloqueios nas estradas já estão bem evidentes para dezenas de setores. A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), por exemplo, calcula em até 10 bilhões de reais os impactos para a cadeia produtiva de pecuária de corte. Das 109 plantas de produção de carne do país, 107 pararam, e as duas que funcionam operam com menos de 50% da capacidade. Já a Confederação Nacional de Dirigentes Logistas (CNDL) estima perdas de 27 bilhões de reais e já enxerga impactos para o crescimento do PIB do país no ano — mais próximo dos 2% do que dos 2,5% previstos pelo Governo recentemente.

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) calculou prejuízo de 2,9 bilhões de reais com obras paradas por falta de concreto e divulgou uma nota para pedir que outros setores não parem. “Não é hora para movimentos oportunistas. Novas paralisações, neste momento, são inaceitáveis. Cada um precisa assumir a sua parte de responsabilidade para superar essa situação. A prioridade deve ser o reabastecimento imediato e aceleração da discussão sobre os problemas estruturais do país, tais como revisão do papel da Petrobras, revisão tributária, reavaliação da matriz de transporte e investimento em infraestrutura”, diz a nota.

O Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) estimou em 32,5 bilhões de reais o impacto total dos nove dias da crise dos combustíveis para a economia nacional. A ausência de atividade econômica durante esses dias teria resultado na perda de 4,7 bilhões de reais em arrecadação de impostos para a União e para as administrações estaduais e municipais. “A arrecadação tributária sobre os combustíveis é muito alta. O conjunto de produtos gasolina, diesel e álcool representa 5% da arrecadação total do país”, diz Gilberto Luiz do Amaral, coordenador de estudos do IBPT, que calcula em 110 bilhões de reais a quantidade de impostos que deve ser arrecada pelo país por meio da taxação dos combustíveis neste ano.

Petrobras

Afetada diretamente pela crise, a Petrobras voltou a respirar nesta terça-feira. Depois de uma sequência de quedas que derrubaram em um terço (cerca de 120 bilhões de reais) o seu valor de mercado, as ações da petroleira voltaram a subir (14%), puxando para cima também o índice Ibovespa, que fechou em alta de 0,95%. A empresa, aliás, já dirigiu nesta terça seus esforços para enfrentar a greve dos petroleiros, agendada para a quarta-feira, prevista para durar inicialmente 72 horas. Junto com a Advocacia-Geral da União (AGU), a Petrobras pediu uma liminar ao Tribunal Superior do Trabalho (TST) para tentar impedir a greve — e obteve sucesso.

Segundo o pedido de liminar, as reivindicações dos sindicatos — entre elas a demissão do presidente da Petrobras, Pedro Parente — não são de natureza trabalhista, mas político-ideológica. A estatal calcula que uma greve no setor custaria por dia 349 milhões de reais. Os petroleiros planejam paralisar as atividades durante 72 horas, mas a ministra Maria de Assis Calsing decidiu que eles terão de pagar multa diária de 500.000 reais se pararem. “É potencialmente grave o dano que eventual greve da categoria dos petroleiros irá causar à população brasileira, por resultar na continuidade dos efeitos danosos causados com a paralisação dos caminhoneiros”, escreveu a ministra em sua decisão, acrescentando que “beira ao oportunismo a greve anunciada”.

Pedro Parente falou para analistas pela segunda vez em menos de uma semana nesta terça para dizer que “a mudança de periodicidade mensal para diária [nos reajustes do combustível] não foi escolha caprichosa”. “Foi fundamental para que pudéssemos escolher entre margem e market share [participação de mercado]”, segundo ele. “O Governo sempre ressaltou que não estava demandando mudança nas questões essenciais da política de preços. No entanto, não é segredo para ninguém que essa é uma empresa de controle e estatal e que eleições têm enorme influência”, admitiu.

Os aeroportos também vão tentando normalizar a situação do tráfego aéreo no país. A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR) registrou “mais de 270 voos cancelados” durante a semana de paralisação dos caminhoneiros. “É estimado um prejuízo diário de mais de R$ 50 milhões, que envolve cancelamentos, pousos técnicos para reabastecimentos, no shows [passageiros que não apareceram para embarcar] e atendimento a passageiros que deixaram de embarcar”, informa a associação em nota.

Enquanto a crise parece se encaminhar para o final, fica claro também que os problemas do Governo estão longe de acabar. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou nota para criticar a forma como o Palácio do Planalto pretende compensar os subsídios concedidos aos caminhoneiros. Na mensagem, a CNI “lamenta a postura do ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, que, em entrevista, admitiu a intenção do governo federal de aumentar impostos para cobrir o rombo decorrente do subsídio ao óleo diesel incluído no acordo com caminhoneiros”. Para a CNI, “o caminho para o Brasil sair da crise passa por se criar as condições necessárias para o país voltar a crescer” e isso envolve uma aposta” na redução de impostos para fomentar a economia, atrair investimentos e gerar mais empregos”.

maio
30
Posted on 30-05-2018
Filed Under (Artigos) by vitor on 30-05-2018

Gilberto Gil será testemunha de Lula

 Sergio Moro autorizou pedido da defesa de Lula para que Gilberto Gil preste depoimento como testemunha no processo sobre o sítio de Atibaia, informa o UOL.

Gil, que foi ministro da Cultura do condenado, vai depor no dia 11, às 14h, por videoconferência feita no Rio. Os advogados de Lula pediram que ele substituísse Miriam Belchior, ex-ministra do Planejamento, no rol de testemunhas.

O Antagonista suspeita que tenha havido alguma confusão com o Sítio do Picapau Amarelo.

maio
30
Posted on 30-05-2018
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Pater, no jornal (ES)

 

Um jornalista russo, crítico veemente do Presidente russo, Vladimir Putin, foi assassinado, com tiros nas costas, na capital ucraniana, esta terça-feira, 29.

Arkadi Babtchenko foi encontrado pela esposa no edifício do seu apartamento em Kiev, sangrando, e morreu na ambulância, a caminho do hospital.

A polícia adiantou que Babtchenko morreu devido a vários tiros disparados nas costas.

Em comentários televisivos, o chefe da polícia de Kiev, Andriy Krishchenko, afirmou: “A primeira e mais óbvia versão (da causa do assassinato) é a das suas atividades profissionais”.

Babtchenko, com 41 anos, era um crítico contundente das políticas do Kremlin, apontando a anexação da Crimeia, o apoio aos insurgentes separatistas no leste da Ucrânia e a campanha russa na Síria.

Dirigentes ucranianos e russos acusaram-se mutuamente pela morte.

Anton Gerashchenko, um deputado ucraniano que foi conselheiro do Ministério do Interior, afirmou no Facebook que os investigadores devem olhar pela “os esforços das agências de espionagem russas para se livrarem dos que procuram dizer a verdade sobre o que se passa na Rússia e na Ucrãnia”.

Gerashchenko adiantou que o assassino de Babtchenko estava à espera dele nas escadas dentro do edifício onde o jornalista morava e que o alvejou nas costas, quando ele saía para comprar pão.

Em Moscou, dirigentes e deputados criticaram as autoridades ucranianas pela sua alegada incapacidade de proteger os jornalistas.

“A Ucrânia está a tornar-se o país mais perigoso para os jornalistas”, disse o deputado russo Yevgeny Revenko, em observações transmitidas pela agência noticiosa estatal RIA Novosti insistindo que “o Governo ucraniano não pode garantir as liberdades básicas”.

Outro jornalista de renome, Pavel Sheremet, um natural da Bielorrússia que trabalhou para meios de comunicação russos, foi morto através da explosão do carro, no centro de Kiev, em julho de 2016. O caso continua por esclarecer.

Em março de 2017, um deputado russo, que passou de apoiante a crítico do Kremlin, Denis Voronenkov, foi assassinado à entrada de um hotel em Kiev. Os procuradores ucranianos alegaram que Voronenkov, que tinha apoiado o Kremlin enquanto foi deputado, mas que passou a crítico, depois de se mudar para a Ucrânia em 2016, foi morto por ordem de um criminoso russo.

Babtchenko esteve nas fileiras militares russas e combateu na primeira guerra separatista na Chechénia, durante a década de 1990. Mais tarde, tornou-se jornalista, trabalhando como correspondente militar para vários meios russos, e publicou vários livros baseados nas suas experiências de guerra.

Babtchenko saiu da Federação Russa em fevereiro de 2017, dizendo que estava  recebeendo ameaças e estava preocupado que pudesse ser preso.

 

Que a política não envenene o Brasil na alegria da Copa

Torcedores brasileiros na Copa das Confederações, em 2013Torcedores brasileiros na Copa das Confederações, em 2013 K. PFAFFENBACH REUTERS

É sabido que o futebol, como a religião, no Brasil e no mundo, na democracia e na ditadura, é usado pelos políticos como trampolim para seus cálculos de poder. Nunca vou esquecer aquela vez que ainda em vida do ditador espanhol Franco a seleção da Rússia jogou em 21 de junho de 1964 em Madri contra a Espanha. O caudilho e seu regime, campeões do anticomunismo, tinham lançado uma campanha para apresentar os jogadores russos como pouco menos do que monstros. Franco quis assistir à partida. Lembro de um grupo de senhoras bem curiosas por ver os jogadores soviéticos que exclamavam decepcionadas: “Mas são homens normais e bonitos!”. A tensão no estádio era grande. A Espanha franquista tinha de ganhar da Rússia comunista. Quando chegou o gol de Marcelino aos 35 minutos do segundo tempo, que daria a vitória à Espanha, houve alguns segundos de silêncio e, em seguida, o estádio, de pé, gritou: “Franco! Franco! Franco!”. O Caudilho tinha vencido a Rússia.

“Que o Brasil perca a Copa, que a greve dos caminhoneiros não pare e que o país exploda de uma vez”, ouvi um jovem brasileiro desiludido, funcionário dos Correios, dizer esta manhã. A política também acabará envenenando o Mundial de futebol? Li que existe um movimento para boicotá-lo. Imagino que se trate de quem deseja manter vivo o mau-humor de uma sociedade descontente com seus governantes. É o demônio do derrotismo que aparece justamente no momento em que este país precisa de algo que o unifique e o entusiasme, que o faça acreditar que até as piores derrotas podem ser superadas.

Como jornalista fui testemunha em minhas viagens pelo mundo da simpatia que sempre despertou nos cinco continentes o futebol brasileiro, metáfora de beleza e fantasia. E sou testemunha, desde que cheguei a este país, que se há algo capaz de congregar todos os brasileiros, de todas as classes sociais, econômicas e intelectuais, é o futebol. O clássico e popular grito: “Brasil! Brasil!”, lançado diante do gol ressoa desde a Bolsa de Valores de São Paulo até a última das favelas. E com ritual idêntico. Do sério presidente de empresa ao último peão, do analfabeto ao catedrático, diante do gol, pulam da cadeira, erguem os braços e acabam abraçando o primeiro que cruzarem a seu lado.

No Brasil, a Copa costuma coincidir com as eleições presidenciais e sempre se discutiu se uma vitória ou uma derrota da seleção nacional as influencia positiva ou negativamente. Não sei se há estatísticas sobre isso. No entanto, este ano o resultado da Copa poderá condicionar o ânimo dos eleitores. Poucas vezes, de fato, os brasileiros chegaram tão perto das eleições com tanta apatia, incerteza e irritação. A conquista do hexacampeonato poderia ajudar a recuperar parte dessa confiança que foi por água abaixo pela desilusão com os políticos e governantes?

Desde 1930, quando se realizou a primeira Copa do Mundo, no Uruguai, somente oito países ganharam a competição e apenas o Brasil o venceu cinco vezes. E este ano, segundo um estudo da Fundação Getúlio Vargas que envolveu um milhão de simulações, o favorito volta a ser o Brasil, com a Espanha, França e Alemanha. Meus amigos brasileiros já começaram a me perguntar se ficarei feliz se o Brasil conquistar o hexa ou prefiro que perca, seguindo a onda de descontentamento que açoita o país. Não. Eu aposto na vitória do Brasil precisamente para ir contra o derrotismo, um luxo que talvez se possam permitir aqueles a quem não falta nada ou os que apostam em manter o país dividido e irritado. O hexa seria a melhor metáfora de que o Brasil pode sair da crise política e de confiança em suas instituições usando a fórmula do treinador, Tite, uma mescla de seriedade, confiança, esforço e imaginação, talvez o que está faltando à política.

Torço para que o Brasil traga da Rússia seu sexto troféu mundial como presságio de que nas urnas saberá marcar também o melhor gol de sua democracia. Um gol contra a impunidade e a corrupção e em favor de uma época de prosperidade econômica e de tranquilidade social. Um gol capaz de devolver às pessoas a alegria que lhe roubaram. E que o triunfo na Copa e o resultado das urnas possam ser celebrados em um clima menos hostil, voltando a se olhar nos olhos em paz, sem ódios.

Los Panchos: um monumento do bolero em sua melhor expressão. Ontem, hoje e sempre.Viva!!!

BOM DIA!!!

( Vitor Hugo Soares)

 

Parente distribui carta a empregados para tentar evitar paralisação na quarta

O presidente da Petrobras, Pedro Parente, distribuiu uma carta aos empregados da empresa nesta segunda-feira, 28, na tentativa de conter a greve de 72 horas marcada para a próxima quarta-feira, 30. No texto, argumenta que a decisão de reajustar os preços dos combustíveis diariamente em linha com o mercado internacional foi tomada em defesa da companhia e para evitar o crescimento da dívida.

O executivo inicia e conclui a carta questionando a contribuição dos funcionários para o fim dos protestos dos caminhoneiros. “Como a Petrobras e a sua força de trabalho podem melhor ajudar o Brasil neste momento?”, questiona.

Em seguida, responde: “Não acreditamos que seja com paralisações e pressões para redução de nossos preços. Em nosso entendimento, isso teria justamente o efeito contrário: seria um retrocesso em direção ao aumento do endividamento, prejudicando os consumidores, a própria empresa, e, em última instância, a sociedade brasileira. Assim, neste grave momento da vida nacional, convidamos todos a uma cuidadosa reflexão”, afirma Parente, no documento que inicia chamando os funcionários de “caros colegas”.

A paralisação dos petroleiros foi definida no último sábado pela Federação Única dos Petroleiros (FUP). O sindicato já vem realizando assembleias nas unidades operacionais da empresa desde o mês passado e obteve a autorização dos empregados para a mobilização. Por enquanto, o protesto tem período definido, de três dias, por isso é considerado apenas de advertência. Mas outra paralisação por tempo indeterminado ainda está sendo organizada. A FUP apresentou cinco pontos de reivindicação à direção da empresa. Entre elas está o pedido de demissão de Parente, além da mudança na política de preços, com redução dos valores cobrados nas refinarias.

Parente, na carta aos funcionários, classifica a atuação da direção da companhia como “firme e diligente”.

Ele ainda justifica a adoção da atual política de preços e diz que a recuperação financeira da companhia é a melhor contribuição a ser dada à sociedade, com a geração de emprego e desenvolvimento. “Uma Petrobras com menos dívidas, com mais investimentos e mais geração de empregos se faz com a defesa dos seus reais interesses e isso demanda ação firme e diligente dos seus dirigentes, com o indispensável apoio de sua força de trabalho. Como citamos acima, isso não é colocar a empresa antes do País ou dos consumidores ou ficar apegado a dogmas. Pelo contrário, quanto mais financeiramente saudáveis formos, melhor cumpriremos o nosso papel social de empresa que investe, produz, contrata e gera desenvolvimento”, disse.

Assim como vem afirmando desde que a greve dos caminhoneiros foi iniciada, Parente repete que a estatal não é a única responsável pela formação dos preços dos combustíveis e destaca os impostos que incidem sobre a gasolina e diesel e contribuem com os caixas dos governos dos Estados e federal. “Culpar a Petrobras pelos preços considerados altos nas bombas é ignorar a existência dos outros atores, responsáveis por dois terços do preço da gasolina e metade do preço do diesel. Eles também precisam colaborar com a solução.”

“Nós quem vamos pagar tudo”, admite vice-líder do governo

 

Por Diego Amorim

Beto Mansur, vice-líder do governo, admitiu a O Antagonista que seremos nós, os contribuintes, quem arcaremos com o acordo anunciado na noite de ontem por Michel Temer para tentar pôr fim à greve dos caminhoneiros.

“Não tem almoço grátis, todo mundo sabe. Regular preço mínimo de frete é uma maluquice. Quem vai pagar essa conta seremos nós. Nós quem vamos pagar tudo.”

O deputado pelo PRB de São Paulo disse que a negociação com os caminhoneiros acabou porque “o governo já fez o que tinha de fazer”.

“Fizemos mais do que podíamos. Tudo foi atendido, o presidente fez mais do que foi possível. Quero ver até quando os caras vão ficar parados.”

Na avaliação de Mansur, o movimento grevista não é organizado, não tem liderança definida e “muitos caminhoneiros ainda não voltaram ao trabalho com receio de se desencompatibilizar com a categoria”.

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