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Do Jornal do Brasil

A justiça entendeu que os Kirchner formaram “um complexo esquema societário com a finalidade de recolocar no mercado parte do dinheiro obtido com fraudes envolvendo o Estado”, revela decisão publicada no Centro de Informação Judicial da Suprema Corte.

Cristina Kirchner e seus filhos Máximo e Florencia tiveram ainda 800 milhões de pesos (31 milhões de dólares) embargados.

Segundo o processo, os denunciados obtinham dinheiro “através da concessão irregular de obras públicas na província de Santa Cruz” (sur), feudo político do finado presidente Néstor Kirchner.

Além dos Kirchner, o processo envolve ainda Cristóbal López, ex-líder de um império de negócios na Argentina, já detido por sonegação de impostos.

Cristina Kirchner é senadora e Máximo ocupa uma cadeira de deputado no Congresso.

O processo é conhecido como “Hotesur”, nome da administradora dos hotéis dos Kirchner, e foi deflagrado em 2004 por uma denúncia da então deputada opositora Margarita Stolbizer.

Kirchner já responde a outros processos, envolvendo a concessão de obras públicas ao empresário Lázaro Báez; o encobrimento de acusados pelo atentado contra a associação judaica AMIA (1994), e por operações financeiras do Banco Central no final de seu segundo mandato com o “dólar futuro”.

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