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Não diga que nada de novo (e bom) acontece em Salvador e na Bahia ultimamente.

Lançamento será na quinta feira, 10 de maio, no Mister Miss Pub Café, Pelourinho, Salvador

Que tal fazer uma viagem no tempo e por uma terra tão dessemelhante quanto pitoresca e intrigante? Esse é o convite que o jornalista Eduardo Diogo Tavares faz para quem gosta e deseja se aprofundar de forma lúdica e ao mesmo tempo divertida nas 47 crônicas de Hist

 

Não diga que nada de novo (e bom) acontece em Salvador e na Bahia ultimamente.

Lançamento será na quinta feira, 10 de maio, no Mister Miss Pub Café, Pelourinho, Salvador

Que tal fazer uma viagem no tempo e por uma terra tão dessemelhante quanto pitoresca e intrigante? Esse é o convite que o jornalista Eduardo Diogo Tavares faz para quem gosta e deseja se aprofundar de forma lúdica e ao mesmo tempo divertida nas 47 crônicas de Histórias de uma Terra Dessemelhante, seu novo livro, a ser lançado no dia 10 de maio, a partir as 18h, no Mister Miss Pub Café, na Rua Gregório de Mattos, 15, no Pelourinho.

Quando o escritor lançou em 2000 Breves Histórias da Dessemelhança, edição limitada e esgotada, surpreendeu muitos baianos que não conheciam esses causos pitorescos garimpados por um carioca que naquela época já morava na Bahia há 15 anos.

Mas como o próprio Diogo Tavares costuma dizer, “todo jornalista é um historiador apressado” e por isso ele foi pesquisando, escrevendo e publicando algumas dessas histórias nas edições de domingos do Jornal Correio da Bahia, além de sites, blogs e revistas.

Assim apareceram as estripulias de Caramuru, Catarina e sua santa, as histórias do Frei Bastos, a partida de Gregório de Mattos, o Boca do Inferno, da sua amada Bahia, a carreira militar de Santo Antônio, a revolução dos chinelos, a peleja de São Francisco contra o mal da bicha, o surgimento de bairros e ruas de Salvador, entre outras curiosas histórias acontecidas na cidade da Bahia dos últimos séculos.

Da contemporaneidade, Diogo Tavares relembra ainda histórias do famoso Totonho de Mar Grande, da Irmandade da Boa Morte em Cachoeira e os poderes da água de Serrinha, imprimindo humor e tons de baianidade em suas histórias.

Nota sobre a edição

A história é cheia de lacunas e quase sempre elas são preenchidas por versões edificantes ou depreciativas, de acordo com os interesses em moda. Mas imagine se você estivesse lá e acompanhasse os fatos e “versões” com a ironia dos boêmios irreverentes, ou como no clássico Decameron, do genovês Giovanni Boccaccio.

Os acontecimentos deste livro constam em registros históricos, as interpretações não. Deste exercício resultam momentos hilariantes, como desculpas de pessoas flagradas em atos embaraçosos, comentários de alcova e pensamentos inconfessáveis. Da Bahia colonial à atualidade, esta liberdade intrínseca ajuda a revelar o próprio espírito irreverente do baiano e, por extensão, do brasileiro.

O leitor pode encarar este livro como um divertido passeio através do tempo, seja seguindo pela ordem cronológica apresentada ou optando pelo acaso, pois cada história é completa em si.

O autor

Eduardo Diogo Tavares é jornalista, consultor de comunicação e escritor. Nasceu no Rio de Janeiro, onde se formou em Jornalismo no início de 1986, mesmo ano em que se mudou para a capital baiana. Foi secretário de Comunicação da Prefeitura de Salvador, depois de atuar em rádios, jornais e TVs, como Correio da Bahia, A Tarde, Jornal da Bahia, TV Itapoan, TV Bandeirantes, Rádio Educadora (Irdeb), além da revista Veja e do Jornal do Brasil, através das sucursais.

Como assessor de comunicação, atendeu diversas empresas e organizações, tendo implantado a Assessoria de Comunicação da Força Sindical Bahia. Participou, como coordenador ou redator, de campanhas eleitorais em São Paulo (SP), Salvador (BA), Camaçari (BA) e Barretos (SP).

Possui nove livros publicados, com destaque para O Milagre de Dom Amoroso (1995), sobre a vida de Dom Timóteo, abade do Mosteiro de São Bento, e Breves Histórias da Dessemelhança (2000), tendo organizado também o livro Nós Vimos a Cobra Fumar (2005), em que o pai, Italo Diogo Tavares, narra na forma de diário a participação na campanha brasileira na II Guerra Mundial, na Itália, em 1944 e 1945. Também publicou os livros Apertura (1979), Pedaços (1982), Uma Viagem (1989), Separação Anunciada (1989), Rotas & Desvios (1996) e Sobre Guerra e Gratidão (2013), coautoria de Nádya Argôlo.

Obras também disponíveis em e-book na loja Amazon.com.br: Nós Vimos a Cobra Fumar, O Milagre de Dom Amoroso e Notícias de Uma Terra Dessemelhante. Este último encontrado ainda nesta mesma versão impressa sob demanda na livraria virtual da Editora Book2 (https://www.livrariadabok2.com.br/).

órias de uma Terra Dessemelhante, seu novo livro, a ser lançado no dia 10 de maio, a partir as 18h, no Mister Miss Pub Café, na Rua Gregório de Mattos, 15, no Pelourinho.

Quando o escritor lançou em 2000 Breves Histórias da Dessemelhança, edição limitada e esgotada, surpreendeu muitos baianos que não conheciam esses causos pitorescos garimpados por um carioca que naquela época já morava na Bahia há 15 anos.

Mas como o próprio Diogo Tavares costuma dizer, “todo jornalista é um historiador apressado” e por isso ele foi pesquisando, escrevendo e publicando algumas dessas histórias nas edições de domingos do Jornal Correio da Bahia, além de sites, blogs e revistas.

Assim apareceram as estripulias de Caramuru, Catarina e sua santa, as histórias do Frei Bastos, a partida de Gregório de Mattos, o Boca do Inferno, da sua amada Bahia, a carreira militar de Santo Antônio, a revolução dos chinelos, a peleja de São Francisco contra o mal da bicha, o surgimento de bairros e ruas de Salvador, entre outras curiosas histórias acontecidas na cidade da Bahia dos últimos séculos.

Da contemporaneidade, Diogo Tavares relembra ainda histórias do famoso Totonho de Mar Grande, da Irmandade da Boa Morte em Cachoeira e os poderes da água de Serrinha, imprimindo humor e tons de baianidade em suas histórias.

Nota sobre a edição

A história é cheia de lacunas e quase sempre elas são preenchidas por versões edificantes ou depreciativas, de acordo com os interesses em moda. Mas imagine se você estivesse lá e acompanhasse os fatos e “versões” com a ironia dos boêmios irreverentes, ou como no clássico Decameron, do genovês Giovanni Boccaccio.

Os acontecimentos deste livro constam em registros históricos, as interpretações não. Deste exercício resultam momentos hilariantes, como desculpas de pessoas flagradas em atos embaraçosos, comentários de alcova e pensamentos inconfessáveis. Da Bahia colonial à atualidade, esta liberdade intrínseca ajuda a revelar o próprio espírito irreverente do baiano e, por extensão, do brasileiro.

O leitor pode encarar este livro como um divertido passeio através do tempo, seja seguindo pela ordem cronológica apresentada ou optando pelo acaso, pois cada história é completa em si.

O autor

Eduardo Diogo Tavares é jornalista, consultor de comunicação e escritor. Nasceu no Rio de Janeiro, onde se formou em Jornalismo no início de 1986, mesmo ano em que se mudou para a capital baiana. Foi secretário de Comunicação da Prefeitura de Salvador, depois de atuar em rádios, jornais e TVs, como Correio da Bahia, A Tarde, Jornal da Bahia, TV Itapoan, TV Bandeirantes, Rádio Educadora (Irdeb), além da revista Veja e do Jornal do Brasil, através das sucursais.

Como assessor de comunicação, atendeu diversas empresas e organizações, tendo implantado a Assessoria de Comunicação da Força Sindical Bahia. Participou, como coordenador ou redator, de campanhas eleitorais em São Paulo (SP), Salvador (BA), Camaçari (BA) e Barretos (SP).

Possui nove livros publicados, com destaque para O Milagre de Dom Amoroso (1995), sobre a vida de Dom Timóteo, abade do Mosteiro de São Bento, e Breves Histórias da Dessemelhança (2000), tendo organizado também o livro Nós Vimos a Cobra Fumar (2005), em que o pai, Italo Diogo Tavares, narra na forma de diário a participação na campanha brasileira na II Guerra Mundial, na Itália, em 1944 e 1945. Também publicou os livros Apertura (1979), Pedaços (1982), Uma Viagem (1989), Separação Anunciada (1989), Rotas & Desvios (1996) e Sobre Guerra e Gratidão (2013), coautoria de Nádya Argôlo.

Obras também disponíveis em e-book na loja Amazon.com.br: Nós Vimos a Cobra Fumar, O Milagre de Dom Amoroso e Notícias de Uma Terra Dessemelhante. Este último encontrado ainda nesta mesma versão impressa sob demanda na livraria virtual da Editora Book2 (https://www.livrariadabok2.com.br/).

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