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Edmílson Caminha

 

ARTIGO/LIVRO

ARCA DE TESOUROS E AFETOS

Edmílson Caminha

João Carlos Teixeira Gomes pertence a uma das melhores gerações da imprensa brasileira, a de Carlos Heitor Cony, Antonio Callado, Joel Silveira, Rubem Braga e Zuenir Ventura, autores, não por coincidência, de romances e crônicas que não desmerecem a nossa literatura. Jornalistas que sabem escrever, o que deveria soar como redundância ? não no Brasil de hoje, com jornais e revistas nivelados por baixo pela pobreza estilística e pela carência de ideias.

Jornalista, professor, ensaísta, poeta, cronista, romancista, biógrafo, memorialista, contista, o baiano João Carlos Teixeira Gomes engrandece a literatura brasileira com extensa obra que vai de Ciclo imaginário (1975) até A brava travessia (2016). São mais de 40 anos de fértil e admirável produção, da qual o autor seleciona, agora, os excertos que reúne em A arca dos meus tesouros (Salvador : Caramurê, 2017). Para quem nunca soube deles, é uma oportunidade boa de ler, por exemplo, “A ideologia em Jorge Amado”, posto pelo romancista de Gabriela entre o que de melhor se escrevera sobre sua ficção; ou “A carta do Padre Luca”, eixo do romance Assassinos da liberdade (2008), manifesto do personagem que dá voz ao ideário do escritor; ou, ainda, os sonetos que se incluem, sem favorecimento, na antologia dos mais belos poemas compostos em língua portuguesa. Para os privilegiados que já os lemos, é o fino gosto de a eles voltar, pelo brilho do pensamento, pela elegância do estilo, pela riqueza da inspiração.

Para uns e para outros, o prazer das novidades: a apresentação “O maestro das letras”, do psicólogo e escritor Paulo de Tarso Barreto, e dois depoimentos do autor, “Eu, por mim mesmo” e “A arca da vida”. O primeiro, belo testemunho de vida, em que o profissional conclui, com saber de experiência feito: “Relevante foi ter aprendido no jornalismo que a sociedade é extremamente vulnerável à demagogia dos governantes, e nem os mecanismos da democracia conseguem protegê-la da propaganda ardilosa. A mentira está na essência da vida pública como uma doença sem cura.” E recorda os perigos que viveu, na década de 1970, como editor do Jornal da Bahia: “No jornalismo, lutei quanto pude contra a abominação despótica, e tanto é verdade que acabei nas barras de um tribunal militar. Pascal disse que o homem é um animal que pensa. Rabelais afirmou que o homem é um animal que ri. No jornalismo, descobri que o homem é um animal que mata.”

Se não concede a esses políticos mais do que a insignificância a que se reduzem, o memorialista lembra com respeito o bisavô Chico de Brito, cuja “lei”, de que ainda hoje falam os conterrâneos cearenses, era receber a bala cangaceiros e jagunços que lhe invadissem as terras. Dele, a filha e o neto, pai do escritor, herdaram impressionante pontaria, que ele próprio, João Carlos, também exerce, não com arma de fogo,mas com a “Pena de Aço” que o celebrizou na imprensa. Faz justiça ao avô João Oliveira, dono do Cineteatro Jandaia, em Salvador, um dos mais belos do Brasil, nos anos 1940; evoca o pai Teixeira Gomes, famoso goleiro do Esporte Clube Bahia; e presta a homenagem a que os amigos fazem jus na pessoa de Glauber Rocha, de quem escreveu excelente biografia publicada em 1997.

Com sabedoria e bom humor, desdenha a importância que nós outros lhe damos: “Sou poeta. E como poetas não têm o que fazer, acabei na Academia de Letras da Bahia, cadeira número 15. Mas li muito, sem excluir folhetins, dicionários e enciclopédias. Dicionários são grossos buquês de flores verbais. Amo os livros com o mesmo fervor com que amo as mulheres: a diferença é que os livros são mais dóceis e receptivos ao tato.” 

Na plenitude da vida e da criação intelectual, João Carlos Teixeira Gomes comprova-se um dos mais brilhantes valores da sua geração,e faz o que só se espera dos escritores verdadeiramente grandes: presenteia-nos com literatura da melhor qualidade, poesia e prosa que recebemos em uma rica e luminosa arca, cheia de tesouros e afetos.

Edmilson Caminha, escritor, membro da Academia de Letras de Brasília

A canção é antológica, de versos ardentes e poderosos, que valem por si só. Ainda assim, prestem atenção, também, nas palavras dos poemas que João Bosco declama ( declamar era o verbo, antes do dizer politicamente correto) neste vídeo fabuloso e mais que atual.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares) 

O presidente Michel Temer no dia 12, em Brasília.
O presidente Michel Temer no dia 12, em Brasília. UESLEI MARCELINO REUTERS

Cercado pelo Judiciário e alvo de ao menos duas investigações criminais em andamento, o presidente Michel Temer (MDB) tem reagido contra decisões que ora o afetaram diretamente ora esbarraram em antigos aliados seus. Na semana que passou, Temer consultou alguns de seus auxiliares sobre a possibilidade de fazer um pronunciamento contra decisões do ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, que o atingiram. Foram três “canetadas” que deixaram o presidente irritado e preocupado: 1) a quebra de seu sigilo bancário no inquérito que apura irregularidades no decreto dos portos; 2) uma busca da Polícia Federal no Palácio do Planalto para investigar todos os e-mails de Rodrigo Rocha Loures – seu ex-assessor que ficou conhecido como o “homem da mala” da JBS por receber 500.000 reais em propina e; 3) as suspensões que o magistrado determinou no indulto presidencial de Natal no qual eram beneficiados com a redução da pena criminosos condenados pelo crime de corrupção.

Após ouvir seus auxiliares, o presidente decidiu ficar calado. Mas não deixou a poeira baixar. Escalou dois membros de sua tropa de choque para fazerem críticas oficiais. Os escolhidos foram os ministros da Secretaria de Governo, Carlos Marun, e da Justiça, Torquato Jardim. Este fez queixas técnicas. Aquele, políticas. Jardim disse, por exemplo, que Barroso não poderia alterar o decreto presidencial porque ele estava invadindo a competência do poder Executivo. “Se o decreto fala em um quinto da pena e se mudou para um terço da pena, trata-se de legislação, não de interpretação”, afirmou o ministro da Justiça.

No fim do ano passado, o presidente afrouxou os requisitos para quem pode ser beneficiado pela redução da pena e atingiu todos os condenados por delitos sem violência ou grave ameaça. Nesse rol de delitos estão lavagem de dinheiro e corrupção, alguns dos quais ao menos uma centena de parlamentares está sendo investigada no âmbito da operação Lava Jato. E outros tantos (empresários, lobistas e políticos) já foram condenados na primeira instância. Em janeiro, a presidenta do STF, Cármen Lúcia, havia suspendido liminarmente trechos desse decreto. E, agora, Barroso ampliou essa restrição. A Advocacia-Geral da União deverá recorrer dessa decisão.

Marun cumpriu o papel que usualmente lhe cabe entre os auxiliares de Temer, o de ser mais direto e ácido. Declarou que pensa em se licenciar do cargo de ministro, retornar à Câmara dos Deputados, e apresentar um pedido de impeachment de Barroso. “Estamos diante de um sucessivo desrespeito à Constituição. Nesta última decisão, ele conseguiu desrespeitar os três poderes da República.”

O ministro da secretaria de Governo ainda afirmou que Barroso faz ativismo judicial e que tem uma atuação político-partidária na Corte. Marun insinuou que o magistrado beneficiava os aliados de Dilma Rousseff (PT), a presidenta que o indicou em 2013 para assumir uma cadeira vitalícia no Supremo. “Ele é paladino da luta contra a corrupção. Não era antes e mudou? Ele virou ou corruptos petistas são diferentes de outros?”, ironizou Marun, com um comentário que também dá margens a interpretações. Barroso não se manifestou sobre as críticas.

Movimentos de enxadrista

Os ataques ao Judiciário não se restringiram às falas oficiais. Em uma linha de defesa, os advogados de Temer buscam argumentos para derrubar a decisão de Barroso que decretou a quebra de sigilo bancário do presidente, assim como a de Edson Fachin, outro ministro do STF, que autorizou a abertura de investigação do presidente por um ato praticado antes do período de seu mandato. A suspeita nesse caso é o de que Temer teria capitaneado um esquema de propinas para o seu partido, o MDB, na eleição de 2014. Pela Constituição, enquanto está no cargo, um presidente só pode ser responsabilizado por atos cometidos durante o período em que ocupou cadeira presidencial. Eventuais delitos anteriores a esse tempo, teriam de esperar o fim do mandato para se tornarem uma denúncia criminal. A Procuradora-Geral da República, Raquel Dodge, e o ministro Fachin entenderam que Temer pode ser investigado já, mas ainda não poderia ser punido, caso se comprove sua participação no delito.

Na outra frente, Temer tenta usar seu antigo prestígio de advogado constitucionalista, autor de livros que já estiveram nas listas de quase todas as faculdades de Direito, para influenciar decisões judiciais. Quando Dodge pediu a abertura de sua investigação, o presidente enviou uma carta a ela e um artigo assinado por Torquato Jardim apresentando entendimentos distintos dos dela. No fim de semana, deu um passo maior. Reuniu-se com a presidente do STF na casa dela, em Brasília, sob a justificativa oficial de que tratariam o tema segurança pública. Mas não deixou de registrar seu inconformismo com a maneira como é tratado pelo Judiciário.

Os ministros Carlos Marun e Torquato Jardim.
Os ministros Carlos Marun e Torquato Jardim. UESLEI MARCELINO REUTERS
 Assim que a quebra de sigilo do presidente veio à tona, em 5 de março, Temer se apressou em dizer que não tinha nada a esconder. Emitiu uma nota oficial para informar que entregaria todos os dados à imprensa. Eis um trecho da nota: “O presidente não tem nenhuma preocupação com as informações constantes em suas contas bancárias”. Já se vão duas semanas, e nenhum dado foi apresentado nem ao Judiciário, nem aos jornalistas. A ordem, por enquanto, é aguardar o desdobramento dessa nova crise entre o presidente e o Judiciário.

Aliado denunciado

Enquanto Temer luta pela sua sobrevida política e por conseguir influenciar a eleição de seu sucessor, no Congresso Nacional um de seus principais aliados, o senador e líder do Governo, Romero Jucá (MDB-RR) passa por dificuldades semelhantes. Nesta terça-feira, a 1ª Turma do Supremo aceitou uma denúncia do Ministério Público Federal e o transformou em réu pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Jucá é o primeiro político do primeiro escalão que constava da lista de propinas paga da Odebrecht a se tornar réu. Conforme a denúncia de delatores da empresa, o senador pediu e recebeu 150.000 reais em propinas disfarçadas de doações de campanhas. Em contrapartida, ele atuaria a favor da Odebrecht na tramitação de duas medidas provisórias. Contra o líder de Temer no Senado, tramitam outras 13 investigações. Nenhuma delas tornou-se denúncia até o momento. Em nota, Jucá disse “que o processo se trata de uma doação de campanha oficial de 150.000 reais, cujas contas foram todas aprovadas pelo TSE e órgãos competentes”.

 

Resultado de imagem para A Vastidão dos Mapas no Palacete da Artes em Salvador

 

Começa nesta terça-feira, 20/03, no Palacete das Artes, em Salvador,  a mostra itinerante “A Vastidão dos Mapas”, em Salvador, no Palacete das Artes. A exposição,  que já passou pelo Mon, de Curitiba, com grande sucesso de visitação pública, ficará na capital baiana até 20 de maio, com entrada gratuita. 

 https://goo.gl/AgmZEG

 A Vastidão dos Mapas, bem mais que simples mostra dos segredos da cartografia, é uma grande e motivadora viagem. Apresentada pelo Ministério da Cultura, por meio da Lei Rouanet e com curadoria de Agnaldo Farias, a exposição traz um conjunto de mapas originais dos séculos XVI ao XVIII do núcleo de cartografia da Coleção Santander Brasil, “num diálogo instigante com obras contemporâneas que se relacionam com questões como o mapeamento do espaço, das fronteiras, dos deslocamentos e fluxos territoriais, econômicos, culturais e subjetivos. De Salvador, onde permanecerá dois meses, a mostra embarcará para Uberlândia (MG).

São 29 artistas convidados como Adolfo Montejo Navas, Alex Flemming, Angelo Venosa, Anna Bella Geiger, Bartolomeo Gelpi, Carmela Gross, Chang Chi Chai, Cristina Barroso, Feco Hamburger, Fernando Zarif, Gal Oppido, Guga Szabzon, Humberto Guimarães, Júlio Villani, Lina Kim, Luiz Sôlha, Manoel Veiga, Marcelo Brodsky, Marcius Galan, Nelson Leirner, Pedro David, Penna Prearo, Rafael Assef, Rodrigo Torres, Rogério Barbosa, Sylvia Amelia, Tuca Reinés, Tuca Vieira, e Vik Muniz.

A mostra apresenta mais de 80 obras, sendo 15 mapas pertencentes à Coleção Santander Brasil, correspondentes aos artistas Arnoldus Montanus, Giacomo Gastaldi, Henricus Hondius, Jodocus Hondius, Johannes Janssonius, Joan Blae, Johannes Covens, Cornelis Mortier e Justus Danckerts.

 A exposição ressalta o valor desse conjunto único da cartografia que integra a coleção, ao mesmo tempo em que revela um olhar em sintonia com o contemporâneo. A cartografia dos séculos XVI a XVIII teve um papel fundamental para o conhecimento e domínio do território, bem como para difundir a imagem do Novo Mundo por toda a Europa. Hoje, é a arte contemporânea que dissemina, de modo poético e crítico, múltiplas ideias, visões e interpretações sobre o nosso país e nosso tempo.

Marcos Madureira, vice-presidente executivo de Comunicação, Marketing, Relações Institucionais e Sustentabilidade do Santander Brasil, resume o sentido e significado da exposição: “propiciar renovadas possibilidades de leitura do acervo de arte do Santander e apresentar o que de mais novo tem se produzido na arte contemporânea brasileira é um dos nossos objetivos. Acreditamos que é na interação com as pessoas que se forma e se ativa o significado da arte”.

Para o curador Agnaldo Farias: “o conjunto de mapas da Coleção Santander Brasil são verdadeiras preciosidades, sendo o recorte composto por antigos mapas do Brasil, do continente americano, das suas linhas de tangência, que mostram as bordas visíveis de vastas extensões de terra em cujo interior vêm assinaladas as assim chamadas terras não descobertas, terras de sonhos, de toda sorte de projeções e fantasias por parte dos que se punham a descobri-las. Partindo desse núcleo fundado parte na realidade, parte na imaginação, a exposição espraia-se por uma surpreendente gama de especulações dos artistas sobre o tema. O conjunto desses trabalhos oferece ao público um outro mapeamento, o da maleabilidade da linguagem.“

COLEÇÃO SANTANDER BRASIL

O núcleo de cartografia da Coleção Santander Brasil é composto por mais de setenta mapas, sendo que a maioria representa o território brasileiro ou o continente americano.

Formado a partir dos anos 1960, o acervo inclui mapas primorosos e raros produzidos pelos mais renomados cartógrafos europeus, principalmente holandeses, como Joan Blaeu (1596 -1673), Henricu sHondius (1587-1638) e Johannes van Keulen (1654-1711), e franceses, como Nicolas Sanson (1600 -1667) e Alexis Humbert Jaillot (c.1632-1712).

A difícil tarefa de traçar o contorno dos territórios e a delicada missão de criar imagens que os representassem, incorporando relatos de viagens e ilustrações das mais diversas fontes, fazem dos mapas verdadeiras obras de arte.

O mapa mais antigo da coleção, executado em 1556, é de autoria de Giacomo Gastaldi (c. 1500-1565), engenheiro e cartógrafo que atuou em Veneza em meados do século XVI. O mapa estará na exposição “A Vastidão dos mapas”.

Embora abrigue um núcleo de cartografia antiga e um discreto conjunto de arte popular, a Coleção Santander Brasil é formada sobretudo por pinturas, esculturas e gravuras de grandes nomes da arte brasileira, entre eles Cícero Dias, Di Cavalcanti, Iberê Camargo, Tomie Ohtake, Portinari e Volpi. A coleção também vem sendo ampliada com novas aquisições de arte contemporânea.

SOBRE AGNALDO FARIAS

É professor doutor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, crítico de arte e curador. Atualmente é consultor do Instituto Tomie Ohtake (SP) e curador do Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba.  Foi um dos curadores da 11ª Bienal de Cuenca, Equador, em 2011, e dividiu, com Moacir dos Anjos, a curadoria geral da 29ª Bienal de São Paulo, em 2010.

 

SOBRE O PALACETE DAS ARTES

O Palacete das Artes é um órgão vinculado ao Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC)/Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult-BA). Funciona de terça a sexta, das 13h às 19h, e sábados, domingos e feriados, das 14h às 18h.

SERVIÇO

A VASTIDÃO DOS MAPAS 

Arte contemporânea em diálogo com mapas da Coleção Santander Brasil

20 de março até20 de maio 2018

 

Palacete das Artes

Rua da Graça, 289 – Graça – Salvador, Bahia
Tel.: (71) 3117-6987 / (71) 3117-6910

De terças às sextas-feiras, das 13 às 19h;
Sábados, domingos e feriados, das 14 às 19h.
Entrada Gratuita

Do Jornal do Brasil

 

Cármen também afirmou, nesta segunda-feira (19), que depende do ministro-relator Edson Fachin, e não dela, o julgamento do habeas corpus do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, no plenário da Corte.

“O Supremo examinará assim que o ministro Edson Fachin levar em mesa, ou na Segunda Turma ou ao plenário”, disse a ministra, em entrevista à rádio Itatiaia, de Minas Gerais. “O relator é o responsável por levar o processo e dizer a importância do processo”, acrescentou. “Quando o relator levar, o habeas corpus tem preferência constitucional, porque lida com liberdade.”

>> Gilmar Mendes será relator do habeas corpus contra prisão em segunda instância

Cármen Lúcia confirmou que haverá uma reunião “não formal” entre os ministros, que foi convocada por Celso de Mello 
Cármen Lúcia confirmou que haverá uma reunião “não formal” entre os ministros, que foi convocada por Celso de Mello 

O STF vive um impasse sobre se condenados na segunda instância devem começar a cumprir pena de imediato, mesmo com recursos pendentes em cortes superiores e Cármen Lúcia, a quem cabe elaborar a pauta de julgamento em plenário, ainda não colocou o tema em discussão.

Na semana passada, ao negar mais um pedido da defesa de Lula para que seja concedido o habeas corpus do ex-presidente, Fachin disse que não deve levar o assunto ao plenário em mesa sem que seja pautado por Cármen Lúcia, pois a elaboração da pauta de julgamentos “recai sobre as elevadas atribuições da presidência deste tribunal”.

mar
20
Posted on 20-03-2018
Filed Under (Artigos) by vitor on 20-03-2018


Sid. no portal de humor gráfico

 

Beto Mansur a O Antagonista: “Michel vai ser candidato”

 

Beto Mansur, deputado pelo PRB de São Paulo e amigo de Michel Temer, disse a O Antagonista que conversou com o presidente por telefone nesse fim de semana e está convencido:

“Michel vai ser candidato.”

O parlamentar argumentou:

“Se não for candidato, ele ficará fora do jogo e ninguém vai querer sentar para conversar com ele. Veja, Michel está com a caneta na mão, é presidente da República, tem coisas para mostrar. O cara está com 77 anos, não tem nada a perder. Ou ganha ou vai para casa. Ou você acha que ele vai ser candidato a deputado, senador? Michel, repito, vai ser candidato: vai usar o tempo de televisão do partido, vai para o debate, vai dar porrada…”

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