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Postado em 18-03-2018
Arquivado em (Artigos) por vitor em 18-03-2018 00:34
Marielle Franco na Cinelândia em janeiro deste ano.
Marielle Franco na Cinelândia em janeiro deste ano. Ellis Rua AP

Nas 19 horas que se seguiram à morte de Marielle Franco e seu motorista Anderson Gomes, mais de meio milhão de tuítes circularam mencionando o assassinato da vereadora do PSOL, de acordo com estudo da Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV Dapp). Do total, 88% eram mensagens de apoio e luto e apenas 7% fizeram uso da redes para criticar o PSOL, a esquerda e ativistas dos direitos humanos em geral como “defensores de bandidos”. Passados alguns dias, o panorama evoluiu. Alguns atores da direita radical, incluindo o MBL (Movimento Brasil Livre) e o deputado da bancada da bala Alberto Fraga (DEM), passaram a protagonizar uma ativa campanha difamatória contra Marielle Franco. Não se trata de questionar visões de mundo ou até mesmo criticar a comoção com o crime político, posições esperadas num debate. O que foi ativado foi uma fábrica de informações falsas e boatos que aludem, sem qualquer base factual, ao envolvimento da vereadora com “bandidos”.

Um dos focos para a propagação das notícias falsas foi a desembargadora do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ), Marília Castro Neves, uma das pessoas a disseminar uma acusação sem provas sobre vereadora. Ela afirmou, em um comentário no Facebook, que Marielle Franco “estava engajada com bandidos” e “não era apenas uma lutadora”. Segundo a desembargadora, “a tal Marielle descumpriu ‘compromissos’ assumidos com seus apoiadores”, que, segundo Marília, seriam do Comando Vermelho.

O comentário se espalhou na Internet em poucas horas e fez com que um grupo de advogados começasse uma campanha, também nas redes, para que a desembargadora seja denunciada ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) por ter atacado, sem embasamento, a reputação de Marielle Franco. Após o episódio, a desembargadora disse à colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, que apenas tinha dado a sua opinião como “cidadã”. Ela explicou ainda que nunca tinha ouvido falar de Marielle até a notícia da morte. “Eu postei as informações que li no texto de uma amiga”, afirmou ao jornal.

“A minha questão não é pessoal. Eu só estava me opondo à politização da morte dela”, afirmou a desembargadora a Folha de S. Paulo. O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) – do qual Marielle fazia parte – anunciou que abrirá uma ação criminal por calúnia e difamação contra a juíza, além de fazer uma representação oficial ao CNJ.

Num mecanismo típico de como funcionam as engrenagens das fake news, o MBL usou a declaração assumidamente sem embasamento da desembargadora em uma postagem em seu site. O grupo publicou na página do Facebook uma matéria titulada: “Desembargadora quebra narrativa do PSOL e diz que Marielle se envolvia com bandidos e é ‘cadáver comum’ “. Na chamada o MBL ressaltou: “Isso é complicado. Bem complicado… “. Até as 17h deste sábado (17), o post do movimento já tinha mais de 38 mil curtidas e 28 mil compartilhamentos.

Na noite de sexta-feira, o deputado Alberto Fraga, presidente do DEM no Distrito Federal e presidente da Frente Parlamentar de Segurança Pública, também resolveu usar informações falsas na campanha contra a vereadora. “Conheçam o novo mito da esquerda, Marielle Franco. Engravidou aos 16 anos, ex-esposa do Marcinho VP, usuária de maconha, defensora de facção rival e eleita pelo Comando Vermelho, exonerou recentemente 6 funcionários, mas quem a matou foi a PM”, escreveu no Twitter. Na manhã deste sábado, o tuíte de Fraga já tinha mais de mil curtidas e centenas de compartilhamentos, mas acabou sendo deletado. No início da tarde, o deputado escreveu que o assunto tinha gerado muita polêmica. “Vamos deixar a Polícia trabalhar e com certeza essas acusações, de ambos os lados, serão sanadas. Como prova, vou retirar o post”, disse.

Ainda que há dias a biografia de Marielle esteja nos jornais, o Aos Fatos, site de checagem de notícias, explicou ponto a ponto as informações inverídicas ou sem qualquer evidência usadas: Marielle nunca foi casada com nenhum ex-traficante. A vereadora tinha 38 anos de idade, era casada com Mônica Benício e tinha uma filha de 19 anos, chamada Luyara Santos. Isso significa que ela engravidou entre os 18 e 19 anos – e não aos 16. Ainda segundo o site de checagem, não há qualquer nexo entre a disputa de territórios do Comando Vermelho na Maré e a eleição de Marielle. A vereadora foi eleita com 46.500 votos, dentre os quais apenas 1.600 foram de eleitores da Maré e arredores.

Entenda o caso

Defensora dos direitos humanos e crítica da atuação de policiais que agem fora da lei, Marielle voltava de um evento no bairro carioca da Lapa quando foi alvo de disparos. O crime aconteceu nesta quarta-feira, 14 de março, na rua Joaquim Palhares, no Estácio, e o motorista Anderson Gomes, que estava com ela, também foi assassinado a tiros. No segundo dia de investigações, a perícia concluiu que o lote de munições utilizados no crime teria sido vendido para a Polícia Federal em Brasília.

A polícia trabalha com a hipótese de que o assassinato foi uma execução. Ainda não foi divulgada nenhuma informação sobre os assassinos e não se sabe nem quantos participaram da ação. 

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Comentários

Taciano Lemos de Carvalho on 18 Março, 2018 at 11:24 #

“Quando se diz que ‘mas e sobre os outros 60 mil inocentes que morrem por ano vítimas de homicídio no Brasil, ninguém fala nada?’ Se quase ninguém age, Marielle agia e lutava pela gente que é assassinada cotidianamente sem que você ou os seus façam nada”

Marcelo Adnet, comediante, num comentário sério pelo Twitter


Daniel on 18 Março, 2018 at 14:45 #

1. Texto cretino do El País:

Creio que todos reconhecem que a versão BR do El País se trata de um panfleto ideológico de esquerda sob o manto conveniente de “jornal com credibilidade”.

A reportagem mais uma vez reafirma como a narrativa política e partidária vem tomando conta da linha editorial do jornal e de sua pauta.

Enquanto tratam de demonizar aquelas vozes ponderadas que não entram no jogo de santificar a vereadora e demonizar os seus adversários políticos por serem “irresponsáveis”, “fake News”, tratam de fazer o mesmo com ilações fraudulentas, reportagens mentirosas e disseminação de teorias igualmente sem fundamentação fática!

Vejo que o termo “Fake News” hoje virou algo tão pueril que mesmo os que mais investem nas notícias falsas são os que mais acusam os outros de fazê- lo. O El País é o exemplo mais notável disso! Passam dias e dias publicando reportagens para agradar aliados e atacar adversários ideológicos – fazendo uso do bom nome da marca El País original – e sãs os primeiros a acusar de “fake news” aqueles que ousam remar contra a sua agenda.


Daniel on 18 Março, 2018 at 14:55 #

2. Comentário do comediante.

Gostaria que o referido humorista elencasse 1 projeto, discurso ou de militância sequer da vereadora assassinada em prol das vítimas da violência. Não há! E se houver, será em consonância com a discurso do seu partido – unicamente para atacar a polícia.

Basta perder 2 minutinhos de pesquisa para perceber que a vereadora na verdade era ativista de causas específicas – pró aborto, descriminalização das drogas, discurso racialista, movimento feminista, ativismo LGBT e pauta pró- presidiário (sempre tido como oprimido pelo seu ideário político).

Nunca lutou contra o crime organizado, o combate ao banditismo e por uma legislação mais rígida contra o crime. E não adianta humorista tentar distorcer a realidade, inventando méritos que não existem, pois é impossível alterar o histórico de alguém com base em mensagem de twitter.


Taciano Lemos de Carvalho on 18 Março, 2018 at 16:28 #

Vai aí alguma coisa bem mais forte do que o discurso do coronel PMDF Alberto Fraga, condenado a mais de 4 anos de prisão, prisão que está escapando por na hora da execução da sentença ele assumiu o mandato de deputados.

Vejamos um depoimento. De um coronel, e coronel da PM do Rio de Janeiro.

Homenagem a Marielle de um coronel da PM do Rio: Os sinos dobram por ti

Coronel Robson Rodrigues postou no Facebook um texto para lembrar Marielle: “Ela defendia muito mais nossos policiais do que nós fomos capazes de compreendê-lo e de fazê-lo”

——
Uai, mas disseram que ela era inimiga de PM? Ou povo mentiroso esse que defende o massacre de favelados.
——

Robson Rodrigues, um dos mais respeitados coronéis da Polícia Militar do Rio de Janeiro, escreveu um texto, em sua página no Facebook, no qual homenageia a socióloga a vereadora do PSOL-RJ, Marielle Franco. Acompanhe a íntegra da mensagem:

https://www.revistaforum.com.br/homenagem-a-marielle-de-um-coronel-da-pm-do-rio-os-sinos-dobram-por-ti/


Daniel on 18 Março, 2018 at 17:00 #

Então eu questiono, caro Taciano:

Se a moça era “amiga dos policiais” por quê a intolerante e odiosa militância do seu partido está acusando a polícia de tê- la assassinado?? Há uma clara contradição aqui, não?

Ademais, o que teria a falar um militar da reserva, que não está mais em serviço, e pode ter feito a declaração sabe- se lá com quais intenções?

Há muito além do óbvio e da “ponta do iceberg”…


Taciano Lemos de Carvalho on 18 Março, 2018 at 17:14 #

Meu partido? Não, desde 2007 estou livre e solto. Votando somente em que acho que é bom. E nos segundos turnos, por entender que são poucos diferentes os candidatos, voto nulo.

É um testemunho de alguém que conheceu a moça. Diferente da desembargadora e do “coroné” (não explicarei porque coroné) PMDF que afirmaram que nunca tomaram conhecimento dela, melhor, que não conheciam.

Ele conhecia e demonstrou no texto que conhecia, que trabalhou como coronel da PM com a servidora pública favelada Marielle. Pode ter mentido. Mas numa escala de 0 a 1.000, 999,99999 para que esteja falando a verdade.

Os dois outros e mais alguns que vemos por aí, mentem, descaradamente mentem. É o caso do sujeito coroné da pmdf.

Acabei de ver num grupo de Whatsap uma “prova” de que a Marielle foi casada com Marcinho. Por sinal, quem postou foi um assessor de uma figura deputado. De cara cheirava a foto falsa. Não era da Marielle. E facilmente encontrei a verdade. Falei, demonstrei, mas o irmão do coronel, até agora não teve a hombridade de dizer que errou.

Se alguém quiser ver qual “prova” mostraram contra a vereadora, é só acessar o link adiante. Mas observem o criminoso “corte” na foto para dar esconder de onde é a foto. Duma zona.

https://veja.abril.com.br/blog/me-engana-que-eu-posto/marcinho-vp-e-marielle-a-verdade-sobre-esse-boato/


Daniel on 18 Março, 2018 at 17:28 #

Bom, como não me contento com as aparências, fui atrás de quem é o tal “coronel da reserva” e tive algumas descobertas surpreendentes (ou nem tanto):

1. o ilustre tem ligações com o PT e so PSOL. Inclusive compartilha com bastante frequência posts em suas redes sociais de figuras como Chico Alencar (PSOL) e Wadih Damous (PT);

2. O ex- militar tem ligações profundas com ongs ideológicas de esquerda, como o Afroreggae, Sou da Paz e Igarapé;

3. Em 2016 fez campanha massiva para Marcelo Freixo (PSOL) a prefeitura do Rio, com direito a declarações apaixonadas em facebook e compartilhamento de material de campanha;

4. Ele vem respondendo a inquéritos processuais perante o estatuto militar, como desobediência e incitação ao crime.

Conclusão: como não poderia ser diferente, não se tratava de um militar comum, mas sim de um ativista militante infiltrado no meio militar para fazer passar suas crenças ideológicas em ambiente hostil a elas.

Sua visão de mundo. abraçado justamente por quem odeia policiais, em nada representa os interesses daquela instituição!


Daniel on 18 Março, 2018 at 17:30 #

E de fato ele “conhecia” bastante a moça. Ambos militavam juntos!


Taciano Lemos de Carvalho on 18 Março, 2018 at 18:23 #

Criminalizando o Afrorreggae e Sou da Paz a fonte aí?


Taciano Lemos de Carvalho on 18 Março, 2018 at 18:24 #

Se desenvolviam atividade em defesa de militares, tinha militância junta. Claro.


Taciano Lemos de Carvalho on 18 Março, 2018 at 18:26 #

Claro que não era um militar comum. Deus me livre daqueles que se dizem militar comum.


Daniel on 18 Março, 2018 at 19:17 #

As duas primeiras postagens, confesso que não entendi. Espero algo que se aproxime do português!

A última gostaria de não tem entendido. Odiar “militar comum” só pode significar amar o que os militares combatem = crime…

Disso também dispenso! Mas começo a entender a razão do posicionamento hostil à polícia que tenho observado desde anteontem.


Taciano Lemos de Carvalho on 18 Março, 2018 at 19:32 #

O SANGUE DE MARIELLE, A IMPUNIDADE DAS ARMAS, E A SUPREMA CORTE.

Por Mauro Santayana
– O tráfico de drogas tem se transformado, em todo o país, nos últimos tempos, em um esquema simbiótico em que policiais corruptos muitas vezes chantageiam, pressionam, matam e sequestram traficantes e membros de suas famílias em troca de dinheiro e entorpecentes.

Há casos, como no Ceará, em que policiais civis sequestravam traficantes para pedir resgate. No Rio Grande do Norte, pms roubavam de traficantes até mesmo aparelhos celulares. No Distrito Federal policiais militares se passavam por policiais civis e invadiam, com mandatos falsos, casas de traficantes, para depois dividir entre si as “mercadorias” apreendidas. Policiais corruptos de Minas Gerais e do Paraná atuavam em conjunto para a apreensão de “transportes” de drogas e de contrabando.

E em São Paulo, o DENARC ficou famoso pela corrupção e o desaparecimento de drogas apreendidas guardadas em seus próprios cofres, a ponto do traficante colombiano Juan Carlos Abadia ter dito, certa vez, que “para acabar com o tráfico em São Paulo, basta fechar o Departamento Estadual de Prevenção ao Narcotráfico”.

http://www.maurosantayana.com/2018/03/o-sangue-de-marielle-impunidade-das.html


Daniel on 18 Março, 2018 at 20:00 #

A amigo está postando links de mesmo teor desde anteontem. E dá- lhe politização de cadáver, hipocrisia da mídia, conclusões precipitadas e irresponsáveis, ataque à polícia e indignação seletiva.

Onde estavam (e estão) os inconformados pela “impunidade” ou “violência” perante os mortos sem grife? Onde está a cobrança pela elucidação dos 50000 homicídios sem resposta no Brasil? Cadê a cobrança por punição de marginais que são liberados por advogados interpostos pelo PSOL, pelo PT e demais partidos que lutam contra a “opressão policial”?

.
Todo esse caso tem revelado uma hipocrisia absurda!


Daniel on 18 Março, 2018 at 21:17 #

PSOL e o Crime Organizado! E os novos fatos do caso Marielle Franco!

https://www.youtube.com/watch?v=z7dJ5DoPDug


Taciano Lemos de Carvalho on 19 Março, 2018 at 0:24 #

Quem é o coronel da PM do RJ que em texto homenageou a vereadora negra, pobre, favelada? E a razão pela qual ele, militar da reserva, e o ex comandante da PMERJ, Ibis Pereira, são investigados pelo comando atual da PMRJ?

“Um ex-comandante e um coronel da reserva da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) foram indiciados pelo atual comando da corporação por criticarem a política de segurança pública do Estado. A investigação envolve críticas feitas pela dupla à instituição e política de segurança pública adotada pelas polícias cariocas.”

“Estou trabalhando no momento em uma pesquisa sobre segurança pública fora do país e eis que acabo de ser indiciado em Inquérito Policial Militar pelo atual comando da PMERJ. Soube que, além de mim, o coronel Ibis também o foi. Suspendi o que fazia para responder à convocação de indiciamento e tomar oficialmente ciência dos motivos. Alguém consegue imaginar qual era a acusação? Pasmem: manifestar críticas na imprensa sobre a política de segurança pública do Rio de Janeiro, sem autorização de quem de direito. No meu caso, especificamente, era sobre a derrocada das UPPs”, escreveu o coronel da reserva, em sua página do Facebook.

Mais sobre o assunto: https://ponte.org/ex-comandante-e-coronel-da-pm-do-rio-sao-indiciados-por-criticar-politica-de-seguranca/


Daniel on 19 Março, 2018 at 4:05 #

Exatamente, trata- se de um ex militar alvo de inquérito sobre insubordinação e quebra de leis/regras da corporação. O mesmo que tem ligações com partido de extrema esquerda, com ongs conhecidas pelo proselitismo político, metido em campanhas políticas de figurões do PSOL e aliado de organizações que – veja a ironia – combatem justamente a polícia.

Como afirmei, não passava de um militante infiltrado em cargo policial. Agindo com propósito de inocular uma agenda ideológica para dentro da instituição e manipulá- la segundo suas crenças.


Taciano Lemos de Carvalho on 19 Março, 2018 at 9:42 #

Regras da corporação, mas sem efeito algum na maioria dos tribunais do país. Inclusive no daqui de Brasília. Há alguns anos, talvez uns três ou quatro, um coronel da reserva da PMDF criticou duramente um dos “programas salvadores” da segurança (o programa logo se mostrou um desastre, para a segurança e para os cofres públicos, isto é, o bolso do contribuinte). Foi indiciado, julgado e absolvido. Consideradas suas posições um direito constitucional, portanto superior às simples leis ou regras da corporação.

Bom salientar, que não foi só o coronel “militante” que foi denunciado, por criticar a política de segurança do Rio de Janeiro. Um ex-comandante da PMRJ, portanto sabedor das coisas das entranhas da corporação e do sistema de segurança daquele estado, também responde a indiciamente. Quebrou “as regras da corporação”. Teriam um e outro —o coronel que homenageou a assassinada Marielle e o coronel ex-comandante— quebrado as regras, pois teriam de antes de expor suas opiniões à imprensa deveriam pedir licença para falar ao comandante da corporação PMRJ. Se o comandante permitisse, falavam. Se o comandante não autorizasse, meteriam a viola no saco. Nem pediram licença e nem meteram a viola no saco. Mas a boca no trombone.

Brincadeira tem hora!


Daniel on 19 Março, 2018 at 12:18 #

Pronto, após esse texto esclarecedor, oportuno e de grande sapiência, não há mais dúvida sobre e relevância do militante, que as vezes servia como coronel da reserva, que responde por quebra de autoridade e por fazer proselitismo político em favor de um partido radical.

Agora vai!!


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