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Postado em 26-02-2018
Arquivado em (Artigos) por vitor em 26-02-2018 00:53

A volta do JORNAL DO BRASIL às bancas, neste domingo (25), comprovou a grande expectativa que existia entorno do resgate da edição impressa. Às 10 horas da manhã, o JB já tinha vendido 90% dos seus exemplares nas bancas. Por volta das 11 horas, a venda estava esgotada.

A edição especial, com quatro cadernos, trouxe depoimentos de antigos jornalistas, de personalidades e autoridades, relembrou artigos, reportagens e fotografias históricas e premiadas do JB, e apresentou a nova equipe de editores e colunistas.

Repercussão

Desde as primeiras horas deste domingo (25), a redação do JB recebeu dezenas de mensagens e telefonemas celebrando a volta do impresso: Confira algumas:

“Estou muito feliz por ter participado dessa primeira edição do JB. Nem consegui ver meu desenho no B, devido ao estrondoso sucesso do jornal! Não acho o jornal em banca nenhuma, totalmente esgotado!” – Aroeira

“Indescritível a emoção de termos o JB diante dos olhos. Parabéns Gilberto pela primorosa edição” – Lucy e Luiz Carlos Barreto (ao diretor de Redação, Gilberto Menezes Côrtes)

“O próximo número já está reservado. Com meu jornaleiro. Não vou perder.  Parabéns querido Catito.  Estamos todos muito felizes. Mil beijos” – Yacy Nunes (ao presidente do JB Omar Resende Peres – Catito)

“Bom dia Gilberto! Estou lendo o novo Jornal do Brasil na praia de despedida desse “bate e volta” do fim-de-semana no Rio. Independentemente de outros aspectos, esse número reinaugural está bom de ler — o que, de resto, sempre foi, para mim, uma característica do JB, com sua forma gráfica leve e bem distribuída, diagramação fácil. E nem estou falando do pioneiro Caderno B, que volta bem apadrinhado. O Caderno de Esportes está ótimo, com “colaboradores” do peso de Armando Nogueira, Saldanha e Drummond (bem poderiam continuar…). E o jornal ainda traz uma foto de autoria do meu grande, velho e sempre amigo Orlando Brito, companheiro dos tempos de O Globo, de minha passagem pelo jornalismo, em Brasília. Vou guardar esse número e continuarei lendo e torcendo. Parabéns pela sua parte, central! Grande abraço” – Orlando Carriello

“Muito bom ver coisa nova acontecer no Brasil e, principalmente no Rio!  Muito bom mesmo Catito !!!!!!  Que seja uma voz e opinião reparadora do tudo errado que assistimos diariamente !  Vida longa !!!!” – Ricardo Machado

“Muitos e elogiosos comentários no Clube dos Marimbas. Parabéns Catito” – Cacau Medeiros

“Parabéns ao Gilberto! Estamos lendo o JB! Vou usar na aula de república!” – Ângela Oliveira, professora de História

“Estou em Juiz de Fora, mas o meu exemplar foi solicitado por um casal amigo. Já estão à nossa espera. Tinha certeza do sucesso da estreia do JB e deixei uma amiga responsável para adquirir bem cedo. Missão cumprida. Parabéns ao time JB e ao seu comandante Catito Peres” – Douglas Fasolato

“Catito, querido, gol de placa!!! e parabéns pelo retorno do RENATO MAURICIO PRADO. Vida longa para o nosso JB.” – Kleber Leite

“Gilberto! Parabens! O Rio merece! Vc e Catito fazendo acontecer um marco na História do Brasil! Uhuuuuuuuu!” – Patrícia Secco

“Catito, você faz do sonho a realidade. O Brasil precisa de mais Catitos. Parabéns” – Fernando Ximenes

“Moro no Encantado, subúrbio. Fui em três bancas e o JB já tinha esgotado antes das 10 horas. Estou na quarta e consegui meu exemplar. Sinal de que começou com o pé direito. Na torcida.” – Fábio Couto

“Como leitor do JB ( tenho até hoje o último exemplar impresso da fase anterior), parabenizo os novos responsáveis pela volta impressa do mais tradicional jornal do Rio de Janeiro. Que essa nova jornada do veículo midiático seja exitosa e contribua para ajudar o Estado fluminense e o País como um todo, a sair desse imbróglio de crise que ora vivenciamos, rumo à construção da grande Nação, humana e civilizada que tanto sonhamos e temos condições de ser.” – José de Anchieta Nobre de Almeida

“É com emoção que leio a volta do JB – Jornal do Brasil na sua versão impressa. Me lembro bem quando jovem, morando no Rio de Janeiro, gostava de ler o JB na sua edição de domingo, com sua revista de domingo, seu caderno B e tudo mais que tinha nesse grande jornal. Nova época, novos dias e ele volta majestoso grandioso com colunistas de nome com Renato Maurício, Hildegard Angel e muito mais.” – Ricardo Martinez Eiras

“Bom dia! Gostaria de felicitar o retorno do Jornal do Brasil (JB) impresso. Eu como cidadão e Bibliotecário fico feliz pois trata-se de um periódico imparcial e sério, parabéns!” – Robson de Jesus 

“Bom dia! Num raio de 200 metros (subindo e descendo), aqui na minha área (entre Laranjeiras/Rua Alice-Hebraica-Hospital do coração) e Cosme Velho… comprei meus 3 exemplares do JB. Pergunta aos amigos jornaleiros: “Você recebeu o JB? Respostas (as mesmas! Sic): – ‘Só tá vendendo ele” – “Ih, minha filha, só dá JB” – Sol, não tem pra ninguém, hoje. Todo mundo só quer saber do JB. Acho que, no próximo domingo você tem que aumentar a tiragem. Só os encontrei, pois os tinha reservado ontem!’ Parabéns a você e Equipe. Quem disse que uma andorinha só não faz verão?!” – Eliana Barros, gerente de conteúdo da AFP.

“Que saudade dos anos 80 quando eu andava com uma pasta cheia de releases das minhas peças infantis para divulgação no caderno B. Quantas fotos  dos espetáculos e críticas. Chegava na redação do sexto andar todo molhado de suor. O roteiro de teatro infantil era o nosso principal canal de informação para lotar as poltronas dos teatros. Agora, com 62 anos, estou aqui para poder contar histórias para  filhas que seguiram meus passos. Hoje acordei fui até a banca e comprei o número  UM do JB.” – Limachem Cherem , Criador da Escola de Papais Noeis do Brasil. 

“Prezado Gilberto;

É com imensa alegria e satisfação que recebo de volta o nosso Jornal do Brasil, que a quem tantos como eu, nos deixou saudosos e a deriva pela falta que nos fez por todos estes anos. Tenho a certeza de que a volta do Jornal à cena em nossa cidade do Rio de Janeiro acontece  em um momento ímpar principalmente quando os leitores como eu, sentem-se sem rumo em meio a tantos acontecimentos que nos tem cercado no dia a dia, sejam eles  locais, nacionais ou mesmo internacionais e que agora, teremos de volta a luz de um grande Jornal. Você se lembrará como eu, na nossa época de escola a frase que nossa Professora Henriette Amado sempre nos fazia lembrar ; “ Liberdade com Responsabilidade “. Tenho a certeza de que o Jornal do Brasil entre tantas responsabilidades que está assumindo será também o guardião destas palavras. Desejo a você e a sua equipe, todo o sucesso nesta nova jornada que certamente é benvinda e contará sempre com o meu apoio. Um forte abraço.” – Edward P. Steinberg

Distribuição

O JORNAL DO BRASIL foi distribuído em vários pontos de Niterói (a partir de Icaraí) e do Rio de Janeiro (Flamengo, Leme, Copacabana, Ipanema, Leblon, seguindo a orla até o Pontal). 

Uma centena de guarda-sóis, em branco e preto e com as logos JORNAL DO BRASIL, marcaram pontos de distribuição. Duplas de jovens uniformizados com as logos do JORNAL DO BRASIL vendiam os exemplares a R$ 5,00.

Além disso, três aviões de propaganda sobrevoaram toda a orla do Rio de Janeiro, não apenas do Leme ao Pontal, como dizia Tim Maia, mas desde Niterói até o Pontal, cada qual com uma faixa: “Quer uma boa notícia?”, “O JORNAL DO BRASIL voltou”, e o terceiro: “JBtodo o dia nas bancas”.

Banca Piauí

Para comemorar a volta do JORNAL DO BRASIL, a Banca Piauí, no Leblon, onde tradicionalmente o jornal tinha suas maiores vendas (até mil exemplares aos domingos), fez uma recepção especial. A banca convidou os leitores a fazerem uma “viagem no tempo”, neste domingo (Avenida Ataúlfo de Paiva, 1273, Leblon e Av. Almirante Sílvio de Noronha, 365, Centro).

Ações

Milhares de galhardetes sobre a volta da edição impressa do JORNAL DO BRASIL foram espalhados a partir das 3 horas da madrugada de sábado (24), por bancas na Avenida Nossa Senhora de Copacabana, Rua Siqueira Campos e antigo Meridien, em Copacabana, Rua Visconde de Pirajá, em Ipanema, e Avenida Ataulfo de Paiva, no Leblon.

O gerente de circulação do JORNAL DO BRASIL, Avelino Branco, acrescentou ainda que os galhardetes também foram distribuídos na Praça 15, nas barcas Rio-Niterói e na Praça Saens Peña, na Tijuca, entre outros locais.

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