Blog do Noblat

VEJA

 

Inquieto e sempre apressado, o pateta do meio da foto acima, José da Graça de Jesus Negreiros, 68 anos, foi embora ontem (12), cedo demais, depois de lutar quase uma década contra um câncer de próstata.

Dos três, era o mais ranzinza, implicante, teimoso e irreverente, mas também o mais instigante, criativo, divertido e imprevisível na maior parte do tempo, data vênia Armando Mendes, o da ponta direita.

Armando era o racional por excelência, detalhista, capaz de detectar um erro onde ele aparentemente não existia, e estilista de mão cheia.

Negreiros, emoção acima de tudo, um implacável demolidor de verdades estabelecidas, capaz de ir além dos seus próprios limites, sem jamais perder o humor ferino que muitas vezes se voltava contra ele mesmo.

Tive o privilégio de ter trabalhado com ele por sete anos no Jornal do Brasil, e por oito no Correio Braziliense. Nunca mais nos separamos a ponto de sua primeira mulher ter-me dito, certa vez, que somente eu seria capaz de aturá-lo pelo resto da vida. Tentei…

Foi um dos mais brilhantes jornalistas que conheci – repórter de faro apurado, editor caprichoso que sabia extrair o melhor de uma história, correspondente internacional versátil capaz de transitar com desenvoltura por todas as áreas do conhecimento.

Deixou sua marca por onde passou – entre outros jornais, O Globo, Gazeta Mercantil, O Estado de S. Paulo e Jornal de Brasília.

Espero, um dia, reunir os melhores casos de Negreiros para que sirvam de estudo em escolas de jornalismo.

fev
14

Ivan Lins, mais que necessário!!!

BOM DIA!!!

 

(Gilson Nogueira)

fev
14
Posted on 14-02-2018
Filed Under (Artigos) by vitor on 14-02-2018
random image
Mariano, no portal de humor gráfico A Charge Online

DO BLOG O ANTAGONISTA

Bandidos com fuzis assaltam equipe da banda Capital Inicial

Armados com fuzis, bandidos assaltaram hoje, na Avenida Brasil, a equipe da banda Capital Inicial.

O vocalista Dinho Ouro Preto contou em seu Facebook:

“Levaram o caminhão para um local onde entraram armados com fuzis. Viram que não dava pra levar o equipamento porque era muito pesado, então assaltaram o motorista e liberaram a carga.”

Ele também escreveu:

“Ontem, na chegada ao Rio, na frente do nosso ônibus, houve um tiroteio. Um motoqueiro deu quatro tiros à queima roupa no que parecia ser um ladrão.”

 

Cristiano Ronaldo Neymar Real Madrid PSG
Cristiano Ronaldo e Neymar voltam a duelar na Champions League. Getty/AFP
Madri
Na véspera de Real Madrid x Paris Saint-Germain, pelo jogo de ida das oitavas de final da Champions League, não havia cadeiras livres na sala de imprensa de Valdebebas. Nem espaço para mais câmeras. Diante dos microfones sentaram-se primeiro Marcelo e depois Zinedine Zidane. Perguntaram ao lateral brasileiro se a equipe merengue, após uma temporada tão irregular, sente seu orgulho ferido. “Não, não temos que provar nada a ninguém. Sabemos o que podemos dar e o que podemos fazer. O que as pessoas falam não nos incomoda. Quando falam bem, também não deixamos subir à cabeça”, respondeu Marcelo, ao que lhe perguntaram uma e outra vez se o maior perigo do PSG é Neymar.

“Troquei mensagens com ele, sim, mas não falamos de futebol. O perigo não é só Neymar nem os três da frente. É todo esse coletivo tão bom que tem o PSG”, analisou o brasileiro. Zidane seguiu a mesma linha. “Amanhã não é Cristiano [Ronaldo] contra Neymar. É o Real Madrid contra o PSG”, afirmou, sem querer dar nenhum detalhe tático. Nem sequer de se lançará uma marcação individual sobre Neymar, tal qual Kovacic executou sobre Messi no último clássico espanhol.

Como Zidane se comporta nos momentos de dificuldade?, perguntou um jornalista francês a Marcelo, que apareceu na sala de imprensa antes que seu técnico. “Ele é muito próximo, nos ajudou muitíssimo quando chegou. Segue nos ajudando, é um grande treinador. A situação que estamos vivendo não é a que queríamos, mas ele fez muito por esta equipe, tem paciência, confia em nosso trabalho e, o mais importante, é que nós também confiamos no trabalho dele”, respondeu o lateral ao mesmo tempo que assegurava que o plantel do Real Madrid não sente a pressão porque já está acostumado a trabalhar com ela.

Também perguntaram a Zidane como ele vive o jogo decisivo da temporada, se o encara como uma final. “Não é uma final para mim, é um jogo de Champions e o que temos de fazer é jogar bem. No resto não penso porque não se pode controlar tudo. Estou contente de poder jogar este tipo de partida e não há nenhuma pressão desmesurada. Treinamos durante a semana como sempre fizemos. É verdade que sempre haverá pressão, mas eu vou desfrutar como sempre fiz”, concluiu o técnico.

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