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Wania de Moraes chora pela morte do filho de 13 anos.Wania de Moraes chora pela morte do filho de 13 anos. Silvia Izquierdo AP

JUAN ARIAS

 

Sempre me impressionaram as mães pobres das favelas do Rio que acabam perdoando os assassinos dos seus filhos. É verdade que o perdão aos inimigos é o ato mais sublime de amor, mas não é fácil ser capaz de tanto.

Entre essas mães, Wania Moraes, que dias atrás teve que enterrar seu filho de 13 anos atingido por uma bala perdida, foi ainda mais longe. Diante do cadáver do pequeno Jeremias, chegou a confessar em voz alta: “Quero que Deus abençoe quem atirou no meu filho”. E acrescentou: “Estou feliz porque sei que ele está perto de Deus”.

São palavras graves nos lábios de uma mãe diante do filho morto. Palavras que já vi criticadas por algum especialista em teologia que as tachou de “alienação religiosa”. São intelectuais incapazes de interpretar os mecanismos de defesa de uma mulher simples no paroxismo da sua dor de mãe ao perder um filho violentamente. Será que preferiam vê-la se retorcendo em uma cena teatral, derramando rios de lágrimas e amaldiçoando a Deus por não ter salvado o seu filho inocente?

Todos temos o direito de procurar, nos momentos de dor extrema, algo que nos impeça de enlouquecer. Se essa mãe foi amparada nesse momento por sua fé religiosa, ninguém tem o direito de condená-la.

A mãe do pequeno Jeremias, um jovem que no inferno da favela sonhava com um futuro melhor preparando-se para ser pastor evangélico, estava orgulhosa daquela possibilidade para seu filho, melhor do que se acabasse tentado pelas sereias dos traficantes de drogas.

Já ouvi mães dessas favelas dizerem: “Prefiro meu filho morto que bandido”. Ninguém deve se arvorar no direito de julgar o coração de uma mãe quando sonha com o futuro do fruto de seu ventre. Esse é um sacrário inviolável.

Existe a fé do teólogo e a fé das pessoas simples. Estudei teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma, o centro internacional dos jesuítas, que propunha uma visão moderna da religião. Quem, entretanto, me ensinou a fé vivida, sem complicações teológicas, foi a atitude da minha mãe perante sua filha morta aos 41 anos, vítima de um câncer, e que deixava cinco filhos pequenos.

Minha mãe era professora primária na Espanha, e toda a vida optou por ensinar naqueles lugares aonde o Governo não obrigava os professores a irem, por serem perigosos ou difíceis de viver. Ao se despedir da sua filha, antes de fechar o ataúde, beijou-a na testa e, sem derramar uma lágrima, lhe disse: “Espere por mim. Eu sou a mais velha daqui e serei a primeira a reencontrá-la”. Um familiar se aproximou com um copo de água e um comprimido de valium. Minha mãe lhe disse, serena: “Não é preciso, minha fé me sustenta”. Confesso que preferi sempre aquela fé simples à de meus estudos acadêmicos de teologia.

DEDICATÓRIA

Desejo dedicar esta coluna ao missionário e bispo catalão Pedro Casaldáliga, que hoje completa 90 anos e a quem considero um santo em vida. Dedicou sua existência, em Mato Grosso, à defesa dos camponeses pobres e dos índios, vítimas do capitalismo selvagem. Sempre mal visto pelo Vaticano, Pedro, por coerência com sua fé, viveu e continua a viver, embora hoje abatido pela doença, encarnado com os pobres e perseguidos, compartilhando suas necessidades e seus perigos.

Tenho certeza de que ele entende, sem julgar, a fé extrema dessas mães pobres que, como Wania, vítimas da violência que lhes arranca seus filhos, abandonadas pelos poderes que deveriam defendê-las, não encontram outro consolo para sobreviver senão se refugiar no mistério.

Deltan Dallagnol, procurador da Lava Jato

Magnificamente, Quarteto em Cy. Quem ainda duvidar que as escute nesta antológica interpretação, plena de emoção da primeira à última nota.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares) 

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Posted on 21-02-2018
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DEU NO BLOG O ANTAGONISTA 

Ciro Gomes diz que São Paulo frauda indicadores de homicídios

 

Ciro Gomes, na Folha de S. Paulo, disse que os tucanos paulistas fizeram um pacto com o PCC.

Ele disse também que o Estado frauda os indicadores de homicídios e que Michel Temer, em vez de intervir no Rio de Janeiro, deveria ter mandado as tropas para São Paulo.

Ciro Gomes é uma autoridade no assunto.

De 2007 a 2014, período em que o Ceará foi governado por Cid Gomes, os homicídios pularam de 1.936 para 4.439.

O ex-deputado federal Roberto Jefferson, presidente nacional do PTB, afirmou nesta terça-feira (20), em publicação no Twitter, que o partido desistiu da indicação da deputada federal Cristiane Brasil (PTB-RJ), sua filha, para o Ministério do Trabalho.

“Diante da indecisão da ministra Cármen Lúcia em não julgar o mérito neste 1º semestre, o PTB declina da indicação de @Dep_CrisBrasil para o Ministério do Trabalho. A decisão do partido visa proteger a integridade de Cristiane e não deixar parada a administração do ministério.”, escreveu Jefferson.

O presidente do PTB ainda agradeceu ao presidente Michel Temer, e criticou o que chamou de “caça às bruxas”, com relação a sua filha.

“Agradecemos ao presidente @MichelTemer e aos companheiros do partido pelo apoio e respeito com Cristiane Brasil durante esse período de caça às bruxas.”

Roberto Jefferson, presidente do PTB e pai de Cristiane Brasil, fez anúncio pelo Twitter
Roberto Jefferson, presidente do PTB e pai de Cristiane Brasil, fez anúncio pelo Twitter

O caso

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, havia suspendido a posse de Cristiane Brasil como ministra do Trabalho, e encaminhado o caso ao plenário da Corte, sem contudo marcar a data do julgamento.

A nomeação de Cristiane Brasil foi anunciada pelo presidente Michel Temer no dia 3 de janeiro, mas a deputada foi impedida de tomar posse por força de uma decisão liminar do juiz Leonardo da Costa Couceiro, da 4ª Vara Federal de Niterói, proferida em 8 de janeiro.

O magistrado acolheu os argumentos de três advogados que, em ação popular, questionaram se a deputada estaria moralmente apta a assumir o cargo após ter sido revelado pela imprensa que ela foi condenada pela Justiça do Trabalho a pagar mais de R$ 60 mil a um ex-motorista, em decorrência de irregularidades trabalhistas. Em seguida, a posse também foi suspensa por decisões da segunda instância da Justiça Federal no Rio de Janeiro e pela ministra Cármen Lúcia.

>> Em vídeo polêmico, Cristiane Brasil afirma que não conhecia processos trabalhistas

PTB desiste da indicação de Cristiane Brasil para o Ministério do Trabalho
PTB desiste da indicação de Cristiane Brasil para o Ministério do Trabalho

A defesa da deputada sustentou no STF que a nomeação não afrontou o princípio constitucional da moralidade e que, sendo assim, deveria prevalecer a decisão do STJ, que liberou a posse da deputada. Os defensores de Cristiane também argumentavam que os processos trabalhistas enfrentados pela parlamentar não podem ser usados para impedi-la de ser empossada.

“A decisão agravada, no entanto, é absolutamente insustentável, uma vez que não há qualquer violação ao princípio da moralidade, uma vez que a ora reclamada, ao ter ajuizada contra si uma reclamação trabalhista e resistir à pretensão do autor, está exercendo o seu legítimo direito de ação e do devido processo legal”, dizia a defesa.

A decisão da ministra foi motivada por um recurso da defesa da deputada. Os advogados alegaram na Corte que deveria ser mantida a competência do Superior Tribunal de Justiça (STJ) para julgar a validade de sua nomeação para o cargo de ministra do Trabalho. Em janeiro, o ministro Humberto Martins liberou a posse, por entender que não óbices legais para impedi-la.

Ao decidir sobre o caso, a ministra entendeu que os questionamentos constitucionais sobre a moralidade da nomeação devem ser analisados pela Corte. “Eventual referência de matéria infraconstitucional na causa posta na ação popular não afeta, portanto, a atuação deste Supremo Tribunal na presente reclamação, pela inequívoca natureza constitucional do fundamento utilizado na decisão liminar tida como lesiva ao Poder Público e exposta, com clareza, no requerimento de suspensão de seus efeitos”, decidiu a ministra.

Rainha Elizabeth acompanha desfile na Fashion Week de Londres 20/2/2018 REUTERS/Yui Mok/Divulgação
 Rainha Elizabeth acompanha desfile na Fashion Week de Londres 20/2/2018 REUTERS/Yui Mok/Divulgação

Foto: Reuters

A monarca de 91 anos, vestindo um terninho azul claro, se sentou ao lado de Anna Wintour, editora-chefe da revista Vogue norte-americana, enquanto modelos exibiam visuais ousados e brilhantes no final da Fashion Week de Londres.

Depois, ela entregou o primeiro prêmio Rainha Elizabeth II para o estilista britânico a Quinn.

O prêmio foi criado em reconhecimento ao papel que a indústria da moda desempenha na sociedade e na diplomacia, disse o Palácio de Buckingham, em comunicado.

O prêmio será concedido anualmente a um estilista britânico em ascensão que demonstre talento e originalidade excepcional, ao mesmo tempo em que valorize a comunidade e/ou fortes políticas sustentáveis, segundo o comunicado.

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Posted on 21-02-2018
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Brum ,  no diário

 

São Paulo
Antonio Caño, em uma foto de arquivo.
Antonio Caño, em uma foto de arquivo. Claudio Álvarez

As operações de intoxicação informativa por meio das redes sociais, conhecidas como fake news, são uma ameaça “não só para a imprensa livre, mas para a própria democracia”. Diante da epidemia que se espalhou por todo o mundo, o diretor do EL PAÍS, Antonio Caño, defende “como mais necessário e exigido do que nunca” o jornalismo “de qualidade, honesto, rigoroso e respeitoso das regras profissionais”. Segundo Caño, embora a proliferação de boatos na Internet tenha trazido “o caos para o mundo das notícias”, ao mesmo tempo “revalorizou o papel da imprensa” como referência confiável para se informar e “fiscalizar o abusos do poder”.

O jornalista espanhol abriu na quarta-feira o segundo dia do Encontro Folha de Jornalismo, promovido pelo jornal Folha de S.Paulo, organizado nesta cidade pelo maior jornal brasileiro, com uma conferência sobre o fenômeno das fake news. O diretor do EL PAÍS lembrou que esse novo tipo de manipulação de informações “expressamente preparado para confundir os cidadãos” já desempenhou, em graus variados, um papel importante nas recentes eleições dos EUA e da França, no referendo sobre o Brexit no Reino Unido e até mesmo no conflito catalão na Espanha. Caño advertiu que, no ritmo atual, estima-se que dentro de dois anos 50% das notícias que circularem nas redes sociais serão falsas. E ressaltou a magnitude do problema citando algumas palavras do historiador norte-americano Timothy Snyder: “Quando nada é verdade, tudo é espetáculo. A pós-verdade é o fascismo”. Na sequência dessa reflexão, Caño, que lembrou que uma imprensa livre e independente é indispensável para a sobrevivência da democracia, enfatizou: “Se deixarmos que forças obscuras imponham suas mentiras aos cidadãos indefesos, abriremos um caminho seguro para o autoritarismo”.

Em sua conferência, Caño explicou que as informações falsas muitas vezes são capazes de abrir caminho porque uma parte do público “quer acreditar nelas, as consome mesmo que suspeite delas, pois quer ver sua ideologia e seus preconceitos confirmados”. Mas, ao mesmo tempo, outra parte dos cidadãos teve “uma sensação de falta de proteção” e isso “os empurrou para buscar novamente o jornalismo de qualidade”, afirmou. O diretor do jornal acredita que o melhor antídoto para essa nova praga de manipulação da informação está nos meios de comunicação e não na criação de organismos reguladores vinculados aos governos com poder de decidir o que é verdadeiro. “Nesse caso, corremos o risco de, para combater um mal, criarmos outro pior, a censura”, advertiu.

O diretor do EL PAÍS não escondeu os graves problemas experimentados pelos principais jornais do mundo, principalmente devido às contínuas transformações digitais, que os enfraqueceram financeiramente e “proletarizaram o jornalismo”. “Hoje somos mais frágeis e temos menos poder para vigiar o poder”, disse Caño, que também não se esquivou da autocrítica ao admitir “a prepotência e a indiferença” em relação aos interesses de seus leitores que, em sua opinião, incorreram no passado alguns meios de comunicação tradicionais.

Mas Caño também deu uma mensagem otimista ao destacar as ambivalências do momento atual no mundo da comunicação. Juntamente com os problemas descritos, afirmou, o jornalismo “de certa forma também vive uma era de ouro”. “O EL PAÍS, a Folha, a grande mídia nunca teve tantos leitores”. “Devemos confiar que o jornalismo de qualidade irá sobreviver, eu acredito nisso. Diante do jornalismo de má qualidade está o jornalismo de boa qualidade. É por isso que nossa responsabilidade é enorme”. Nada indica que o público, nem mesmo os mais jovens que já não leem jornais impressos, tenha deixado de se interessar pelas notícias, e enquanto essa demanda existir “o jornalismo continuará a existir, se não o destruirmos antes pela preguiça ou pela falta de ideias”. O básico, de acordo com o diretor do jornal, é que os jornalistas “combatam o sectarismo que favorece leitores dispostos a acreditar em todas as notícias” e, no lugar disso, busquem um público crítico, disposto a discutir inclusive as próprias informações e os editoriais dos meios de comunicação que consomem.

A circulação de informações falsas deve servir para que os gigantes tecnológicos, especialmente o Facebook e o Google, se convençam da necessidade de trabalhar mais próximos dos meios de comunicação, de acordo com o diagnóstico de Caño. Para o diretor do EL PAÍS, essas grandes plataformas, especialmente depois das eleições nos EUA, “começam a ser conscientes dos danos que estão sofrendo” e, portanto, que devem “mudar seu relacionamento com os meios de comunicação”.

Depois da conferência, várias perguntas do público trataram da experiência da edição brasileira do EL PAÍS, criada em novembro de 2013. Caño explicou que o jornal viu no Brasil “um dos maiores e mais entusiasmados países do mundo, não só em tamanho ou população, mas em intensidade de debate”. “E, portanto, é um terreno formidável para um jornal como o nosso que está interessado no debate”, ressaltou. O EL PAÍS tentou se estabelecer no Brasil, de acordo com Caño, “de forma humilde, sem agressividade, para contar o país a partir da nossa perspectiva”.

O diretor expressou sua satisfação com a resposta do público brasileiro a essa nova oferta de informação. Disse que o jornal foi estabelecido no país “sem fazer nenhuma campanha de marketing” e que, mesmo assim, os leitores têm aumentado ao longo destes quatro anos “simplesmente pelo boca a boca”, mostrando que existe “um espaço informativo quando você se dirige aos cidadãos com honestidade”. Um dos participantes perguntou se a linha do EL PAÍS no Brasil está inclinada à esquerda. “Se alguém interpreta dessa forma, eu respeito, mas é muito complicado julgar qualquer atitude ou linha editorial como sendo de esquerda ou de direita”, respondeu. “Isso é simplista e me parece antiquado. Além disso, o que é ser de esquerda hoje no Brasil? Quantas esquerdas existem?”. E em seguida deixou claro: “O EL PAÍS não segue a linha de nenhum partido político no Brasil, nem de nenhuma figura política, os acertos e os erros que temos são interpretações livres feitas a partir da honestidade intelectual”.

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Para recordar a Rota 66! Boa tarde! E Boa Noite!!!

(Gilson Nogueira)

fev
20
Resultado de imagem para Ba x Vi da vergonha no Barradão

 

Postado pela jornalista Olívia Soares nesta segunda-feira,19, em seu endereço no Facebook. Bahia em Pauta reproduz a análise de Eliano Jorge – pela relevância, isenção pessoal e  profissional, além da alta qualidade e conteúdo do texto jornalístico .Parabéns! ( Vitor Hugo Soares, editor do BP).

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“Trago texto do jornalista Eliano Jorge – craque nas suas análises, e encerro minha participação nos comentários sobre esse fatídico BA-VI. Um escárnio o que o jogador escreveu nas redes sociais durante toda semana, muito desrespeitoso. Mas nada justifica o acontecido ontem no Barradão, quase vira uma tragédia o BA-VI da paz”. (Maria Olívia Soares, no Facebook)

ARTIGO/OPINIÃO

O novo e os antigos vexames do BA-VI

Eliano Jorge

“Está caprichada a seletividade nos comentários sobre o Ba-Vi. Somos todos as expressões do provocador de rede social que perde a linha e dos que batem porque se sentem protegidos por seu grupo. Estamos encarnados ali nos brigões.

Não vi o jogo, então não sei como se portaram os times e a arbitragem quando a bola estava rolando. Vi erros generalizados nos piores momentos.

É uma bobagem essa demagogia de jogador fingir defender a honra da torcida como fiscal de comemoração. Ao tirar satisfação, está errado. Que denuncie aos árbitros as eventuais provocações. Ontem, não foi apenas isso, os rubro-negros usaram um pretexto porque estavam esperando a chance de acertar contas, principalmente com Vinícius. Claramente a briga foi uma continuação daquelas de 2017, requentadas nos últimos dias pelas redes sociais: http://atarde.uol.com.br/…/1936701-vitoria-e-bahia-fazem-pr…

Não tentem comparar com coreografias anteriores de flechada, coveiros e chororô. Se tem algum paralelo, é com “chupa que é de uva”, “senta que é de menta” e “chore na minha” — ainda assim, nenhuma delas teve legenda prévia na internet.

De qualquer forma, não entendi por que Vinícius foi expulso. Bastava cartão amarelo. Também me chamou a atenção sua coragem para acender estopins e depois não comprovar sua valentia. Mais covardes ainda foram os que deram socos pelas costas em adversários sem chance de defesa, como os rubro-negros Kanu, Yago e Rhayner e o tricolor Edson.

É ridícula e vergonhosa a decisão do Vitória de forçar a quinta expulsão. O teatro diante dos microfones a piorou. Mais um episódio para a lista de vexames extracampo do clube. Hoje, do presidente ao gandula, deveriam todos assistir ao inesquecível Ba-Vi de 1992 ganho com dois jogadores a menos (www.youtube.com/watch?v=D8IEn7rdArg) e aprender a honrar a instituição que representam.

Os antigos e recentes vexames protagonizados pelo Bahia — agora lembrados pelos rubro-negros e que os tricolores fingem esquecer, como WO da final de 1999, jogos encerrados antes do fim, clássico que terminou na delegacia em 1976, virada de mesa, caso Victor Ramos etc — não justificam o papelão de ontem. Não influenciam em nada, não aumentam nem diminuem o que o Vitória fez desta vez. Aliás, ele repetiu porque o mau histórico do futebol baiano é bem longo e a impunidade, maior ainda.

Mas, cada um que continue com sua manifestação cega, afinal seu clube está certo, seja ele qual for, e foi tudo bem ontem (domingo, 18)”.

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