Luis Inácio Lula da Silva, ex-presidente da República, fundador do PT, condenado a 9 anos e seis meses de prisão em processo da Lava Jato, e postulante a candidato a presidente da República nas eleições de 2018. Dando conselhos aos jornalistas.

Um primor da canção para começar no BP o dia de saudar a chegada do Verão 2017 no hemisfério sul.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

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“Flor da Paisagem”
Composição: Fausto Nilo
Intérprete:Fagner
Teu zói é a flor da paisagem Sereno fim da viagem Teu zói é a cor da beleza Sorriso da natureza Azul de prata, meu litoral Dois brincos de pedra rara Riacho de água clara Roupa com cheiro de mala Zóim assim são mais belos Que renda branca, que renda branca, que renda branca na sala Quem vê nêo enxerga a praia Nóis no lençol, nóis no lençol , nóis no lençol de cambraia Teus zói no fim da vereda Amor de papel de seda Teus zói que clareia o roçado Reluz teu cordão colado que renda branca na sala … nóis no lençol, nois no lençol … de cambraia!
 

 DEU NO JORNAL DO BRASIL (ONLINE)

 

O juiz Bruno Aielo Macacari, da Vara de Execuções Penais do Distrito Federal (VEP-DF), determinou que o deputado Paulo Maluf (PP-SP) seja transferido para o Centro de Detenção Provisória do Complexo Penitenciário da Papuda, no DF, após o político ter se entregado, na manhã desta quarta-feira (20), na Superintendência da Polícia Federal de São Paulo.

A defesa do deputado Paulo Maluf (PP-SP) entrou com um pedido urgente para que a VEP-DF suspenda a execução da pena de 7 anos e 9 meses de prisão imposta pelo Supremo Tribunal Federal (STF) contra o político. No acórdão condenatório, a Corte determinou que a pena seja cumprida no DF.

Paulo Maluf se entregou nesta quarta-feira
Paulo Maluf se entregou nesta quarta-feira

Na peça da defesa, o advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, pede que o juiz de execução penal aguarde a análise de recurso contra a prisão de Maluf que a defesa pretende enviar ainda nesta quarta-feira (20) à presidente do STF, ministra Cármen Lúcia.

Caso a VEP-DF não acate o pedido de suspensão do cumprimento da pena, o advogado pede que o regime fechado seja substituído pelo domiciliar, em São Paulo, tendo em vista a idade avançada e a fragilidade do estado de saúde de Maluf, que segundo a defesa possui probleas de saúde – câncer de próstata, hérnia de disco e problemas cardíacos – que seriam impossíveis de serem tratados na prisão.

O juiz Macacari ainda não julgou o recurso, mas determinou que o Centro de Detenção da Papuda informe em 48 horas se tem condições de prestar assistência médica adequada a Maluf, “ainda que com recurso da rede pública de saúde”. O magistrado pediu que o Ministério Público se manifeste com urgência sobre o pedido da defesa.

Entenda o caso

Pelo placar de 4 a 1, Maluf foi condenado em maio pela Primeira Turma do STF. O colegiado entendeu que ele movimentou quantias milionárias em recursos ilícitos localizados em contas nas Ilhas Jersey. Apesar de julgar pela prescrição do crime de corrupção passiva, os ministros votaram pela condenação por lavagem de dinheiro.

Segundo a denúncia do Ministério Público, Maluf recebeu propina de contratos públicos com as empreiteiras Mendes Júnior e OAS. Os recursos teriam sido desviados da construção da Avenida Água Espraiada, hoje chamada Avenida Roberto Marinho. O custo total da obra foi de cerca de R$ 800 milhões.

As investigações se arrastaram por mais de 10 anos, desde a instauração do primeiro inquérito contra o ex-prefeito, ainda na primeira instância da Justiça. Os procuradores estimaram em US$ 170 milhões a movimentação de recursos ilícitos. O Supremo assumiu o caso após a eleição de Maluf como deputado.

Defesa

O advogado Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, informou que vai entrar ainda nesta quarta-feira com recurso no STF. Por meio de nota, o advogado criticou a decisão de Fachin. Para o defensor, por ter recebido um voto favorável por sua absolvição no julgamento da Primeira Turma, o deputado deveria ter direito a apresentar recurso ao plenário. Kakay disse que irá pedir à presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, para reverter a decisão que negou a última apelação de seu cliente.

“Esta decisão do ministro Fachin vem ao encontro deste momento punitivo e dos tempos estranhos pelos quais passamos”, disse o advogado. “Confiamos que a presidência do tribunal devolverá o direito do deputado de ver seu recurso ser analisado pelo pleno do Supremo” finalizou Kakay.

Com Agência Brasil

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

URGENTE: GILMAR SOLTA GAROTINHO

Gilmar Mendes, presidente do TSE, acatou liminar para soltar Anthony Garotinho.

O ex-governador havia sido preso, de novo, no fim do mês passado, em desdobramento da Operação Chequinho, acusado de integrar uma ORCRIM que arrecadava recursos de forma ilícita para financiar campanhas, inclusive mediante extorsão.

 

 

 

Jane Fonda
A atriz Jane Fonda em Beverly Hills, Califórnia no início do dezembro. Matt Winkelmeyer Getty Images
Los Angeles

Jane Fonda nunca pensou em chegar aos 80 anos. “Mas não voltaria à minha juventude nem por todo o dinheiro do mundo”, comentou este ano a atriz enquanto promovia em Los Angeles seu último trabalho, Nossas Noites. Dá na mesma o que ela quer. Seu encontro anual com a idade, o 21 de dezembro, está na virada da esquina e a atriz e ativista decidiu celebrar como sabe: com oito dias de festejos. Dias de festa que reconheçam as oito décadas de uma estrela na marra. Porque, como sempre diz a filha de Henry Fonda e irmã de Peter Fonda, a única razão pela qual se meteu com a carreira de intérprete foi porque a demitiram do emprego de secretária e tinha de ganhar o pão. “E como costuma acontecer com os filhos dos atores, sempre acabamos caindo no curral.” É a sua explicação do que veio depois.

Fonda nunca foi como o resto. Mais que uma intérprete, era um símbolo de independência, feminismo e empoderamento muito antes de que campanhas como #MeToo trouxessem à luz as desigualdades de gênero em uma indústria chamada Hollywood. Foi uma sex symbol em filmes como Barbarella (1975) e produtora consciente em outras fitas, como O Regresso (1978) e A Síndrome da China (1979). Como Fonda lembrou há tempos a este jornal, ela vem de uma geração em que as mulheres não podiam suar em público, algo que não a deteve na hora de se tornar a imagem mais popular da aeróbica.

A atriz Jane Fonda no desfile da L'Oreal em Paris em outubro. ampliar foto
A atriz Jane Fonda no desfile da L’Oreal em Paris em outubro. LaurentVu/SIPA LaurentVu/SIPA / Cordon Press

 

Continua se cuidando, embora não da mesma maneira. “Ando em vez de correr, e também não esquio mais, deslizo. E continuo fazendo yoga, mas muito devagar”, confessa. Uma rotina que alterna com massagens faciais, especialmente quando trabalha. Isso não lhe falta, já que à beira dos 80 a ganhadora de dois prêmios Oscar está mais presente que nunca. Este ano estreou o longa-metragem, com Robert Redford, e a série Frankie & Grace iniciará em 2018 sua quarta temporada na Netflix. Como diz, é “uma bênção” poder continuar fazendo o que agora desfruta.

dez
21
Posted on 21-12-2017
Filed Under (Artigos) by vitor on 21-12-2017

Feliz Frank! Felizes ouvintes do BP!

 

BOM DIA!!!

 

(Gilson Nogueira)

 

 

São Paulo / Brasília 
Temer, na convenção do partido, que já trazia a sigla "MDB".
Temer, na convenção do partido, que já trazia a sigla “MDB”. Filipe Cardoso PMDB Nacional

O PMDB não quer mais ser o PMDB. Ao menos no nome. Com a imagem abalada pelos escândalos de corrupção, o fisiologismo escancarado e a adoção de medidas impopulares com a chegada de Michel Temer ao poder, o partido decidiu fazer o que os marqueteiros chamam de rebranding —uma mudança de nome para tentar assumir, aos olhos do público, uma nova identidade. Para isso, escolheu adotar a sua sigla original, MDB (Movimento Democrático Brasileiro), legenda que carrega um enorme peso histórico para a esquerda: o de ter sido a oposição à ditadura militar e de ter aglutinado os interesses dos movimentos sociais e sindicais que faziam resistência ao regime.

Na convenção que marcou a mudança de nome na manhã desta terça-feira, o senador Romero Jucá, presidente nacional do partido e denunciado pela Lava Jato, afirmou que a medida tinha o objetivo de recuperar o nome original e, com isso, ter causas claras para a sigla. Junto à nova nomenclatura, o PMDB também mudará seu programa partidário em março do ano quem vem, preparando o terreno para as eleições de 2018, em que pretende garantir a existência de um candidato governista que defenda o legado de Temer, seja por meio de uma sigla aliada ou até de uma candidatura própria —segundo Jucá em uma entrevista publicada pela Folha de S.Paulo na última segunda, o nome de Temer não está descartado, ainda que seja um cenário difícil de imaginar devido à baixa popularidade dele. O partido, que tem a maior bancada da Câmara dos Deputados, também tenta recuperar sua imagem de olho nas eleições legislativas, temendo que muitos de seus deputados não se elejam.

Para o cientista político Bolívar Lamounier, que já na década de 1980 fazia pesquisas sobre o MDB, a estratégia é “um truque eleitoral”. “Não vai alterar em nada a essência do partido, de um partido clientelista, fisiológico e totalmente corrupto. Ele não tem a menor condição de se tornar um partido progressista, social. É uma tentativa de ganhar terreno eleitoral, fazendo de conta que é a continuidade do velho MDB. Mas não tem nada a ver uma coisa com a outra. O MDB era uma frente de oposição ao regime militar. Hoje o PMDB é um partido clientelista, não tem mais substância alguma”, destaca.

Após a convenção, Jucá foi questionado pelo EL PAÍS sobre a estratégia de mudança de nome e negou que ela tenha o intuito de fazer com que os eleitores não associem o partido aos problemas da legenda com a Justiça. “Nós não estamos mudando de nome. Estamos tirando apenas um ‘P’ que foi colocado pela ditadura e mantendo a mesma sigla da fundação. Portanto, não há nenhum tipo de ação para esconder qualquer coisa. Vamos responder a todas as ações [na Justiça] e cada um é responsável individualmente por aquilo que tenha feito de forma equivocada. O partido não tem nada a ver com isso e vai disputar as eleições de cabeça erguida”, ressaltou ele, que acrescentou esperar que os eleitores associem o MDB àquilo que o presidente Michel Temer tem feito na área econômica. “Nós pegamos um país quebrado, em recessão, e estamos entregando um país recuperado, gerando empregos, com a inflação controlada e a taxa de juros mais baixa da história”, destacou.

O que foi o MDB?

Movimento Democrático Brasileiro foi criado em março de 1966 para ser uma espécie de oposição branda à ditadura e, assim, dar alguma legitimidade ao Governo militar, explica a cientista política Maria Victória Benevides, em um artigo publicado em 1986 intitulado “Ai que saudade do MDB”. O objetivo era criar a imagem de que havia espaço na sociedade para posições contraditórias ao regime. O movimento era uma reunião de partidos que foram extintos pelo Ato Institucional número 2 (AI-2), especialmente o PTB (Partido Trabalhista Brasileiro), que tinha entre seus nomes o presidente deposto João Goulart e Leonel Brizola. Também reunia movimentos socialistas e progressistas. “Era uma oposição tolerada contra a ditadura, mas que fazia frente à repressão militar”, explica Benevides no artigo. Com o tempo, a legenda acabou se tornando um símbolo da resistência. 

“Durante o Governo militar o bipartidarismo era obrigatório. E só era permitido um partido de oposição. Por isso, a sigla reuniu todas as tendências de oposição”, explica Lamounier. “O MDB, então, cresceu rapidamente e veio a ser percebido pelos eleitores, principalmente os mais pobres, como o partido que estava ao lado dos pobres e contra o Governo. Não é que tivesse uma política que favorecesse os pobres, porque ele não podia fazer nada de concreto, mas a sigla ganhou essa conotação e, com isso, se tornou eleitoralmente muito forte”, destaca ele. 

Entre as bandeiras da legenda na época estavam, justamente, o combate à corrupção. Além da denúncia às violações de direitos humanos e o pedido de eleições diretas. “O MDB era mais do que um partido político. Era, mesmo, um movimento, uma bandeira de luta. E de oposição consentida se torna o partidosociedade civil”, destacou Benevides em seu artigo de 1986.

No final dos anos 1970, o MDB participou ativamente das mobilizações dos movimentos sociais e populares. Especialmente das grandes greves dos metalúrgicos do ABC, que lançaram Luiz Inácio Lula da Silva à liderança política que décadas depois o levou à Presidência. Para marcar um ponto específico de diferença entre o MDB de antes e o de agora, vale ressaltar que o PMDB acaba de encabeçar uma polêmica reforma trabalhista, denunciada pelos sindicatos como um retrocesso aos direitos dos trabalhadores.

A lei 6767 de 1979, que reformou os partidos políticos ainda na ditadura, acabou por extinguir o MDB, assim como seu opositor (e apoiador dos militares) Arena. Nenhum partido mais poderia ter um formado de organização e, com isso, foi necessário adotar o “P” inicial, de “partido”. O PMDB foi, então, criado sob a presidência de Ulysses Guimarães, que defendia a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte, com um programa feito por cientistas políticos como Fernando Henrique Cardoso (FHC). Aos poucos, foi perdendo seus apoios mais proeminentes, especialmente com a criação do PT (em 1980), que levou o apoio de grande parte dos movimentos sociais de esquerda. E, posteriormente, a do PSDB (em 1988), após um racha em que o PMDB acabou acusado de “clientelista e fisiologista” por FHC, então líder peemedebista no Senado.

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

A pelada de Lula, Chico e (talvez) Maradona


Lula e Chico Buarque vão participar de um jogo de futebol em Guararema, no interior de São Paulo, no próximo sábado, na inauguração do campo “Dr. Sócrates Brasileiro”.

Maradona, segundo o MST, também foi convidado, mas não confirmou presença, informa a Veja.

DO PORTAL TERRA
 

O empresário Marcelo Odebrecht chegou a São Paulo, onde cumprirá o restante de sua pena em casa, com tornozeleira eletrônica. Ele saiu por volta das 10h de ontem (19) da carceragem da Polícia Federal (PF) em Curitiba, no Paraná, onde ficou dois anos e meio preso. Ao sair da PF, Marcelo foi encaminhado à sede da Justiça Federal, onde colocou o equipamento na perna. Ele saiu de lá por volta de 12h40.

O empreiteiro Marcelo Odebrecht na Base Aérea Sindacta ll, em Curitiba (PR), embarca em jatinho particular depois de ser solto pela Polícia Federal, nesta terça-feira (19).

 
 
Marcelo Odebrecht na Base Aérea Sindacta ll, em Curitiba (PR), embarca em jatinho particular depois de ser solto pela Polícia Federal, nesta terça-feira (19).

Foto: Rodrigo Félix Leal / Futura Press

Marcelo Odebrecht foi liberado em função do acordo de delação premiada feita com os responsáveis pela Operação Lava Jato, com a garantia de que ele ficaria preso somente até hoje em regime fechado. Ao todo, a pena dele é de dez anos.

O empresário foi condenado em um processo em março de 2016 e outro em junho de 2017, ambos na Operação Lava Jato. Ele é éu em mais dois processos dentro da operação: um envolvendo o sítio em Atibaia, no interior de São Paulo, classificado como vantagem indevida ao ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, e outro que envolve os recibos de aluguel de um apartamento vizinho ao que mora Lula.

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