DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Dallagnol: “Temer prepara uma saída para si”

Deltan Dallagnol disse que Michel Temer fez o feirão de Natal pensando nele mesmo.

Leia a íntegra de seu comentário no Facebook, também reproduzido em parte no Twitter:

“Temer prepara uma saída para si (se condenado) e para outros réus da #LavaJato: agora, corruptos no Brasil cumprirão apenas 1/5 da pena e serão completamente indultados (perdoados), como regra geral.

O decreto de indulto ignorou a manifestação da do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária, do Ministério Público, da força-tarefa da Lava Jato e da Transparência Internacional. Todos se manifestaram contra aplicação do indulto ao crime de corrupção.

Não só a manifestação foi ignorada, mas a decisão do presidente foi no sentido contrário: antes corruptos precisavam cumprir apenas 1/4 da pena. Agora, irrisórios 1/5. É um feirão de Natal para corruptos: pratique corrupção e arque com só 20% das consequências – isso quando pagar pelo crime, porque a regra é a impunidade.

Meus parabéns pela ótima mensagem que o Planalto passa à população sobre sua atitude diante da corrupção. Não poderia ser mais claro. Aliás, não é só ele. Tem gente em outros Poderes que neste final de ano está passando a mesma mensagem.

Ah, e é claro: pelo decreto de indulto, quem tem mais de 70 anos cumpre menos pena ainda!!”

São Paulo
Forças Armadas patrulham a favela da Maré, no Rio, no último dia 13.
Forças Armadas patrulham a favela da Maré, no Rio, no último dia 13. A. L. EFE

A ONG internacional Human Rights Watch (HRW) fez um apelo para que as autoridades brasileiras investiguem as mortes ocorridas durante uma operação conjunta do Exército com a Polícia Civil no Rio de Janeiro no dia 11 de novembro. Na operação, os agentes adentraram no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, região metropolitana do Rio, interrompendo um baile funk na comunidade. O resultado daquela noite foram oito mortos, todos civis. A autoria das mortes ainda não foi revelada nesta história que mistura o silêncio dos órgãos competentes e uma nova legislação que favorece os militares que podem vir a matar alguém durante uma operação como essa. “As autoridades brasileiras devem conduzir uma investigação completa, independente e imparcial” sobre o ocorrido, diz a nota da HRW divulgada nesta sexta-feira.

No dia da chacina, a Polícia Civil e o Exército emitiram um comunicado em conjunto afirmando que houve “resistência armada” por parte de traficantes durante a ação. Dois dias depois, o porta-voz do Comando Militar do Leste, coronel Roberto Itamar, contrariou este discurso e afirmou que “não houve confronto entre as forças de segurança e das Forças Armadas com integrantes de facções criminosas”.

O Exército se posicionou afirmando que os disparos não saíram de suas armas. Segundo o coronel Itamar, os militares apenas ouviram os tiros e se depararam com os corpos já inertes. Discurso parecido foi utilizado pela Polícia Civil: os 15 homens da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), um corpo de elite da Polícia Civil, que, teoricamente, eram os coordenadores da operação, negaram ter disparado um único tiro.

Com isso, o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) abriu uma investigação sobre o caso. A Polícia Civil colheu depoimentos dos policiais envolvidos na operação e enviou ao Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública (Gaesp), setor responsável pela apuração dentro do MPRJ. Mas o MPRJ não tem competência para investigar os militares. A ONG, no entanto, apela para que mesmo assim eles sejam ouvidos. E acusa o Exército de não ter disponibilizado, até o momento, a lista dos agentes que fizeram parte da operação naquele dia.

As dificuldades para apurar as informações podem ser um dos efeitos imediatos da lei 13491/17, sancionada pelo presidente Michel Temer em outubro deste ano. A nova legislação transfere à justiça militar os casos de homicídios contra civis cometidos por membros das Forças Armadas durante operações de segurança pública, como a realizada no Complexo do Salgueiro. A HRW pede também que a lei seja “imediatamente” revogada. “Além de tornar virtualmente impossível a condução de uma investigação independente dos crimes dessa natureza, a lei ameaça conferir absoluta impunidade a execuções extrajudiciais”, diz a nota.

Esta lei havia sido elaborada para ter efeito temporário durante a Olimpíada do Rio de Janeiro, mas acabou se tornando permanente. Com ela em vigor, a Polícia Civil do Rio de Janeiro, não pode, por exemplo, requisitar as armas dos militares que fizeram parte da operação naquele dia para uma perícia. Somente a Justiça Federal poderia.

Enquanto as investigações não avançam, quatro testemunhas ouvidas pelo EL PAÍS dias após a chacina relataram o que viveram naquela noite. As histórias têm ao menos um elemento em comum: todos viram homens de preto, mascarados, com armamento dotado de lanterna e mira laser, e capacetes. O equipamento descrito pelos moradores não é da Polícia Civil, segundo três fontes de divisões especiais da instituição.

Por G1, São Paulo

A TV Globo e o jornalista William Waack divulgaram o seguinte comunicado.

“Em relação ao vídeo que circulou na internet a partir do dia 8 de novembro de 2017, William Waack reitera que nem ali nem em nenhum outro momento de sua vida teve o objetivo de protagonizar ofensas raciais. Repudia de forma absoluta o racismo, nunca compactuou com esse sentimento abjeto e sempre lutou por uma sociedade inclusiva e que respeite as diferenças. Pede desculpas a quem se sentiu ofendido, pois todos merecem o seu respeito.

A TV Globo e o jornalista decidiram que o melhor caminho a seguir é o encerramento consensual do contrato de prestação de serviços que mantinham.

A TV Globo reafirma seu repúdio ao racismo em todas as suas formas e manifestações. E reitera a excelência profissional de Waack e a imensa contribuição dele ao jornalismo da TV Globo e ao brasileiro. E a ele agradece os anos de colaboração.”

Ali Kamel, diretor de jornalismo da TV Globo

William Waack, jornalista e apresentador de programas jornalísticos da TV Globo

dez
23
José Maria Marin condenado FIFA
José Maria Marin, condenado por corrupção em escândalo da FIFA. STEPHEN YANG Reuters
Depois de sete semanas de julgamento, o Tribunal Federal do Brooklyn, em Nova Iorque, condenou o ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), José Maria Marin, de 85 anos, por seis dos sete crimes pelos quais havia sido indiciado no escândalo de corrupção da FIFA. Pelo entendimento da Justiça norte-americana, que o denunciou por ter recebido aproximadamente 6,5 milhões de dólares em propinas, Marin é inocente na acusação de lavagem de dinheiro na Copa do Brasil, porém culpado por integrar organização criminosa, três delitos de lavagem de dinheiro e outros dois de fraude em subornos envolvendo a cessão dos direitos de televisão e marketing das Copas América, Libertadores e do Brasil. A pena só será conhecida após a publicação da sentença, no início de 2018, mas a juíza Pamela Chen determinou que o ex-dirigente comece a cumpri-la imediatamente em um presídio federal dos Estados Unidos. Assim, pela primeira vez na história, um mandachuva do futebol brasileiro é condenado por corrupção – ainda que fora do país.

Ex-governador biônico de São Paulo ligado à ditadura militar, José Maria Marin presidiu a CBF entre 2012 e 2015. No mesmo ano em que deixou o comando da confederação, ele foi detido na Suíça em uma operação do FBI, que desencadeou o escândalo conhecido como “Fifagate”. Desde então, o ex-cartola estava em prisão domiciliar em Nova Iorque aguardando o julgamento. Quem assumiu a presidência da CBF em seu lugar foi Marco Polo Del Nero, que era vice de Marin e também é acusado pelos mesmos crimes do antecessor. Ele deixou de viajar para jogos da seleção e compromissos internacionais por receio de ser detido no exterior. O Brasil, por exemplo, era a única seleção que não teve o presidente da federação local como representante no sorteio dos grupos da Copa do Mundo realizado no início de dezembro, na Rússia. Como não foi preso na operação norte-americana, Del Nero se livrou de ir ao banco dos réus e seguiu presidindo a confederação até ser suspenso por 90 dias, há uma semana, pelo Comitê de Ética da FIFA, que o investiga devido a suspeitas de recebimento de propina. De acordo com a defesa de Marin no julgamento, o réu era apenas figura decorativa na presidência da CBF, pois “quem realmente mandava era Marco Polo Del Nero”. A sentença pode complicar ainda mais a vida de Del Nero, já que aumenta as chances de um banimento definitivo por parte da FIFA.

Na mesma situação de Del Nero está Ricardo Teixeira, antecessor de Marin, que comandou a CBF por mais de 20 anos. Ele também foi indiciado no Fifagate e pela Justiça espanhola, que o acusa, ao lado do ex-presidente do Barcelona, Sandro Rosell, de integrar uma quadrilha que desviou cerca de 15 milhões de euros em receitas angariadas com jogos da seleção. Como a Constituição brasileira impede a extradição de cidadãos nascidos no país, tanto Del Nero quanto Teixeira não devem ir à prisão pelos desdobramentos do julgamento nos Estados Unidos. A punição a Marin, porém, fragiliza o grupo que sucedeu Teixeira e dá fôlego a um ensaio de revolução na cúpula da CBF, atualmente presidida de forma interina pelo vice Coronel Nunes. O senador Romário (Podemos), que chegou a liderar uma CPI para investigar a confederação, já manifestou o desejo de concorrer à presidência da entidade e encampa o movimento “Diretas Já na CBF”. Por sua vez, o atual comando ensaia adiar a eleição inicialmente prevista para abril de 2018, mas uma frente formada por ex-jogadores e alguns dirigentes de clubes promete pressionar a CBF por um processo de sucessão no poder mais ágil.

O julgamento encerrado nesta sexta-feira condenou ainda o ex-presidente da Conmebol, Juan Ángel Napout, por dois crimes de fraude bancária envolvendo os direitos de transmissão das Copas América e Libertadores e por associação a organização criminosa. O tribunal, entretanto, não chegou a uma conclusão a respeito da participação do ex-presidente da Federação Peruana de Futebol, Manuel Burga. O caso dele segue em análise pela Justiça norte-americana.

dez
23
Posted on 23-12-2017
Filed Under (Artigos) by vitor on 23-12-2017

 

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Myrrya, no jornal A Crítica (AM)

 

 
DO JORNAL O TEMPO/BH
 

O ex-governador de Minas Gerais Francelino Pereira morreu, na manhã desta quinta-feira (21), aos 96 anos, por causas naturais. Ele faleceu no hospital Mater Dei, em Belo Horizonte, onde estava internado há uma semana. O velório ocorre até as 19h30, no Palácio da Liberdade, na região Centro-Sul da capital mineira. A cremação vai ser realizada durante uma cerimônia reservada aos familiares.

Nos últimos anos de vida, segundo familiares, Francelino vivia recluso em um apartamento no bairro de Lourdes, em Belo Horizonte. Com o passar dos anos, ele apresentou perda de memória, de visão e de audição. Ele deixa a mulher, Latife Haddad Pereira dos Santos, mais conhecida como Dona Latife, e três filhos.

Trajetória

Filho de lavradores e criadores de reses e caprinos, Francelino nasceu em 2 de julho de 1921, na zona rural de Angical, cidade do Piauí. Ele mudou-se para a capital mineira aos 23 anos, onde formou-se em direito pela Universidade Federal de Minas Gerais. Ele iniciou o exercício da advocacia no Fórum Lafayette e depois tornou-se redator político da rádio Inconfidência, emissora oficial do governo mineiro.

O seu primeiro cargo político foi como vereador de Belo Horizonte. Ele foi eleito pela União Democrática Nacional (UDN) e cumpriu o mandato entre os anos de 1951 e 1954. Depois, elegeu-se deputado federal por Minas e cumpriu quatro mandatos consecutivos (1963-1979).

Durante o regime militar, assumiu o governo estadual pelo partido Arena após eleições indiretas. Francelino comandou o Estado entre os anos de 1979 e 1983. Em 1990 assumiu a presidência do Diretório Regional do PFL em Minas Gerais e quatro anos depois foi eleito senador para o mandato de 1995 a 2003.

Após a conclusão de seu mandato, passou a integrar o Conselho de Administração da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) e a presidir de forma honorária a Comissão Especial de Estudos do Centro Cultural da Praça da Liberdade. Atualmente, ocupava a cadeira n° 25 da Academia Mineira de Letras.

Luto

O atual governador de Minas, Fernando Pimentel (PT), lamentou a morte de Francelino Pereira e decretou luto oficial de três dias, a partir desta quinta-feira, em todo o Estado. “Manifesto o pesar pelo falecimento do ex-governador de Minas Gerais, Francelino Pereira, homem público que pautou sua trajetória de forma íntegra, cumprindo importante papel na redemocratização do Brasil. Como governador, senador e deputado federal sempre defendeu os interesses do nosso estado. Presto minha solidariedade aos familiares e amigos. Em sinal de pesar, está decretado luto oficial de três dias, em todo o território mineiro, a partir da data de hoje”, declarou por meio de nota.

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DE O GLOBO
DE FRANCELINO PEREIRA PARA RENATO RUSSO

 

  • RIO — “Que país é este”, frase dita por Renato Duque ao advogado, quando estava sendo preso pela primeira vez, em novembro de 2014, não foi criada pelo cantor e compositor Renato Russo em sua conhecida música, mas ainda em 1976, pelo então presidente da Arena, Francelino Pereira. Na época, em pleno regime militar, discutia-se uma promessa do presidente Ernesto Geisel de iniciar a transição, em que o regime seria aberto gradualmente e os governadores seriam eleitos pelo voto direto dali a dois anos.

Quando  a oposição duvidou da promessa, Francelino Pereira perguntou: “Que país é este em que o povo não acredita no calendário eleitoral estabelecido pelo próprio presidente”. Mas, no ano seguinte, Geisel fechou o Congresso, aumentou o mandato dos presidentes para seis anos, e decidiu que um terço dos senadores seria indicado pelo presidente.

O Brasil só passou a eleger governadores pelo voto direto em 1982. E Renato Russo transformou a frase no refrão de seu rock em 1987.

 

“Quando chega o verão é um desassossego!”

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

DO EL PAIS
São Paulo
Mochilas distribuídas pela prefeitura de Jequié.
Mochilas distribuídas pela prefeitura de Jequié. Reprodução/Twitter

Entra ano, sai ano e os memes brasileiros continuam sendo um produto de tamanha qualidade que são exportados mundo afora. Com conotação política ou o intuito de auxiliar a população a se desligar temporariamente da crise que assola o país, essa forma de comunicação e humor típica da Internet nos deu muitas alegrias. E enquanto esperamos o hit do verão 2018, repassamos aqui os memes que marcaram o ano de 2017.

Janeiro

No início do ano, que agora parece tão distante, fomos presenteados com esse vídeo que ditou o ritmo de todo 2017. Depois disso, a trilha sonora ainda recebeu uma versão oficial produzida por Kondzilla, o diretor dos clipes de Funk mais famosos do Brasil.

Fevereiro

A data mais esperada de todo o ano, o feriado do Carnaval foi celebrado neste mês, o que resultou em uma lista de memes ambulantes nas ruas e avenidas onde a festa era celebrada. Além de terem se inspirado no prefeito João Doria, no ex-presidente Lula e no presidente dos Estados Unidos Donald Trump, os foliões se fantasiaram da cantora Beyoncé que havia anunciado sua gravidez algumas semanas antes em um ensaio considerado brega por grande parte dos usuários da rede mundial de computadores.

Março

Mesmo que sejam os brasileiros os maiores utilizadores dos Stories, houve uma tentativa de traçar um limite para Mark Zuckerberg, afinal de contas, meme no Brasil é uma instituição muito séria e concede o direito de questionar um dos líderes da Internet na atualidade.

Abril

As reformas Trabalhista e da Previdência anunciadas pelo presidente Michel Temer geraram uma onda de protestos sendo a Greve Geral que aconteceu no dia 28 de abril, o maior deles. A paralisação dos trabalhadores foi um dos assuntos mais procurados no Google naquela semana. A expectativa pela greve foi alimentada com muito memes, entre eles, uma montagem divulgada pelo deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL) inspirada na série 13 Reasons Why da Netflix, o meme no entanto, viralizou no mês seguinte quando o presidente foi gravado pelo empresário Joesley Batista, um acontecimento que sacudiu a política nacional.

Maio

Comumente, as aulas escolares têm início em fevereiro. É também nesse período em que os alunos recebem seus materiais escolares. Na cidade de Jequié, na Bahia, os alunos só receberam suas mochilas em maio. O que as crianças e nem a prefeitura imaginavam é que se tornariam em ícones da Internet.Depois do sucesso de Nazaré Tedesco e Gretchen com internautas do mundo todo, foi a vez dos gringos conhecerem a força de mais um meme feminino brasileiro, sendo ninguém menos que a Cuca. A bruxa jacaré do Sítio do Picapau Amarelo invadiu as redes sociais podendo até ser considerada uma das personalidades do ano.

Junho

2017 explicado em memesREPRODUÇÃO/FACEBOOK

Julho

“Amigo é coisa pra se guardar/ Debaixo de sete chaves/ Dentro do coração”, já profetizava Milton Nascimento em sua Canção da América. No dia 20 desse mês é celebrado o dia do amigo no Brasil, e qual a forma mais sincera e tocante de celebrar este sentimento tão bonito do que causando juntas? A foto dessas grandes amigas ao lado, que viralizou possivelmente por conta dessa efeméride, acabou inspirando milhares de amigos durante 2017.

Agosto

O meme mais temido de todo o ano foi criado e difundido em grande escala nesse período, logo pule direto para o próximo mês caso você não queira cair no Gemidão do zap! A pegadinha em forma de vídeo nada mais é do que a atriz pornô Alexis Texas em um de seus filmes. O usuário inadvertido ousava abrir vídeos enviados por amigos sem os fones de ouvido e o resultado era no mínimo, constrangedor. Mas não estamos aqui para julgar: que atire a primeira pedra quem não caiu no Gemidão!

Setembro

É cada vez mais comum ver idosos se integrando com a tecnologia, porém existem algumas faces dos avanços da engenharia que ainda podem ser problemática para os nossos avós. Mas pelo menos, isso pode nos render alguns momentos de risada e fofura como este abaixo.

Outubro

Além dos idosos, outras criaturas que elevam o nível de fofura ao extremo são os animais. É simplesmente impossível resistir a tanta doçura. Os internautas gostam tanto dos animais que ficaram preocupados com a fisionomia do cachorro presidencial depois que o presidente Michel Temer publicou uma foto com seu bichinho de estimação, o Thor, nas redes sociais.

Novembro

Com o fim do ano se aproximando, muitas pessoas poderiam já estar com a cabeça nas deliciosas comidas natalinas. Os frequentadores da orla soteropolitana, no entanto, têm à sua disposição uma iguaria tipicamente brasileira tão deliciosa quanto. OLHA O PASTELLL!!!!!!!

Dezembro

As festas de fim de ano finalmente batem a nossa porta. é o momento ideal para fazermos o balanço do ano que passou. Mas além de reavaliar nossas próprias atitudes, este mês oferece a oportunidade perfeita para que a gente relembre todos os memes do ano. E houve quem conseguiu juntar tanta informação em um tweet só.

Por fim, fica também o questionamento sobre quais serão os memes do ano que virá.

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

“Não sabíamos que o Bolsonaro queria o partido inteiro”, diz presidente do conselho

Walney Rocha, deputado do Patriota (antigo PEN) pelo Rio de Janeiro e presidente do conselho nacional da legenda, disse a O Antagonista que Jair Bolsonaro está descumprindo acordos e que “dessa forma, não dá”.

“A vaga de presidente é dele, isso está acertado há mais de dois meses, mas não sabíamos que ele queria o partido inteiro. Ele quer a presidência nacional, ele quer os estados todos, ele quer todos os diretórios… Dessa forma, não dá.”

Segundo Rocha, o presidente do Patriota, Adilson Barroso, presidente do Patriota, não dará mais espaço a Bolsonaro, além do que já foi acordado.

 

São Paulo / Barcelona
Eleições na Catalunha
Idosas votam nesta quinta-feira. Juan Carlos Cárdenas EFE

Em uma eleição parlamentar apertada nesta quinta-feira, que retratou uma população dividida, os independentistas da Catalunha saíram como os grandes vitoriosos da batalha com o Governo espanhol que se arrasta há meses. Apesar de um partido anti-separatista (Ciudadanos) ter conseguido obter a maior quantidade de cadeiras de deputados, o bloco formado pelos três partidos que defendem o descolamento da Espanha conseguiu a maioria das vagas e terá a quantidade de votos necessária para indicar o próximo presidente catalão. Impuseram, assim, uma derrota ao Governo do primeiro-ministro Mariano Rajoy, que no final de outubro dissolveu toda a cúpula de poder da Catalunha e convocou novas eleições como resposta à realização de um referendo separatista ilegal. A expectativa governista de que a crise poderia ser amenizada após o pleito se esvai e uma nova etapa de incertezas se abre em um país já fraturado.

A eleição desta quinta teve dados de participação históricos: com 90% das urnas apuradas, já se apontada que mais de 80% dos 5,5 milhões de catalães aptos a votar compareceram às urnas, comprovando a importância que este pleito adquiriu na Catalunha. A decisão era maior do que uma simples eleição de deputados. Ela apontaria se o processo separatista ganharia um novo ímpeto ou se seria rechaçado. Durante o dia, os candidatos e líderes dos movimentos convocaram a população para a votação e filas de até 40 minutos foram registradas em alguns colégios eleitorais. Tudo transcorreu sem incidentes, ao contrário do que foi registrado na votação do referendo independentista de 1º de outubro, marcado por forte repressão policial por parte do Governo de Rajoy e o confisco de urnas. Na ocasião, 90% dos votantes disseram sim à independência em uma votação de pouca segurança eleitoral, mas apenas 42% dos aptos a votar participaram —muitos deixaram de ir às urnas porque não queriam legitimar o processo considerado ilegal. 

No bloco independentista, o partido que logrou a maior quantidade de cadeiras foi o Junts per Catalunya, cuja lista de deputados é encabeçada justamente por Carles Puigdemont, o ex-presidente destituído por Rajoy após o referendo e que fugiu para Bruxelas para evitar a prisão. Foi seguido pela ERC (Esquerda Republicana da Catalunha), cuja cabeça da lista é ocupada por Oriol Junqueras, o ex-vice-presidente da comunidade autônoma, que se encontra preso preventivamente em Madri. A CUP (Candidatura de Unidade Popular), terceiro partido do bloco independentista, assegurou as vagas restantes para que o bloco obtivesse ao menos 68 das 135 cadeiras do parlamento.

“As forças independentistas voltaram a ganhar as eleições na Catalunha apesar da ofensiva policial e da ofensiva midiática do Governo espanhol”, comemorou Marta Rovira, a número dois da ERC. “O resumo desta noite é muito simples: o independentismo voltou a ganhar as eleições e Mariano Rajoy perdeu”, destacou. Puigdemont também se pronunciou, de Bruxelas: “Os catalães temos que decidir a solução e nosso futuro, e nenhuma receita que queira prescindir das maiorias parlamentares na Catalunha funcionará.”

Os três partidos, que na última eleição, em 2015, lançaram uma candidatura única (a coligação Junts per Sí ou Juntos pelo Sim) não conseguiram chegar, desta vez, a um acordo para formar uma lista de deputados única, mas garantem que se unem em determinados pontos, como a “recuperação das instituições após a aplicação do artigo 155 da Constituição“, que permitiu que o Governo central espanhol destituísse o Governo catalão. Uma das discordâncias, especialmente entre o Junts per Catalunya e a ERC era, justamente, sobre o nome que o bloco apontaria para a presidência da comunidade autônoma, caso obtivesse a maioria das cadeiras. Junts per Catalunya é a favor de devolver o Governo a Puigdemont. Enquanto a ERC prefere indicar Junqueras. A incógnita agora é saber a qual nome comum eles devem chegar e se qualquer um dos dois, ausentes fisicamente do Parlamento, poderá assumir a tarefa.

Os partidos anti-independentistas, que formam o bloco denominado constitucionalista (pois apoiam a aplicação do artigo 155 da Constituição e a decisão do Tribunal Constitucional de que o referendo separatista é inconstitucional), também chegaram à eleição divididos em três partidos: Ciudadanos, Partit dels Socialistes e o PP de Rajoy, que tem pouca força na Catalunha. Apesar de suas diferenças políticas, eles prometeram se unir em um Governo de coalizão caso somassem a quantidade de cadeiras suficientes para formar a maioria e eleger um presidente e, com isso, colocar um ponto final no processo independentista. Ciudadanos foi o partido com o melhor desempenho e conseguiu assegurar a maioria das vagas do Parlamento, mas o desempenho dos demais partidos do bloco fez com que eles não alcançassem a maioria.

Após os resultados, o líder do PP na Catalunha, Xavier García Albiol, reconheceu que os constitucionalistas “não foram capazes de gerar uma alternativa diferente ao separatismo no Parlamento”. ” “Vemos com muita preocupação um futuro social e econômico para a Catalunha com uma possível maioria independentista”, ressaltou.

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