Resultado de imagem para Cida Torneros jornalista

CRÔNICA

Entra ano, sai ano, a vida roda!
          Maria Aparecida Torneros
 

A roda da vida não pára.  Entra ano, sai ano estamos assim. Ora indignados com tantas notícias ruins, ora renovados com esperanças de dias melhores. Entra ano, sai ano e a política Nacional nos brinda com estapafúrdias mensagens de espanto e vergonha. Já não dá pra ser feliz acompanhando as denúncias de corrupção e seu desdobramento jurídico. Prende fulano, solta beltrano, novo julgamento, novas conduções corretivas, novas prisões preventivas ou temporárias e lá se foi mais um ano de ações para desbaratar quadrilhas especializadas em roubar o povo. Este segue à mercê de desgoverno ou de descaso. Falta segurança e falta Atendimento médico. Sobra desleixo e desatenção. Nunca sabemos o que pode ser a gota d’água que fará transbordar o pote. Entra ano, sai ano e aguentamos firmes os desmandos a até atrasos de pagamento de salários e aposentadorias. Somos um povo considerado passivo mas haverá sempre a possibilidade de reação  através de protestos, passeatas, greves e do voto chamado consciente. Entra ano, sai ano, estamos imbuídos de fé no amanhã mas não renegando a necessidade de dar respostas a quem acha que não temos clareza para reagir e lutar.

Entra ano, sai ano, e o povo brasileiro precisa se reorganizar para sobreviver e exigir respeito a cada dia no novo ano. Que 2018 traga mais respeito aos nossos infortúnios e que mais autoridades se engajem em agir pelo bem dos cidadãos que merecem voltar a confiar no progresso verdadeiro da nação. Brasil, que o ano que vai entrar seja pleno de renovação para nossa sociedade tão sofrida. Assim seja!
 
Cida Torneros  é jornalista e escritora, mora no Rio de Janeiro onde edita o Blog da Cida. Colaboradora de raiz do BP

Ben na veia para esperar e começar bem 2018.

BOM DIA!!!

(Gilson Nogueira)

 

dez
29

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

 

Sérgio Moro classificou como “acertada” a decisão de Cármen Lúcia que suspendeu parcialmente o decreto de indulto natalino de Michel Temer.

“O governo pode muito, mas não pode tudo”, disse o juiz federal a O Globo.

Em entrevista ontem, Moro já dissera que o indulto do governo a réus condenados era “generoso” e transmitia uma péssima imagem para a sociedade.

dez
29
Posted on 29-12-2017
Filed Under (Artigos) by vitor on 29-12-2017
A imagem pode conter: texto
Chico Caruso, no Blog do Noblat

Por Délis Ortiz, TV Globo, Brasília

O ministro da Justiça, Torquato Jardim, afirmou nesta quinta-feira (28), em entrevista à TV Globo, que o presidente Michel Temer deverá editar um novo decreto de indulto natalino.

De acordo com o ministro, a ideia de Temer é estabelecer novos critérios para contemplar os condenados que ficaram de fora do indulto natalino com a decisão da presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, de suspender parcialmente o decreto anterior.

Mais cedo, Cármen Lúcia suspendeu trechos do decreto editado na semana passada por Temer que abrandavam as regras para concessão do indulto de Natal.

A magistrada concedeu liminar (decisão provisória) acolhendo os questionamentos da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, que, nesta quarta (27), protocolou uma ação na Suprema Corte para suspender os efeitos do decreto natalino que reduziu o tempo de cumprimento das penas a condenados por crimes cometidos sem violência ou grave ameaça.

Diante da decisão, o presidente, segundo o ministro da Justiça, determinou que a pasta estude “outros critérios” para “acolher” aqueles condenados que seriam beneficiados com o decreto anterior e que, com a suspensão pelo STF, não receberão o benefício do indulto – segundo Torquato, esses presos foram “excluídos” pela Corte.

“Isso [novos critérios] exigiria um outro decreto. Apenas para esses pontos [suspensos por Cármen Lúcia]. Pode ser nesse ano, como pode ser editado no ano que vem com efeito a 25 de dezembro deste ano”, afirmou o ministro à TV Globo.

Indulto de Natal

O indulto natalino é um perdão de pena e costuma ser concedido todos os anos em período próximo ao Natal. Atribuição do presidente da República, esse benefício não trata das saídas temporárias de presos, nas quais os detentos precisam retornar à prisão.

No ano passado, Temer já havia flexibilizado um pouco as regras de concessão do benefício, determinando que poderiam ser beneficiados pelo perdão pessoas condenadas a no máximo 12 anos e que, até 25 de dezembro de 2016, tivessem cumprido um quarto da pena, desde que não fossem reincidentes.

O indulto deste ano abranda ainda mais as normas de concessão do benefício, ao não definir um período máximo de condenação para que o detento obtenha o perdão presidencial. Além disso, o decreto do presidente reduziu para um quinto o tempo de cumprimento da pena para presos não reincidentes. A medida contempla quem cumprir esses requisitos até 25 de dezembro de 2017.

Jumbo, o avião mais icônico da Boeing
O último Boeing 747 da Delta Air Lines no aeroporto de Incheon, na Coreia do Sul JEON HEON-KYUN EFE
Nova York

 

Acaba de chegar ao fim um dos capítulos mais ilustres da história do avião comercial nos Estados Unidos. Já não há companhias aéreas que exibam a bandeira de barras e estrelas operando o icônico B747, o avião com o qual a Boeing revolucionou a forma de viajar, tornando-a acessível para milhões de pessoas pelo mundo inteiro. As empresas agora preferem aviões mais rápidos, flexíveis e eficientes para cobrir rotas mais longas.

A Delta Air Lines realizou no dia de Natal a retirada oficial da Rainha dos Céus com um voo charter da equipe dos Seahawks, da Liga Nacional de Futebol Americano (NFL), de Dallas a Seattle. Foi a coroação de uma despedida que percorreu seis cidades na semana passada. A aeronave será substituída pelo A350, do consórcio europeu Airbus. A United Airlines aposentou seu Jumbo há um mês, recriando a rota com a qual estreou o avião num voo entre San Francisco e Honolulu. A equipe de bordo exibiu os uniformes da época.

O  avião de dois andares começou a voar em fevereiro de 1969, mas só entrou em operação um ano depois, com um voo de Nova York a Londres da extinta Pan Am. Viajar na época era um luxo, e os passageiros podiam fumar na cabine. O Jumbo, com capacidade para transportar cerca de 500 passageiros, abriu os voos intercontinentais para as massas. As linhas aéreas também reduziram a primeira classe para ampliar o espaço da econômica.

O B747, projetado para transporte de carga, tornou-se rapidamente um avião desejado pelas grandes companhias para voos de longa distância. A Boeing realizou mais de 1.500 entregas do quadrimotor em suas diversas configurações. O perfil curvo na zona da cabine do piloto lhe deu uma personalidade bem característica. Mas, apesar da última grande reformulação do seu desenho, o modelo não é capaz de atrair nem os seus clientes mais leais.

As companhias agora pensam em aeronaves menores, mais fáceis de encher e mais baratas de operar. O último voo do B747 operado pela Delta ocorreu enquanto a Boeing sonda a Embraer, que se concentra no segmento de aviões regionais de até 150 lugares, para uma possível colaboração. A Airbus acaba de fechar justamente uma aliança com a canadense Bombardier para montar o novo integrante da família CSeries.

Bimotores

As rotas de longa distância cobertas pelo mítico Jumbo agora são operadas pelo bimotor B787 Dreamliner, o avião mais moderno da Boeing. A United oferece, por exemplo, um voo que conecta Houston com Cingapura em cerca de 18 horas. É o mesmo modelo que a Emirates acaba de escolher para renovar sua frota de grandes aviões, num contrato em que a Airbus competia com o A380. A Air France já eliminou o B747.

O Jumbo foi o maior avião até a entrada em serviço do A380, há 10 anos. Sua aposentadoria reflete até onde chegou a eficiência das aeronaves durante o último meio século. A companhia low cost Southwest Airlines anunciou recentemente um serviço ao Havaí desde a costa oeste, utilizando o novo B737MAX, o mais popular avião de corredor único. A JetBlue, por sua vez, nsidera utilizar um voo similar para cobrir rotas até a Europa.

Ainda é possível viajar aos EUA num B747. A British Airways continuará usando os seus até fevereiro de 2024, de acordo com o plano de retirada que apresentou no mês passado. É a maior operadora desse modelo no mundo, com 36 unidades. A ideia do grupo IAG é reduzir a frota pela metade até 2021. Para preencher o vazio, a British conta com aviões B777 e B787, além de A380 e A350. A Lufthansa e a Korean Airlines também o utilizam.

Nicho de mercado

A Boeing confirma que há 379 aviões 747 na configuração clássica voando e outros 124 na mais moderna. Deles, 236 são de passageiros. Mas os modelos mais novos são 30% mais eficientes. Para uma companhia como a Delta, a United ou a British, isso significa uma economia de centenas de milhões de dólares. As vendas do Jumbo se concentram nos modelos para o transporte de carga, um nicho de mercado que permite manter o programa com vida.

O mítico 747 continuará sendo também o avião que levará pelo mundo o presidente dos EUA. O Pentágono acaba de formalizar o pedido para substituir os dois Air Force One presidenciais. As novas aeronaves começam a voar em 2024, mesmo ano em que a British aposenta as suas. Será uma versão militar do Jumbo, com tecnologia e materiais do Dreamliner. A NASA também a utiliza para testes científicos.

  • Arquivos

  • dezembro 2017
    S T Q Q S S D
    « nov   jan »
     123
    45678910
    11121314151617
    18192021222324
    25262728293031