OUI,SALVADOR!!!

NA COPA DO MUNDO NÃO DEU!!! NA OLIMPÍADA TAMBÉM NÃO!!!

SERÁ QUE AGORA SAI?

A CONFERIR.

BOA NOITE MUSICAL PARA VOCÊ ,SALVADOR!!!
(Gilson Nogueira e Vitor Hugo Soares)

DO EL PAÍS

Regiane Oliveira
São Paulo

A Polícia Federal (PF) prendeu na manhã desta quinta-feira em Sorocaba, interior de São Paulo, Aldemir Bendine, ex-presidente do Banco do Brasil e da Petrobras. Bendine é suspeito de prática dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro e foi preso durante a 42ª fase da Operação Lava Jato. Antônio Carlos Vieira da Silva Júnior e o publicitário André Gustavo Vieira da Silva também foram detidos no Recife (PE). Ao todo, foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão e três mandados de prisão temporária no Distrito Federal e nos Estados de Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo.

Esta fase da Lava Jato foi batizada de Cobra em uma referência ao codinome dado a Bendine nas tabelas de pagamentos de propinas apreendidas no chamado Setor de Operações Estruturadas do Grupo Odebrecht, descobertas durante a 23ª fase da Operação Lava Jato.

Desde que começaram as delações de executivos da Odebrecht, Bendine está no radar da PF. O delator Fernando Reis, ex-presidente da Odebrecht Ambiental, contou que a empresa vinha sendo achacada por Bendine, desde a época em que ele era presidente do Banco do Brasil. O executivo estaria contrariado porque Marcelo Odebrecht tratava apenas com Guido Mantega (ex-ministro da Fazenda) durante o Governo Dilma Rousseff, pois queria ter acesso às benesses do caixa da empreiteira.

Segundo o empresário Marcelo Odebrecht e Fernando Reis, para facilitar a rolagem de uma dívida da Odebrecht Agroindustrial, Bendine teria pedido 17 milhões de reais em propina. Mas a empresa considerou que ele não tinha poder para decidir de forma ativa no contrato de financiamento do Banco do Brasil e negou o pedido.

A situação mudou quando Bendine foi alçado por Dilma à presidência da Petrobras, após a renúncia de Graça Foster, no início de 2015, uma vez que o grupo tinha relações profundas com a petroleira. De acordo com a PF, Bendine utilizava o nome da ex-presidente Dilma para tentar se aproximar dos empreiteiros. No entanto, não há indícios de que ela esteja envolvida com os crimes do executivo.

Os delatores afirmaram que Bendine e seus operadores financeiros pediram 3 milhões de reais pra não prejudicar as relações entre a Petrobras e a Odebrecht. Os valores seriam pagos em três parcelas. E de acordo com a PF, aparentemente, estes pagamentos somente foram interrompidos com a prisão de então presidente da construtora. Bendine renunciou a presidência da estatal em maio de 2016, após uma sucessão de escândalos que envolvia a Petrobras e em meio a um cenário em que a empresa apresentava um dos maiores prejuízos da empresa na história.

Bendine e os demais detidos serão levados para a Superintendência da Polícia Federal em Curitiba onde permanecerão à disposição do juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba. A reportagem ainda não conseguiu contato com os advogados do executivo para comentar sua prisão.

CRÔNICA

Uruguai: do espanto ao encantamento

Maria Aparecida Torneros

Eu acabava de chegar. O Uruguay é cativante. No meu caso tive provas. Um cidadão de bem me salvou.

Tinha sido assaltada por um jovem adolescente desarmado que me derrubou numa praça e saiu correndo com minha bolsa de estampa de oncinha. Tudo meu estava ali. Passaporte e dinheiro.

Fiquei gritando por socorro e o jovem delinquente sumiu numa rua próxima.

Um transeunte me indicou a delegacia de Polícia pra onde fui com minha amiga. Lá chegando, minutos depois, entrou um outro jovem carregando minha bolsa. Seu nome, Gustavo, motorista de uma empresa que passava com o carro e viu o assalto. Seguiu o meliante e conseguiu reaver meus pertences. Pediu que eu conferisse. Tudo em ordem.

A explicação que me deu foi que eu era muito parecida com sua mãe. Salvou minha viagem no início da tarde do meu primeiro dia de visita ao Uruguay.

Agradeci mas ele não aceitou recompensa. Povo hospitaleiro e solidário.

Segundo os policiais, na pracinha estavam reunidos bandos de drogaditos. Acredito que a nova política para consumidores de drogas possa diminuir e concorra pra minimizar a criminalidade.

Felizmente tudo se resolveu e eu pude desfrutar outros dias muito felizes naquele país.

Conheci a colônia de Sacramento e fui também a Punta del Leste. Passeei por Montevideo seus monumentos e fiz a visita guiada no Teatro Solis.

Assisti ao show de tango uruguaio e conheci o curioso museu do Carnaval.
Desfrutei do encantamento da Casa Pueblo do artista Villaró.

Apreciei peculiaridades de um país organizado e de boa qualidade de vida.
O incidente no início da minha estada não diminuiu o brilho da passagem por aquelas terras acolhedoras, em dias de um agosto gelado em 2010.

Virei fã do Uruguai. Vizinhos irmãos do Brasil.

Cida Torneros é jornalista, poeta e escritora. Mora no Rio de Janeiro, onde edita o Blog da Cida

Simplesmente sensacional: música, letra e interpretação!

Viva Os Cariocas!!!

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

jul
27
Posted on 27-07-2017
Filed Under (Artigos) by vitor on 27-07-2017


O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e o presidente Michel Temer.
Foto: Beto Barata


DO EL PAÍS

Heloísa Mendonça

O ajuste fiscal do dream team comandado pelo ministro Henrique Meirelles foi derrotado pela política de salvação de Michel Temer. Enquanto o presidente abre os cofres a aliados e cede a grupos de pressão para garantir votos que barrem a denúncia do procurador-geral da República contra ele, a equipe econômica agora procura as mais diversas medidas paliativas para evitar que o rombo nas contas públicas seja maior que o esperado e obrigue o Governo a mudar a meta de déficit fiscal. Na última semana, Meirelles lançou mão até da mais impopular das alternativas que a gestão Temer tentou tanto evitar: o aumento de impostos, mas nem isso sozinho parece ser suficiente para manter a bandeira da austeridade sem paralisar a máquina pública.

O caso dos impostos revela a forte contradição em que Meirelles e Temer estão mergulhados. A medida foi na contramão de um dos maiores apoiadores do presidente, a Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp). A poderosa associação de empresários paulistas ressuscitou seu pato amarelo inflável – símbolo da campanha pelo impeachment de Dilma Rousseff – que rejeita alta de impostos sob o slogan “quem vai pagar o pato?”. Ele voltou a ser exposto em São Paulo e em Brasília. A reação pública mascara a realidade de que nem toda classe empresarial tem motivos para se queixar. Contrariando Meirelles, Temer deu luz verde ao parcelamento de débitos de contribuintes com descontos em multas e juros de empresas, o chamado Refis, que começou a valer em maio. Um grupo de parlamentares pediu mudanças ainda mais generosas no programa para aliviar as dívidas dos devedores. Se as alterações feitas pelo relator da proposta vingarem, apenas 500 milhões de reais pingarão nos cofres públicos em vez dos esperados 13 bilhões de reais em 2017.

A quantia que o Governo esperava arrecadar com o Refis é mais do que o Governo espera arrecadar com o aumento nos impostos dos combustíveis (cerca de 10,5 bilhões de reais). Embora Temer diga que caso a proposta fique assim, ela será vetada, analistas acreditam que uma resposta contrária do presidente aumentaria ainda mais o desgaste entre Planalto e os parlamentares às vésperas da votação na Câmara da primeira denúncia contra o presidente, prevista para a próxima quarta-feira.

Outra contradição clara envolve o gasto com servidores federais. Na tentativa de mostrar que também está cortando na carne, o Governo anunciou, nesta semana, que está preparando um Programa de Demissão Voluntária (PDV) para os funcionários públicos, além de uma proposta que incentiva a redução da jornada. A medida de enxugamento da máquina pública visa desligar 5.000 pessoas e cortar cerca de 1 bilhão de reais anuais da folha de pagamento, segundo o Ministério do Planejamento. O número da economia gerada pelo programa, no entanto, cobriria uma parte minúscula do gasto com salários, que hoje consome 284 bilhões de reais por ano. Essa é atualmente a segunda maior despesa do Governo, ficando atrás apenas do dispêndio com a Previdência. Pior: o próprio Governo ajudou a aumentá-la. Temer autorizou, no ano passado, o aumento salarial de todas as categorias dos servidores públicos federais, gerando um aumento de 22 bilhões nas despesas com a folha de pagamento.

“O time de Meirelles já foi derrotado logo que entrou em quadra e teve que lidar com esse aumento do salário dos servidores. Um reajuste bastante generoso concedido por Temer, que não deveria ter sido feito. E hoje, após as denúncias contra o presidente, o Governo já não não tem capital político para aprovar nenhuma proposta no Congresso”, explica Gil Castello Branco, secretário executivo da ONG Contas Abertas. Na avaliação dele, sem a “solidariedade” dos parlamentares será difícil que reformas urgentes como a da Previdência consiga ser aprovada. “Sem as medidas será muito complicado que o país reaja, hoje temos despesas obrigatórias que não param de crescer e, por outro lado, a receita reage muito lentamente”, explica.

O secretário da Contas Abertas defende ainda que há muita gordura para se cortar no poder público e em reformas estruturais para equilibrar as contas. “É uma incoerência que, no meio da crise, entre abril e junho, o número de cargos comissionados tenha aumentado. Que haja casos de senadores com até 80 assessores e que, no Judiciário, há concessão de auxílio moradia para quem tem imóvel na cidade. O problema é que o Governo quer cortar gordura fazendo uma sauna quando há espaço para uma cirurgia bariátrica”, critica.
“Fada da confiança” e juros

As seguidas frustrações do Governo na área fiscal também estão relacionadas a uma projeção um tanto quanto otimista da equipe econômica para este ano, segundo o economista da FGV Nelson Marconi, especialista em contas públicas. “O Governo perdeu concessões que já estavam precificadas na arrecadação, o programa de repatriação foi, neste ano, bem aquém do desejado e agora pode haver uma nova frustração de receitas com as mudanças realizadas no Refis. Sem contar a reforma da Previdência que, com a piora do cenário político, está longe do horizonte”, explica Marconi.

Ainda segundo o economista, o Governo vem estimando um crescimento econômico que até agora não aconteceu e acaba se equivocando no plano econômico. “Eles repetem o mantra que o país vai voltar crescer em função da confiança e da melhoria da perspectiva de reformas, mas sabemos que a retomada depende da demanda voltar a crescer. Esta fada da confiança é o grande erro da política econômica deles”, explica. Para Marconi, hoje o núcleo do Governo está preocupado apenas em se salvar. “Esse é o pior ajuste que eles podem fazer: elevar as despesas ao concordar com o aumento dos salários dos servidores e aumentar junto os impostos. Você eleva a despesa e diminui a renda do setor privado, não aumenta o investimento”, explica.

O economista ressalta que o mais adequado agora seria a equipe econômica começar uma mudança na estrutura tributária pensando numa distribuição mais equânime que ajudasse a distribuir a renda brasileira a longo prazo. “Se é para aumentar imposto, vamos subir os tributos sobre lucros e dividendos, sobre herança, mudar a taxação sobre os inativos”, diz Marconi que avalia, no entanto, que essa equipe econômica não tem nenhum interesse em mudar o status quo. “Eles são absolutamente conservadores. E para além da política, há erros no modelo adotado”.

Enquanto a conta não fecha, os reflexos da penúria que atravessa o Governo começam a aparecer. Um dos sinais mais recentes do aperto fiscal foi a suspensão, no mês passado, da emissão dos passaportes após a Polícia Federal revelar que não havia mais dinheiro para cobrir os custos do serviço.

Mesmo diante de quadro grave, os especialistas acreditam que a última alternativa do Governo será alterar a meta fiscal fixada pelo Orçamento, que que já prevê um déficit primário (despesas maiores que as receitas) de 139 bilhões de reais em 2017, o que equivale a 2% do Produto Interno Bruto (PIB). “Acho que antes eles tentariam novos impostos. Pode até acontecer uma mudança na meta, mas seria a última coisa pois seria uma desmoralização para eles. Agora se a arrecadação continuar caindo, o teto de gastos no ano que vem pode ser colocado em dúvida”, explica Marconi.

Apesar de todo o clima de debate em torno da meta fiscal – nesta semana Meirelles chegou a dizer que “tudo era possível, se necessário” –, a quarta-feira terminou com uma notícia comemorada pelo Governo: o Banco Central cortou a taxa básica de juros em 1 ponto percentual, a 9,25 por cento ao ano, a mais baixa taxa da Selic em quatro anos e uma resposta à queda da inflação e ao ensaio de recuperação. Além disso, o BC analisou que a crise política aprofundada pelas delações da JBS tem tido impacto “até o momento, limitado” na queda da confiança dos agentes econômicos. Sugeriu que, mesmo com a perspectiva de uma votação decisiva contra o presidente neste mês, nada no cenário parecia tão perturbador assim. Por ora, o panorama parece indicar que a política de salvação de Temer vai ser efetiva. Resta saber se com ou sem a meta fiscal bandeira de Meirelles.

jul
27
Posted on 27-07-2017
Filed Under (Artigos) by vitor on 27-07-2017


Luscar, no portal de humor gráfico A Charge Online

DEU NO BLOG O ANTAGONIS

O esplendor do carnaval carioca

Sérgio Sá Leitão, novo ministro da Cultura, confirmou que Michel Temer prometeu 13 milhões de reais para as escolas de samba do Rio de Janeiro.

Ele disse ao Estadão:

“O presidente Michel Temer disse de fato isso a eles: que o governo federal fará todos os esforços para reunir os recursos necessários para que o carnaval do Rio aconteça em todo seu esplendor.”

jul
27
Posted on 27-07-2017
Filed Under (Artigos) by vitor on 27-07-2017

DO EL PAÍS

Jan Martínez Ahrens

Para Donald Trump, nem todos os cidadãos são iguais. Numa declaração pelo Twitter que será recordada no futuro por seu aspecto profundamente discriminatório, o presidente dos Estados Unidos proibiu nesta quarta-feira a presença de pessoas transgênero nas Forças Armadas do país. A medida representa a revogação definitiva da ordem dada por seu antecessor, Barack Obama, que entraria em vigor em 1º de julho, abrindo as portas dos quartéis aos homens e mulheres transexuais.

“Depois de consultar meus generais e especialistas militares, o Governo dos Estados Unidos não aceitará indivíduos transgênero nas Forças Armadas. Nossos militares precisam estar focados na vitória e não podem arcar com os tremendos custos médicos e a perturbação que os transgêneros representarão para as Forças Armadas”, disse Trump.

A proibição é um duro golpe à política de integração promovida por Obama. Antes da presidência dele, os transexuais eram classificados como “desviados sexuais” e deviam ser expulsos das Forças Armadas. Com as diretrizes aprovadas sob seu mandato, não só eles foram plenamente aceitos como também ganharam direito ao tratamento completo de mudança de sexo.

Um estudo publicado na revista médica JAMA concluiu que quase 13.000 transexuais já trabalham nas Forças Armadas (1% do total de militares), e que os médicos militares não estão preparados para atendê-los e muito menos para assegurar sua correta transição.

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