DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Temer: “Brasil não parou e não vai parar”

Michel Temer divulgou nas redes do Palácio do Planalto um novo pronunciamento — bem curto.

“Continuamos avançando”, diz o presidente.

Assista…

CRÔNICA

Pata pata. Mirian Makeba, o sorriso e o choque

Maria Aparecida Torneros

Ela foi embora deste planeta há uns 10 anos. Acho que era 2007 e Mirian Makeba vivia na Itália.
No final dos anos 60 fez grande sucesso com sua Pata pata. Estilosa criatura cujo viço nos contagiou em priscas eras. Nem sei porque hoje me lembrei dela. Achei essa apresentação de 2006. Revivi aquele tempo quando suas canções nos inundaram de vontade de dançar.
Mama África trouxe pra nós o colorido de um continente injustiçado e ainda tão explorado.
Talvez ela me tenha vindo à memória para homenagear os povos massacrados pelos comandantes opressores que decidem destinos entre falcatruas e roubalheiras.

Ninguém pode escravizar nações e ficar impune. Há muitas formas de se pagar por tentar surrupiar o encanto das almas humanas. Sejam elas de quaisquer credos ou cores, lugares ou refúgios. A tal felicidade existe no âmago de quem vai cantar ou assistir a um show para se irmanar ou para orar. Se alguém atenta e aterroriza como aconteceu em Manchester , nuvens de anjos fazem preces por tanta loucura.
Pata pata ainda me faz sorrir apesar de choques intermitentes nesta Terra de provações.
Obrigada Mirian Makeba por me resgatar um laço de fé na humanidade apesar do circo de flagelos que temos assistido por aqui e por todos os cantos.
No silencioso sofrimento de quantos testemunham guerras, ataques, pestes, desalentos, drogas, vícios, vinganças, roubos, farsas e dores mil, sobram esperanças e cânticos das civilizações vibrantes.

O sorriso da Mama África está sobre nossas cabeças dando seu recado.
Humanidade, reencontre-se! Ainda é possível tentar . Não desistiremos de crer num mundo mais justo e seguir sonhando com sorrisos assim. Pobres seres que se afundam no terror e não cantam ou dançam para abraçar seus irmãos sem fronteiras. Pobres de nós se não pudermos recuperar a fé no amanhã das nossas crianças e adolescentes.
Viva Pata Pata!

Cida Torneros é jornalista e escritora, mora no Rio de Janeiro. Editora do Blog da Cida, onde o texto foi publicado originalmente.

Baêaaa, Baêaaa, Baêaaa. Vamos avante, Esquadrão!!!

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

O presidente com densidade anti-Moro

Em fevereiro, Nelson Jobim deu entrevista ao Estadão.

Leiam o que ele disse sobre a Lava Jato:

Estadão: A Lava Jato tem ferido os direitos das defesas, por exemplo?

Jobim: Há exageros. Inclusive nas prisões que são feitas em Curitiba (sede da operação sob responsabilidade do juiz federal Sérgio Moro), em que as coisas vão se prolongando e resultam em delações. Outro exemplo, condução coercitiva. Ela só é admissível quando alguém se nega a ir em uma audiência em que foi previamente intimado. Mas não se admite que alguém que não foi convocado para depor seja levado coercitivamente para depor.

Estadão: A do Lula foi arbitrária?

Jobim: Sim, não tenha dúvida. Isso é muito bom quando você está de acordo com o fim, mas quando o fim for outro… O dia muda de figura quando acontece contigo. O que nós temos de deixar claro é essa coisa da exposição dos acusados. Vão pegar um sujeito em um apartamento e aparece gente com metralhadora, helicóptero. Tudo isso faz parte daquilo que hoje nós chamaríamos de ação-espetáculo, ou seja, a espetacularização de todas as condutas. O Judiciário não é ambiente para você fazer biografia individual. Biografia se faz em política.

Estadão: O sr. acredita em “desmonte” da Lava Jato?

Jobim: Não, isso faz parte do discurso político. Evidente que quem está sendo perseguido vai querer fazer isso (desmontar), agora se afirmar que está acontecendo, é só discurso. Evidente que você tem de afastar a prática de violências de qualquer natureza. Nós não podemos pensar de que se algo foi malfeito, autoriza que seja mal feito também a forma de persegui-los.

Jobim: Por exemplo?

Estadão: A divulgação da gravação da presidente Dilma com Lula depois que havia encerrado o tempo de gravação, autorizado pelo próprio juiz que havia determinado a gravação. Você acha isso legítimo? Qual é a consequência disso? Esse episódio é seríssimo. Houve algum processo para verificar se houve algum abuso? Há um inquérito sobre isso? Que eu sabia, houve várias tentativas por parte dos interessados e que não aconteceu nada. Lembro bem que chegaram até a dizer: ‘Casos excepcionais requerem medidas excepcionais’.

Jobim: O sr. vai se relançar na politica?

Estadão: Não, meu horizonte desapareceu. Olha, não se comprometa com o futuro. Não fui sondado. Estou fora de tudo. Qualquer coisa para (as eleições presidenciais de) 2018, tem de ter densidade eleitoral, que é uma coisa que não se constrói dentro do tribunal. É bobagem. Toda pretensão que ministro do STF possa ter densidade eleitoral é bobagem.

Nelson Jobim não tem densidade eleitoral, mas tem densidade anti-Moro.


Militares diante do Palácio do Planalto. T. B

DO EL PAÍS

O presidente Michel Temer autorizou nesta quarta-feira o uso das Forças Armadas no Distrito Federal até o dia 31 de maio como medida para conter os protestos que tomaram a Esplanada dos Ministérios, em Brasília. A iniciativa, já usada durante os Jogos Olímpicos e nas crises de segurança recentes no Rio de Janeiro e no Espírito Santo, causou controvérsia e provocou críticas, até mesmo do ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio de Mello. A princípio, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, disse que a autorização foi feita a pedido do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Maia, no entanto, negou ter mencionado militares. O deputado do Rio disse ter falado em Força Nacional, que é o contingente formado por policiais militares e outros agentes de segurança de vários Estados. “Eu acho que o decreto com validade até o dia 31 é um excesso sem dúvida nenhuma”, seguiu Maia, que afirmou que pediu para o Governo que a medida se restringisse para apenas esta quarta-feira.

O decreto de Temer foi feito com base na Garantia da Lei e da Ordem (GLO), que regulamenta o uso esporádico das Forças Armadas. A GLO foi usada, por exemplo, na operação de segurança à circulação da tocha olímpica e deu, segundo o Exército, salvaguarda legal para a controversa atuação de um militar inflitrado entre manifestantes anti-Temer em São Paulo no ano passado.

De acordo com a regulamentação, “o emprego das Forças Armadas em operações GLO deverá ser episódico, em área previamente definida e ter a menor duração possível”. A convocatória, prevista na Constituição, obedece a uma lei de 1999, que foi regulamentada por um decreto de 2001 e detalhada suas condições e pressupostos de aplicação em portaria assinada por Dilma Rousseff em 2014. Segundo a portaria, o contingente militar “poderá fazer face a atos ou tentativas potenciais capazes de comprometer a preservação da ordem pública ou ameaçar a incolumidade das pessoas e do patrimônio”. O texto diz ainda ser necessária a avaliação da “proporcionalidade” da medida.

Para seu uso, o presidente teve de declarar que as forças de segurança regulares – no caso de Brasília, a polícia legislativa e a Polícia Militar – eram insuficientes para conter o problema. O uso das Forças Armadas fora de situação de guerra é sempre algo controverso, porque seus críticos afirmam que os militares não estão treinados para o tipo de atividade além de, em casos de infração, seguirem sendo julgados por um ramo segmentado da Justiça, a militar. Nesta quarta, a professora de direito constitucional da FGV-SP, Eloísa Machado, usou sua conta no Facebook para criticar a medida, que classificou de “inconstitucional”: “Teve fogo em banheiro químico, teve pau jogado, teve fogo no saguão de ministério. Teve. Teve polícia agredindo, teve manifestante apanhando. Teve o inverso. Teve. Como todos os protestos desde 2013 eventualmente tem. Isso não caracteriza falência total da polícia, nem que todo o protesto tenha sido assim”, escreveu Machado. “Temer cala protesto contra seu Governo, usando Exército. (…) Medida autoritária, com claros sinais de abuso de poder”, seguiu.

Em reportagem do EL PAÍS em 2016, Camila Marques, advogada e coordenadora do Centro de Referência Legal em Liberdade de Expressão e Acesso à Informação da ONG Artigo 19, criticou a GLO e sua regulamentação. “A GLO soou como uma reposta às jornadas de junho e teve duas versões”, disse ela. “A primeira (versão da portaria), de 2013, sofreu várias críticas da sociedade civil e dos parlamentares, que deixavam claro o caráter conservador das Forças Armadas. A portaria foi revisada e aprovada em 2014, mas o espírito continua o mesmo: a possibilidade de o Exército atuar contra civis e criminalizarem manifestantes”.

No final desta quarta-feira, o Ministério da Defesa afirmou que serão empregados na operação 1.300 militares do Exército e outros 200 homens do Corpo de Fuzileiros Navais. Esses agentes, afirma o órgão, só serão usadas nos prédios do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Congresso Nacional mediante pedido dos presidentes dessas Casas. No Planalto, o Exército já faz a segurança rotineiramente. A diferença é que, agora, os militares serão empregados também na segurança dos ministérios. Questionado sobre a declaração de Maia, que disse que o ministro deveria corrigir a informação dada à imprensa, o ministério disse apenas que não havia agentes suficientes da Força Nacional para fazer a segurança dos prédios federais. E, por isso, o Governo decidiu pelas Forças Armadas. Não esclareceu, entretanto, quantos homens da Força Nacional estavam disponíveis em Brasília.

maio
25


Edigar Junio fez o único gol do Bahia na partida (Foto: Betto Jr./ Correio)

Gol de Edigar Junio, aos 12 minutos do primeiro tempo, deu o título ao Esquadrão
Bruno Queiroz (bruno.queiroz@redebahia.com.br)

Pela forma como tudo começou, não poderia terminar diferente. Uma recepção inesquecível aos jogadores. O gol de Edigar Junio, que saiu aos 12 minutos, foi o suficiente. Com a dose de emoção que lhe é peculiar, o Bahia mostrou porque é o maior do Nordeste, como o mosaico dizia antes da partida. Foram 15 anos de espera, mas cada minuto certamente valeu a pena para o torcedor, que pôde finalmente soltar o grito de tricampeão do Nordeste após o triunfo de 1×0 sobre o Sport, na Fonte Nova.

A primeira boa chance do jogo foi do Bahia. Allione iniciou a jogada em lance individual, a bola chegou até Edigar Junio, que protegeu e cruzou para Régis cabecear para fora.

Com três zagueiros, o Sport explorava as jogadas pelos lados do campo, principalmente com Mena, pelo lado esquerdo. O grito ensurdecedor das arquibancadas, no entanto, empurrou o tricolor até o primeiro gol.

O colombiano Pablo Armero avançou pela esquerda e lançou para Edigar Junio, que dominou, girou em cima de Matheus Ferraz e com um lindo toque de cobertura no goleiro Magrão, fez a Fonte Nova balançar como há muito tempo não se via. Belo gol do camisa 11 tricolor.

Melhor em campo, o Bahia não diminui o ritmo mesmo com a vantagem no placar. Em bom passe de Eduardo, Régis errou o domínio, mas a bola resvalou no zagueiro do Sport e sobrou limpa para o meia tricolor chutar forte e acertar a rede pelo lado de fora.

Enquanto a arquibancada seguia fervendo com os cantos da torcida, dentro de campo o jogo deu uma esfriada. Muita marcação dos dois lados e lances até mais duros, que geraram cartões amarelos para Régis e Rogério.

Em cobrança de falta do argentino Allione, quase o segundo gol saiu. Edigar Junio apareceu sozinho no segundo pau e testou com força, porém a bola explodiu na trave e saiu. Foi por muito pouco.

Ao tentar um drible dentro da área, Rogério se jogou para simular um pênalti. O árbitro Francisco Carlos Nascimento aplicou a regra e deu o segundo cartão amarelo, que culminou na expulsão do jogador aos 32 minutos. O atacante saiu de campo sem reclamar.

Mesmo com um jogador a mais, o Esquadrão desperdiçou alguns contra-ataques e não conseguiu criar mais boas chances até o final do primeiro tempo. O time saiu aplaudido de campo.

Segundo tempo
O Bahia voltou com tudo para o segundo tempo e chegou a marcar um gol com Edigar Junio, que aproveitou o chute cruzado de Armero e, mesmo sentado, cabeceou para o gol, só que o bandeirinha marcou impedimento do atacante.

Absolutamente em cima, o time de Guto Ferreira teve duas boas oportunidades seguidas. Na primeira, Régis recebeu lançamento de Jean, esperou a bola quicar e chutou forte, obrigando Magrão a fazer boa defesa e espalmar para escanteio. Depois, Allione invadiu a área pelo lado direito e cruzou rasteiro para Edigar Junio finalizar de primeira e novamente Magrão defender, dessa vez com os pés.

Enquanto isso, na arquibancada da Fonte, a torcida revezava os cânticos emanando o tradicional“Vamos ser tri, Esquadrão” e se declarando com o “Sabe, eu sou Baêa, com muito orgulho, com muito amor”. Só pararam de cantar para gritar o nome de Renê Junior, mais uma vez o dono do meio de campo, que saiu de para a entrada de Juninho.

Após minutos de agonia com as equipes se revezando em chances perdidas (o Bahia muito mais), o apito final soou como o som mais bonito que poderia haver no momento.

maio
25
Posted on 25-05-2017
Filed Under (Artigos) by vitor on 25-05-2017


J. Bosco, no jornal O Liberal

maio
25

DO EL PAÍS

Daniel Verdú

Roma

Às 8h31 desta quarta-feira (3h31 em Brasília), depois de meses de declarações cruzadas e mútuas alusões veladas, o papa Francisco e o presidente dos EUA, Donald Trump, se reuniram no Vaticano. O mandatário norte-americano chegou acompanhado de uma comitiva formada, entre outros, por sua esposa, Melania, sua filha, Ivanka, e seu genro Jared Kushner. Não se esperava grande sintonia, pois ambos se encontram em antípodas ideológicos. O semblante do Papa, sempre tão transparente, era de extrema seriedade. Ao final da reunião, em que a preservação ambiental e a paz estiveram na pauta através dos presentes trocados entre ambos, o ambiente era um pouco mais relaxado. “Não esquecerei sua mensagem”, prometeu-lhe Trump na despedida.

Francisco o havia recebido minutos antes com um “encantado de conhecê-lo” e desculpando-se por não falar corretamente inglês. “É uma grande honra para mim”, respondeu Trump. O Pontífice não respondeu. Às 8h35 se sentaram à mesa da biblioteca privada e a porta se fechou, dando início a uma reunião que durou 27 minutos, com a ajuda de um intérprete – o Papa falou espanhol o tempo todo, e Trump, inglês. Havia certa tensão. Os dois líderes discordam em praticamente todas as grandes linhas de gestão empreendidas pelo novo Governo dos EUA: proteção ambiental, imigração, venda de armas, neoliberalismo… E não foi um encontro longo, especialmente levando-se em conta que Francisco dedicou 50 minutos ao antecessor de Trump na Casa Branca, Barack Obama, com quem mantinha uma grande sintonia.

Não se sabe qual foi o conteúdo da conversa desta quarta, mas, dada a grande distância de pensamento que existe entre ambos – o Papa, entre outras coisas, questionou a fé de Trump quando este anunciou que construiria um muro entre os EUA e o México –, e levando em conta o recente atentado de Manchester, supõe-se que eles terão tentado estender pontes através da ideia da paz e da luta contra o terrorismo. De fato, entre os presentes que o Papa ofereceu a Trump ao final do encontro, um momento que ele costuma usar para salientar questões tratadas, encontra-se a mensagem que Francisco lançou no último dia das Jornadas Mundiais pela Paz e um medalhão com um ramo de oliveira gravado. “É uma medalha de um artista romano. É a oliveira, símbolo da paz”, disse o Papa ao término da reunião. Segundos depois, insistiu: “Eu o dou para que seja instrumento da paz”. Ao que Trump respondeu: “Necessitamos de paz”.

Além disso, o Pontífice entregou documentos que elaborou durante seu pontificado. A exortação apostólica Amoris Laetiia, o texto Evangelii Gaudium e sua poderosa encíclica sobre a ecologia, Laudato Se. “Sobre a cura da nossa casa comum, o meio ambiente”, salientou Francisco. “Lerei”, prometeu Trump, que deu de presente ao Pontífice uma caixa preta com livros de Martin Luther King. “É um presente para você, livros de Martin Luther King, acho que vai gostar… espero que sim”, disse.

A parte final do encontro, quando os dois mandatários receberam o resto da comitiva, foi muito mais descontraída. O encontro tinha começado com caras sérias – como a que o Papa dedicou ao presidente da Argentina, Mauricio Macri – e com um Trump um pouco incomodado nos segundos finais da espera para ser recebido. Mas a entrada de Ivanka e especialmente da primeira-dama Melania Trump clareou o ambiente. Ela, eslovena de influência católica (não é batizada), que viveu um tempo em Milão, fala um pouco de italiano e foi crucial para essa distensão, pediu ao Papa que lhe abençoasse um rosário. Além disso, brincou com o Pontífice sobre o que Trump come: “O que você dá para ele comer? Potizza?”, perguntou Francisco, em referência a um doce esloveno que ele aprecia muito e sempre encomenda quando encontra alguém dessa nacionalidade.

Durante sua breve visita ao Vaticano, o presidente dos EUA também se reuniu com o número dois da Santa Sé, cardeal Pietro Parolin, e com o secretário para as Relações com os Estados, uma espécie de ministro das Relações Exteriores, monsenhor Paul Gallagher. Essa reunião durou outros 50 minutos, mais do que o habitual. Um dado que leva a pensar que os assuntos discutidos anteriormente com o Papa foram tratados em profundidade, chegando a detalhes técnicos.

No comunicado oficial do Vaticano, de forma absolutamente genérica, comentam-se alguns dos assuntos abordados. “Manifestou-se o desejo de uma colaboração serena entre o Estado e a Igreja Católica nos Estados Unidos, comprometida no serviço à população nos campos da saúde, educação e assistência aos imigrantes. As conversas também permitiram um intercâmbio de pontos de vista sobre alguns temas relacionados à atualidade internacional e à promoção da paz no mundo, através da negociação política e o diálogo inter-religioso, com especial referência à situação no Oriente Médio e à tutela das comunidades cristãs.”

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