Apoiadores celebram a vitória de Macron. Emilio Morenatti AP

A França voltou às urnas neste domingo, 7 de maio, para eleger o novo

DO EL PAIS

A França voltou às urnas neste domingo, 7 de maio, para eleger o novo presidente da V República. O segundo turno das eleições presidenciais francesas foi disputado por dois candidatos que representam duas visões de mundo antagônicas. De um lado, Emmanuel Macron, candidato centrista do movimento Em Marcha!, europeísta, liberal e ex-ministro da Economia de François Hollande. Do outro, Marine Le Pen, candidata de extrema-direita da Frente Nacional partidária de fechar as fronteiras para imigrantes e de deixar a União Europeia. Todas as pesquisas apontavam que o vencedor das eleições será Macron. E as primeiras projeções das urnas confirmaram essas expectativas.

Le Monde se junta ao boicote da noite eleitoral da Frente Nacional depois que vários meios franceses foram impedidos de entrar no QG do partido de Marine Le Pen. Entre eles, o satírico Charlie Hebdo o portal Buzzfeed. “Le Monde condena esta atitude que não permite dar cobertura a um momento de grande importância democrática e que evidencia una concepção degradada da liberdade de imprensa”, escreveu o diretor de redação, Luc Bronner. O Liberation já havia se unido ao boicote.
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Carla Jiménez

A TV francesa exibe imagens dos eleitores nas ruas de Paris, nos arredores do Louvre, à espera do discurso de Macron.

Os veteranos olhavam para Emmanuel Macron e pensavam: “É jovem demais”. Ele não deu ouvidos e decidiu se apresentar para o mais alto cargo de seu país, embora há três anos ninguém, além de um círculo reduzido em Paris, conhecesse seu rosto e seu nome.

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