DEU NO BLOG POR ESCRITO ( DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

A grana sempre foi nossa

A Odebrecht e outras empreiteiras não “corromperam” funcionários nem políticos, porque isso implicaria usar os próprios recursos para comprar quem quer que fosse e ganhar concorrências fraudulentas.

As empresas, mais assemelhadas a organizações criminosas, como são chamadas as quadrilhas modernamente, cobravam por serviços obviamente superfaturados, pagando, portanto, com recursos públicos, as vantagens que tinham encomendado.

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Comentários

Taciano Lemos de Carvalho on 14 Março, 2017 at 8:49 #

Corretíssima as observações de Luíz Augusto.

Os donos, diretores e muitos dos gerentes dessas organizações criminosas há muito já deviam estar na cadeia, cumprindo sentença definitiva. E as empresas encampadas, sem qualquer pagamento, pelo Estado brasileiro.

Deveriam eles —os ‘administradores de propinas e da corrupção’— estarem em situação semelhante ao financista judeu/americano Bernard Lawrence Madoff.

Madoff foi condenado a 110 anos de cadeia (fechada, fechada) por pirâmide financeira. Hoje ganha uma merreca de alguma coisa próxima de R$60 (reais, reais) por semana para endereçar correspondências na prisão. E todos os bens dele passaram ao Estado.

Mas quem é o governante brasileiro que toparia encampar as empresas corruptas e corruptoras? Algum que já morreu, talvez.


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