Coreia do Norte é cinturão para a China

A península coreana é o novo foco das atenções mundiais, mas não por causa dos testes balísticos da Coreia do Norte, pois estes são realizados há décadas sem que nenhuma consequência mais significativa tenha advindo.

O problema é que Trump resolveu instalar um escudo antimísseis na Coreia do Sul, provocando reação da China, que não quer a varredura de seu território por radares estrangeiros, e dos próprios coreanos do sul, que temem o risco, para a população civil, de mais um alvo no país.

A Coreia do Norte, no que é mais competente, que é provocação, cumpre seu papel de instrumento da política global e regional da China, que a tem como importante trunfo geopolítico separando-a da Coreia do Sul e dos soldados norte-americanos lá estacionados.

Aliado ideológico e dependente econômico

O mundo tem assistido a um verdadeiro jogo de cena sempre que os norte-coreanos praticam uma de suas bravatas. A China participa da “condenação”, impondo sanções sem efeito prático, enquanto mantém com o aliado, cuja guerra de libertação apoiou há quase 70 anos, as melhores relações.

Para quem acha que os chineses abandonarão os velho amigos à própria sorte – e aí está o que pode ser um erro fatal de Trump –, a China é responsável pelo suprimento de 90% de combustível do vizinho e ainda por 60% das importações, fora subsídios diversos, que os especialistas estimam em “bilhões de dólares”.

PMB discrimina mu

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