DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Queijo suíço

Jornalistas do Rio chegaram ao apartamento de Eike Batista antes da Polícia Federal hoje pela manhã. A PF sabe que, desde segunda-feira, já corria informação da operação.

Eike fugiu. De quem é a culpa?

O JAZZ E O BP! EM SUA COMPANHIA, ENQUANTO A TARDE CORRE A CAMINO DA NOITE E DA MADRUGADA!!!

BOA TARDE!!!

(Gilson Nogueira)


DO EL PAÍS

María Martín

Rio de Janeiro

A Polícia Federal acaba de deflagrar a segunda fase da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro e atinge em pleno Eike Batista, acusado de se envolver no suposto esquema de desvio e lavagem de dinheiro do ex-governador do Rio, Sergio Cabral. O empresário, dono do grupo EBX, teve sua residência revistada pelos agentes nesta quinta-feira e a prisão preventiva decretada pela Justiça. Ele, que está fora do país, deve se entregar quando retornar, segundo seu advogado.

O milionário, que já foi o homem mais rico do Brasil, já havia sido citado na primeira etapa das investigações que levaram Sérgio Cabral a prisão no último 17 de novembro sob a suspeita de comandar um milionário esquema de propinas provenientes de obras públicas no Estado. Segundo a PF, em 2013, Eike teria repassado por meio da EBX Holding um milhão de reais ao escritório de advocacia da mulher de Cabral, Adriana Ancelmo, também presa. Na busca e apreensão no escritório de Ancelmo não foi encontrada nenhuma prova de prestação de serviços à empresa de Eike, embora o advogado do empresário afirmou, na época, que os serviços prestados estariam provados.

Desta vez, a força-tarefa da Lava Jato acredita ter indícios de que Eike, em 2010, pagou a Cabral 16,5 milhões de dólares (52,29 milhões de reais) em propina. A manobra foi disfarçada de legalidade com um contrato de compra venda de uma mina de ouro que nunca existiu. O falso negócio foi fechado entre a empresa Centennial Asset Mining Fuind Llc, holding de Batista, e a empresa Arcadia Associados, que recebeu os valores ilícitos numa conta no Uruguai, em nome de terceiros mas à disposição de Sérgio Cabral, segundo a investigação. “De maneira sofisticada e reiterada, Eike Batista utiliza a simulação de negócios jurídicos para o pagamento e posterior ocultação de valores ilícitos, o que comprova a necessidade da sua prisão para a garantia da ordem pública”, frisam os nove procuradores responsáveis por esta Operação, batizada de Eficiência.

A relação do ex-governador e Eike, detentor de contratos públicos no Rio (como sua participação na atual gestão do Maracanã), era próxima. Até o ponto de Cabral e a ex-primeira dama terem viajado, juntos ou separados, 13 vezes em jatos de Eike entre 2009 e 2011, segundo revelou o jornal Folha de S.Paulo em janeiro. Eike, ainda, foi o mais generoso dos financiadores privados do projeto estrela do Governo Cabral: as Unidades de Polícia Pacificadora nas favelas cariocas.

A operação ainda pretende desvendar mais detalhes do suposto esquema criminoso liderado pelo ex-governador para ocultar seu patrimônio e o dos comparsas. Foram expedidos nove mandados de prisão preventiva e quatro de conduções coercitivas, entre eles o do próprio Cabral, já preso no complexo penitenciário de Gericinó, em Bangu. Na manhã desta quinta-feira foi preso Flávio Godinho, sócio de Eike e atual vice-presidente do clube Flamengo, acusado de formar parte do esquema de lavagem de dinheiro. Maurício de Oliveira Cabral Santos, irmão do ex-governador, e Susana Neves Cabral, ex-mulher de Sérgio Cabral, foram conduzidos coercitivamente para declarar, suspeitos de serem beneficiários de parte dos recursos ilícitos.

Os procuradores acreditam que o esquema, com a ajuda de Eike, ocultou em paraísos fiscais mais de 100 milhões de dólares (340 milhões de reais) provenientes de propinas. Boa parte deles (270 milhões) já foram repatriados ao Brasil pelo MPF e estão a disposição da Justiça Federal, afirmou o órgão em um comunicado. “A remessa de valores para o exterior foi contínua entre 2002 e 2007, quando Cabral acumulou seis milhões de dólares. Mas esse alto valor em nada se compararia às surreais quantias amealhadas durante a gestão do Governo do Estado do Rio de Janeiro, quando ele acumulou mais de 100 milhões de dólares em propinas, distribuídas em diversas contas em paraísos fiscais no exterior”, afirmam os procuradores.

Esta não é a primeira toma de contato de Eike Batista com a Operação Lava-Jato. Em maio do ano passado, o empresário prestou depoimento espontaneamente no Ministério Público Federal em Curitiba e acabou incriminando o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega. Eike afirmou que, em 2012, Mantega, então ministro e presidente do Conselho de Administração da Petrobras, pediu um pagamento de cinco milhões de reais para quitar dívidas de campanha do Partido dos Trabalhadores (PT). O dinheiro teria sido pago a través de contratos de fachada com a empresa do marqueteiro do PT, João Santana, também envolvido na Operação Lava-Jato. Mantega teve a prisão decretada– e depois revogada – pelo Juiz Sergio Moro, em setembro.

Além do envolvimento nas investigações da Operação Lava Jato, Eike Batista é hoje réu em duas ações penais, acusado de ter cometido crimes de manipulação de mercado e uso de informação privilegiada.


O presidente Trump durante uma reunião na Casa Branca. P. M. Monsivais AP


DO EL PAÍS

Marc Bassets

Washington

O presidente Donald Trump deu nesta quarta-feira o primeiro passo para cumprir uma promessa de destaque na campanha que o levou à Casa Branca: a construção de um muro entre o México e os Estados Unidos. A assinatura do decreto para reforçar a fronteira, fundamentado no argumento falso de que a imigração provoca insegurança e crime nos Estados Unidos, coincide com a visita à Casa Branca do ministro mexicano de Relações Exteriores, Luis Videgaray. Em uma entrevista à rede ABC, Trump disse que o muro começará a ser construído dentro de “meses” e que “de algum jeito” o México “reembolsará” o custo aos EUA.

Em menos de uma semana no poder, o presidente republicano enviou sinais contundentes, mais simbólicos que efetivos por ora, da decisão dos EUA. Na segunda-feira anunciou o fim de uma época de progressiva abertura das fronteiras comerciais, com a retirada do país do TPP, um tratado com nações do Pacífico destinado a contra-atacar a influência da China na região. A última rodada de ordens executivas ou decretos, centrados na imigração, pode marcar o fim de décadas em que os EUA se abriram à imigração ou mantiveram uma política relativamente leniente com os milhões de estrangeiros sem documentos legais.

“Construa o muro!” foi um dos slogans dos seguidores de Trump na campanha eleitoral. Nos comícios o então candidato estabelecia um diálogo teatral. “Vocês sabem quem construirá o muro?”, perguntava Trump. “México!”, respondia o público.

Ao atiçar o ódio ao estrangeiro e explorar a incerteza econômica em regiões afetadas pela globalização e a robotização na indústria, o republicano se conectou com medos profundos de uma parte da população. Daí o simbolismo do decreto sobre o muro, embora esteja pouco claro como será construído e quem o financiará.

O documento, que Trump assinou em uma cerimônia na sede do Departamento de Segurança Interna, em Washington, contempla redirecionar para o reforço da fronteira fundos já aprovados. O dinheiro deve servir para iniciar o projeto, mas o presidente precisará que o Congresso aprove mais recursos para construí-lo. O custo total foi avaliado entre 14 bilhões e 20 bilhões de dólares (45 bilhões e 64 bilhões de reais).

Trump, como proclamava em seus comícios, continua insistindo em que, embora no início o contribuinte dos EUA pague a obra, a fatura acabará sendo assumida pelo México. Sob que forma — tarifas na fronteira, impostos sobre as remessas — é um enigma.

“Sim, de um jeito ou de outro, como disse o presidente, o México pagará por isso”, declarou Sean Spicer, o porta-voz da Casa Branca. Spicer se referiu ao muro como “uma grande barreira física”. Em 31 de janeiro Trump deve reunir-se com o presidente mexicano, Enrique Peña Nieto.

O muro — entendido como um obstáculo que pode ser uma cerca ou outros mecanismos — já existe. Cobre cerca de um terço da fronteira de mais de três mil quilômetros entre EUA e México e foi erguido e reforçado pelos presidentes mais recentes, democratas e republicanos. Não está claro como Trump poderá completá-lo nem se o Congresso estará disposto a desembolsar os bilhões de dólares que custará em um momento em que a imigração com origem no México está caindo.

O próprio secretário de Segurança Interna, o general John Kelly, presente no ato da assinatura do decreto, fez ressalvas ao projeto. Em seu comparecimento perante o Senado, disse que um muro seria insuficiente para proteger a fronteira e que, possivelmente, “não será construído em um momento próximo”.

Além do decreto para a construção do muro, Trump assinou outro que punirá as grandes cidades do país que protegerem os imigrantes sem documentação legal. Este decreto prevê a retirada de recursos federais para o que o presidente chama de “cidades-santuário”. Nova York, Los Angeles e Chicago, entre outras, adotaram políticas benévolas para com os imigrantes. A ordem executiva contra as chamadas “cidades-santuário” pode dar início a uma batalha legal entre o poder federal, controlado pelo Partido Republicano, e os Estados e municípios em mãos do Partido Democrata.

Os decretos desta quarta-feira não incluem medidas contra os centenas de milhares de imigrantes sem documentos legais que chegaram aos EUA quando eram menores de idade. O antecessor de Trump, o democrata Barack Obama, os regularizou.


“E no entanto é preciso cantar, mais que nunca é preciso cantar”

BOM DIA!!!!

(Vitor Hugo Soares)

DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Oposição é esperança de adversários de Nilo

Nos últimos dias, teses levantadas na imprensa à base de números acrescentam algo de nebuloso ao difícil processo sucessório na Assembleia Legislativa, o qual, pela primeira vez em toda a história, contrapõe publicamente autoridades de primeiríssimo escalão.

O governador Rui Costa propôs uma prévia dentro da bancada, de 42 parlamentares, para escolha do candidato. Os deputados Luiz Augusto e Angelo Coronel, que estão juntos na disputa, não toparam, supostamente porque perderiam.

Nesse caso, como são 12 os deputados dos seus partidos, respectivamente PP e PSD, presume-se que eles não contavam com dez dos 30 votos restantes do bloco, que dariam aritmeticamente a vitória ao nome a ser definido entre os dois.

Aí entra um princípio de enigma: se o deputado Marcelo Nilo, na avaliação dos próprios adversários internos, tem pelo menos 22 votos, somente em composição ampla com a oposição seria possível a Luiz Augusto ou Coronel bater Nilo no plenário, enquanto este precisaria de poucos votos no bloco da minoria para chegar à vitória.

Num conflito em que estão envolvidos, como patronos, líderes do porte do senador Otto Alencar e do vice-governador João Leão, a mudez da oposição traduz um mistério cujos desdobramentos ainda não podem ser estimados.

“Costura” vale mais que “ostentação”

Por outro lado, soa como pilhéria a notícia de que Rui Costa deu uma espécie de ultimato a Marcelo Nilo para revelação do seu potencial eleitoral, que seriam 30 votos, que seus detentores apresnetariam pessoalmente na próxima quinta-feira.

A batalha pela vitória num confronto de tão elevado nível não comporta, certamente, esse tipo de “ostentação”. Ao contrário, é da costura de bastidores, no silêncio noturno, que sairá o nome a ser consagrado no sigilo da urna.

O campeão e os franco-atiradores

Fala-se em estresse dos candidatos a presidente da Assembleia. O maior deve ser de Marcelo Nilo, que é o detentor do cinturão.

Os outros, Angelo Coronel e Luiz Augusto, são os desafiantes – digamos que nada têm a perder.

jan
26
Posted on 26-01-2017
Filed Under (Artigos) by vitor on 26-01-2017


Ronaldo, no Jornal do Comércio (PE)


DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Ives Gandra Filho: “Não sou homofóbico nem machista”

Ives Gandra Filho soltou uma nota à imprensa para rebater as acusações de que defende a “submissão da mulher ao homem”:

“Diante de notícias veiculadas pela imprensa, descontextualizando quatro parágrafos de obra jurídica de minha lavra, venho esclarecer não ter postura nem homofóbica, nem machista. Deixo claro no artigo citado, de 70 páginas, sobre direitos fundamentais, que as pessoas homossexuais devem ser respeitadas em sua orientação e ter seus direitos garantidos, ainda que não sob a modalidade de matrimônio para sua união. Por outro lado, ao tratar das relações familiares, faço referência apenas, de passagem, ao princípio da autoridade como insito a qualquer comunidade humana, com os filhos obedecendo aos pais e a mulher ao marido no âmbito familiar, calcado em obra da filósofa judia-cristã Edith Stein, morta em campos de concentração nazista.”

“O compartilhamento da autoridade sempre me pareceu evidente, tendo sido essa a que meus pais casados há 58 anos viveram e a qual são seus filhos muito gratos. Por outro lado, cabe lembrar que fui relator no Plenário do TST do processo que garantiu às mulheres o direito ao intervalo de 15 minutos antes de qualquer sobrejornada de trabalho, decisão referendada pela Suprema Corte. As demais posturas que adoto em defesa da vida e da família são comuns a católicos e evangélicos, não podendo ser desconsideradas ‘a priori’ numa sociedade democrática.”

jan
26


Mapa da Corrupção
Foto: Agência Brasil

DO PORTAL TERRA BRASIL

Levantamento divulgado nesta quarta-feira (25) pela organização não governamental (ONG) Transparência Internacional aponta que o Brasil fechou 2016 ocupando o 79º lugar num ranking sobre a percepção da corrupção no mundo composto por 176 nações.

O índice brasileiro foi 40 pontos, dois a mais que o registrado no ano anterior, mas o país ainda ficou três posições abaixo do 76º lugar alcançado em 2015. A escala utilizada pela entidade varia de 0 (altamente corrupto) a 100 pontos (muito transparente).

No ranking atual, o Brasil aparece empatado com Bielorrússia, China e Índia. Dinamarca e Nova Zelândia lideram com 90 pontos cada, enquanto a Somália ocupa a última posição, com 10 pontos. A média global é 43 pontos, o que, segundo a ONG, revela uma espécie de “corrupção endêmica” no setor público de diversas nações.

“Países com melhor pontuação (em amarelo no mapa) são superados de longe por países em laranja e vermelho, onde os cidadãos enfrentam de forma diária o impacto tangível da corrupção”, destacou o relatório.

jan
26
Posted on 26-01-2017
Filed Under (Artigos) by vitor on 26-01-2017


DO PORTAL TERRA BRASIL

Mary Tyler Moore começou sua carreira ainda jovem, como dançarina, e debutou na televisão como atriz em 1959, em um papel recorrente na série policial Richard Diamond, Private Detective .

Aos 23 anos, Moore conseguiu o papel de co-protagonista em The Dick Van Dyke Show, e por seis temporadas (1961-66), viveu Laura Meehan Petrie ao lado de Dick Van Dyke, que — 11 anos mais velho do que ela — interpretava o marido de sua personagem.

Frequentemente vestindo calças ao invés de vestidos, Mary Tyler Moore foi uma das causas de grandes polêmicas durante a década de 1960 graças a The Dick Van Dyke Show . Na trama, ela cuidava do filho enquanto o marido, Rob, trabalhava em uma sitcom em Manhattam. O papel rendeu a ela dois prêmios Emmy.

The Mary Tyler Moore Show
Mas foi em 1970 que Mary Tyler Moore tornou-se uma das principais figuras na primeira grande revolução das séries de TV, quando deu a ideia para a CBS (junto ao então marido, Grant Tinker) e eventualmente protagonizou a comédia The Mary Tyler Moore Show. A história acompanhava Mary Richards, uma mulher solteira que alterna entre vários encontros sem nunca encontrar o “verdadeiro amor”. A ideia de uma mulher solteira tão livre se tornaria um marco para a televisão e eventualmente um impulso para abordagem mais feminista na televisão; a série ficou no ar durante sete temporadas, e ganhou nada menos do que 29 prêmios Emmy.

Mary Tyler Moore foi casada três vezes, e deixa viúvo o marido, Robert Levine.

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