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ETERNIDADE PARA TOM!!!

BOA NOITE!

(Vitor Hugo Soares)


Temer ao lado do caixão com o corpo de Zavascki.
JEFFERSON BERNARDES AFP


DO EL PAÍS

O recesso do Judiciário ainda não acabou, mas ao menos em um gabinete do Supremo Tribunal Federal, o da presidente da corte, Cármen Lúcia, a segunda-feira parecia ser mais dia um qualquer de trabalho. Com a estratégica missão de definir o novo relator da Operação Lava Jato em substituição a Teori Zavascki, morto em um acidente de avião no último dia 19, a presidenta do STF esteve quase todo o expediente conversando com seus colegas de tribunal. Falou também com o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que, soube-se depois, provocou formalmente a corte a respeito da Lava Jato, considerando o caso uma “emergência” e instando Cármen Lúcia, plantonista da corte para urgências, a se manifestar. A presidenta do tribunal consultou o juiz que faz parte da espécie de força-tarefa montada por Teori Zavascki para se debruçar sobre as 77 delações, ainda não homologadas, dos executivos e funcionários da empreiteira Odebrecht. Depois, a magistrada decidiu autorizar que os três juízes que trabalhavam com Teori continuassem o trabalho na operação até que um novo relator fosse indicado. Cármen deu andamento, portanto, ao processo, mas toda sua movimentação indica que ela queria ouvir muitas vozes antes de anunciar a tão ansiada decisão final sobre a relatoria.
ri Zavascki, relator da Lava Jato. Siga as últimas notícias

Enquanto isso, do outro lado da Praça dos Três Poderes, no Palácio do Planalto, o consenso entre os membros da gestão Michel Temer (PMDB) é que, dada a indefinição da Lava Jato no tribunal, o Governo ganhou ao menos algum tempo antes do esperado turbilhão que está por vir com o fim do sigilo sobre as colaborações da empreiteira. A “bola agora está com o STF”, disse um auxiliar do presidente corroborando recente declaração do ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha. “A morte do ministro por certo vai fazer com que a gente tenha, em relação à Lava Jato, um pouco mais de tempo agora para que as chamadas delações sejam homologadas ou não”, afirmara Padilha durante o velório do corpo de Teori em Porto Alegre.

Entre os relatos da “delação do fim do mundo” já se sabe, pelo vazado à imprensa, que há série de citações do próprio Temer, de membros da cúpula de seu partido e de seu Governo. Para terem validade jurídica, contudo, as colaborações teriam de ser homologadas -tornadas oficialmente parte de um acordo- pelo Judiciário. A expectativa era de que ao menos parte delas fosse validada já no início de fevereiro, com o retorno das férias dos ministros do STF. A morte de Teori Zavascki deve atrasar todo o roteiro previsto inicialmente: 1) o novo relator terá de ser escolhido pelo STF, opção considerada mais provável até o momento, ou pelo presidente Temer (que nomeará o substituto do ministro); 2) esse novo relator terá de estar a par de tudo o que foi tratado nos termos das delações. Ou seja, dificilmente haverá qualquer definição antes do fim de fevereiro. Um dos passos que a equipe de Teori coordenaria era ouvir cada um dos delatores, sem a presença da Polícia Federal ou do Ministério Público, para comprovar que as colaborações cumprem requisitos legais mínimos e que não foram obtidas mediante coação.
Segurança, Câmara e Rio
Grace Mendonça, da AGU, cotada para o Supremo

O Planalto tem repetido que só apresentará sua indicação para a vaga deixada por Teori Zavascki no Supremo depois que Cármen Lúcia decidir o que fará com a relatoria da Operação Lava Jato na corte _uma maneira de tentar evitar o desgaste político de indicar um nome para avaliar processos onde o núcleo duro do Governo está potencialmente implicado.

Neste compasso de espera, quem tem se cacifado para o posto de indicada é a advogada-geral da União, Grace Mendonça. Sua indicação poderia ser vista como política, já que tem um cargo de confiança na gestão peemedebista. Outro que tenta ganhar as bênçãos do presidente é seu ministro de Justiça, Alexandre de Moraes.

Até o fim do imbróglio jurídico, o Governo poderá focar seus esforços em debelar três problemas mais imediatos. O primeiro deles é o de segurança, impulsionado pelos massacres carcerários de Manaus, Boa Vista e Natal. A gestão tem encontrado dificuldade em chegar a acordos com todas as unidades da Federação para assinar o Plano Nacional de Segurança, lançado às pressas em meio à crise. Só nove Estados concordaram com os termos do pacto. O que era para ser um grande ato em prol da segurança pública até agora não foi efetivado.

A segunda crise é a que tem possibilidade de causar impacto político negativo e imediato à gestão peemedebista: trata-se da eleição na Câmara dos Deputados. Apesar de dizer que não vai interferir na escolha da Mesa Diretora do Legislativo, o Governo tem agido para que a manobra de Rodrigo Maia (DEM-RJ) para se candidatar à reeleição dê certo. Pelas regras atuais, um presidente não pode concorrer à reeleição dentro de uma mesma legislatura, que é o caso de Maia. Dos quatro nomes postos no tabuleiro até o momento, Maia é o candidato que tem o apoio extraoficial de Temer e seus ministros. Os outros candidatos são o oposicionista André Figueiredo (PDT-CE) e os dois membros do centrão e aliados do governo, Jovair Arantes (PTB-GO) e Rogério Rosso (PSD-DF). Este último nem suporte de seu partido conseguiu obter e possivelmente desistirá de sua candidatura, num xadrez que começa a se definir semana que vem.

O último grande empenho Governo federal nas próximas semanas será o de finalizar os termos do acordo de recuperação fiscal com o falido Estado do Rio de Janeiro. A expectativa é que nesta segunda-feira houvesse um encerramento nas discussões, mas um texto técnico-jurídico ainda está sendo costurado entre o Ministério da Fazenda e o Governo fluminense. As partes querem evitar que qualquer ação judicial que tramite no STF impeça a União de receber os pagamentos de dívida frutos do cardo e impedir que os repasses do Fundo de Participação dos Estados sejam bloqueados.

jan
25
Posted on 25-01-2017
Filed Under (Artigos) by vitor on 25-01-2017


Jarbas, no Diário de Pernambuco (Recife)

jan
25
Posted on 25-01-2017
Filed Under (Artigos) by vitor on 25-01-2017

Lava-Jato é prioridade do país

Duvidar da continuidade da Lava-Jato por causa da morte de Teori Zavascki é imaginar que não temos no Supremo Tribunal Federal 11 nomes dos mais seletos do mundo jurídico, entre juristas e advogados, trabalhando conforme a própria consciência, mas também diante dos olhos da nação.

Este é talvez o maior legado precoce da era cibernética: não será possível esconder de ninguém o essencial. Com toda reverência à memória e à brilhante carreira do falecido ministro, diz o vulgo que “de insubstituíveis o cemitério está cheio”.

O combate à corrupção e o desbaratamento contínuo das quadrilhas que se escondem no serviço público de todas as esferas devem ser prioridades de governantes e autoridades que considerem possível outro tipo de Estado no Brasil, longe dos vícios, distorções e crimes, mais de acordo com a teoria constitucional dos direitos.

Capiba vive e viverá sempre não só na força do frevo de rua de Recife que ele compunha como ninguém, mas igualmente na universalidade eterna de composições musicais como “Serenata Suburbana”.

A interpretação de Ney Matogrosso com acompanhamento e arranjo de Raphael Rabello é algo igualmente fantástico.

CONFIRA! BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares )

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

O boletim médico de Marisa

O Sírio-Libanês divulgou há pouco o boletim médico de Marisa Letícia. Leia:

Boletim Médico – Marisa Letícia Lula da Silva

A paciente Marisa Letícia Lula da Silva deu entrada no Hospital Sírio-Libanês na tarde desta terça-feira (24/01) com hemorragia cerebral por ruptura de um aneurisma.

Foi imediatamente submetida a um atendimento de emergência, seguido de cirurgia endovascular (embolização) e oclusão do aneurisma. Deverá seguir em tratamento intensivo por tempo indeterminado.

As equipes médicas que a acompanham são coordenadas pelo Prof. Dr. Roberto Kalil Filho, Prof. Dr. Milberto Scaff, Prof. Dr. Marcos Stávale e Prof. Dr. José Guilherme Caldas.

Dr. Antonio Antonietto

Diretor de Governança Clínica

Dr. Miguel Srougi

Diretor Clínico

DO EL PAÍS

José Mendiola Zuriarrain

Era uma das funções mais solicitadas pelos usuários: poder utilizar o WhatsApp sem precisar estar conectado à Internet. Até agora, a primeira coisa que o aplicativo de troca de mensagens fazia era testar o acesso à rede, e se ela não estivesse disponível a ferramenta só permitia ler mensagens já recebidas, e não muito mais do que isso. Uma nova atualização acaba de incorporar, de surpresa, a possibilidade de usar o WhatsApp mesmo sem acesso à rede, o que multiplica as possibilidades de uso desse popular app.

A partir desta atualização, o usuário poderá redigir mensagens e deixá-las “enviadas” no chat do destinatário, de forma que, ao recuperar a conexão, essas mensagens sejam transmitidas automaticamente. Por que essa nova função é tão importante? Porque o WhatsApp é uma ferramenta de trabalho cada vez mais relevante, e são muitos os cenários em que gostaríamos de antecipar nossas tarefas mesmo sem ter acesso à Internet (em aviões, estacionamentos ou edifícios sem cobertura, por exemplo). Ao aparecerem como enviadas, as mensagens escritas nessas situações ficam na caixa de saída e chegam ao destinatário assim que o celular recupera a conexão.

O aplicativo superou as limitações prévias e agora permite a transmissão de até 30 fotos e/ou vídeos ao mesmo tempo

Essa funcionalidade tão relevante foi incluída na atualização 2.17.1, lançada na manhã desta terça-feira pela empresa pertencente ao Facebook. A nova versão chega com outro presente embaixo do braço: a possibilidade de enviar fotos em grandes levas, já que o aplicativo superou as limitações prévias e agora permite a transmissão de até 30 fotos e/ou vídeos ao mesmo tempo.

Além disso, o WhatsApp redesenhou completamente a gestão do armazenamento, de maneira que o usuário pode acessar as fotos e vídeos (e demais documentos) enviados por cada chat e apagá-los diretamente. Essa nova interface facilita bastante a gestão dos anexos, algo que sem dúvida será visto com gratidão por usuários que estiverem ficando sem espaço no celular. A nova versão já está disponível tanto para o Android como para o iPhone.

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