DO G1

A ex-primeira dama Marisa Letícia, de 66 anos, mulher do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) hemorrágico e foi internada nesta terça-feira (24) no Hospital Sírio-Libanês, no Centro de São Paulo. Após saber do AVC, o ex-presidente Lula foi para lá.

De acordo com o centro médico, ela deu entrada às 15h30. A ex-primeira dama chegou consciente e foi levada diretamente para a sala de cateterismo, onde os médicos tentarão estancar a hemorragia.

O cateterismo é procedimento utilizado para detectar a existência, localização e gravidade de obstruções em artérias. Por meio dele é possível acessar áreas difíceis do corpo sem a necessidade de procedimentos mais invasivos.

Em sua conta oficial no Twitter, o ex-presidente comentou a internação da mulher. “Dona Marisa Letícia foi hospitalizada nesta terça-feira. Estamos torcendo muito para que ela se recupere logo. #ForçaDonaMarisa”, disse no microblog.

O que é AVC hemorrágico

O acidente vascular cerebral hemorrágico (ou derrame hemorrágico) ocorre quando há um rompimento dos vasos que levam sangue ao cérebro, paralisando a área cerebral que ficou sem circulação sanguínea adequada.

Entre os sintomas que em geral afetam as vítimas de AVC estão a diminuição ou perda súbita da força no rosto, braço ou perna de um lado do corpo; a alteração repentina da sensibilidade, com sensação de formigamento na face, braço ou perna de um lado do corpo; a perda súbita de visão num olho ou nos dois olhos; uma alteração aguda da fala, incluindo dificuldade para articular, expressar ou para compreender a linguagem; dor de cabeça súbita e intensa sem uma causa aparente; instabilidade, vertigem súbita intensa e desequilíbrio associado a náuseas ou vômitos.

Dependendo da região do cérebro atingida e a extensão das lesões, o AVC pode ter consequências mais ou menos graves. Os de menor intensidade praticamente não deixam sequelas. Já os mais graves podem levar as pessoas à morte ou a um estado de total dependência de ajuda, sem condições, por exemplo, de sequer levantar da cama.


DO PORTAL G1

Com 14 indicações em 13 categorias, o filme “La la land: Cantando estações” igualou o recorde do Oscar. A marca é a mesma de “Titanic” (1997) e “A malvada” (1950).

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood anunciou os indicados na manhã desta terça-feira (24). A 89ª edição da cerimônia acontecerá em 26 de fevereiro, em Los Angeles. O apresentador será o comediante e apresentador de talk-show Jimmmy Kimmel, que foi escolhido após comandar o Emmy em 2012 e em 2016.

Um dos destaques do anúncio desta terça foi Meryl Streep, que quebrou seu próprio recorde de categorias de atuação. Esta é a 20ª vez em que ela concorre. Agora, Meryl vai buscar a estatueta de melhor atriz por seu papel na comédia musical “Florence: Quem é Essa Mulher?”. Meryl já levou o Oscar três vezes.

Os nomes dos concorrentes foram lidos pelas atrizes Jennifer Hudson e Brie Larson, pelo diretor Jason Reitman, pelo diretor de fotografia mexicano Emmanuel Lubezki, pelo ator japonês Ken Watanabe e pela presidente da Academia, Cheryl Boone Isaacs. “La la land” apresenta a história da aspirante a atriz Mia (Emma Stone) e do músico de jazz Sebastian (Ryan Gosling), que lutam por oportunidades em Los Angeles.

Melhor filme
Ryan Gosling e Emma Stone em cena de ‘La La Land’ (Foto: Divulgação) Ryan Gosling e Emma Stone em cena de ‘La La Land’ (Foto: Divulgação)

Ryan Gosling e Emma Stone em cena de ‘La La Land’ (Foto: Divulgação)

“A chegada”
“Até o último homem”
“Estrelas além do tempo”
“Lion: Uma jornada para casa”
“Moonlight: Sob a luz do luar”
“Cercas”
“A qualquer custo”
“La la land: Cantando estações”
“Manchester à beira-mar”

Melhor diretor
O diretor Damien Chazelle, de ‘La la land’ (Foto: Divulgação) O diretor Damien Chazelle, de ‘La la land’ (Foto: Divulgação)

O diretor Damien Chazelle, de ‘La la land’ (Foto: Divulgação)

Dennis Villeneuve (“A chegada”)
Mel Gibson (“Até o último homem”)
Damien Chazelle (“La la land: Cantando estações”)
Kenneth Lonergan (“Manchester à beira-mar”)
Barry Jenkins (“Moonlight: Sob a luz do luar”)

Melhor ator
Casey Affleck (à esquerda) e Lucas Hedges em cena de ‘Manchester à beira-mar’ (Foto: Divulgação) Casey Affleck (à esquerda) e Lucas Hedges em cena de ‘Manchester à beira-mar’ (Foto: Divulgação)

Casey Affleck (à esquerda) e Lucas Hedges em cena de ‘Manchester à beira-mar’ (Foto: Divulgação)

Casey Affleck (“Manchester a beira mar”)
Denzel Washington (“Cercas”)
Ryan Gosling (“La La Land – Cantando estações”)
Andrew Garfield (“Até o Último Homem”)
Viggo Mortensen (“Capitão Fantástico”)

Melhor atriz
Meryl Streep em ‘Florence: Quem é essa mulher? (Foto: Divulgação) Meryl Streep em ‘Florence: Quem é essa mulher? (Foto: Divulgação)

Meryl Streep em ‘Florence: Quem é essa mulher? (Foto: Divulgação)

Natalie Portman (“Jackie”)
Emma Stone (“La La Land – Cantando estações”)
Meryl Streep (“Florence: Quem é essa mulher?”)
Ruth Negga (“Loving“)
Isabelle Huppert (“Elle”)

Melhor ator coadjuvante
Mahershala Ali e Alex R. Hibbert em cena de ‘Moonlight’ (Foto: Divulgação) Mahershala Ali e Alex R. Hibbert em cena de ‘Moonlight’ (Foto: Divulgação)

Mahershala Ali e Alex R. Hibbert em cena de ‘Moonlight’ (Foto: Divulgação)

Mahershala Ali (“Moonlight: Sob a luz do luar”)
Jeff Bridges (“A qualquer custo”)
Lucas Hedges (“Manchester à beira-mar”)
Dev Patel (“Lion: Uma jornada para casa”)
Michael Shannon (“Animais noturnos”)

Melhor atriz coadjuvante
Denzel Washington e Viola Davis em cena de ‘Fences’ (Foto: Divulgação) Denzel Washington e Viola Davis em cena de ‘Fences’ (Foto: Divulgação)

Denzel Washington e Viola Davis em cena de ‘Fences’ (Foto: Divulgação)

Viola Davis (“Cercas”)
Naomi Harris (“Moonlight: Sob a luz do luar”)
Nicole Kidman (“Lion: Uma jornada para casa”)
Octavia Spencer (“Estrelas além do tempo”)
Michelle Williams (“Manchester à beira-mar”)

Melhor roteiro original
Damien Chazelle (“La la land: Cantando estações”)
Kenneth Lonergan (“Manchester à beira-mar”)
Taylor Sheridan (“A qualquer custo”)
Yorgos Lanthimos e Efthimis Filippou (“O lagosta”)
Mike Mills (“20th century woman”)

Melhor roteiro adaptado
Barry Jenkins (“Moonlight: Sob a luz do luar”)
Luke Davies (“Lion: Uma jornada para casa”)
August Wilson (“Cercas”)
Allison Schroeder e Theodore Melfi (“Estrelas além do tempo”)
Eric Heisserer (“A chegada”)

Melhor fotografia
Amy Adams e Jeremy Renner em cena de ‘A chegada’ (Foto: Divulgação/Sony Pictures) Amy Adams e Jeremy Renner em cena de ‘A chegada’ (Foto: Divulgação/Sony Pictures)

Amy Adams e Jeremy Renner em cena de ‘A chegada’ (Foto: Divulgação/Sony Pictures)

Bradford Young (“A chegada”)
Linus Sandgren (“La la land: Cantando estações”)
James Laxton (“Moonlight: Sob a luz do luar”)
Rodrigo Prieto (“O silêncio”)
Greig Fraser (“Lion: Uma jornada para casa”)

Melhor animação
Cena da animação ‘Moana – Um mar de aventuras’, da Disney (Foto: Divulgação/Disney) Cena da animação ‘Moana – Um mar de aventuras’, da Disney (Foto: Divulgação/Disney)

Cena da animação ‘Moana – Um mar de aventuras’, da Disney (Foto: Divulgação/Disney)

“Kubo e as cordas mágicas”
“Moana: Um mar de aventuras”
“Minha vida de abobrinha”
“A tartaruga vermelha”
“Zootopia”

Melhor filme em língua estrangeira
“Terra de minas” – Dinamarca
“Um homem chamado Ove” – Suécia
“O apartamento” – Irã
“Tanna” – Austrália
“Toni Erdmann” – Alemanha

Melhor documentário
“Fire at sea”
“Eu não sou seu negro”
“Life, animated”
“O.J. Made in America”
“13th”

Melhor edição
Joe Walker (“A chegada”)
John Gilbert (“Até o último homem”)
Jake Roberts (“A qualquer custo”)
Tom Cross (“La la land: Cantando estações”)
Nate Sanders e Joi McMillan (“Moonlight: Sob a luz do luar”)

Melhor edição de som
Sylvain Bellemare (“A chegada”)
Renée Tondelli (“Deepwater horizon”)
Robert Mackenzie e Andy Wright (“Até o último homem”)
Ai-Ling Lee and Mildred Iatrou Morgan (“La la land: Cantando estações”)
Alan Robert Murray e Bub Asman (“Sully: O herói do rio Hudson”)

Melhor mixagem de som
Bernard Gariépy Strobl and Claude La Haye (“A chegada”)
Kevin O’Connell, Andy Wright, Robert Mackenzie e Peter Grace (“Até o último homem”)
Andy Nelson, Ai-Ling Lee and Steve A. Morrow (“La la land: Cantando estações”)
David Parker, Christopher Scarabosio e Stuart Wilson (“Rogue One: Uma história Star Wars”)
Greg P. Russell, Gary Summers, Jeffrey J. Haboush e Mac Ruth (“13 Hours: The secret soldiers of Benghazi”)

Melhor design de produção
“A chegada”
“Animais fantásticos e onde habitam”
“Ave, Cesar!”
“La la land: Cantando estações”
“Passageiros”

Melhores efeitos visuais
“Deepwater horizon”
“Doutor Estranho”
“Mogli”
“Kubo and the two string”
“Rogue One: Uma história Star Wars”

Melhor canção original
“Audition (The fools who dream)” (“La la land: Cantando estações”
“Can’t stop the feeling” (Trolls”)
“City of stars” (La la land: Cantando estações”)
“The empty chair” (Jim: The James Foley Story”)
“How far I’ll go” (“Moana”)

Melhor trilha sonora
Micha Levi (“Jackie”)
Justin Hurwitz (“La la land: Cantando estações”)
Nicholas Britell (“Moonlight: Sob a luz do luar”)
Thomas Newman (“Passageiros”)

Melhor cabelo a maquiagem
“A man called Ove”
“Star Trek: Sem fronteiras”
“Esquadrão suicida”

Melhor figurino
“Allied”
“Animais fantásticos e onde habitam”
“Florence: Quem é essa mulher?”
“Jackie”
“La la land: Cantando estações”

Melhor curta-metragem
“Ennemis Intérieurs”
“La femme et le TGV”
“Silent night”
“Sing”
“Timecode”

Melhor curta-metragem de animação
“Blind Vaysha”
“Borrowed time”
“Pear Cider and Cigarettes”
“Pearl”
“Piper”

Melhor documentário em curta-metragem
“Extremis”
“41 miles”
“Joe’s violin”
“Watani: My homeland”
“The white helmets”


DEU NO PORTAL TERRA BRASIL

Brasília – A presidente do STF, Cármen Lúcia, autorizou os juízes auxiliares do ministro Teori Zavascki a retomaram a partir de hoje os procedimentos formais para que as delações de executivos da empreiteira Odebrecht sejam homologadas, no âmbito da Operação Lava Jato

O ministro Teori Zavascki, que morreu em um acidente de avião na última quinta-feira (19) e era o relator da Lava Jato no STF, trabalhava durante o recesso nas 77 delações da Odebrecht que se encontram em seu gabinete e estavam prestes a ser homologadas, isto é, a serem validadas como prova.

Teori já havia autorizado que seus juízes auxiliares começassem, esta semana, a ouvir os delatores para saber se eles prestaram de livre e espontânea vontade as informações que constam nos mais de 800 depoimentos colhidos pelo Ministério Público Federal (MPF). Esta é uma etapa formal do processo.

A ministra Cármen Lúcia passou boa parta de tarde de ontem (24) no gabinete de Teori Zavascki, onde conversou com os juízes auxiliares do ministro. Devido ao sigilo dos processos, não é possível saber se a autorização para que os depoimentos sejam retomados diz respeito a uma delação específica ou a todas.

Ontem (19), ela recebeu em seu gabinete o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, a quem cabe solicitar urgência na apreciação das delações da Lava Jato. Durante o recesso do Judiciário, Cármen Lúcia pode autorizar atos emergenciais em processos que tramitam no STF.

Há uma grande expectativa da sociedade e, principalmente, da classe política em relação às delações de executivos da Odebrecht, pois segundo informações vazadas anteriormente, dezenas de políticos em exercício são citados como envolvidos no megaesquema de corrupção da Petrobras.

DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Espectro flexível

O deputado Orlando Silva (PCdoB) pulou na garganta do juiz Eduardo Ribeiro de Oliveira, que proibiu o deputado Rodrigo Maia (DEM) de concorrer à presidência da Câmara.

Disse que é “um factoide”, um “ativismo judicial” que ilustra a “anarquia em que vive o país”. Ou seja, um “comunista” desancando o Judiciário em defesa de um representante da direita, que em grande parte está no DEM.

BOM DIA!!!


DO EL PAÍS

Amanda Mars

Nova York

As primeiras 48 horas do presidente Donald Trump foram, sob muitos aspectos, uma projeção do candidato Donald Trump. O mudança para um ar mais presidencial, que muitos esperavam após sua vitória na eleição de 8 de novembro, não aconteceu na etapa do republicano como presidente eleito nem tampouco agora, depois da posse. O novo mandatário dos Estados Unidos e sua equipe dispararam falsidades ao longo do seu primeiro dia completo no cargo, seja a respeito do número de espectadores na cerimônia de posse ou em ataques aos meios de comunicação, acusados pelo novo presidente de terem inventado uma polêmica dele com a CIA. Também insistiu em que foi contra a guerra do Iraque desde o começo, mesmo que declarações da época mostrem que ele só foi se posicionar bem depois do início do conflito.

A maior parte dessas questões é facílima de comprovar e rebater, mas isso não intimida Trump. Tal ousadia é, desde a campanha eleitoral, um símbolo da identidade trumpiana na guerra midiática. No domingo, esse caráter assumiu uma nova dimensão. Questionada sobre o número de pessoas que assistiram ao vivo à cerimônia de posse na sexta-feira, a assessora presidencial Kellyanne Conway assim respondeu a um jornalista: “Não seja tão exagerado, Chuck. Você está dizendo que é uma mentira, e eles estão dando… Nosso chefe de imprensa, Sean Spicer, apresentou fatos alternativos a isso”.

Uma amostra da era dos “fatos alternativos” tinha relação com a suposta espionagem russa nos EUA. Desde que os serviços de inteligência norte-americanos começaram a acusar Moscou de estar por trás dos ataques cibernéticos registrados durante as eleições, e especialmente desde que determinaram que o objetivo do Kremlin era favorecer Trump, o novo presidente não parou de colocar em dúvida a confiabilidade desses serviços, acusando-os de agirem com motivações políticas e eventualmente zombando deles. Não foi algo que ocorreu em reuniões privadas ou em conversações flagradas por um microfone indiscreto, e sim na sua própria conta do Twitter e em declarações à imprensa.

Apesar disso, no sábado passado, em visita à sede da CIA, Trump acusou a imprensa de ter inventado a polêmica, a despeito de todas as provas documentais em contrário.“Julian Assange diz que ‘um garoto de 14 anos poderia ter hackeado [o assessor democrata John] Podesta’. Por que o Partido Democrata teve tão pouco cuidado? Além disso,ele afirmou que os russos não lhe deram a informação!”, tuitou Trump no último dia 4, dando ainda mais credibilidade ao fundador do Wikileaks, que publicou as informações negativas para a campanha da candidata derrotada Hillary Clinton.

Na véspera, já havia acusado os serviços de espionagem de mentirem para ele. “O briefing de ‘inteligência’ sobre o chamado ‘hackeamento russo’ foi adiado até na sexta-feira, talvez eles precisem de mais tempo para montar seus argumentos. Muito estranho!”, escreveu Trump no Twitter, usando sugestivas aspas nas palavras “inteligência” e “hackeamento russo”. Em 11 de janeiro, quando vários meios de comunicação repercutiram um relatório segundo o qual Moscou poderia ter informações comprometedoras contra ele, Trump estourou na mesma rede social: “Não deveria ser permitido que as agências de inteligência vazem essas ‘notícias falsas’ ao público. Vivemos na Alemanha nazista?”.

Mas neste sábado, diante dos funcionários da CIA, ele afirmou que decidiu iniciar seu mandato fazendo essa visita porque os jornalistas estão “entre as pessoas mais desonestas da Terra, e eles levaram a crer que eu estou zangado com o pessoal da Inteligência”.

Também disparou, assim com fez o novo chefe de comunicação da Casa Branca, Sean Spicer, uma bateria de dados que não se ajustam à realidade sobre sua posse. Trump venceu a eleição presidencial do país mais poderoso do planeta, e para ele poderia ser indiferente que sua posse fosse menos concorrida que a do seu antecessor, mas o empresário nova-iorquino detesta ficar para trás.

Só isso explicaria por que Spicer anunciou que Trump reuniu “o maior público em qualquer posse, ponto, tanto ao vivo como ao redor do mundo”. Mas os argumentos não se sustentam. Spicer disse, por exemplo, que 420.000 pessoas tomaram o metrô em Washington na última sexta, frente a 317.000 na posse de Barack Obama. Porém, as cifrasoficiais do sistema de transporte, citadas pelo The Washington Post, indicam 570.557 viagens no dia da posse de Trump, 1,1 milhão por ocasião da posse de Obama, em 2009,e 782.000 no início do seu segundo mandato, em 2013. Tampouco são verídicos os dados sobre a audiência televisiva: segundo dados do instituto Nielsen, o evento foiseguido nos EUA por 30,6 milhões de pessoas, sete milhões menos do que na posse de Obama.

jan
24
Posted on 24-01-2017
Filed Under (Artigos) by vitor on 24-01-2017


Nicolielo, no Jornal de Bauru (SP)

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Trump, o protecionismo e os limões argentinos

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) deu meia volta e suspendeu a importação de limões argentinos por 60 dias.

A decisão é um revés para os produtores argentinos, que esperavam ter acesso ao maior mercado do mundo, depois de 15 anos de bloqueio.

No mês passado, o USDA informou que retiraria a proibição sobre as importações do produto. A Argentina é a maior produtora de limões do mundo.

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