Adeus,Greg Lake,as guitarras devem silenciar em sua homenagem

R.I.P. -ADEUS – SAUDADES

(Giison Nogueira)


DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Tem Renan? Tem sim, senhor!

A Veja também publicará na edição, que vai às bancas amanhã, a lista dos políticos que receberam propina da Odebrecht, segundo Claudio Melo Filho. Há deputados, senadores, ministros, ex-ministros e assessores de Dilma Rousseff.

“Para provar o que disse, o delator apresentou e-mail, planilhas e extratos telefônicos. Uma das mensagens mostra Marcelo Odebrecht, o dono da empresa, combinando o pagamentos a políticos importantes”, diz a revista.

A Veja cita os codinomes “Justiça”, “Boca Mole”, “Caju”, “Índio”, “Caranguejo” e “Botafogo”. O Antagonista já publicou que Justiça é Renan, Boca Mole é Heráclito Fortes, Caju é Jucá, Índio é Eunício Oliveira, Caranguejo é Eduardo Cunha e Botafogo é Rodrigo Maia.

JULIETTE GRECO…Uma voz plena de matizes e uma forte sensualidade, canta três sugestivas canções francesas.

“Douce France” “Accordeon” “Mon homme”.

Nada melhor para começar uma sexta-feira de dezembro. Confira.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

dez
09
Posted on 09-12-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 09-12-2016

DO EL PAIS

Afonso Benites

Brasília

Há pouco mais de um mês o Supremo Tribunal Federal poderia ter evitado recair sobre si uma suspeita de que estaria agindo em extrema consonância com a classe política. O cenário hoje seria diferente se, em 3 de novembro passado a Corte tivesse terminado o julgamento do mérito da Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental 402 – a análise foi suspensa após um pedido de vistas do ministro Antonio Dias Toffoli. Esse processo, que teve como autor o partido Rede, questionava a possibilidade de réus em processos criminais poderem estar na linha sucessória da presidência da República – que é o caso do senador Renan Calheiros (PMDB-AL), o presidente do Senado mantido no cargo na última quarta-feira.

Apesar de já ter atingido uma maioria favorável à tese defendida pela Rede – o placar estava 6 a 0 – o julgamento desta quarta mostrou que haverá uma repercussão direta nesse resultado. Dos seis ministros que já haviam votado em novembro, dois mudaram seus entendimentos, o decano Celso de Mello e Teori Zavascki. Antes, ambos tinham apoiado a tese de Marco Aurélio Mello e da Rede. A compreensão deles era a seguinte: a Constituição Federal veda o exercício da chefia do Poder Executivo por réu em processo criminal, o que também deveria ser observado quanto a ocupantes das funções constitucionais incluídas na linha sucessória da presidência da República. Ou seja, incluiriam os presidentes da Câmara, Senado e STF. Agora, entendem que eles podem presidir os Poderes, mas não assumir a presidência da República. Assim, o placar já mudaria para 4 a 2.

“A substituição a que se refere o artigo 80 da Constituição Federal processar-se-á per saltum (pulando), de modo a excluir aquele que, por ser réu criminal perante o Supremo Tribunal Federal, está impedido de desempenhar o ofício de presidente da República”, disse Celso de Mello em seu voto. Antes de ser derrotado, Marco Aurélio havia dito que essa tese era uma “meia-sola constitucional”, um “jeitinho brasileiro” para livrar Renan de seu afastamento.

Se analisados os votos dos ministros que ainda não tinham se manifestado e nesta quinta ajudaram a cassar a liminar que afastou Renan Calheiros da presidência do Senado, a tendência é que mantenham o mesmo posicionamento de Celso de Mello. Os ministros Luiz Fux, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli apoiaram a tese do decano. Assim, já haveria uma virada: 4 a 6. Faltaria apenas o voto de Gilmar Mendes, que criticou duramente a liminar concedida por seu colega e disse que ele (Marco Aurélio) ou deveria ser declarado inimputável ou sofrer impeachment, segundo relato do jornal O Globo. A mudança na linha sucessória ocorreria sem qualquer alteração na legislação, seria uma interpretação da Constituição.

Quando ingressou com a ação, em maio deste ano, a Rede pediu ao Supremo que concedesse uma liminar para afastar o então presidente da Câmara, Eduardo Cunha, alegando que ele não poderia permanecer no cargo pois havia se tornado réu pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O pedido não chegou a ser analisado porque em 5 de maio Cunha foi afastado de seu mandato parlamentar e, consecutivamente, da presidência da Câmara. Mais tarde, acabou cassado por seus pares.

Na segunda-feira, a Rede entrou com uma liminar pedindo que Renan fosse afastado da presidência do Senado. Marco Aurélio a concedeu. Renan e o Senado não cumpriram a ordem judicial. Não sofreram nenhuma punição. E dois dias depois, o plenário do STF cassou a liminar.
Votação da PEC e tucano na articulação política

Na sessão desta quinta do Senado, Renan falou sobre a harmonia sobre poderes e que as decisões precisam ser cumpridas. “A decisão do Supremo fala por si só. Não dá para comentar decisão judicial. Decisão judicial do Supremo é para se cumprir”. Ele e Mesa Diretora do Senado se rebelaram contra a liminar de Marco Aurélio usando o argumento de que apenas o plenário da Casa poderia afastar o presidente do Congresso, e não um único ministro da Corte. Para muitos analistas e advogados, no entanto, o presidente do Senado abriu um precedente perigoso e o lance pacificador é só mais um sintoma da crise institucional.

“Aquele foi um dos momentos dramáticos, e, graças à compreensão de todos, nós vencemos uma etapa muito importante da democracia brasileira. Todos ganharam: o Judiciário, o Legislativo e o Executivo. Ganhou, sobretudo, a democracia”, felicitou-se Renan, que comandou uma sessão extremamente movimentada. Foram abertas três sessões consecutivas para que se cumprissem os prazos regimentais da análise da proposta de emenda à Constituição que estabelece um teto para os gastos públicos, a PEC 55. Dessa forma, a última votação do texto prioritário para o Planalto deve acontecer na terça 13, como previsto e apesar da semana de turbulência. Já acontecerá sob a batuta do novo ministro responsável para articulação política. O deputado tucano Antônio Imbassahy foi anunciado como ministro da Secretária de Governo no lugar de Geddel Vieira Lima, que caiu após vir à tona a acusação de que ele tentou pressionar por uma decisão oficial que beneficiasse um investimento imobiliário dele em Salvador.

dez
09
Posted on 09-12-2016
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DO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

A nação cara a cara com o mal

Há um consenso no Brasil: afora as ocasiões em que a coisa foi resolvida na violência, jamais, se viu no país crise institucional da monta da presente.

Não uma crise de valores, porque estes têm quem os reconheça e defenda. Uma crise existencial, exigindo da sociedade postura agressiva para evitar a sucumbência.

A questão aqui é saber quem vencerá, se a fieira de Severinos, Maranhões, Cunhas e Calheiros que temos produzido para a cúpula legislativa ou se, finalmente, dobraremos esse retorno cívico.

dez
09

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Maia, o filho de César

No xadrez político de Brasília, Rodrigo Maia garantiu sua reeleição, deu um xeque-mate no líder do Centrão Rogério Rosso e ainda enfraqueceu Henrique Meirelles com a transferência da negociação com governadores para a Secretaria de Governo, que ficará agora nas mãos de Imbassahy.

Maia vem minando o poder de Meirelles pouco a pouco… com ajuda de caciques do PMDB e do PSDB.

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09
Posted on 09-12-2016
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Mariano, no portal de humor gráfico A Charge Online

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Posted on 09-12-2016
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Dilma Rousseff durante tributo a Fidel Castro no domingo,4, em Cuba
C.Barria Reuters


DO EL PAÍS

A ex-presidenta Dilma Rousseff está na lista das mulheres do ano do jornal Financial Times, em edição apresentada nesta quinta-feira, 8. Dilma aparece na mesma lista que a primeira-ministra britânica, Theresa May, que se torna responsável por conduzir o Brexit, a estrategista da campanha de Donald Trump, Kellyanne Conway, e a ginasta norte-americana Simone Biles, que brilhou nos Jogos Olímpicos do Rio. A publicação destaca o fato de a ex-mandatária ter quebrado o teto de vidro do poder no Brasil, o maior país do continente, muito embora tenha perdido o cargo num processo de impeachment que teve como justificativa manobras fiscais (as pedaladas) adotadas em seu Governo, que ocultavam o rombo bilionário das contas públicas.

O julgamento, porém, foi político, assinala o FT, embora tenha levado em conta a processo de recessão econômica no qual o país entrou sob o seu comando. Dilma concedeu uma entrevista em Porto Alegre ao jornalista Joe Leahy, chefe da sucursal do FT no Brasil. Fala de sua nova rotina e expõe seu incômodo quando discorre sobre o Governo que a substituiu, “governo de velhos ricos, ou, pelo menos, daqueles que querem ser ricos”, diz ela. O jornal destaca o cunho popular de seu Governo, e não deixa de observar que apesar das contradições no seu afastamento, Dilma não faz mea culpa por nenhum erro que tenha cometido.

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