HÉLCIO MILITO, TALENTO COM T DE TAMBA E DE ETERNIDADE!

BOA TARDE!

(Gilson Nogueira)


DEU NO BLOG POR ESCRITO(DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Mística descarta reeleição de Trump

Numerólogo ouvido por Por Escrito assegura que, se Donald Trump não destruir o planeta em quatro anos, não terá um segundo mandato para fazê-lo.

A explicação está no vaticínio de um oráculo californiano segundo o qual os Estados Unidos, a partir de 1993, seriam governados por sete períodos consecutivos por um presidente com 11 letras no nome, interrompendo-se em seguida a série.

Vieram, duas vezes cada um, Bill Clinton, George W. Bush e Barack Obama. A cota se esgota com Donald Trump. Que ele concretize rapidamente sua obra.

BOM DOMINGO A TODOS, ESPECIALMENTE A BARRICHELLO NA DESPEDIDA EM INTERLAGOS.
BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)


Michelle Obama, vestindo Carolina Herrera em sua última capa como primeira-dama

DO EL PAIS

“A garota-propaganda da América”. Assim, efusivamente, a edição norte-americana da revista Vogue se despede da primeira-dama do país, Michelle Obama, na reportagem de capa da edição de dezembro. Com uma atitude mais relaxada do que de costume, a entrevista representa um epílogo de oito anos de trabalho nos quais ela conseguiu ganhar o respeito e o carinho do público internacional, às vezes superando o próprio marido. Fotografada por Annie Leibovitz nos jardins da Casa Branca, Michelle aparece na capa com um vestido de Carolina Herrera e maquiagem natural, posando como uma estrela de Hollywood. Não é para menos, já que em janeiro, quando abandonar seu cargo, esta advogada de Chicago terá se tornado uma das grandes protagonistas da vida pública norte-americana. Um exemplo de conduta que se traduz em um movimento nas redes sociais que pede que ela seja a candidata democrata nas eleições de 2020.
Michelle Obama em um vestido Atelier Versace para a reportagem. ampliar foto
Michelle Obama em um vestido Atelier Versace para a reportagem. Annie Leibovitz Vogue

“Eu podia ter passado oito anos fazendo qualquer coisa”, afirma a primeira-dama na entrevista. “Poderia ter me dedicado a flores. Poderia ter me dedicado à decoração. Poderia ter me dedicado ao entretenimento. Porque qualquer primeira-dama tem, por direito, a possibilidade de definir seu papel. Não há uma autoridade legislativa; você não foi eleita. E essa liberdade é um presente maravilhoso”. O papel de Michelle Obama, que em várias ocasiões declarou seu desapego pela política, foi muito mais do que o de mera consorte. Durante esse período, ela protagonizou campanhas a favor da vida saudável e do exercício físico, e da escolarização de meninas, com a iniciativa Let Girls Learn. Além disso, suas brilhantes aparições na mídia marcam um antes e um depois difícil de superar. Graças a seu Carpool Karaoke com James Corden, conseguiu tirar audiência da convenção republicana da qual sairia nomeado o agora presidente-eleito, Donald Trump.
As duas capas anteriores de Michelle Obama para a Vogue Americana.
As duas capas anteriores de Michelle Obama para a Vogue Americana.

Esta é a terceira vez que Michelle Obama posa para a revista dirigida por Anna Wintour. A primeira delas foi em 2009, apenas alguns meses depois de chegar ao cargo. Na segunda, em 2013, também foi retratada por Annie Leibovitz, talvez a fotógrafa mais prestigiada e solicitada do país. Veremos se a próxima primeira-dama, a modelo eslovena Melania Trump, consegue obter a mesma influência de sua antecessora entre os cidadãos norte-americanos e entre os editores da revista de moda. Deverá ser algo difícil para ela, porque depois da passagem de Michelle Obama pelo posto, o nível está mais alto do que nunca.


DO BLOG O ANTAGONISTA

Claudia Leitte e a democrattização da culttura

Segundo Mônica Bergamo, os advogados de Claudia Leite afirmaram, “na defesa apresentada ao Ministério da Cultura por causa da reprovação das contas dela na Lei Rouanet… que a turnê ‘acarretou na democratização do acesso à cultura’. A pasta usou a falta de comprovação da doação de ingressos como argumento para mandar a artista devolver R$ 1,2 milhão.”

A democrattização da culttura.

nov
13
Posted on 13-11-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 13-11-2016


Myrria, no jornal A Crítica (AM)

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