O Rio bate palmas para Peppino,hoje,ao vivo,no Teatro Municipal !!!

Vai perder?

BOA TARDE!!!
(Gilson Nogueira)

DO PORTAL DE NOTÍCIAS TSF (PORTUGAL)

Em Dixville Notch, Hillary Clinton conquistou metade dos oito votos disponíveis. Trump teve dois, o libertário Gary Johnson um e ainda houve um eleitor a escrever à mão o nome de Mitt Romney.

Jorge Garcia

A vila de Dixville Notch, no estado de New Hampshire, é conhecida há muitos anos por ser a primeira a divulgar os resultados das eleições presidenciais. Com apenas oito residentes, e cinco vezes mais jornalistas a assistirem à votação, rapidamente os resultados foram conhecidos.

Hillary venceu com quatro votos, contra dois de Trump, um de Gary Johnson. Um dos residentes optou por escrever à mão o nome de Mitt Romney.

Nas últimas eleições na vila, em 2012, Obama e Romney ficaram com cinco votos cada, mas nas três eleições anteriores, a pontaria dos habitantes de Dixville Notch revelou-se acertada, com a maioria dos eleitores a votarem em Obama e em George W. Bush, por duas vezes.

Mas nem sempre foi assim. Em 1960, os nove habitantes de Dixville Notch votaram em Richard Nixon, mas quem acabou por vencer as eleições foi J.F. Kennedy.

Bahia em Pauta reproduz, abaixo, o artigo de Zé Américo Silva, sobre reforma política e marketing, publicado no Facebook (3/11), que merece leitura atenta pela atualidade do tema e a qualidade do conteúdo. Ao mesmo tempo, parabenizamos o competente e bem humorado profissional de publicidade da Bahia (e do País), amigo do peito deste editor do BP, pelo seu aniversário, festejado ontem,7/11. Parabéns, Zamérico. E vamos lá!!! (Vitor Hugo Soares)

Reforma política X Profissionais de MKT e…

Zé Américo Silva

Já esta em pauta mais uma vez a discussão sobre a famigerada reforma política. Reforma que muitos acreditam ser a mãe de todas as reformas tal a sua importância.

Mas pelo andar da carruagem vai ser mais uma e não aquela reforma que toda a sociedade deseja.

Como sempre a discussão está restrita a uma comissão interna do Congresso e pouco se vê de novidade sobre a pauta dessa comissão. A discussão tem que ser ampla e devidamente divulgada para que possamos ter mais debates e, consequentemente, maior transparência possível.

Se for a toque de caixa será mais um arremedo e, portanto, mais uma frustração.
Devo admitir que o presidente da comissão é um jovem deputado e pela sua postura e desenvoltura política merece certo crédito de confiança. Trata-se do peemedebista baiano Lúcio Vieira Lima. Figura de grande trânsito entre as mais variadas correntes políticas da casa e que goza de grande simpatia da imprensa. O deputado, certamente, não vai querer ser mais uma diante de tema tão robusto.

Não quero dizer com isso que estamos garantidos, mas já é um bom começo.
Mas que tal se o deputado Lúcio convocasse os mais variados segmentos que compõem a “cadeia produtiva” do marketing político – agências, produtoras, gráficas, associações profissionais – para ouvi-los e quem sabe tirar das experiências vividas alguma lição para as futuras campanhas, no quesito despesas e prestação de contas dos gastos desse setor.

Tá mais que na hora de nós, os profissionais do mkt, deixarmos de ser os vilões dos custos de campanhas políticas.
Todos que trabalham sabem que poucos ganham fortunas. Os verdadeiros profissionais, os que ralam criando e produzindo exaustivamente durante o período de campanha no rádio, tv e web, ganham pelo suor do seu trabalho e passam ao largo dos esquemas milionários que hoje estão sob a mira da PF e do MPF.

Todos querem reduzir custos, mas deixar de pagar o justo por quem rala e rola nas campanhas não é o correto. Muito menos eleger esses profissionais e seu trabalho como vilões dos custos estratosféricos de determinadas campanhas e força-los a entrar nos esquemas de caixa 2, recebendo muitas vezes os cachês em dinheiro vivo.

Por isso, discutir reforma política sem ouvir o segmento do marketing é o início de uma reforma com a possibilidade de grandes falhas no resultado final.

Vamos lá?

BOM DIA E BOM VOTO, AMÉRICA!!!

(Vitor Hugo Soares)

DO EL PAÍS

Joan Faus

Washington

Na véspera da eleição presidencial, a democrata Hillary Clinton mantinha na segunda-feira, 7, uma vantagem de três pontos sobre o republicano Donald Trump, de acordo com a média das pesquisas compiladas pela publicação Real Clear Politics. Clinton tem o apoio de 47,2% e Trump de 44,2%. No meio da semana passada, a vantagem caiu para 1,3 pontos, mas voltou a crescer nos últimos dias. Há 10 dias, antes que o FBI começasse a examinar novos e-mails de Clinton, nos quais não encontrou nenhum delito, a diferença era de cinco pontos.

Clinton mantém uma vantagem de quatro pontos sobre Trump, de acordo com uma pesquisa feita pela rede CBS News realizada entre 2 e 6 de novembro. Outra pesquisa realizada pela Bloomberg Politics, entre 4 e 5 de novembro, mostra uma intenção de voto a favor da democrata de 44% contra 41% do republicano

Além das pesquisas de voto geral, a chave para a eleição está nos Estados mais disputados, já que, na maioria deles, o candidato com mais apoio leva todos os votos eleitorais do Estado. Há 538 votos eleitorais em jogo. O candidato que obtiver 270, ganha as eleições.

Clinton tem garantidos 203 votos no Colégio Eleitoral e Trump 164, de acordo com as médias de pesquisas do Real Clear Politics. Falta definir 171, e serão esses que vão fazer a balança pender.

Dos Estados indecisos, a Flórida é o que concede mais votos eleitorais: 29. Ali, as pesquisas apontam para um empate. Uma diferença mínima de votos em um punhado de condados pode ser a chave que vai determinar quem será o próximo presidente.

Clinton lidera na Pensilvânia (que possui 20 votos), Michigan (16) e Virgínia (13), enquanto Trump está na frente em Ohio (18), Geórgia (16) e Carolina do Norte (15).

nov
08
Posted on 08-11-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 08-11-2016

Pede pra sair
Simanca, no jornal A Tarde (BA)

Pede pra sair

O presidente Temer decidiu excluir o ator Wagner Moura do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, para o qual foi nomeado pela ex-presidente Dilma.

Um gesto impensado, pois o ator poderia dar importante contribuição para a segurança pública, com sua experiência nos filmes “Tropa de Elite” e “Narcos”.

Moura viveu a situação tanto do lado policial quanto do crime organizado. É conhecimento que a República não pode dispensar. O homem tem pegada até para substituir o ministro da Justiça.

Papo com pompa

O chamado Conselhão foi criado pelo então presidente Lula no primeiro ano do primeiro mandato.

Comparado seu escopo – desenvolvimento econômico e social – à realidade presente, vê-se que não aconselhou nada, ou aconselhou mal, ou não foi ouvido.

Pede pra sair

O presidente Temer decidiu excluir o ator Wagner Moura do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, para o qual foi nomeado pela ex-presidente Dilma.

Um gesto impensado, pois o ator poderia dar importante contribuição para a segurança pública, com sua experiência nos filmes “Tropa de Elite” e “Narcos”.

Moura viveu a situação tanto do lado policial quanto do crime organizado. É conhecimento que a República não pode dispensar. O homem tem pegada até para substituir o ministro da Justiça.

Papo com pompa

O chamado Conselhão foi criado pelo então presidente Lula no primeiro ano do primeiro mandato.

Comparado seu escopo – desenvolvimento econômico e social – à realidade presente, vê-se que não aconselhou nada, ou aconselhou mal, ou não foi ouvido.

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