BOA TARDE!!!

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Isso é que é sair por cima

O Radar da Veja informa que Joesley Batista, um dos donos da JBS e investigado na Operação Greenfield, terá algo com que se alegrar: acabou de receber seu Gulfstream G650. O jatinho é um dos mais caros da aviação executiva – um mimo de US$ 65 milhões.

nov
06

DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Neto é o xis da questão em 2018

Na equação eleitoral de 2018, falta uma incógnita: o prefeito ACM Neto, que, embora com muita vontade, não pode nem pensar em manifestar-se neste momento, pois dois anos é tempo demais em política e o próprio país está com o rumo indefinido.

É provável que, com a ajuda federal via PMDB, possa contar no interior do Estado com apoio que equilibre os números, o que valorizaria o domínio que tem em Salvador. São condições a ser aferidas oportunamente para a melhor decisão.

Não concorrer não seria um estorvo para o prefeito, que concluiria sua obra na Prefeitura em 2020, preparado para a eleição seguinte de governador. O problema será se disputar agora e perder, daí o apuro que exige a questão.

O velho ACM não arriscava o nome à toa. Neto deve ter aprendido essa lição. Em 2008, já sem o preceptor, candidatou-se a prefeito para lançar a semente de sua liderança, com êxito, pois teve votação no mesmo patamar dos dois primeiros.

Quatro anos depois, bastaria que chegasse ao segundo turno para justificar a participação. Foi além: venceu o primeiro e o segundo, um bônus de certa forma inesperado. Para o governo do Estado, porém, não é obrigatório que a história se repita.

Wagner seria essencial na chapa de Rui

O governador Rui Costa, por informação ou precaução, movimenta-se ostensivamente para reforçar sua chapa. A presença do ex-governador Jaques Wagner em função de proa no governo a partir ainda deste ano praticamente o faz candidato ao Senado.

Vale frisar que a confirmação de Wagner vem depois que se divulgou, em nível nacional, que o PT designaria seus principais nomes nos Estados para concorrer a deputado federal, com o procedente objetivo de formar uma bancada forte na Câmara, já que a presidência da República parece distante.

Wagner seria, de fato, o melhor companheiro com que Rui poderia contar na eleição majoritária, pois seus dois mandatos de governador certamente lhe conferiram prestígio e conhecimento em todo o Estado. Para completar a chapa, sobraria material humano suficiente.

Resta lembrar a tradição baiana mais que cinquentenária de jamais se eleger senador de fora da chapa do governador, numa espécie de solidariedade fatal. É preciso muita confiança para arriscar o pescoço quando se sabe que o adversário é osso duro de roer.

SIMONA,MEU REI,VOCÊ FOI UM DOS MAIORES DO MUNDO!

BOM DOMINGO!!!

(Gilson Nogueira)


A candidata democrata, Hillary Clinton, embarca em seu avião de campanha. JUSTIN SULLIVAN (AFP) /


DO EL PAÍS

Yolanda Monge

A bordo do avião de campanha de Clinton

Não chega a ser pânico, aproxima-se mais da angústia, de um medo que para sempre será chamado de ‘o fantasma do Brexit’ (se não de Trump). Mas não resta dúvida de que há ansiedade, uma ansiedade tão intensa que se fosse matéria poderia ser cortada dentro do avião de campanha que transporta ininterruptamente a candidata democrata à Casa Branca, Hillary Clinton. Restam 72 horas para o dia das eleições e a equipe de campanha da ex-secretária de Estado dá mostras de nervosismo devido a algumas pesquisas confusas e pouco favoráveis. Perigosas turbulências surgiram em uma rota que parecia livre de obstáculos no caminho à presidência.

Classista em sua distribuição de assentos, é missão impossível — se alguém aprecia a própria integridade física — tentar avançar além da fila 10 para fazer algumas perguntas, ou pelo menos ter um primeiro plano, ainda que mudo, de Hillary Clinton. Um dos vários agentes do Serviço Secreto que viajam com a ex-primeira dama aparece praticamente do nada para fechar o caminho: “Não é possível ir mais adiante, ma’am (senhora)”.

Estamos no meio da tarde de sexta-feira, e Clinton ainda não embarcou depois de concluir o ato em Detroit, que seria o segundo do dia depois de Pittsburgh — restariam duas paradas mais, Cleveland e Miami —, mas uma equipe estranhamente ampla de espectadores já subiu. Tem sentido. Faz parte da lógica do medo. Rodear-se de quem pode ter respostas para a incerteza.

Da pista, através das janelas, era possível ver o diretor de mídias digitais, Teddy Goff, e a diretora política da campanha, Maya Harris. A equipe de imprensa confirmava também a presença da voz da candidata democrata, o homem que escreve seus discursos, Dan Schwerin. E ainda o presidente da campanha, John Podesta.

Todos inacessíveis. Fechados em sua bolha particular de poder e informação, que no fim de semana passado, porém, parecia um pouco mais vulnerável devido às pesquisas de opinião. De repente, dava a impressão de que o dia 26 de outubro estava muito distante, apesar de não ter se passado mais de uma semana. Naquele dia, a mulher que na próxima terça-feira poderá fazer história, se misturou aos reles mortais e ofereceu bolo ao corpo de imprensa na comemoração de seus 69 anos. Eram dias de vinho e rosas. Pesquisas favoráveis e nenhuma presença de turbulências ou nuvens ameaçadoras no horizonte.

Desde então, Clinton não voltou a sair de seu espaço privilegiado do Boeing 737, onde se recupera, se recompõe, retoca o penteado, a maquiagem e, às vezes, o vestuário, antes de voltar à arena, às vezes com a voz dando mostras de total esgotamento depois de um longo dia com comícios em quatro Estados, da Pensilvânia à Flórida, passando por Michigan e Ohio.

Se no dia 26 do mês passado Hillary estava comemorando, no dia seguinte o FBI estragava sua festa e colocava em xeque, talvez, o resultado final da eleição. Foi nesse dia que o diretor do Federal Bureau of Investigation, James Comey, informou por meio de uma confusa missiva ao Congresso que seus homens examinariam certos e-mails associados a Clinton.

Foi então que apareceram obstáculos no radar político do avião praticamente novo que Hillary decidiu inaugurar em setembro passado para viajar com a imprensa. Antes disso, ela o fazia de seu jato privado e o corpo de repórteres, câmeras, técnicos e fotógrafos a seguia em fila em uma aeronave diferente. Esse sistema se tornou, desde o início da campanha, um símbolo de que a ex-secretária de Estado queria colocar distância com a imprensa para tentar proteger sua segundo tentativa de chegar à Casa Branca. Isso mudou quando faltavam pouco mais de dois meses para 8 de novembro, dia de eleições.

Passa de uma da madrugada e o “H” com o logo azul de Hillary impresso em uma asa se reflete nas janelas de persianas ainda impolutas do aparelho. Em uma lateral do avião se lê o lema da campanha: Stronger Together (Juntos somos mais fortes). Sobre os assentos estão largadas cascas escurecidas de bananas. Também restos do que foi o jantar às 6 da tarde: hommus, pão árabe e guardanapos com o onipresente “H” azul, a cor de muitos dos famosos conjuntos de calça e blazer da candidata. O rumo apontado pelo radar é Miami (Flórida), saindo de Cleveland (Michigan). A noite está aberta e no céu não há turbulências. Se soubesse disso, Hillary teria pedido o mesmo para a reta final de sua luta pela Casa Branca ao soprar as velas de seu aniversário.

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Beyoncé: “Quero que minha filha cresça com Hillary como presidenta”

Com o objetivo de mobilizar o voto afroamericano, nada seguro no campo da candidata democrata, Hillary Clinton visitou Cleveland (Ohio) na noite de sexta-feira para oferecer um concerto único a um público louco por música. Os estrategistas de campanha esperam que esse mesmo público vá votar em massa.

O rapper Jay Z precedeu Beyoncé no palco —ela que fez um forte apelo em favor da candidatura de Clinton. “Quero que minha filha cresça vendo uma mulher liderar nosso país e sabendo que suas possibilidades são ilimitadas.” “Esse é o motivo por que lhe dou meu apoio.”

O centro de convenções onde se realizava o concerto se transformou em um grito unânime enquanto os mais jovens gritavam em coro “Votem, votem, votem”.

Hillary Clinton encerrou o ato citando o próprio Jay Z. “Rosa Parks se sentou (no ônibus) para que Martin Luther King pudesse andar. E Martin Luther King andou para que Barack Obama pudesse ‘correr’ (para a presidência). E Barack Obama correu para que todas as crianças possam voar!”

nov
06
Posted on 06-11-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 06-11-2016


Sinovaldo, no jornal NH (RS)

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Sérgio Moro vai prender Lula?

O Estadão perguntou a Moro aquilo que todos os brasileiros querem saber. Eis a resposta:

“Estado – O sr. vai mandar prender o Lula?

Moro – Esse tipo de pergunta também não é apropriado, porque a gente nunca fala de casos pendentes.

Estado – A defesa do ex-presidente alega suspeição do sr reiteradamente.

Moro – Como juiz, eu tenho uma série de limitações sobre o que eu posso e o que eu não posso falar. Uma das minhas proibições é falar sobre casos pendentes. Então, sobre casos que ainda não foram julgados, eu não tenho condições de fazer qualquer afirmação.”

Mas nós sabemos a resposta.

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