Viva a poesia de Manoel Bandeira!!! Salve a música de Paulo Diniz!!!

BOA TARDE!!!

(Vitor Hugo Soares)

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DO JORNAL DO BRASIL (EDIÇÃO ONLINE)

O hacker que clonou o celular de Marcela Temer e chantageou a primeira-dama, Silvonei José de Jesus Souza, foi condenado a cinco anos, 10 meses e 25 dias de prisão em regime fechado por estelionato e extorsão, além de multa. A sentença vem apenas seis meses após a abertura do inquérito, que tinha ganhado classificação “prioritária”.

Silvonei, que chegou a pedir R$ 300 mil a Marcela Temer para não vazar fotos íntimas e áudios, deve cumprir a pena em Tremembé, no interior de São Paulo.
Inquérito foi classificado como “prioritário” e sigiloso; Sentença levou apenas seis meses

O inquérito foi aberto depois que o então secretário da Segurança Pública, Alexandre de Moraes, agora ministro da Justiça, foi informado sobre a ação. Moraes, tido como amigo de Michel Temer, teria determinado que policiais de sua confiança assumissem a apuração. O delegado Rodolpho Chiarelli assumiu as investigações e decretou sigilo nos autos.

A defesa de Silvonei criticou a decisão de colocar um réu primário em regime fechado por cinco anos. O hacker tem 35 anos.


DO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Excesso de presidências engordaria Imbassahy

Já nos referimos aqui a colunas da imprensa nacional cujas especulações são em geral vazias e quase sempre movidas por interesses específicos em jogo. Mas neste caso pode-se dizer que a Radar on line, da revista Veja, tem razão.

O deputado Antonio Imbassahy (PSDB) quer ser presidente da Câmara, mas enfrenta “oposição sistemática” do ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) e do prefeito ACM Neto (DEM), justamente os outros dois pilares que com ele fazem a base da oposição baiana.

No jogo político, os dois estão cobertos de razão. A Bahia já tem lideranças demais. Imbassahy, embora ex-governador e ex-prefeito, não teve ainda, em sua fase de readaptação pós-carlista, um vestibular que o colocasse naturalmente entre os candidatos a governador, como Geddel e Neto.

A presidência da Câmara é poder que não acaba mais, a menos que o cidadão se chame Eduardo Cunha. E Imbassahy está querendo fortalecer-se de tudo que é lado, tanto que o seu liderado vereador Paulo Câmara, num ambiente que lhe é francamente desfavorável, insiste em um terceiro mandato na presidência da Câmara Municipal.

Um projeto em risco

O prefeito Neto apressou-se a desmentir qualquer mal-estar de sua parte quanto à pretensão de Imbassahy. Do ministro Geddel ainda não se ouviu nenhuma palavra.

O tema, naturalmente, é delicadíssimo. Afinal, a trinca tem um projeto comum na Bahia, e uma rachadura desse quilate poria tudo a perder no nascedouro.

EM DIA DE ADEUS AO GRANDE CARLOS ALBERTO TORRES, UM CANTO TRISTE, SOZINHO.

SAUDADES!!!

(Gilson Nogueira)

DO EL PAIS

Guilherme Padin

Carlos Alberto Torres, que assina o gol que é o maior símbolo do futebol-arte do Brasil, se foi nesta terça-feira. O capitão da seleção brasileira tricampeã em 1970 morreu aos 72 anos, em sua casa no Rio de Janeiro, vítima de um infarto e até os últimos anos de vida lembraria com alegria seu feito épico nos últimos minutos da final da Copa do Mundo do México, diante de mais de 100 mil pessoas presentes no Estádio Azteca. Foram seguidos dribles de Clodaldo, passes de pé em pé até a bola chegar a Pelé, que, de forma magistral, previu a passagem de seu amigo Carlos Alberto Torres, o lateral e capitão que ali mais parecia um ponta. O Capita bateu cruzado para coroar a vitória da maior seleção brasileira (para muitos, do mundo) de todos os tempos.

“Foi uma jogada muito bonita que representou o que foi aquela seleção. A maioria dos jogadores tocou a bola, de um lado para o outro, sem que os italianos, que também tinham uma grande equipe, pudessem fazer nada”, definiu Capita em entrevista ao EL PAÍS em 2014. O júbilo por fazer o último e mais significativo gol daquela final aumentaria ainda mais com a honra de erguer a taça diante de toda torcida presente no local, em um gesto idealizado e feito pelo compatriota Bellini no primeiro título mundial brasileiro, em 1958, e repetido desde então por todo o mundo do futebol. “O mais importante é que conversávamos entre todos e que havia liberdade para dizer o que pensávamos. No fim de cada semana, comentávamos todos os aspectos. Isso criou uma seleção muito unida para desenvolver o jogo bonito que tanto é lembrado”, comentou o capitão da equipe dirigida por Zagallo e que tinha ainda
Pelé, Tostão, Rivellino e cia.

Pelé, que foi parceiro de Carlos Alberto no Santos, na equipe canarinho e no New York Cosmos, dos Estados Unidos, lamentou a morte de seu amigo. “Fico triste com a morte do meu amigo-irmão Carlos Alberto, nosso querido Capita”. Infelizmente a gente tem que entender isso e que a vida continua”, disse o jogador em nota oficial. Foi no Cosmos que a dupla faria sua última parceria no gramado – foi no time de Nova York que o lateral encerrou a carreira em 1982.

Antes, Carlos Alberto teve uma carreira vitoriosa em grandes clubes brasileiros, como Fluminense (onde foi revelado), Flamengo, Botafogo e Santos. Na equipe do litoral paulista, onde passou quase metade de sua carreira, ganhou, entre outros títulos, duas vezes a Taça Brasil (à época, equivalente ao Campeonato Brasileiro) na companhia de jogadores como Gilmar, Mengálvio, Coutinho e Pelé, um de seus grandes companheiros no futebol, senão o maior.

Em 1983, já como técnico, conquistou o Campeonato Brasileiro sob o comando do Flamengo. Menos vitorioso como treinador do que como jogador, seguiria com a prancheta até 2005. Junto do candidato Paulo Ramos, do PDT, tentou, em 2008, a vice-prefeitura do Rio de Janeiro, mas sem sucesso. Dois anos depois, começou sua carreira como comentarista esportivo no canal SporTV, onde atuou até seus últimos dias de vida.


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Posted on 26-10-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 26-10-2016


DO EL PAÍS

Afonso Benites
Brasília

A PEC 241, a proposta de emenda à Constituição para congelar os gastos públicos por até 20 anos, foi aprovada em seu segundo e definitivo teste na Câmara dos Deputados e agora segue para ser avaliada pelo Senado, onde se prevê que o Governo Temer pode ter maior dificuldade do que teve até o momento. A vitória desta terça, por 359 votos a favor (eram 308 necessários para passar a medida), 116 contrários e duas abstenções, era esperada, mas ainda assim considerada crucial para o Planalto, ávido por enviar a mensagem de que sua ampla maioria no Legislativo não foi abalada pela prisão do ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e a possibilidade de que o nome forte do PMDB colabore com a Operação Lava Jato e entregue ex-aliados.

O texto da PEC 241, que na prática muda a forma que Constituição de 1988 determinou os gastos com saúde e educação, ainda precisa passar por duas votações no Senado para que se transforme em lei. O cronograma do Governo é que a tramitação no Senado comece ainda neste ano. A gestão Temer afirma que a medida é essencial para conter a trajetória de alta dos gastos públicos e rombo já existente em caixa. A alteração, no entanto, é criticada por especialistas que temem queda de investimento na área social e pelos que consideram o período de congelamento, de até 20 anos, longo demais.

Na primeira votação da PEC 241 na Câmara, no começo do mês, o placar final foi de 366 a favor, 111 contrários e duas abstenções – 58 votos a mais do que os 308 necessários para a aprovação da proposta. Com a votação desta terça-feira, o Governo perdeu o apoio de sete parlamentares e a oposição ganhou cinco votos. A alteração no placar, ao menos por enquanto, não deve alterar a divisão de forças no Legislativo. Temer segue tendo uma base capaz de aprovar boa parte das propostas que necessita para aprovar seu ajuste fiscal. De qualquer maneira, quando o número de traições cresce, um sinal amarelo acende e deverá forçar uma intensificação das conversas do presidente e seus ministros com os deputados.

Fantasma de Cunha

Inicialmente, a sessão estava prevista para ser concluída durante a madrugada desta quarta-feira, mas a base governista acelerou vários procedimentos e conseguiu encerrar a votação por volta das 21h.

Como era esperado, o fantasma de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o ex-todo-poderoso presidente da Câmara que está preso preventivamente pela operação Lava Jato, rondou o Legislativo. Em vários momentos, o nome dele era lembrado. Manifestantes que ocuparam a galeria da Casa cantavam: “O Cunha já foi preso e vai ter delação. O Temer e o Congresso vão sair de camburão”.

As ofensas não partiram apenas de manifestantes, mas também de deputados. Enquanto Carlos Marun (PMDB-MS) – que era da linha de frente da tropa de choque do deputado cassado – discursava, um colega seu perguntava repetidamente: “cadê o Cunha, cadê o Cunha, cadê o Cunha?” Irritado, Marun respondeu: “Está preso te esperando”.
Dificuldades no Senado

Nesta quarta-feira, o presidente Temer deverá jantar com senadores para demonstrar sua preocupação pela aprovação da PEC 241 na Casa. Apesar de ter uma base consistente, ele sabe que os senadores são mais debatedores do que os deputados, principalmente quando o assunto é ajuste fiscal. Internamente na base, já há uma disputa para saber quem será o relator da proposta no Senado. Além disso, a tendência é que cresçam os protestos sociais contra a proposta. No primeiro turno, boa parte da população foi pega de surpresa, porque as discussões ocorreram no início da campanha eleitoral. No Senado, não haverá esse desvio de foco.

Outro motivo que está no radar do Governo é que, ao contrário do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), seu colega do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), não teria dívidas com a gestão Temer, o que o torna mais independente para definir a sua pauta de votações. Maia foi eleito para a função depois que o governo peemedebista bancou sua candidatura. Calheiros comanda o Senado com a habilidade que adquiriu depois de 21 anos frequentando o salão azul.

Desde o fim de semana passado, quando quatro agentes da Polícia do Senado foram presos, a prioridade de Calheiros é votar o projeto de abuso de autoridade. Suas últimas declarações, aliás, foram mais com o objetivo de aprofundar uma crise institucional (com o Judiciário e a Polícia Federal) do que a de ser o pacificador que costuma ser. Se ele acelerar um processo, pode ser que atrase o outro. A estimativa inicial era que a votação da PEC 241 fosse concluída no Congresso todo em novembro. Agora, foi alterada para dezembro.

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Posted on 26-10-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 26-10-2016


Sid, no portal de humor gráfico A Charge Online

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Dobre a meta, ministro
O Financista 25.10.16 18:18

O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, informou que o governo já cumpriu 76% da meta de redução de cargos comissionados. Até agora, foram fechados 3.290 postos, ante os 4.301 pretendidos até dezembro.

A economia gerada já é de R$ 176 milhões. A meta é chegar a R$ 230 milhões. Dobre a meta, ministro. Essa, sim, vale a pena.

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