Memória eterna para João do Valle (83 anos festejaria este notável maranhense neste 12 de outubro se vivo estivesse) e Tom Jobim. Autores parceiros nesta maravilha musical.

BOA TARDE!!!

(Vitor Hugo Soares)


Gabriel Jesus: bolão na Venezuela

DO PORTAL TERRA BRASIL

Com o triunfo, garantido por um golaço de Gabriel Jesus e outro de Willian, o Brasil chegou a 21 pontos, ultrapassando o Uruguai, que empatou com a Colômbia, fora de casa, por 2 a 2, e agora ocupa o segundo lugar, com 20. Já a Venezuela segue na lanterna, com 2.

Pela primeira vez sem Neymar desde que assumiu o comando da seleção, Tite resolveu promover a entrada de Willian, uma opção que se mostrou certa. O meia assumiu a posição pelo lado direito do campo. Desta forma, Philippe Coutinho foi deslocado para a esquerda, onde costuma atuar no Liverpool. Já Paulinho, que cumpriu suspensão na goleada sobre a Bolívia, voltou ao time na vaga de Giuliano.

Já Rafael Dudamel fez duas mudanças no time. Roberto Rosales recuperou a posição na lateral direita, enquanto José Manuel Velázquez substituiu o suspenso Oswaldo Vizcarrondo na zaga central.

A vitória brasileira começou a ser construída depois de um erro de Daniel Hernández. Aos 7 minutos do primeiro tempo, o goleiro da Venezuela saiu jogando mal. Gabriel Jesus ficou com a bola e fez uma pintura, tocando com categoria por cobertura para abrir o placar.

Com a vitória parcial, a seleção pentacampeã passou a controlar a partida. Com boas atuações de Renato Augusto no comando do meio-campo e Coutinho, o time de Tite dominou a posse de bola, com 67%, chegou a ameaçar Hernández, mas não conseguiu ampliar.

No início do segundo tempo, o próprio Gabriel Jesus quase marcou o segundo. Aos 3 minutos, Filipe Luís fez boa jogada pela esquerda e rolou para o atacante do Palmeiras, que bateu de primeira. A bola passou perto da trave, assustando o goleiro venezuelano.

Quatro minutos depois, aos 7, foi a vez de Renato Augusto cair pelo lado esquerdo do campo. O meia, ex-Corinthians e Flamengo, cruzou na segunda trave para Willian, livre, ampliar o placar.

Na sequência, aos 12, o Brasil teve um gol bem anulado. Depois de escanteio cobrado da direita, Renato Augusto cabeceou firme. A bola ia na direção do gol, mas Gabriel Jesus, impedido, resolveu desviar. O árbitro viu o atacante adiantado e marcou a irregularidade.

Depois de levar o segundo gol, a Venezuela partiu para o ataque e chegou a ameaçar Alisson, mas também deixou espaços na defesa. Aos 17, em rápido contra-ataque, Coutinho fez ótima jogada pela esquerda e rolou para Gabriel Jesus, que vinha de trás. O artilheiro pegou de primeira, mas chutou em cima de Hernández, que fez a defesa.

Quando o jogo já se encaminhava para o fim, aos 28 minutos, os refletores do Estádio Metropolitano de Mérida apagaram. A falta de luz, porém, não afetava as placas de publicidade, os camarotes e as cabines de transmissão das equipes de televisão. A paralisação durou por cerca de 20 minutos.

Com o jogo retomado, a Venezuela tentou partir em busca do primeiro gol e passou a pressionar a saída de bola do Brasil. Os donos da casa ainda reclamaram de pênalti cometido por Marquinhos aos 35 minutos, depois de o zagueiro ter derrubado Salomón Rondón na área, mas o juiz mandou o jogo seguir.

Os venezuelanos só ameaçavam nas bolas pelo alto. Aos 43 minutos, Rondón ganhou de Miranda pelo alto, desviou de cabeça e obrigou Alisson colocar para escanteio. Na sequência, em jogada parecida, o atacante foi derrubado por Daniel Alves na área. A arbitragem, mais uma vez, deu sequência ao jogo, ignorando os protestos.

Ficha Técnica:.

Venezuela: Hernández; Rosales, Ángel, Velázquez e Feltscher; Rincón, Flores (Herrera), Peñaranda (Otero) e Juanpi (Guerra); Martínez e Rondon. Técnico: Rafael Dudamel.

Brasil: Alisson; Daniel Alves, Marquinhos, Miranda e Filipe Luís; Fernandinho, Paulinho, Renato Augusto, Willian (Taison) e Philippe Coutinho (Giuliano); Gabriel Jesus. Técnico: Tite.

Árbitro: Víctor Carrillo (Peru), auxiliado pelos compatriotas Jonny Bossio e Raúl López Cruz.

Gols: Gabriel Jesus e Willian (Brasil)

Cartões Amarelos: Velázquez, Ángel e Herrera (Venezuela); Paulinho (Brasil).

Estádio: Metropolitano de Mérida, em Mérida (Venezuela).

DO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

A compreender melhor

Realmente, é peculiar a situação do senador licenciado Walter Pinheiro na Secretaria da Educação. Deixou o PT após 30 anos de filiação e profícua carreira, e quando falou mal do partido teve a contrariedade do ex-governador Jaques Wagner.

Ora, Wagner é o grande aliado do governador Rui Costa, fê-lo seu sucessor, e Rui recebe Pinheiro no governo. É preciso mais que a compreensão normal dos fatos para entender a verdade do quadro.

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BOM DIA!!!

DO EL PAÍS

Trump declara a guerra ao Partido Republicano

Amanda Mars

Nova York

O confronto entre a direção do Partido Republicano e seu candidato presidencial chegou a tal ponto nesta terça-feira que Donald Trump já é, na prática, uma espécie de candidato independente, se é que alguma vez foi outra coisa. O empresário se revoltou contra Paul Ryan, o líder da formação em Washington e referência do pensamento conservador, por causa da rejeição deste à candidatura do magnata nova-iorquino, após uma nova polêmica. Trump acusou Ryan de fraco, tachou seus correligionários de desleais e afirmou que se sente liberado dos “grilhões”. Colocou-se à beira da ruptura com o partido.

“Apesar de ganhar o debate, é difícil fazê-lo bem quando Paul Ryan e outros lhe dão apoio zero”, disparou o candidato pela manhã no Twitter. “Nosso líder fraco e ineficaz, Paul Ryan, teve uma má teleconferência na qual seus membros protestaram por sua deslealdade”, acrescenta, alertando em seguida que já não sente nenhum dever para com seu partido: “Que bom que me libertei dos grilhões e agora posso lutar pela América como eu quero”.

Foi assim que Trump se indispôs com a agremiação, que não havia vivido uma guerra civil semelhante na sua história recente. Nesta terça-feira, a campanha de Trump não estava contra Hillary Clinton, a rival democrata na corrida pela Casa Branca, e sim contra os próprios republicanos.

O empresário chegou a se queixar de que os democratas “são mais leais” que seus colegas de partido. E não só isso: “Os desleais republicanos são de longe mais difíceis que Hillary, a Desonesta [como Trump costuma chamar a adversária]. Eles vêm para cima de você de todos os lados. Não sabem ganhar. Eu vou ensiná-los”, cutucou.

A decisão de Ryan de parar de fazer campanha por Trump foi anunciada na segunda-feira, depois de um fim de semana frenético, marcado pela retirada de outros apoios republicanos ao seu próprio candidato e pela divulgação de um vídeo de 2005 no qual Trump falava de forma agressiva e grosseira sobre as mulheres, numa conversa de alto conteúdo sexual.

Formalmente, Ryan não retirou o apoio a Trump, o que significa que continua chamando o voto para o empresário, mas o gesto de segunda-feira e a abrutalhada resposta do candidato mostram que a ruptura é um fato.

O apoio do líder republicano no Congresso sempre foi, de qualquer forma, muito distante. Ryan, que encarna a ortodoxia do pensamento conservador e a nova geração do partido, levou muito tempo para apoiar Trump, quando este já tinha arrasado nas primárias para eleger o candidato republicano à presidência.

No final, na convenção de Cleveland, em julho, quando Trump foi coroado e confirmado, Ryan apareceu no palco para apoiá-lo, mas quase não disse uma palavra amável sobre o empresário, preferindo falar da prioridade de impedir que o casal Clinton voltasse com as malas à Casa Branca.

Desde então, manteve o jogo duplo de ficar ao lado do candidato republicano, mas deixando clara a distância, e agora, quando muitos no partido começam a ver que as eleições presidenciais estão perdidas, tenta salvar sua própria reputação, bem como o controle dos republicanos nas câmaras, que também serão parcialmente renovadas em 8 de novembro.

Quem calculou mal, no entanto, foi Ted Cruz. O senador do Texas, que lutou pela candidatura nas primárias, foi vaiado na convenção de Cleveland ao negar apoio a Trump e pedir que os republicanos votassem seguindo “sua consciência”. Se tivesse ficado assim, ele seria agora, em meio às novas deserções, uma autoridade moral no partido. Mas no dia 23 de setembro, há pouco mais de duas semanas, ele se corrigiu e anunciou que votaria no empresário nova-iorquino.

São mais de 160 os republicanos que durante a corrida eleitoral negaram apoio a Trump, um candidato inesperado que estabeleceu uma conexão com as bases conservadoras. Há quadros do partido que odiaram sua atitude para com os mexicanos (acusando os imigrantes ilegais desse país de estupradores) ou para com as mulheres (por diferentes insultos vexatórios); aqueles que abominaram sua proposta de impedir a entrada de muçulmanos no país ou aqueles que detestam que ele se vanglorie de evitar pagar impostos. E há aqueles para os quais a gota que fez transbordar o copo foi o vídeo de 2005, em que denigre as mulheres.

Entre aqueles que permanecem fiéis a Trump estão seu número dois, o candidato a vice-presidente Mike Pence; o ex-prefeito de Nova York Rudy Giuliani; o governador de Nova Jersey, Chris Christie, ou o cirurgião Ben Carson, que apareceu na televisão para defendê-lo.

Ganhando ou perdendo, o fenômeno Trump prejudicou seriamente o partido. Se for presidente em 8 de novembro, o divórcio entre os eleitores e a direção do partido estará inevitavelmente consumado. Se perder, o chamado Grand Old Party (GOP) terá de reconstruir a confiança rompida entre muitos eleitores, depois de ter colocado a um passo do Governo dos Estados Unidos um magnata que rompeu boa parte dos valores republicanos.

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Posted on 12-10-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 12-10-2016


Gabriel Renner, jornal Zero Hora (RS)


DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

BNDES SUSPENDE CONTRATOS DE OBRAS NO EXTERIOR

O BNDES anunciou hoje que vai revisar 47 projetos de financiamento de obras no exterior de empreiteiras enroladas na Lava Jato, num total de US$ 13,5 bilhões.

Desse volume, US$ 7 bilhões se referem a 25 contratos em execução, em relação aos quais o banco já liberou US$ 2,3 bilhões. O restante está bloqueado desde maio, quando a AGU moveu ação civil contra as empresas.

Foram suspensos financiamentos para obras dos grupos Odebrecht, OAS, Queiroz Galvão, Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez em Argentina, Cuba, Venezuela, Guatemala, Honduras, República Dominicana, Angola, Moçambique e Gana.

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