BOA TARDE!!!

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11

DO PORTAL G1/ O GLOBO

Fernanda Rouvenat

Do G1 Rio

O governo do Rio de Janeiro confirmou nesta terça-feira (11) a saída do secretário de Segurança Pública do estado, José Mariano Beltrame, do cargo. De acordo com a assessoria de imprensa do governo, apesar da confirmação, o secretário só deixará o cargo após o segundo turno das eleições. Beltrame foi quem pediu demissão, segundo o estado. O substituto ainda não foi escolhido.

O governador licenciado do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, disse nesta manhã, em Brasília, que vai pedir para que José Mariano Beltrame fique no governo até o fim da gestão, em dezembro de 2018. No entanto, Pezão disse que o secretário está “cansado” e, por isso, não pode exigir a permanência dele.

Pezão falou com jornalistas em Brasília, após uma reunião com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Questionado sobre uma eventual saída de Beltrame, o governador licenciado disse que não conversou com o secretário e que não sabe se ele tocou no assunto em reunião com o governador em exercício, Francisco Dornelles.

“Eu não tive a oportunidade de falar com ele. Se eu tiver a oportunidade, vou pedir para ele que fique até o fim do governo. Agora eu também não posso exigir que uma pessoa que está há 10 anos à frente da segurança pública continue. Eu me preocupo muito, porque ele está cansado.”

Pezão afirmou ainda que em novembro, quando voltará da licença médica, deverá ter uma conversa com Beltrame. “Ele respeitou muito a minha doença. Ele falou: ‘Pezão, eu vou esperar você voltar para a gente conversar’. E eu volto em novembro”, afirmou Pezão.

José Mariano Beltrame está na Secretaria de Segurança desde 2007. Ele é formado em Direito pela Universidade Federal de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, em Administração de Empresas e Administração Pública pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Especializou-se em Inteligência Estratégica na Universidade Salgado de Oliveira e na Escola Superior de Guerra.

Fez curso de Inteligência da Secretaria Nacional de Segurança Pública e de Análise de Dados de Inteligência Policial, Sistema Guardião. Ingressou no Departamento de Polícia Federal no ano de 1981 como agente, principalmente, na área de repressão a entorpecentes. Exerceu funções no setor de inteligência, combatendo o crime organizado em vários Estados brasileiros

Na Superintendência da Polícia Federal no Rio de Janeiro, como delegado de Polícia Federal, Beltrame foi coordenador da Missão Suporte, chefe do Serviço de Inteligência e da Interpol.
Beltrame comentou nesta terça-feira a operação em Copacabana na segunda-feira (Foto: Reprodução/Twitter)

Operação em Copacabana

Nesta terça-feira, Beltrame disse que a polícia “cumpriu o seu papel” na operação policial que terminou com três mortos e oito presos em Copacabana na tarde de segunda. O comandante da Unidade de Polícia Pacificadora [UPP] do Pavão-Pavãozinho ficou ferido.

“As imagens produzidas ontem são péssimas para a cidade, mas a polícia não pode se omitir e, mais uma vez, cumpriu seu papel. Ontem, a UPP e o Comando de Operações Especiais evitaram novamente uma guerra entre quadrilhas”, escreveu Beltrame por meio de uma rede social.

Segundo Beltrame, uma das quadrilhas ameaça invadir outros morros da Zona Sul desde que um criminoso obteve indulto do Dia das Mães. “A exemplo do São Carlos e Turano, com inteligência policial antecipamos, neutralizamos e prendemos. Este trabalho foi possível pela presença da UPP e o trabalho integrado com o COE.”

out
11

DO BLOG POR ESCRITO ( DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Diálogo, o melhor para Rui, Neto e Salvador

Por jogada eleitoral, o diálogo terá de ser a tônica nas relações entre o governador da Bahia e o prefeito de Salvador nestes dois anos que nos separam da sucessão estadual.

Teremos de ver Rui Costa afirmando: “Vamos trabalhar com a Prefeitura pelo povo de Salvador”. E ACM Neto, a mesma coisa, levando adiante o entendimento institucional que ele mesmo defende.

Para um eventual confronto entre ambos em 2018, Rui tem certa vantagem teórica: A capital e o vasto interior serão seu campo de atuação sem precisar deixar o poder e podendo concentrar esforços desde já até a campanha.

Neto, de capacidade mais restrita fora dos limites municipais, teria um ano e quatro meses para acrescentar à gestão de Salvador fatos que deem a perspectiva de um desempenho de excelência no governo estadual.

O conflito ranzinza só favorece Neto, que é carismático e está munido de elementos positivos que lhe permitem combater tanto no campo administrativo como no político.

Rui terá um tempo para demonstrar à sociedade que não alimenta a dicotomia do “nós e eles” e chegar às eleições purificado de sentimento pessoal que o leve a fazer menos que o possível pela coletividade.

Urnas mais equilibradas

Reitere-se o que foi dito em dias passados: Neto não fará em Salvador 74% dos votos, como acaba de acontecer em sua reeleição.

A disputa, evidentemente, não será parelha, mas a eleição tem outra natureza, e Rui terá a resposta da população ao trabalho em curso na cidade.

BOM DIA!!!


Bill e Hillary em Arkansas no anos 60

DO EL PAÍS

Tom C. Avendaño

O mundo estava contra Bill Clinton em janeiro de 1992. Depois de passar semanas como o favorito entre os pré-candidatos democratas à Casa Branca, sua popularidade estava desmoronando, sua reputação era questionada, e sua liderança nas pesquisas, a poucos dias do início das primárias, era pouco valorizada. Tudo porque uma ex-repórter de TV chamada Gennifer Flowers havia contado a uma revista de fofocas detalhes da aventura extraconjugal que ela manteve durante anos com Clinton. Numa desesperada tentativa de salvar imagem e a campanha, Clinton se submeteu a uma das longas entrevistas do programa de televisão 60 Minutes ao lado da esposa, Hillary. E então algo aconteceu.

Quase no final da transmissão, o jornalista Steve Kroft comentou que achava admirável que o casal Clinton continuasse junto. Hillary cresceu para cima do entrevistador. “Não estou aqui do lado do meu homem como se eu fosse a Tammy Wynette”, reagiu, claramente irritada, em referência à primeira-dama da música country e ao seu hino Stand By Your Man (“fique ao lado do seu homem”). “Estou aqui porque o amo, o respeito e levo em conta o que ele passou. E se as pessoas acham que isso não é suficiente, bom, que diabos, que não votem nele.” A imprensa caiu matando em Hillary.
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Uns sentenciaram que Hillary havia alienado o eleitorado feminino. Outros disseram que havia alienado os fãs da música country, o que era ainda pior. No The New York Times, o colunista conservador William Safire descreveu a intervenção como pífia. “Os dois Clintons precisam resolver o problema que Hillary representa”, escreveu. Três dias depois, Bill Clinton saiu das primárias de New Hampshire com um excelente segundo lugar e o caminho livre para a vitória. O mérito coube, então e ainda hoje, a Hillary. Acabava de renascer um futuro presidente dos Estados Unidos. Mas, sobretudo, acabava de nascer uma nova forma de ser primeira-dama.
O primeiro homem no posto de primeira-dama
Margaret Thatcher, a ‘Dama de Ferro’, pinta o banheiro da sua casa, em Lamberhurst, ao lado de Denis Thatcher, seu marido e ideólogo de salão.
Margaret Thatcher, a ‘Dama de Ferro’, pinta o banheiro da sua casa, em Lamberhurst, ao lado de Denis Thatcher, seu marido e ideólogo de salão. Daily Mail-REX / Reuters / Getty

“O posto de consorte político tem isso de ser maleável. Funciona como reflexo do que acontece na sociedade”, diz Anita McBride, chefa de gabinete da primeira-dama Laura Bush nos anos 1990 e hoje diretora de vários cursos da Universidade Americana de Washington sobre o legado das primeiras-damas norte-americanas. Mas, apesar de tanta flexibilidade, a função nunca passou por uma mudança tão substancial como a que pode estar prestes a ocorrer neste ano. Em 2016, a candidata favorita do Partido Democrata na disputa presidencial é Hillary Clinton; Bill virou o marido político que precisa servir como apoio sem se intrometer.

Se ganhar as eleições, os Estados Unidos vão enfrentar uma boa série de incógnitas protocolares. Como chamar oficialmente este primeiro-cavalheiro? A resposta mais concreta é uma brincadeira feita por Bill Clinton, que pediu que se referissem a ele como Adão, o primeiro homem. Onde ele vai trabalhar? Hillary fez história nos anos noventa ao se instalar em um escritório na ala oeste e demonstrar que um esposo político vale para algo mais além de sair nas fotos e cuidar da casa.

Mas, segundo o credo mais heteropatriarcal, um ex-presidente varão é obrigado a ter mais cautela ao aproximar-se do centro de poder. Se não, considera-se que poderia estar eclipsando ou, para as mentes ainda mais pré-históricas, manipulando sua mulher. E, acima de tudo isso, falta resolver o que o próprio Clinton comentou à apresentadora Oprah Winfrey quando foi a seu programa durante a campanha presidencial de Hillary em 2008: “Do que vou ser chamado não me preocupa tanto quanto o que podem me pedir para fazer”.
Angela Merkel vê seu marido, Joachim Sauer, depositar seu voto nas eleições que deram a ela seu terceiro mandato como chanceler da Alemanha.
Angela Merkel vê seu marido, Joachim Sauer, depositar seu voto nas eleições que deram a ela seu terceiro mandato como chanceler da Alemanha. Daily Mail-REX / Reuters / Getty

Nos EUA, o trabalho da primeira-dama é mais marcado pelas expectativas do que pelas obrigações, e o que se espera historicamente dela é que seja, acima de tudo, mãe e esposa. Todas as primeiras damas desde 1992 tiveram de enviar receitas personalizadas à competição anual de preparo de biscoitos da revista Family Circle. Inclusive Michelle Obama, que não cozinha e antes de se mudar para a Casa Branca era o principal esteio econômico de sua família.

A tímida chegada das mulheres ao poder norte-americano está colocando em evidência quão caduca, se não inútil, é essa perspectiva tão sexista. Atualmente existem, na esfera imediatamente inferior, seis governadoras. Todas casadas e em famílias espalhadas por todo o país. Três são republicanas, e três, democratas.
O argentino Juan Domingo Perón, marido político incorrigível. Sua primeira mulher, Evita, quase foi nomeada vice-presidenta. A segunda, Isabel Perón (na foto), governou o país após sua morte.
O argentino Juan Domingo Perón, marido político incorrigível. Sua primeira mulher, Evita, quase foi nomeada vice-presidenta. A segunda, Isabel Perón (na foto), governou o país após sua morte. Daily Mail-REX / Reuters / Getty

De seus maridos, só a metade (os de New Hampshire, Oklahoma e Carolina do Sul) dedica tempo à tarefa mais típica de uma primeira-dama: atender a mansão oficial. Chuck Franco, primeiro-cavalheiro do Novo México, está aposentado e se dedica a cuidar da residência pessoal do casal, mas não a oficial. Quem se entregou ao papel de dono de casa de forma mais pública é Wade Christensen, em Oklahoma: publicou um livro de receitas, Getting grilled (Fazendo churrasco), não como advogado que é, mas como primeiro-cavalheiro. Em vez de receitas de biscoitos, na capa ele aparece com uma bandeja cheia de carne.

Entre esses dois extremos está Andy Moffit, marido da governadora de Rhode Island e funcionário de uma das maiores consultorias do país. Ao falar com The Washington Post, resumiu assim a situação: “O melhor que ninguém tenha pensado nisso é que não há expectativas concretas. É bem libertador”. Ele continua trabalhando em período integral.
O resto do mundo já resolveu este debate

O empresário Denis Thatcher também trabalhou todos os 11 anos em que sua mulher, Margaret, foi primeira-ministra do Reino Unido. E mais, na biografia autorizada de Thatcher, o milionário aparece em ocasiões contadas, geralmente apenas para interromper reuniões noturnas e mandar a primeira-ministra dormir gritando: “Bed, woman!” (Cama, mulher!). Mas também estabeleceu um legado na intimidade, lendo para Margaret as planilhas de balanço nas quais ela engasgava e aconselhando-a em questões de economia.
Susana Martinez, governadora do Novo México (EUA), é a única do casal que trabalha; seu marido, Chuck, está aposentado há anos.
Susana Martinez, governadora do Novo México (EUA), é a única do casal que trabalha; seu marido, Chuck, está aposentado há anos. Daily Mail-REX / Reuters / Getty

Na Austrália, Julia Gillard, primeira-ministra entre 2010 e 2013, tinha uma estratégia de relações públicas nos corredores do parlamento: seu namorado, Tim Mathieson, um cabeleireiro risonho que era amigo e cortava o cabelo de políticos de todas as facções. Quando alguém precisava de um retoque antes de uma intervenção pública, Mathieson aparecia.

Liberados das pressões que tradicionalmente se voltam sobre as mulheres, os primeiros-cavalheiros do resto do mundo tiveram a oportunidade de reinventar o papel do esposo político. Alguns passaram de complemento a cúmplice no privado, como Thatcher. Outros, de acessório a figura acessível em público, como Mathieson.

Bill Clinton seria o primeiro a reunir essas duas características: o profissional com experiência para assessorar sua esposa e, ao mesmo tempo, o primeiro modelo público de homem que convive com uma mulher mais poderosa que ele. A própria Hillary parece estar defendendo esses dois lados.

No mês passado, em um comício em Kentucky, afirmou: “Já disse ao meu marido que ele tem de acordar e consertar a economia!”, vendendo quão útil poderia ser ter Bill como primeiro-cavalheiro. E em dezembro, em um debate, predisse que ela continuaria “escolhendo as flores e a louça para cada jantar de Estado” e que Bill iria “a missões especiais”. Assim, ela se encarregava de certas funções de primeira-dama para evitar que os meios de comunicação mais reacionários dissessem que Bill é dominado. Mas também lembrava que ela é quem manda.

Os benefícios de um consorte de tais dimensões midiáticas são incalculáveis. Em 2011, Dan Mulhern, marido da então governadora de Michigan, publicou na revista Newsweek uma carta aberta na qual explicava a seu filho quão inseguro se sentiu quando sua mulher conseguiu o posto e ele se tornou “líder da casa”.

Lamentava não ter um precedente em quem se inspirar para saber se tinha decidido o melhor. “Senti-me vulnerável, pensando no que significava ser homem”, dizia. “E não foi o fim de minha masculinidade. Foi um começo mágico.”

Em março, Michigan ficou contra Hillary Clinton: o Estado preferiu seu rival, Bernie Sanders. Bill Clinton não citou nenhum cantor country, mas prestou ajuda a Hillary com suas mensagens sobre economia. Na semana seguinte, ela venceu em Ohio. Talvez tenha acabado de nascer uma nova forma de ser esposo político.


Lucio Vieira Lima, no comando pelo sim

DEU NO PORTAL METRO1

A maioria dos deputados baianos votou a favor, em primeiro turno, do texto-base da proposta de emenda constitucional (PEC) que impõe limite ao gasto público nos próximos 20 anos. Em votação nesta segunda-feira (10), 366 parlamentares votaram a favor do texto e 111 contra. Também foram registradas duas abstenções. Ao todo, 26 deputados federais baianos votaram favoravelmente. Dez parlamentares votaram contra. Confira a lista dos deputados federais da Bahia presentes na sessão e como voltaram:

DEM
Claudio Cajado – Sim
José Carlos Aleluia – Sim
Paulo Azi – Sim
PCdoB
Alice Portugal – Não
Daniel Almeida – Não
PEN
Erivelton Santana – Sim
PMB
Pastor Luciano Braga – Sim
PMDB
Lúcio Vieira Lima – Sim
PP
Cacá Leão – Sim
Mário Negromonte Jr – Sim
Roberto Britto – Sim
Ronaldo Carletto – Sim
PPS
Arthur Oliveira Maia – Sim
PR
João Carlos Bacelar – Sim
José Carlos Araújo – Sim
José Rocha – Sim
PRB
Márcio Marinho – Sim
Tia Eron – Sim
PSB
Bebeto – Sim
PSD
Antonio Brito – Sim
Fernando Torres – Sim
José Nunes – Sim
Paulo Magalhães – Sim
Sérgio Brito – Sim
PSDB
Antonio Imbassahy – Sim
Jutahy Junior – Sim
PT
Afonso Florence – Não
Caetano – Não
Jorge Solla – Não
Moema Gramacho – Não
Nelson Pelegrino – Não
Valmir Assunção – Não
Waldenor Pereira – Não
PTB
Benito Gama – Sim
PV
Uldurico Junior – Sim

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Posted on 11-10-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 11-10-2016


Sid, no portal de humor gráfico A Charge Online

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Posted on 11-10-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 11-10-2016


DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Crivella tem o dobro de Freixo

Marcelo Crivella tem 67% das intenções dos votos válidos, segundo o Ibope. Marcelo Freixo reúne apenas 33%. Considerando votos brancos e nulos, o candidato do PRB exibe 51% e, Freixo, 25%.

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