A canção vai em memória de Jandira Soares, minha mãe (onde ela estiver), que há 15 anos partiu em uma tarde melancólica de outubro , como esta.

BOA TARDE!!!

(Vitor Hugo Soares)

DO G1

O Ministério Público Federal apresentou à Justiça nesta segunda-feira (10) nova denúncia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Além dele, também foram denunciados o empresário Marcelo Odebrecht e outras nove pessoas (leia mais abaixo as versões dos denunciados).

Além da denúncia desta segunda, Lula é réu em dois processos (um no Paraná e outro no Distrito Federal) e investigado em dois inquéritos que tramitam no Supremo Tribunal Federal, todos relacionados à Operação Lava Jato.

OS DENUNCIADOS E OS RESPECTIVOS CRIMES IMPUTADOS PELO MPF

Luiz Inácio Lula da Silva

Organização criminosa, lavagem de dinheiro, tráfico de influência, corrupção passiva

Marcelo Bahia Odebrecht

Organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção ativa

Taiguara Rodrigues dos Santos

Organização criminosa, lavagem de dinheiro

José Emmanuel de Deus Camano Ramos

Organização criminosa, lavagem de dinheiro

Pedro Henrique de Paula Pinto Schettino

Lavagem de dinheiro

Maurizio Ponde Bastianelli

Lavagem de dinheiro

Javier Chuman Rojas

Lavagem de dinheiro

Marcus Fábio Souza Azevedo

Lavagem de dinheiro

Eduardo Alexandre de Athayde Badin

Lavagem de dinheiro

Gustavo Teixeira Belitardo

Lavagem de dinheiro

José Mário de Madureira Correia

Lavagem de dinheiro

Fonte: Ministério Público Federal do Distrito Federal

Segundo o MPF, Lula atuou junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) “e outros órgãos de Brasília”, para favorecer a Odebrecht em empréstimos para obras de engenharia realizadas em Angola. Em retribuição, ainda de acordo com as investigações, a empreiteira teria pago aos envolvidos valores que, atualizados, chegam a R$ 30 milhões.

A participação de Lula ocorreu em duas fases, segundo a denúncia. Na primeira, entre 2008 e 2010, quando ainda era presidente, os investigadores entendem que Lula praticou corrupção passiva. Na segunda, entre 2011 e 2015, já sem mandato, Lula teria cometido tráfico de influência. A denúncia ainda pede a condenação do ex-presidente por organização criminosa e lavagem de dinheiro, crime que, segundo os investigadores, foi cometido 44 vezes.

Ainda de acordo com o MPF, um exemplo de lavagem de dinheiro no suposto esquema envolve a empresa Exergia Brasil, criada em 2009 por Taiguara Rodrigues dos Santos, sobrinho de Lula e que também foi denunciado.

A denúncia se refere às investigações da Operação Janus, que apura irregularidades no financiamento do BNDES para obras da Odebrecht em Angola. Na última quarta-feira (5), Lula já havia sido indiciado pela Polícia Federal no âmbito da Janus.

Obras em Angola
Segundo os investigadores do MPF, a empresa de Taiguara, apesar de não ter qualquer experiência no ramo de engenharia, fechou 17 contratos para prestação de serviços “complexos” para a Odebrecht nas obras em Angola.

Na denúncia, o MPF afirma ainda que Lula supervisionou todo o processo de captação de contratos por Taiguara junto à Odebrecht e que ele aconselhou o sobrinho sobre os negócios em Angola e o apresentou a empresários e autoridades estrangeiras nas visitas realizadas ao país em 2010.

Os investigadores afirmam que apresentaram à Justiça, como prova do suposto esquema criminoso, registros da participação de Lula em uma reunião da Diretoria de Administração do BNDES. Na reunião, ocorrida em 2010, o ex-presidente, segundo o MPF, deu orientações para que o banco organizasse uma agenda de ações para o período entre 2011 e 2014, quando Lula já não teria mais mandato.

“Ao findar o mandato de presidente da República em dezembro de 2010, Lula deixou criadas as bases institucionais, no âmbito do BNDES, para que tivesse continuidade, nos anos seguintes, o esquema de favorecimento, mediante financiamentos internacionais, a empresas ‘escolhidas’ para exportação de serviços a países da África e América Latina” , afirma um dos trechos da denúncia.
saiba mais

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Palestras de Lula
Ainda segundo o MPF, parte do dinheiro da Odebrecht para Lula foi pago em troca de palestras “supostamente” ministradas pelo ex-presidente a convite da construtora.

Os investigadores afirmaram na denúncia que o pagamento por palestras era uma maneira de Lula e a Odebrecht ocultarem o dinheiro irregular.

“Apesar de formalmente justificados os recursos recebidos a título de palestras proferidas no exterior, a suspeita, derivada inicialmente das notícias jornalísticas, era de que tais contratações e pagamentos, em verdade, prestavam-se tão somente a ocultar a real motivação da transferência de recursos da Odebrecht para o ex-presidente Lula”, disse o MPF em um dos trechos da denúncia.

Versões dos denunciados
O G1 entrou em contato com o Instituto Lula, que não havia se manifestado e, até a última atualização desta reportagem, também procurava os demais denunciados.

Na quarta-feira, quando houve o indiciamento pela PF, o instituto afirmou que Lula sofre uma “uma campanha de massacre midiático” e que, apesar de ter tido as contas “devassadas”, “não foi encontrada nenhuma irregularidade”.

A Odebrecht, que negocia um acordo de delação premiada com o Ministério Público, disse que não vai comentar a denúncia oferecida nesta segunda-feira.

Os outros casos que envolvem Lula
>> Em julho, o juiz Ricardo Leite, da 10ª Vara da Justiça Federal de Brasília, aceitou denúncia apresentada pelo MP e transformou o ex-presidente em réu, entre outros, por suposta tentativa de obstruir a Justiça, comprando o silêncio do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, um dos delatores do esquema de corrupção que atuava na estatal.

>> Um mês depois, a Polícia Federal indiciou Lula e a ex-primeira-dama Marisa Letícia pelos crimes de corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Eles passaram a ser investigados pela suspeita de que seriam os verdadeiros donos de um apartamento triplex em Guarujá (SP), o que o casal nega.

>> Além disso, em setembro, o juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato em primeira instância, acolheu denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal e tornou Lula réu em um processo que investiga se ele cometeu crimes como corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O MPF apontou o petista como “comandante máximo do esquema de corrupção identificado na Lava Jato”.

>> Na semana passada, foi a vez da Polícia Federal indiciar o ex-presidente pelo crime de corrupção passiva, por ele ter, segundo as investigações, usado da influência do mandato para favorecer um empréstimo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) à Odebrecht.

>> Por fim, também na semana passada, o ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, determinou a divisão em quatro inquéritos da maior e principal investigação da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), que apura se existiu uma organização criminosa, com a participação de políticos e empresários, para fraudar a Petrobras. Com a decisão, tomada após pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, Lula passou a ser alvo de um desses inquéritos, o que vai apurar a atuação do PT no esquema investigado.

DO BLOG POR ESCRITO ( DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

PSD pensa em vaga majoritária

No meio político, acredita-se que, com o fortalecimento do PSD na Bahia, o senador Otto Alencar reivindicará um lugar para o partido na chapa majoritária de 2018.

Seria um forte complicador, porque há duas vagas em aberto, presumindo-se que o governador Rui Costa (PT) e o vice João Leão (PP) estão garantidos.

O problema é que há candidatos demais ao Senado: Jaques Wagner (PT), Marcelo Nilo (PSL) e, naturalmente, os atuais ocupantes das cadeiras, Walter Pinheiro (sem partido) e Lídice da Mata (PSB).

A senadora, depois do afastamento compulsório para disputar o governo em 2014, voltou ao ninho antigo e até teve papel de destaque na defesa da ex-presidente Dilma.

O senador radicalizou: deixou a legenda histórica de sua vida, e mesmo assim foi presenteado pelo governador com a eleitoralíssima Secretaria da Educação.

Chamando o desastre

Uma chapa com Rui, Leão, Wagner e Pinheiro enfrentaria resistência por ser a cara do PT.

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Balança se movimenta para 2018

Os números das eleições municipais registram uma mudança que poderá acarretar nova correlação de forças para a escolha de governador do Estado em 2018.

Os partidos mais afinados ideologicamente com o governo – PT, PCdoB e PSB – foram atingidos por um furacão que reduziu suas prefeituras de 134 para 72.

Para se ter uma ideia da perda, as legendas do “núcleo duro” da oposição elegeram 100 prefeitos: o PMDB passou de 44 para 47, o PSDB, de nove para 19, e o DEM bombou: foi de nove para 34.

No grupo das siglas “profissionais”, que afagam, mas não se impedem de tomar decisões, houve bom crescimento: o PSD, de 70 para 82, e o PP, de 52 a 57.


BOM DIA!!!

DEU NO JORNAL A TARDE

Patrícia França

Depois da derrota para o DEM em Salvador e Feira de Santana, o PT briga para não perder para o PMDB o seu reduto mais antigo no Brasil: Vitória da Conquista, a terceira maior cidade da Bahia, única a ter segundo turno nesta eleição e governada desde 1997 por prefeitos petistas.

Na disputa, a ser decidida no próximo dia 30, estão o radialista Herzem Gusmão (PMDB), que venceu o primeiro turno com uma ampla vantagem de votos (47,82%) e concorre pela terceira vez à prefeitura, e o deputado estadual Zé Raimundo (PT), ex-vice-prefeito e ex-prefeito duas vezes da cidade que teve apoio de 31,69%. dos eleitores.

A briga pelo controle do município do sudoeste baiano – com PIB (Produto Interno Bruto ) de mais de R$ 4,5 bilhões e de grande valor simbólico para o PT – está mobilizando lideranças locais e nacionais da oposição e do governo – todos de olho na eleição para governador em 2018.

Ancorada numa aliança formada pelo PMDB, PTB, PRB, PPL, PSC, PSDC e PPS, Herzem Gusmão ganhou, neste segundo turno, o apoio do PSDB e do DEM do prefeito de Salvador reeleito ACM Neto.

No domingo passado, assim que foi confirmado sua reeleição em primeiro turno, derrotando a candidata governista Alice Portugal (PCdoB), ACM Neto declarou que o governador Rui Costa PT) foi o maior derrotado destas eleições na Bahia.

O resultado das urnas mostrou que o PT sofreu um encolhimento de 58%, elegendo 39 prefeitos contra 93 em 2012. Já o DEM foi o partido com melhor desempenho, saltou de nove prefeituras em 2012 para 34 em 2016 – um crescimento de 277%.

Fadiga do PT

Embora a campanha já esteja nas ruas, é a partir desta quarta-feira, 12, quando começa o horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão, que Herzem Gusmão e Zé Raimundo vão testar suas armas para ampliar o arco de apoios e conquistar o voto de mais de 65 mil eleitores – quase 30% dos 230.598 aptos a votar – que se ausentaram do pleito este ano ou votaram nulo ou branco.

Nesta segunda etapa da disputa, o tempo de propaganda eleitoral será igual para os dois candidatos (ainda não está definido se 10 ou cinco minutos, às 13 horas e às 20h30).

Herzem, que tem como grande apoiador o ministro da Secretaria de Governo e presidente estadual do PMDB, Geddel Vieira Lima, diz que o tempo dos programas será suficiente para detalhar suas propostas.

Ele aposta, ainda, na fadiga do eleitor com a administração petista depois de 20 anos, agravada pela crise política e econômica e os casos de corrupção revelados na Operação Lava Jato.

O atual prefeito de Conquista é Guilherme Menezes, que está no seu quarto mandato de prefeito e com quem Gusmão disputou o segundo turno em 2012.

“Conquista vem sinalizando o desejo de mudança desde de meados de 2008”, afirma o peemedebista, explicando que a oposição não chegou ao poder naquele ano, quando ainda não havia segundo turno no município, porque se dividiu.

Herzem, que no primeiro turno disputou com seis candidatos e teve pouco mais de 2 minutos e 30 segundos, afirma que Conquista tem três “macro necessidades”: água, aeroporto regional e energia limpa competitiva.

“O PT prometeu e não fez. Também temos problemas sérios no ensino fundamental e na saúde”, argumenta.

Legado de realizações

O candidato do PT, Zé Raimundo, acredita que pode virar o jogo e tirar partido “desconstruindo” o discurso de um adversário sem experiência administrativa. “É um candidato que só faz criticar e não tem propostas”.

O trunfo do petista, que no primeiro turno teve pouco mais de três minutos no horário eleitoral gratuito, é usar o tempo maior de propaganda para defender o legado de políticas públicas implantado no município nas cinco gestões petistas.

“Conquista está entre as 15 melhores cidades do Brasil em desenvolvimento econômico, infra-estrutura, saneamento. Temos três cursos de medicina, um hospital materno-infantil de alta complexidade, três universidade públicas. Nestes 20 anos elevamos o PIB em 340%”, lista o candidato.

Em outra frente de luta, Zé Raimundo diz que vai trabalhar para ampliar o arco de alianças. Além do reforço do PCdoB e PSB, também buscará lideranças de siglas de centro não simpáticas ao candidato do PMDB.

O petista não vê cansaço do eleitor com o seu partido, mas reconhece que a crise impactou alguns projetos no município, como a conclusão do novo aeroporto e as obras da Barragem do Caculé. “Por isso estamos dizemos que Conquista quer mais: mais saúde, educação, mobilidade. O eleitor vai saber julgar e escolher bem o novo prefeito”.

out
10
Posted on 10-10-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 10-10-2016


Elvis, no Correio Amazonense

out
10


DO EL PAÍS

Cristina F. Pereda

Correspondente Estados Unidos
Washington

O candidato republicano Donald Trump enfrenta a mais grave crise de sua campanha eleitoral. A revelação de uma gravação com comentários lascivos pode selar seu futuro. A um mês das eleições presidenciais, multiplicam-se as vozes no Partido Republicano que pedem que ele saia, um gesto insólito a esta altura da campanha. O próprio candidato à vice-presidência, Mike Pence, declarou-se ofendido por suas palavras, e a cúpula do partido freou parte da campanha. Trump reiterou neste sábado sua negativa de abandonar.

“Nunca me renderia. Nunca me rendi na minha vida”, cravou numa conversa com o jornal The Washington Post. Dessa maneira o empresário tenta encerrar o mais recente escândalo de sua campanha, que explodiu nesta sexta-feira com a divulgação de um vídeo em que se refere às mulheres em termos vulgares e degradantes. Em poucas horas vários líderes republicanos condenaram sua atitude, e alguns propuseram que se retirasse da campanha. “Não. Eu não me rendo. Tenho um apoio incrível.”

Nenhum dos escândalos provocados por Donald Trump, nem mesmo a revelação de que talvez tenha evitado pagar impostos por quase duas décadas, pôde com sua campanha até agora. Nenhum impediu que fosse apoiado pelos lideres máximos do Partido Republicano. Até agora. A revelação de um vídeo com alto conteúdo sexual, em que se gaba de “passar a mão” nas mulheres, fez com que vários republicanos pedissem sua saída, como única forma de continuar tentando a vitória em 8 de novembro.

Neste sábado, Melania Trump emitiu comunicado no qual afirma: “as palavras que meu marido usou são inaceitáveis e ofensivas para mim. Não representam o homem que conheço. Ele tem a mente e o coração de um líder”. A esposa do candidato acrescenta que espera que as pessoas “perdoem” Trump como ela fez e “se concentrem nos assuntos importantes que afetam nosso país e o mundo”.

A corrida entra numa dimensão desconhecida, com uma dos grandes partidos enfrentando seu candidato e com muito pouca margem para encontrar alternativas.

O presidente da Câmara dos Deputados e líder do Partido Republicano, Paul Ryan, condenou as palavras de Trump dizendo que lhe “embrulhavam o estômago” e anunciou o cancelamento do ato a que compareceriam no sábado em Wisconsin. Posteriormente, o aspirante à vice-presidência com Trump, Mike Pence, anunciou que também não o substituiria no evento. “Não posso perdoar suas palavras nem defendê-las”, afirmou Pence em comunicado de sua campanha no qual se mostrou “ofendido” pelo que era revelado no vídeo e afirmou que o debate que Trump e Clinton fazem neste domingo é uma chance “para demonstrar o que está de verdade em seu coração”.

Apesar do surpreendente avanço de sua candidatura desde o início das primárias, Trump desafiou todas as regras de uma campanha eleitoral, quebrou modelos e pôs contra as cordas seu próprio partido. Seus maus resultados entre o eleitorado feminino até agora já representavam um desafio nesta eleição, e agora talvez isso seja um obstáculo intransponível. Por enquanto, o site Politico informa que o Comitê Nacional Republicano cancelou o envio de propaganda eleitoral em nome de seu candidato.

O partido conservador, que há décadas constrói sua identidade em torno da defesa dos valores tradicionais para a sociedade e a família, tem hoje a cara de um homem que admitiu em 2005, meses depois de se casar com sua terceira esposa, que se sentia “automaticamente atraído” pelas mulheres “bonitas”, que “começo logo a beijá-las” e que “quando você é uma estrela, elas te deixam fazer de tudo. Agarrá-las pela boceta. O que for”.

Neste sábado, o candidato se concentrou em calar as vozes dos que pedem sua renúncia, com entrevistas aos principais jornais norte-americanos. Ao Post disse que nunca se rende e ao Wall Street Journal que há “zero possibilidade de que faça isso”. Num vídeo emitido por sua campanha, no qual pronunciou desculpas não usuais, prometeu “ser um homem melhor no dia de amanhã e nunca, nunca decepcioná-los”.

O senador Mark Kirk, um dos primeiros a rejeitar abertamente a nomeação de Trump, foi o primeiro a pedir sua saída. Kirk o chamou de “palhaço maligno” e pediu a convocação das instâncias do partido para substituir de emergência o empresário. A senadora Kelly Ayotte anunciou que escreverá à mão o nome de Mike Pence para votar pelo candidato à vice-presidência de Trump, mas não dará apoio a ele. E a ex-candidata em 2016 Carly Fiorina declarou que o nomeado deve “se afastar” pelo bem do partido. “Donald Trump não me representa, está demonstrado que não consegue assumir suas responsabilidades”, escreveu no Facebook.

As mulheres representam mais da metade do eleitorado nos EUA. Segundo as pesquisas, esse voto já vai na maioria para Clinton Depois das últimas declarações, Trump poderá perder um segmento dentro desse eleitorado, o das mulheres casadas, em que os republicanos ganharam nas últimas quatro eleições. Isso distanciaria muito Trump da vitória. No 8 de novembro pode acontecer que o machismo de um dos candidatos seja o que acabe decidindo a eleição em favor da primeira mulher na Presidência dos EUA.

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