DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Conceito publicitário desconsidera “baixinhos”

A propaganda do governo do Estado, com o visível propósito de contrapor-se ao trabalho da Prefeitura, cometeu um erro da maior gravidade: criou o conceito da “obra tamanho G”, referência indireta à baixa estatura do prefeito ACM Neto.

O fato é imperdoável, especialmente num segmento político que se arroga a defesa das minorias, dos discriminados, num discurso politicamente correto que atazanou muitos ouvidos antes de a “esquerda” chegar ao poder.

A destacar, ainda, a falta de memória para o desastroso comício da então presidente Dilma em Cajazeiras, na campanha de 2012, quando disse que Salvador não poderia ter “um prefeito pequenininho”, e com isso deu contribuição importante para a vitória de Neto.

Pelas eleições de dois em dois anos

De vez em quando vem à tona a ideia da unificação das eleições, com a votação, no mesmo dia, de quatro em quatro anos, para todos os cargos eletivos – de vereador a presidente da República –, sob o principal argumento de redução à metade do orçamento eleitoral.

Perdas irreparáveis, entretanto, viriam, como a municipalização das campanhas nacionais e a retirada do direito do eleitor de manifestar-se sobre como estão se comportando no poder os eleitos dois anos antes e seus partidos.

Em Salvador, constatou-se que a população estava obviamente mais interessada nos temas locais, e a insistência da oposição em acusar o adversário de co-autor do “golpe” só fez alargar a derrota.

Se houvesse eleição presidencial simultânea, o desempenho do prefeito certamente “contaminaria” a votação do pleito nacional, gerando uma distorção nos resultados, que se somaria à influência peculiar de milhares de outros municípios.

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