Alegria, alegria ao meu coração: é tudo o que necessito ao menos hoje.

BOA TARDE!!!

(Vitor Hugo Soares)


Herzem: pá de cal na capital do PT na Bahia

DO JORNAL A TARDE

Gilson Jorge

O radialista Herzem Gusmão (PMDB) foi eleito neste domingo, 30, prefeito de Vitória da Conquista e colocou fim a um ciclo de 20 anos de poder do PT na cidade. A derrota do candidato petista, Zé Raimundo, foi comemorada no twitter pelo prefeito de Salvador, ACM Neto, em três posts a partir das 19h17, quando os números oficiais da apuração indicavam a vitória irreversível do peemedebista.

No segundo turno, estive em Conquista e vi que a população se cansou das promessas do PT
— ACM Neto (@acmneto_) October 30, 2016

Tenho certeza que Herzem Gusmão vai fazer uma grande administração
— ACM Neto (@acmneto_) October 30, 2016

O governador Rui Costa e o PT foram os grandes derrotados no segundo turno de Vitória da Conquista
— ACM Neto (@acmneto_) October 30, 2016

Neto disse que o governador Rui Costa e o PT foram os grandes derrotados, contou que esteve em Conquista na campanha do segundo turno e que a população “se cansou das promessas do PT”. O prefeito disse ainda ter certeza de que Gusmão vai fazer uma grande administração.


Crivela faz discurso da vitória na zona oeste do Rio

DEU NO PORTAL R7

O senador Marcelo Crivella (PRB), eleito prefeito do Rio de Janeiro, afirmou que a campanha termina com a eleição e agradeceu ao apoio da Igreja Católica. Em sua primeira aparição pública após a confirmação de sua eleição, Crivella citou Deus mais de uma vez em discurso no Bangu Atlético Clube, em Bangu, na zona oeste do Rio.

O senador obteve 59,4% dos votos válidos e derrotou o deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL).

— Quero agradecer a toda a Igreja Católica que nos apoiou, vencendo uma onda enorme de preconceito, levantada na campanha eleitoral e por parte de uma mídia facciosa, inimiga jurada da nossa candidatura. Agradeço aos candomblecistas e também aos que não têm religião.

O prefeito eleito defendeu que as acusações típicas de campanhas eleitorais fiquem para trás.

— Não podemos jamais cair nas armadilhas da praga maldita da vingança. O processo eleitoral termina aqui. Acabou. Não temos memórias para injúrias, calúnias e infâmias. Agradeço a Deus porque estou cercado de pessoas que têm a alma, a natureza, a índole e a vocação da política, que é olhar para a frente.

Sobre a vitória, Crivella ressaltou que já havia sido candidato a cargos majoritários em outras oportunidades, mas fora derrotado.

— Peço a Deus que esta modesta e acidentada vida pública possa deixar para todos os cariocas esse ensinamento de que sempre chega a nossa vez quando a gente não desiste […] Que todos nós possamos ter a esperança dos que sempre lutam e a fé dos que nunca desistem.

O prefeito eleito ressaltou que “ninguém vence sozinho” e citou aliados como os candidatos derrotados no primeiro turno Índio de Costa (PSD) e Carlos Osório (PSDB), a deputada federal Clarissa Garotinho (PR), o senador Romário (PSB) e o deputado estadual Wagner Montes (PRB).

— Temos quatro anos para construir o Rio de Janeiro de nossos sonhos […] Vamos concentrar todas as nossas energias para realizar o projeto que propomos ao povo, que é cuidar das pessoas.

Democracia é Democracia e o voto é sagrado. Deve ser acatado e respeitado.
Seja quem for, seja como for, Rio de Janeiro é sempre o Rio de Janeiro.
Voemos então nas asas da música, com João e os Cariocas.

BOM DIA!!!

( Vitor Hugo Soares)

out
31

DO EL PAIS

Afonso Benites

Brasília

O segundo turno das eleições municipais neste domingo consolidou o PSDB, o partido que é o principal aliado do Governo Michel Temer (PMDB), como o grande vencedor da corrida eleitoral deste ano, marcada pelos ecos da crise econômica e política que parece ter empurrado os eleitores a uma guinada à direita. Das 19 cidades onde disputou o segundo turno, os tucanos venceram em 14: as maiores vitórias ocorreram em Porto Alegre, com Nelson Marchezan Junior, em Manaus, com Arthur Virgílio, e em Belém, com Zenaldo Coutinho. O PSDB administrará, a partir de 2017, 26 dos 92 maiores municípios brasileiros, inclusive o maior deles, São Paulo, onde João Doria Jr. foi eleito no primeiro turno. Serão 19,9 milhões de eleitores geridos por prefeitos tucanos nas principais metrópoles brasileiras.

“A onda azul está tomando conta do país”, afirmou o senador Aécio Neves, presidente nacional do PSDB, segundo o jornal O Estado de S. Paulo. Ironicamente, Aécio é um dos poucos tucanos a não poder comemorar neste domingo. Foi em seu reduto eleitoral, Minas Gerais, que o PSDB sofreu sua derrota mais simbólica. Apoiado por Aécio, João Leite (PSDB) perdeu para Alexandre Kalil (PHS) em Belo Horizonte.

O revés faz com que o senador mineiro perca força em uma acirrada disputa interna que trava com Geraldo Alckmin, o governador de São Paulo, pela candidatura presidencial do PSDB. Além de eleger Doria, Alckmin saiu duplamente fortalecido: conseguiu acabar com o cinturão vermelho do PT paulista, a faixa no entorno da capital em que os petistas dominavam a política municipal havia anos. Era o berço do PT operário, onde o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva surgiu como político.

Em Santo André, por exemplo, o PT registrou uma de suas maiores derrotas. O atual prefeito, o petista Carlos Grana, teve apenas 21,79% dos votos. O vitorioso foi Paulo Serra (PSDB), com 78,21%. As outras perdas na região ocorreram em Osasco, Mauá e São Bernardo do Campo – nesta cidade, onde Lula vota, a sigla não foi nem para o segundo turno.

Os dados no entorno de São Paulo só coroaram a decadência do PT. O partido não elegeu nenhum prefeito nas sete cidades onde disputou a segunda etapa. No primeiro turno, o PT havia eleito apenas um prefeito de capital, em Rio Branco, no Acre. Com a abertura das urnas, o secretário de comunicação do PT, Alberto Cantalice, disse em seu Twitter que as mudanças internas serão aceleradas. O discurso de refundação, capitaneado principalmente pelo ex-governador gaúcho Tarso Genro, deve ganhar força.

O campo esquerdista amargou ainda a decepção eleitoral com o PSOL, que chegou ao segundo turno em três cidades e perdeu em todas. A alta na reta final de Marcelo Freixo (PSOL) não conseguiu frear Marcelo Crivella (PRB), que conquistou uma vitória sem precedentes para seu partido e para a denominação evangélica que controla a sigla, a Igreja Universal.

Enquanto isso, Ciro Gomes (PDT), ventilado como uma das opções de uma possível frente de esquerda em 2018 que poderia incluir um debilitado PT, celebrava. O candidato dele em Fortaleza (CE), Roberto Cláudio (PDT), venceu uma com folga a disputa contra Capitão Wagner (PR).
Pulverização de partidos

Os efeitos do novo panorama municipal não se resumem apenas ao tabuleiro da corrida presidencial. Segundo especialistas, as eleições municipais costumam refletir na formação das Assembleias Legislativas e do Congresso Nacional dois anos depois. Quando uma legenda elege um número considerável de prefeitos, geralmente aumenta a sua bancada na Câmara dos Deputados. E quanto mais parlamentar, maior a receita do fundo partidário e maior o tempo de rádio e TV nas campanhas eleitorais.

Nesse contexto, o PDMB de Michel Temer também tem a comemorar. Entre as 57 cidades que tiveram segundo turno, a sigla foi a segunda no ranking de prefeituras conquistadas, com nove eleitos. Na sequência, aparecem o PPS com cinco e o PSB com quatro. “Embora o PMDB não tenha ganho grandes centros, o conjunto de ideias que o PMDB e o PSDB representam saíram claramente vitoriosos dessa eleição”, avaliou ao EL PAÍS o sociólogo Wagner Iglecias, professor da USP, quando o atual panorama começou se desenhar no primeiro turno.

Além da rejeição ao PT, a crise política também parece ter se refletido na alta do número de votos não válidos (abstenção, brancos e nulos) e num alto índice de pulverização de partidos. Legendas pequenas ou nanicas elegeram 13 prefeitos. Os casos mais emblemáticos foram Rafael Greca (PMN) em Curitiba, Rogério Lins (PTN), em Osasco, e dois representantes da REDE, Clécio Luís em Macapá e Audifax, em Serra.

out
31
Posted on 31-10-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 31-10-2016


Amarildo, no diário A Gazeta (ES)


Polícia inglesa mata seis milésimos de gente por dia

As estatísticas são sempre falsas quanto a avaliações que envolvam a vida humana, porque esta não tem valor tangível. Como ponderou o filósofo, dez mil pessoas não sofrem mais do que uma.

A reflexão decorre de números acreditados segundo os quais a polícia brasileira mata em seis dias o mesmo que as polícias inglesa e galesa mataram em 25 anos, de 1990 a 2014.

Dá para imaginar a disparidade: no Brasil, tem-se de falar em “cerca de” 83 mil pessoas que, como dizem policiais e radialistas, “tombaram em confronto”. Nos dois países britânicos foram precisamente 55 nesse quarto de século.

Por aqui, o extermínio é de nove por dia. Lá, numa população de 56 milhões, houve uma morte a cada período de cinco meses e meio. A média diária não passou de 0,006 – inexpressiva, para quem não morreu.

Por exemplo

A família do brasileiro Jean Charles de Menezes, morto “por engano” por policiais londrinos, não leva em conta esses levantamentos.

out
30

?DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Algum candidato consegue isso?

Ao votar, em Curitiba, Sérgio Moro causou menos alvoroço do que no primeiro turno.

Mesmo assim, foi alvo de fotos e vídeos de outros eleitores.

Uma mesária não se conteve, ao pedir uma foto: “Ai, eu não aguento, gosto muito dele”, disse, segundo O Globo.

BOA TARDE!!!

DEU NO BLOG POR ESCRITO( DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

O agachamento final de Renan Calheiros

O cargo de presidente do Congresso Nacional foi ao rés do chão com o pedido de desculpa do senador Renan Calheiros à presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia – não beirou o ridículo, nele submergiu.

Autoridade tivesse o senador, responderia com altivez à ministra por ter tomado as dores do “juizeco” que ousou escarafunchar mais um desvão de sua vida de oito inquéritos por acusações diversas tramitando no próprio STF.

E essa certamente seria a reação natural do cangaceiro alagoano se estivesse por cima. Refletindo, porém, sobre o desatino de que foi tomado na agressão ao Judiciário, sem condições de encarar, botou o rabo entre as pernas.

Será, nos dias que virão, uma espécie de refém, mas de pouca valia. Neste Brasil que se expõe aos olhos da plateia não há de ser um pré-condenado a única pessoa capaz de conduzir a pauta do Senado para as decisões que o momento exige.

A Renan, superado (?) esse primeiro sufoco em que se meteu, impõe-se agora um período de silêncio obsequioso, em que dará “importante contribuição” à nação e ao presidente Michel Temer, não necessariamente nessa ordem.

Quanto à presidente do Supremo, admitido seu esbregue no sujeito como um arroubo de indignação, algo que não se contém na garganta, continuará falando nos autos – assim reza velho preceito da magistratura.

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