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Posted on 25-09-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 25-09-2016


DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Tudo normal no Rio pós-olímpico

A explosão de um bueiro deixou oito pessoas feridas no Rio.

É a terceira em uma semana.

Tudo voltou ao normal no Rio pós-olímpico.

Pare, olhe e escute Frank, na caixa do BP!

BOA TARDE!!!

(Vitor Hugo Soares)

DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Fim de linha para Rui e Geddel

Pelas declarações correntes de parte a parte, está claro que não se pode esperar entendimento entre o governador Rui Costa e o ministro Geddel Vieira Lima “em favor dos interesses da Bahia”.

É mais claro ainda que, sendo a parte “fraca” no embate, Rui não quer a ajuda de Geddel justamente para ter liberdade de acusá-lo de conspirar contra o Estado por motivação política.

Claríssimo, então, revela-se que o governador prefere radicalizar o confronto desde agora, porque sabe que vai encarar uma turma grande dentro de dois anos, num conturbado projeto de reeleição.

O ministro tem suas razões. Um governo não pode negociar com uma parte que o considera ilegítimo, a não ser que fosse para discutir a “ilegitimidade”. Rui, por sua vez, não pode ceder ao avanço do “inimigo”.

Isso não quer dizer que “a Bahia perderá”, porque o bom Geddel nessa bola não pisará. Trará obras e serviços para Salvador e outros municípios, como fez quando ministro da Integração Nacional. Dois mil e dezoito promete.

BOM PRIMEIRO DOMINGO DA PRIMAVERA!!

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)


Agentes da Polícia Científica analisam a casa Pepe Zamora EFE

DO EL PAÍS

P. O. Dolz
M. Martín
Madri / Rio de Janeiro

Assassinos profissionais. Essa foi uma das primeiras conclusões dos investigadores ao observar a cena do crime: uma casa de um condomínio em Pioz (Guadalajara) em que encontraram no domingo passado uma família assassinada, depois de alertados pelos vizinhos sobre um cheiro insuportável. Pai e mãe, degolados e esquartejados, cortados ao meio; menina (de 5 anos) e menino (de 1 ano), degolados. Todos postos em 6 sacos de lixo lacrados com fita adesiva e empilhados num canto de uma sala desoladora “por pelo menos um mês”. “Quem fez isso não o fez pela primeira vez”, afirmam. “É um crime metódico”, concluem.

Os assassinos usaram “um cutelo ou um machado”, indicaram os investigadores. “Fizeram um trabalho minucioso.” Além disso, foram extremamente cuidadosos em sua fuga. “Entre as poucas coisas encontradas na casa, que mal tinha móveis nem comida e que parecia mais um esconderijo temporário que uma habitação, havia restos de documentos das vítimas, propositalmente destruídos e que tiveram que ser reconstituídos para conseguir checar sua origem.” Preocuparam-se tanto em não deixar provas quanto em dificultar a identificação de suas vítimas.

Isso explica por que a confirmação da identidade do casal veio do Brasil, e não da Espanha, onde foram feitos os exames de DNA, diante do estado de “brutal deterioração” dos corpos depois de pelo menos um mês em sacos plásticos. Foram os familiares que entraram em contato com o consulado do Brasil em Madri e com o Ministério de Relações Exteriores brasileiro para tentar saber se eram seus parentes. Suspeitaram devido ao tempo que ficaram sem ter notícias deles e porque ambos tinham 39 anos de idade e dois filhos. “Sabíamos que tinham se mudado e achávamos que estivessem sem Internet, mas ao saber da notícia…” Seus piores temores se confirmaram. Eram Marcos Campos Nogueira e Janaína Santos Américo, oriundos de João Pessoa, no Estado da Paraíba, no Nordeste do Brasil.

Ele, que “viajava muito”, segundo seus parentes, vivia havia mais de uma década na Espanha, para onde supostamente viajou por razões profissionais. “Era gerente de um restaurante em sua cidade e se mudou para tocar outro negócio na Espanha”, afirmam. A publicação de sua foto em meios de comunicação espanhóis permitiu seu reconhecimento nos lugares pelos quais passou, viveu ou trabalhou. Marcos Nogueira se movimentou bastante pela Espanha. Primeiro viveu, em duas temporadas, em Corunha (Galícia), trabalhando numa padaria, segundo afirmaram seus compatriotas na cidade. Entre um período e outro voltou ao Brasil. Depois trabalhou em Múrcia e em Valência, aparentemente como camareiro. Em seguida tocou um restaurante em Valladolid e por fim trabalhou em outra casa de comida brasileira em Alcalá de Henares, enquanto viviam em Torrejón de Ardoz e depois em Pioz, para onde tinham se mudado somente dois meses antes, com um contrato de aluguel assinado por ele mesmo em meados de julho por 500 euros (cerca de R$ 1.800) por mês.

Ela, filha de um conhecido empresário de João Pessoa, casou-se com ele no Brasil em 2013. Depois foram para a Espanha, junto com sua primeira filha. Valladolid –onde seus parentes os visitaram–, Torrejón e Pioz. Três destinos em menos de três anos. Essa mobilidade, somada ao fato de que desde 2010 a conta no Facebook de Marcos não era alimentada e às características da cena do crime, leva os investigadores a pensar que “fugiam de algo ou de alguém”. Alguém, “que deixaram entrar em casa sem resistir, porque nenhuma entrada foi forçada, era conhecido”.

Dívidas

Dívidas. Essa palavra ecoa quando se fala do objeto desse impiedoso crime quádruplo. Janaína tinha pedido mil euros para sua família recentemente, supostamente “para ir ao dentista e, especialmente, para pagar os dois meses de fiança pedidos para o aluguel”, segundo conta um parente. E afirma que Marcos se aborreceu quando soube que ela tinha pedido dinheiro a seus familiares, “porque iam achar que ele não era capaz de manter a própria família”.

Os investigadores consideram as “contas pendentes” de Marcos. E pensam também nos “feios negócios ligados ao narcotráfico”, um obscuro nicho no qual afogar o desespero e conseguir dinheiro fácil e rápido. Mas também um ninho de assassinos, como os que parecem ter desejado encerrar essas contas de uma vez por todas, “com seu próprio método”, cometendo um massacre.

O “método” empregado, mencionado pelos investigadores, choca-se frontalmente com os crimes por vingança realizados no Brasil. Não é nada habitual que crianças sejam mortas, “costuma-se condenar quem faz isso, vão atrás deles”, dizem os especialistas. O fato de os corpos terem sido abandonados na casa aconteceu, na opinião dos especialistas, para facilitar a fuga dos assassinos, para não levantar suspeitas imediatas e para ganhar tempo para escapar. As investigações prosseguem, sob segredo judicial, e chegam à Espanha familiares dos dois lados para uma futura repatriação dos corpos.

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Posted on 25-09-2016
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Nicolielo, no Jornal de Bauru (SP)

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Posted on 25-09-2016
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DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Moro responde ao ataque de um jurista

O jurista Lenio Streck acusou Sergio Moro de ter a sentença pronta no caso Bumlai antes das alegaç?es finais da defesa. Uma distorção que deu pano para manga nas redes sociais.

Sergio Moro respondeu:

“Vale esclarecer os fatos ao jurista Lenio Streck. A ação penal 50615785120154047000 foi conclusa para sentença em 13/08/2016. Em 09/09/2016, sentença ja em elaboração, baixei em diligência para juntar cópia faltante do acordo de Nestor Cerveró e a bem da ampla defesa. Todos já sabiam do acordo mas era relevante a juntada do documento faltante. Foi então concedido prazo as partes para querendo complementarem suas alegações finais. Apenas ratificaram suas alegações, o que fizeram até 14/09/2016, sem nada inovar nas alegações anteriores. Em 15/09/2016, foi então prolatada a sentença. O registro da conclusão foi apenas para permitir o lançamento da sentença no sistema. Críticas são bem vindas a qualquer atuação de agentes públicos. Mas convém que os fatos sejam relatados como aconteceram e não com com distorção do ocorrido. Do contrário parece má-fé, o que imagino que não deve ter sido a intenção do jurista em questão.”

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