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Posted on 08-09-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 08-09-2016

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Lula ataca Teori

Teori Zavaski demoliu a defesa de Lula.

E a defesa de Lula reagiu atacando Teori Zavascki:

“É profundamente preocupante que o exercício do direito constitucional de defesa, com combatividade e determinação, possa ser encarado na mais alta Corte de Justiça do país como fator de entrave às investigações ou ao processo. A Constituição quer defesa efetiva e ampla e não meramente formal ou retórica. Negar tal garantia representa inominável agressão ao direito de defesa.”

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Clodoaldo Silva acende a pira olímpica. Marcelo Sayão EFE


DO EL PAIS E DO PORTAL TERRA BRASIL

Guilherme Padin

Uma enorme escadaria separava Clodoaldo Silva e sua cadeira de rodas da pira olímpica no Maracanã. Foi então que se formou diante do nadador brasileiro, dono de seis seis ouros, cinco pratas e seis bronzes, uma rampa e o Tubarão conseguiu levar a tocha ao alto para dar início oficialmente à décima quinta edição dos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro. Foi o ponto alto de uma cerimônia fiel à sua proposta: emocionar o público e ressaltar a importância de acessibilidade e inclusão.

Se na abertura da Rio 2016 a cidade venceu com louvor o desafio de preparar uma festa à altura dos Jogos, desta vez o teste era provar que podiam manter um espetáculo de nível semelhante, que atraísse o público ao estádio, às TVs, às redes. Numa competição cujo tema é superação, a festa respondeu aos desafios: o Maracanã lotou e a cerimônia entrou no topo dos trending topics mundiais do Twitter.

O maestro João Carlos Martins tocou ao piano o hino nacional brasileiro e comoveu o público que, em alguns momentos, pode se aproximar da experiência e percepção dos deficientes. Como na abertura da Rio 2016, o presidente Michel Temer fez um discurso-relâmpago, mas de novo não conseguiu evitar as vaias do público.

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DO TERRA

Uma ‘experiência multisensorial’ abrIU na noite desta quarta-feira a Paralimpíada do Rio, que terá competições com 4,3 mil atletas de 159 delegações de países.

A cerimônia no Maracanã começou com um vídeo de Philip Craven, presidente do Comitê Paralímpico Internacional e paratleta nos anos 1970 e 80, preparando sua viagem ao Rio e passando antes por Belém até chegar ao Maracanã para fazer a contagem regressiva aos Jogos.

Depois de um salto mortal de Aaron “Wheelz” Fotheringham em cadeira de rodas, o gramado do Maracanã teve a apresentação de uma roda de samba com artistas como Maria Rita e Diogo Nogueira.

Cenas cariocas foram então apresentadas ao som de Aquele Abraço, de Gilberto Gil, e de música funk. O maestro João Carlos Martins tocou o hino nacional no piano.

Organizadores haviam adiantado à BBC Brasil que pretendiam “cegar” temporariamente a plateia no estádio para estimular outros sentidos, sobretudo a audição. A intenção é aproximar o público da realidade dos atletas paralímpicos.

A festa – que contou com a presença do presidente Michel Temer – ocorre após momentos conturbados nos preparativos para os Jogos.

O primeiro deles foi a baixa quantidade de ingressos vendidos nos primeiros dias de oferta, o que despertou preocupações de que os paratletas competissem diante de arenas muito vazias no Rio.

Na reta final, porém, as vendas aumentaram. Segundo os organizadores, até esta quarta haviam sido vendidos 1,6 milhão de ingressos.

E é possível que a Paralimpíada brasileira seja a segunda com maior número de entradas vendidas na história, ultrapassando Pequim 2008 (1,7 milhão) e ficando atrás somente de Londres 2012, que vendeu 3 milhões de ingressos.
Crise financeira

Outra preocupação foi a crise orçamentária do Rio, que colocou a vinda de delegações estrangeiras em xeque.

Até poucos dias atrás, ainda havia países que não tinham recebido o dinheiro para as passagens aéreas, diante da crise orçamentária na organização do megaevento. A Prefeitura do Rio precisou fazer repasses extras para financiar a vinda dos paratletas.

Craven, presidente do Comitê Paralímpico Internacional, disse que houve grande temor de que a crise inviabilizasse os Jogos. “Tivemos grandes dificuldades, mas isso serve para mostrar o espírito do movimento (paralímpico)”, afirmou.
Rússia ausente

A terceira polêmica envolveu a delegação russa, banida dos Jogos pelo Comitê Internacional depois de o país ser acusado de financiar um esquema estatal de doping.

Ao contrário do que ocorreu na Olimpíada, que permitiu que federações esportivas decidissem individualmente se atletas russos poderiam competir em cada modalidade da Rio 2016, na Paralimpíada o veto foi para toda a delegação.

A Rússia entrou com recurso contra a proibição, mas não teve sucesso.
Cerimônia de abertura

Leo Caetano, diretor de cerimônias do Comitê Rio 2016, explicou na véspera à BBC Brasil que a cerimônia de abertura não queria focar nas deficiências e “transcender esse discurso, essa narrativa de superação” comumente associada a deficientes físicos.

“Fala-se (na cerimônia) em adaptação e universalidade, o mesmo acesso, o mesmo projeto, a mesma entrada em que todos possam conviver, em que todos possam passar, todos tenham direito à mesma experiência”, explicou.

Sinatra neles!!!
BOM DIA
(Gilson Nogueira)

DO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Alice pode chamar Neto de “golpista”

OPINIÃO
A campanha eleitoral é o momento sublime da democracia. É quando o eleitor é convidado, podendo também ser partícipe mais ativo, se o desejar, a escolher as pessoas que, fazendo leis e tomando medidas administrativas, governarão o destino coletivo por certo número de anos.

Um candidato a cargo eletivo que fosse dotado das principais qualidades de um homem público teria de ser honesto, competente, trabalhador, solidário, decente, entre tantos outros atributos para o cidadão avaliar e definir seus representantes – quem vai gastar e falar por ele.

Assim, nada mais natural que cada concorrente, embora no interesse próprio, queira levar ao eleitorado críticas, dúvidas e questionamentos sobre os adversários.

A liberdade de expressão, tão cara à vida da humanidade, tem de ser mais radical ainda numa campanha eleitoral, quando nos encontramos, em curto período, na iminência de decisões da mais alta responsabilidade.

Por isso, são inexplicáveis e inaceitáveis as restrições que a Justiça Eleitoral tem imposto à candidata a prefeita Alice Portugal por palavras ditas na televisão e outros meios contra o adversário ACM Neto, especialmente a qualificação de “golpista”, em razão do apoio ao impeachment da ex-presidente Dilma.

Vive-se um embate político, e norteá-lo é obrigação da política. Alice entende que Neto é golpista, afirmação que ele poderá refutar ou não. Cabe à soberania do eleitor, chamado ao raciocínio político, dizer quem está com a razão, sem prejuízo de eventuais sanções ao candidato que transgredir a lei.

O prefeito ainda era garoto, mas na campanha ao governo da Bahia em 1990, o candidato Luiz Pedro Irujo acusou reiteradamente o competidor Antonio Carlos Magalhães de “ladrão”. A campanha seguiu em frente, Irujo foi condenado após processo movido por ACM, que venceu a eleição e teve a honra preservada.


Protesto na casa de Lewandowski

Manifestantes do movimento Nas Ruas aproveitaram o 7 de Setembro para protestar em frente à casa de Ricardo Lewandowski. O grupo exibiu um boneco do ministro do STF, apelidado de Petralowski.

Em vídeo, a líder do Nas Ruas, Carla Zambelli, afirmou que o protesto era contra o fatiamento do impeachment de Dilma, que a poupou de perder seus direitos políticos, e pela cassação de Lewandowski.

Ela também afirmou que não se intimidará com a investigação da PF e disse que ainda há “um longo caminho para despetizar” a Justiça brasileira.

A exibição do Petralowski em outro protesto, em São Paulo, levou o STF a pedir à PF que tome providências contra o grupo. No ofício, a corte considera o boneco “uma grave ameaça à ordem pública e inaceitável atentado à credibilidade” do Poder Judiciário

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08
Posted on 08-09-2016
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Sinfrônio, no Diário do Nordeste (CE)


O vice-presidente Joe Biden na abertura
da XX Conferência da CAF. Cliff Owen AP

DO EL PAÍS

Silvia Ayuso

Washington

O vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, deu na quarta-feira um forte apoio ao Governo de Michel Temer ao afirmar que o Brasil pode continuar a contar com Washington, que aprova o processo de destituição da ex-presidente e Dilma Rousseff. Uma mensagem diametralmente oposta à que enviou para a Venezuela durante a abertura da XX Conferência da CAF na capital norte-americana. Da tribuna de onde se dirigiu a alguns dos políticos e analistas mais influentes do hemisfério, Biden pediu que o Executivo de Nicolás Maduro permita a realização do referendo “antes do fim do ano”.

Biden qualificou o impeachment no Brasil como uma das “maiores mudanças políticas” sofridas na região nos últimos tempos, mas salientou que, ao contrário de épocas anteriores na região, isso foi feito “obedecendo a Constituição para navegar um momento político e econômico difícil, e de acordo com os procedimentos estabelecidos”.

Portanto, “os EUA continuarão trabalhando estreitamente com o presidente Temer, porque o Brasil é e continuará a ser um dos mais próximos parceiros dos EUA na região”, afirmou o vice-presidente. E também porque, sublinhou, “na democracia as alianças não se baseiam em alguns líderes, mas numa relação duradoura com os povos”.

As palavras de Biden não são uma surpresa. Os EUA tiveram uma postura muito pragmática nos últimos meses em relação ao Brasil e, depois da confirmação da destituição de Dilma, o Departamento de Estado concluiu que esta tinha ocorrido “dentro do marco constitucional”. Ainda assim, são a constatação no mais alto nível do desejo de Washington de virar a página e abrir um novo capítulo com um aliado-chave na região. Especialmente depois da morna relação que o Governo Obama teve com Dilma, que foi marcada pela desconfiança gerada pela revelação de que os EUA haviam espionado o telefone da presidente em 2013. Dilma Rousseff cancelou uma visita de Estado que os EUA tinham preparado para o fim daquele ano e só voltou a por os pés na Casa Branca quase dois anos mais tarde, quando seu segundo governo já estava marcado pelos sinais incipientes de recessão econômica que acabaram precipitando sua queda.

O tom conciliador de Biden na abertura da conferência anual da CAF, com a qual o EL PAÍS colabora, mudou quando ele se referiu à situação na Venezuela.

O vice-presidente dos EUA reclamou com firmeza a realização do referendo revogatório antes do fim do ano, como exige a oposição para permitir uma verdadeira mudança no poder e não uma mera transferência dentro do chavismo. E acusou o Governo de Maduro de usar “táticas repressivas em violação de sua própria Constituição” e dos princípios estabelecidos na Carta Democrática Interamericana.

“Na semana passada, centenas de milhares de venezuelanos saíram às ruas para reivindicar seu direito constitucional. Suas vozes não devem ser ignoradas”, afirmou Biden. “Pedimos que o referendo se realize antes do fim do ano, a Constituição venezuelana deve ser respeitada. E os presos políticos libertados”, disse.

No primeiro painel dos dois dias de conferência, organizada conjuntamente pela Organização dos Estados Americanos (OEA) e o laboratório de ideias Diálogo Interamericano, Thomas Shannon, o veterano diplomata que John Kerry incumbiu de tentar reabrir um diálogo direto com Caracas, disse que o papel dos EUA na crise venezuelana não é mais do que tentar ajudar a encontrar uma saída interna.

“É claro que só os venezuelanos podem encontrar uma maneira de sair dessa crise, mas eles não poderão fazer isso sozinhos, precisarão da solidariedade de toda a região (…) o hemisfério precisa falar”, afirmou.

A Conferência da CAF analisa nesta edição os desafios e possibilidades de um hemisfério ocidental no qual ocorreram mudanças vertiginosas. Além de Brasil e Venezuela, serão avaliados em detalhes o processo de paz na Colômbia, a aproximação de Washington e Havana e o efeito das eleições norte-americanas de novembro para a América Latina.

Biden evitou mencionar especificamente uma corrida presidencial na qual um dos candidatos, o republicano Donald Trump, baseou boa parte de seu discurso em insultos e ofensas contra os migrantes procedentes da região, sobretudo do vizinho México, onde gerou inclusive uma crise interna de governo.

Mas o vice-presidente, o homem a quem Obama confiou as relações diretas com a América Latina e que fez mais de cinco de viagens à região nesses quase oito anos de governo democrata, deixou claro que a postura de Trump rompe com os esforços da era Obama que agora termina no sentido de criar uma relação “de iguais” com um hemisfério para o qual durante anos fez vistas grossas.

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