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“Magnífica Simone”:Armando Oliveira, o grande e saudoso cronista do cotidiano da Bahia, estava coberto de razão quando escreveu sobre esta baiana de voz e interpretação únicas. Confira e ateste mais uma vez, via BP, na tarde deste 7 de Setembro.

BOA TARDE!!!

(Vitor Hugo Soares)

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

FHC: “PSDB faz parte da velharia política”

FHC disse a Josias de Souza que o PSDB faz parte da “velharia” política que dificulta a modernização do país.

O ex-presidente tucano argumentou que PT e PSDB perderam o “frescor” que tinham na década de 1990.

O problema da classe política no Brasil, segundo ele, não é uma dicotomia entre direita e esquerda. É problema cultural.

“São pessoas que querem tirar proveito do Estado.”

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07
Posted on 07-09-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 07-09-2016

Michel Temer e a primeira dama Marcela, no desfile do 7 de Setembro em Brasília. Bonito de apreciar, não! Mata até a saudade de Maria Tereza Goulart.

BOM DIA DA PÁTRIA!!!

(Vitor Hugo Soares)


Dilma se despede de Brasília


DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

“Tropa de choque” atual “fatiou” a lei

O Brasil é pródigo em neologismos e adaptações línguísticas no território político, além do uso correlato, fora de sua acepção principal, de certas palavras e expressões. A imprensa as saúda, acolhe e repete até com certo orgulho, por ter encontrado o jeito de comunicar imediatamente a ideia ao leitor.

No curto período do presidente Fernando Collor, comandada – surpresa! – pelo então deputado Roberto Jefferson, surgiu a “tropa de choque”, braço executor, no Congresso, da filosofia do “bateu, levou”, praticada pelo governo, conforme oficializou, na época, o assessor de imprensa, jornalista Cláudio Humberto, que ainda hoje escreve por aí

Já tivemos a “fadiga de material”, do jargão da aviação, para explicar a perda do governo por um partido depois de muitos anos, sem que tenha cometido algum erro em especial, mas pela necessidade que o eleitor vê, periodicamente, de fazer mudanças. Outro dia, vimos a presidente ser cassada pelo “conjunto da obra”, que é coisa do Oscar.

Os verbos também são largamente manipulados. “Blindar” é usado para definir a proteção que se dá a certo político, para protegê-lo de crimes ou erros cometidos. “Contaminar” deixou o domínio da patologia para significar fatos que poderão imiscuir-se num processo, prejudicando-o.

A moda agora é “fatiar”. Aliás, não tão recente, pois já foi citado no processo do mensalão. Ocorre que o “fatiamento”, desta vez, picotou a Constituição. O Senado virou rotisseria, a “fatia” mais saborosa foi para Michel Temer, mas Dilma não deixou de levar a sua raspa.

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O BP saúda e parabeniza o premiado diretor teatral da Bahia, que comanda com talento e competência a fuzarca municipal da Cultura em Salvador, com repercussão nacional.
Parabéns, igualmente, pela ótima entrevista a Andrezão Simões, na edição de ontem, 6, no rodando na intimidade do Roda Baiana, da Rádio Metrópole: inteligência, coragem, autenticidade e bom humor. Bravo!!!

Viva a pátria e o povo brasileiro no 7 de Setembro. Parabéns, aniversariante Guerreiro!

(Vitor Hugo Soares)


Dilma é abraçada por militantes em frente ao Palácio da Alvorada.
F. BIZERRA JR EFE

EL PAÍS

Afonso Benites

Brasília

Menos de 200 militantes aguardavam a primeira mulher eleita presidenta do Brasil na porta do Palácio da Alvorada. Era a despedida de Dilma Rousseff da residência oficial da presidência brasileira. Destituída do poder há seis dias por uma decisão do Senado, a petista era, nesta terça-feira, bem diferente daquela que subiu ao palco do luxuoso auditório lotado alugado em Brasília em 2014 para comemorar sua reeleição. Há dois anos, só mostrava descontração ao abraçar seu antecessor e padrinho político, Luiz Inácio Lula da Silva. Neste 6 de setembro, sem Lula e acompanhada por um pequeno grupo de escudeiros e ex-ministros, era só sorrisos e afagos aos seguidores. De óculos escuros, deixou-se ser beijada até ficar com uma marca de batom vermelho na face direita e foi abraçada enquanto seus seguranças empurravam e usavam suas armas de choques nos cinegrafistas e fotógrafos que a cercavam.

A concentração no local havia se iniciado por volta das 11h e sob o escaldante sol brasiliense. Os ex-ministros José Eduardo Cardozo, Miguel Rossetto, Jaques Wagner e Kátia Abreu (a única não petista do grupo), e o senador Lindbergh Farias e a deputada Erika Kokay a esperavam antes de seu embarque para Porto Alegre (RS) — Rousseff ficará entre a capital gaúcha e o Rio de Janeiro. Estavam ainda trabalhadores sem-terra, representantes de sindicatos de professores, da CUT e da CTB. Algumas das bandeiras eram as mesmas da campanha de 2014, onde adesivos estampavam o nome de Dilma, mas também o do então aliado e candidato a vice, Michel Temer (PMDB).

Nesta terça, Temer foi, como esperado, o alvo preferencial dos que estavam no Alvorada, que o chamavam de “golpista” e gritavam “Fora, Temer”. Enquanto isso, não longe dali, o peemedebista fazia planos para tentar se prevenir de eventuais problemas originados por protestos em seu primeiro Dia da Independência como presidente. Nesta quarta, o peemedebista participará do tradicional desfile em Brasília em um carro fechado. É comum que o presidente desfile no Rolls-Royce conversível do Planalto vestindo a faixa verde e amarela da presidência. Ele, contudo, não decidiu se a usará e foi orientado a não andar no conversível por questões de segurança.

“Neste 7 de Setembro queremos viver o dia da pátria, da alegria, da felicidade. Queremos viver o dia de mostrar que nosso país tem jeito, sim. Que somos um país grande e as manifestações serão recebidas dentro desse quadro”, disse o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, em um ajuste de discurso após a grande marcha contra o Governo em São Paulo no domingo.

A expectativa é que mais de 5.000 pessoas participem do “Grito dos Excluídos” em Brasília, uma marcha que acontece anualmente logo após o desfile militar. Dessa vez, o tema do protesto será o fim do Governo Rousseff e o início da gestão Temer. No feriado, o “Grito dos Excluídos” também está marcado para acontecer em São Paulo, no Rio de Janeiro, Fortaleza, Uberlândia (MG), Campinas (SP), Piracicaba (SP) e Itu (SP). Na capital paulista, outro ato, também na Praça da Sé, foi convocado para protestar contra Temer e pedir eleições diretas. Serão uma novo teste tenso para a ação da polícia em manifestações de massa.
“Temos de esperar a democracia voltar”, diz manifestante
A professora Kátia Garcia, em frente ao Alvorada.
A professora Kátia Garcia, em frente ao Alvorada. A.Benites

Na base de um dos mastros na entrada do Palácio do Alvorada, a professora de história Kátia Garcia, de 51 anos, montou uma espécie de um santuário no qual fez uma intervenção artística. Nele havia fotos e adesivos de Rousseff, almofadas, um tapete, um buquê de rosas, um vaso com a árvore da felicidade, um livro de história do Brasil e uma bicicleta, que tinha em sua garupa uma pequena gaiola com um cupinzeiro e uma Constituição Federal suja de barro.

“Temos de esperar a democracia voltar. Isso tudo que fiz, é para tentar deixar a democracia à vontade. Assim que ela retornar, ela tem de ficar confortável nas almofadas e se sentir em casa em Brasília. Mas antes tem de se lembrar de libertar o povo, aqui representado pelo cupim da corrupção em cima de uma Constituição que foi desrespeitada”.

Ministrando aulas, há doze anos, em um presídio feminino na capital federal, Garcia diz que com o impeachment, agora só cabe aos movimentos sociais lutarem contra a gestão Temer nas ruas. “Não há nada que a Justiça ou qualquer outro órgão possa fazer. Vamos ter de esperar 2018”.

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Posted on 07-09-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 07-09-2016


Tenório, no portal de humor gráfico A Charge Online


Malia Obama no Festival Budweiser Made in America.
GETTY IMAGES


DO EL PAÍS

“Fumar mata”. Parece um aviso de um maço de cigarros, mas não é. Na verdade, a frase aparece na camiseta de uma das jovens mais protegidas do mundo: Malia Obama. A filha mais velha do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, resolveu, assim, uma das maiores controvérsias que teve de enfrentar depois de ter sido flagrada fumando no mês passado no festival Lollapalooza. As imagens da jovem com um cigarro na mão, que muitos ainda asseguraram que era maconha, deram volta ao mundo e agora parece que a jovem de 18 anos quis apagar aquela foto do imaginário coletivo.

A filha mais velha de Barack e Michelle Obama foi na semana passada, com muitos de seus amigos, para o festival de música Made in America, na Filadélfia. Desta vez, a primogênita fez de sua roupa uma clara declaração de intenções. Com a mensagem “Fumar mata”, em letras negras maiúsculas, Malia chamou a atenção dos presentes que não demoraram para sugerir nas redes sociais que era uma “camiseta castigo”.

Malia Obama deu muito o que falar no verão passado. Enquanto sua irmã, Sasha, trabalhou como garçonete em um restaurante na ilha de Martha’s Vineyard, ela foi flagrada fumando e fazendo o famoso twerking. Depois foi divulgado que decidiu tirar um ano sabático antes de entrar na Universidade de Harvard, decisão que provocou uma onda de críticas da ala mais conservadora da sociedade norte-americana.

Embora seu pai tenha poucos meses ainda na Casa Branca tudo parece indicar que Malia nunca poderá desfrutar de uma juventude “normal” sem ser espionada pelos paparazzi, ansiosos para pegá-la com as mãos na massa, ou por um curioso que queira ficar famoso nas redes à custa da vida de outra pessoa.

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